Cibercrime fatura R$ 16 bi por ano no Brasil

(Gráfico do relatório “Norton Cybersecurity Report 2012″ que mostra o custo anual, em dólares, do cibercrime)

De acordo com este estudo, País é o 3º mais atacado pelos golpistas, atrás somente de China e Estados Unidos

Estudo recentemente divulgado pela Symantec diz que os cibercriminosos faturam cerca de 16 bilhões de reais (8 bilhões de dólares americanos) com fraudes e golpes na Internet contra internautas brasileiros. O valor equivale a 7% do total mundial desviado pelo crackers.

Com isso, o Brasil aparece empatado com a Índia em 3º lugar entre os países mais afetados pelo cibercrime, mas bem atrás da China (92 bilhões) e dos EUA (42 bilhões).

No último ano, cerca de 556 milhões de adultos no mundo sofreram com fraudes online, mais do que toda a população da União Europeia.

A empresa de segurança fez a pesquisa com 13 mil pessoas com idade entre 18 e 64 anos, de 24 países, de 16 a 30 de julho.

Para chegar aos 16 bilhões, a Norton fez o cálculo de pesquisados que disseram ter sido vítimas de golpes online nos 12 meses anteriores (32% do total), multiplicada pelo prejuízo médio de um ataque no Brasil (562 reais) e pela população on-line do País.

A pesquisa deste ano mostra um aumento de novas formas de crimes online em comparação com o ano passado, principalmente nas redes sociais e nos dispositivos móveis. Um em cada cinco adultos online (21%) foi vítima de fraudes no ambiente social ou móvel e 39% dos que estão em redes sociais foram vítimas de malwares sociais. Outros dados:

  • 15% dos usuários de redes sociais relatam que alguém invadiu o seu perfil e se passou por eles;

  • Um em cada 10 usuários de redes sociais foram vítimas de golpe ou links falsos em plataformas colaborativas;

  • Embora 75% acreditem que os cibercriminosos estejam mirando nas redes sociais, menos da metade (44%) utilizam uma solução de segurança que os proteja nestes ambientes. Além disso, apenas 49% usam as configurações de privacidade para controlar as informações que compartilham;

  • Quase um terço (31%) recebeu uma mensagem de texto de alguém que não conhecia solicitando que clicassem em um link ou a discassem um número desconhecido para ter acesso a uma caixa postal de voz.

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do Seu micro seguro pela referência a esta notícia.

Fonte: IDG Now!

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