NSA investe em biometria para smartphones

biometricsAlguns smartphones trazem a tecnologia de reconhecimento de digital, porém, segundo a NSA (National Security Agency ou Agência de Segurança Nacional), este sistema ainda não é seguro o suficiente.

A agência estadunidense está testando uma tecnologia para reconhecer gestos na tela dos smartphones. O sistema apelidado de “Mandrake” está sendo desenvolvido em parceria com a Lockheed Martin e reconhece a identidade do usuário baseado na velocidade e na forma dos movimentos.

Apesar da reputação da NSA em invadir a privacidade de pessoas, este sistema não teria espionagem como função principal. A ideia é usar o projeto em telas de desbloqueio de smartphones para aumentar a segurança dos aparelhos.
Biometria

A tecnologia que a agência de segurança está desenvolvendo é uma versão de um sistema usado na aeronáutica chamado de “assinatura dinâmica” e serve para reconhecer o movimento da escrita feita a mão.

Segundo John Mears, representante da Lockheed, ninguém faz exatamente os mesmos movimentos. “As pessoas podem falsificar a sua assinatura em duas dimensões, mas não podem forjar em três ou quatro”. A terceira é a pressão que você aplica na superfície, e a quarta é o tempo que você leva para fazer cada movimento.
Futuro

Entretanto, não se sabe quando ou como a NSA adotará a ferramenta ou se ela chegará ao usuário final. Nenhuma fabricante de aparelhos móveis parece ter sido incluída no projeto e soluções parecidas podem demorar para serem desenvolvidas.

A agência estadunidense também tem outros projetos de identificação biométrica que parecem mais avançados que o Mandrake está atualmente, como o sistema de Identificação de Nova Geração. A tecnologia leva em consideração leitura de digitais, superfície da mão, retina e até tatuagens e pode incluir reconhecimento de voz e padrão de caminhada no futuro.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

Windows 10 possibilitará acesso mais seguro para crianças

Win10_criancasA Microsoft anunciou algumas alterações no serviço de Proteção para a Família, que permite aos pais monitorarem a atividade online de seus filhos. A principal mudança é nas configurações, que passarão a ser gerenciadas a partir da página da conta Microsoft. A novidade permitirá que as definições de segurança sejam aplicadas em todos os dispositivos Windows 10 nos quais a criança usar com login.

O login no Windows 10 também enviará um relatório das atividades recentes da criança aos adultos da família, que sejam seus responsáveis. Será possível ver como os pequenos estão gastando seu tempo em cada PC ou celular, desde aplicativos que estão usando até sites que visitam usando um navegador.

É possível bloquear ou permitir uma página nova ou app com apenas um clique, protegendo as crianças de acesso a conteúdos como armas de fogo, violência, sexo, drogas e outros assuntos polêmicos.

Sobre as alterações, a Microsoft afirmou trabalhar para ajudar principalmente o usuário. “Sabemos que isso pode ser difícil para alguns de vocês, mas estamos fazendo isso para criar uma experiência melhor e mais simples: transferir as configurações da criança com a conta da Microsoft”, informam.

O acesso pode ser feito no site account.microsoft.com/family pelos pais para configurar o que for necessário. A Microsoft também preparou um tira dúvidas (microsoft.com/family/faq), em português.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Techtudo

O novo papel de parede do Windows 10

win10_wallpaperA Microsoft revelou recentemente a imagem que vai ilustrar o plano de fundo padrão dos computadores de milhões de pessoas pelos próximos anos. O Windows 10 vai novamente estampar o logotipo da marca como papel de parede, mas, dessa vez, feito de luz.

Seria mais fácil fazer a imagem utilizando programas de edição como o Photoshop, mas a Microsoft fez questão de reservar um estúdio em São Francisco e contratar Bradley G. Munkowitz para produzir a melhor fotografia possível. O diretor de design trabalhou nos efeitos visuais de filmes como Oblivion e Tron: O Legado.

Munkowitz usou lasers, fumaça, filtros coloridos, mapeamento de câmera e outros recursos práticos para criar o efeito de um logo feito de luz. “Obviamente tem bastante design, mas o projeto tem mais a ver com a presença física, com ter uma câmera capturando de verdade esses objetos”, explicou o designer.

A imagem foi batizada como “Hero” (herói) e, ao contrário do que parece, o logo não será animado. Assista ao vídeo que mostra como o papel de parede foi feito:

Apple reforça regras de privacidade no iOS

ios_privacyEm prol da proteção da privacidade de seus usuários, a Apple está implementando mais regras de segurança em seus aparelhos com iOS, de forma a dificultar a coleta de dados para fins de publicidade. De acordo com uma política que deve ser implementada em breve, os aplicativos não poderão mais acessar históricos de downloads dos utilizadores de iPhones e iPads, nem ver a lista de softwares instalados nos aparelhos.

Essa seria mais uma das tantas mudanças a serem implementadas no iOS 9, que chega nos próximos meses, mas para os desenvolvedores de novas aplicações, passaria a valer desde já. As novas regras teriam sido apresentadas a eles durante o WWDC 2015, evento da Apple voltado para os produtores de software, de forma a permitir que eles as levem em conta no trabalho com novas soluções e também para que possam adequar as existentes.

O maior golpe, aqui, deve ser sentido por grandes nomes como Facebook e Twitter. Ambas as redes sociais têm a publicidade mobile como um dos principais focos de sua estratégia de monetização. Ao reconhecer os aplicativos instalados nos dispositivos de seus usuários, as empresas são capazes de exibir anúncios e conteúdo patrocinado em meio às postagens convencionais, indicando novos aplicativos com um foco direcionado.

E por mais que estes sejam nomes de peso, a Apple diz que suas políticas e a relação de confiança com os usuários valem mais. O próprio CEO da empresa, Tim Cook, já afirmou que o negócio da companhia é criar dispositivos de qualidade e não permitir que eles sirvam como fonte de dados para fins de publicidade ou monetização. A mudança, então, seria mais um passo nessa direção.

É claro que a alteração nas regras não muda a presença de publicidade. A diferença é que, agora, os usuários estarão mais protegidos contra quebras de privacidade e saberão que seu histórico de compras não está sendo acessado indiscriminadamente pelas empresas. As rendas podem e devem diminuir como um reflexo disso, mas, pelo menos para a Apple, parece um bom preço a se pagar em troca de mais segurança.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Canaltech

Vulnerabilidade que afeta 94% dos aparelhos Android

android_falhaUma vulnerabilidade presente no “debugger” ou “depurador” do Android foi encontrada pela empresa de segurança Trend Micro. A falha permite que um app malicioso possa inserir um arquivo ELF (Executable and Linkable Format) no dispositivo para forçar a parada do depurador. Com isso, o app conseguiria acesso ao registro e à memória do sistema.

Somente com esse acesso, não seria possível aplicar qualquer golpe ou realizar qualquer ataque que realmente prejudicasse a vítima. Contudo, coletando esses registros, um hacker mal-intencionado poderia sobrepujar a proteção ASLR (address space layout randomization) do Android e, então, rodar algum código malicioso no aparelho para as mais variadas finalidades.

A Trend Micro avisou a Google sobre essa falha, e o Android M já tem uma correção que resolve o problema de segurança. Contudo, como essa brecha foi considerada de “baixa periculosidade” — uma vez o usuário precisa instalar manualmente um app malicioso e bastante complexo em seu dispositivo —, a empresa não tem prazos para enviar uma atualização para as versões anteriores (4.x e 5.x) atualmente afetadas.

Dessa maneira, somente aparelhos que forem atualizados para o Android M, que deve ser lançado em outubro ou novembro, estarão protegidos. A Trend Micro estima que 94% de todos os Androids em atividade atualmente estejam em perigo, sendo que 37,4% estão com o Jelly Bean, 39,2% com o KitKat e 12,4% com o Lollipop e 5,1% com o ICS.

Agradecemos ao Davi e ao Lucas, colaboradores amigos do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes: Tecmundo e Trend Micro

Malwarebytes Premium grátis por 12 meses

mbamO Malwarebytes Anti-Malware é um dos melhores produtos para remoção de malwares e adwares que infectam o computador do internauta quando este instala programas maliciosos, principalmente provindos de certos sites de download.

Infelizmente o Malwarebytes Anti-Malware (MAM) é um produto pago, e por causa disso muitos internautas instalam versões desse produto utilizando chaves piratas, cracks ou outros métodos ilegais. Mas a Malwarebytes tem uma boa notícia para os piratas: ela resolveu perdoá-los e enviar uma chave válida por 12 meses para o Malwarebytes Anti-Malware Premium sem custo algum!

Para receber a sua chave, a versão do MAM deve ser 1.7 ou superior. Faça download da versão 2.18 do Malwarebytes Anti-Malware aqui (pois o link da versão gratuita do site oficial contém a versão anterior 1.6) e siga o passo-a-passo abaixo:

1. Baixe a versão 2.18 do MAM (este link está citado neste tópico do fórum oficial da Malwarebytes)
2. Instale essa versão (sobre a versão atual do seu MAM ou “instalação limpa”)
3. Utilize a sua chave pirata para tentar ativá-lo
4. Aparecerá uma mensagem informando que a sua chave é inválida, juntamente com duas opções para você clicar
5. Clique na opção I’m not sure where I got my keys, or I donwloaded it from the internet
6. Você receberá uma nova key
7. Utilize essa key para ativar o produto. Pronto! Agora você tem o Malwarebytes Anti-Malware Premium funcionando por 12 meses.

mbam1Marcin Kleczunki explicou os motivos dessa decisão neste post do fórum oficial da Malwarebytes. Ali ele informa que ele nunca imaginou que a empresa alcançaria o sucesso atual, e por este motivo o algoritmo de geração de keys utilizado até hoje é limitado, tornando relativamente simples a criação de cd-keys.

Como muitos clientes compraram o Malwarebytes Anti-Malware de revendedores que criavam e revendiam cd-keys ilegais, ele decidiu que essa promoção seria a melhor maneira para não punir quem comprou o produto desta maneira. Como o Malwarebytes Anti-Malware utiliza um novo sistema de ativação, não será mais possível utilizar as chaves atualmente encontradas na internet.

Essa promoção não agradou a todos: no fórum oficial da Malwarebytes um participantes solicitou a devolução do pagamento que ele fez ao comprar 3 licenças do produto.

Agradecemos ao Igor, Lucas e Paulo Sollo, colaboradores amigos do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes: Baboo e Malwarebytes

Intel irá trocar silício por novos materiais em processadores de 7 nm

intel-siliconUtilizado até hoje na fabricação de microchips, o silício deve finalmente ser deixado de lado pela Intel. A empresa anunciou nesta semana que já começou a trabalhar em seus próximos processadores, que terão arquitetura de 10 nanômetros – e também serão os últimos a utilizar o material como padrão em sua estrutura de transistores.

A notícia foi dada pela companhia em uma conferência realizada por telefone, e a ideia é partir para outros elementos na linha de chips de 7 nm, segundo o Ars Technica. Com lançamento planejado para 2018, os processadores terão transistores próximos demais para depender do silício. Por isso, deverão ser feitos de nanotubos de carbono ou de algum semicondutor dos grupos III-IV (do boro), como o arseneto de índio e gálio (InGaAs), embora ainda não haja confirmação da Intel.

De acordo com a reportagem, esse segundo tipo de material em especial tem “uma mobilidade maior de elétrons do que o silício”. Isso significa que os transistores feitos a partir dele podem ser bem menores e mais rápidos – e ainda mais eficientes, energeticamente falando – do que os atuais de 14 nm da série Broadwell, o que manteria a lei de Moore “ativa”.

O conceito descrito por Gordon Moore, fundador da Intel, diz que a densidade de transistores em um circuito dobra a cada dois anos, em média. É isso que basicamente os torna mais poderosos e econômicos a cada nova geração. Uma interrupção no processo, portanto, faria com que a evolução dos processadores fosse interrompida.

Os microchips de 10 nm, ainda baseados em silício, devem chegar ao mercado entre o fim de 2016 e o começo de 2017, visto que a empresa não pretende atrasar o lançamento como fez com os componentes da linha atual. Os de 7 nm, por sua vez, estão com estreia prometida para 2018. Mais informações sobre ambos devem ser reveladas durante a International Solid-State Circuits Conference (ISSCC), que acontece nesta semana.

Fonte: Info
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