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Arquivo da categoria: Notícia

Google lança sistema para alertar usuários com máquinas contaminadas

O Google anunciou na última terça-feira (22/05) que irá alertar usuários em todo o mundo caso suas máquinas estejam infectadas com o código malicioso DNSChanger.

De acordo com o blog Google Online Security, mais de 500 mil computadores estão infectados com o malware em todo o planeta. Para entender melhor, o Domain Name System (DNS) é quem traduz os endereços da web para um código numérico que leva os browsers para o local desejado pelo usuário. O que o DNSChanger faz é modificar as configurações de DNS para alterar o endereço, levando para sites falsos hospedados em servidores maliciosos, podendo infectar máquinas e até roubar dados pessoais. Além disso, o software malicioso pode modificar as configurações de redes domésticas, causando problemas em PCs, tablets e smartphones.

O sistema de segurança proposto pelo Google vai funcionar da seguinte maneira: ao realizar uma pesquisa no site de buscas da empresa, o usuário que estiver com o trojan na máquina ou na rede doméstica receberá um aviso no topo da página do navegador (como na imagem que abre este post), podendo ser encaminhado para um site que o ajudará a solucionar o problema.

Caso as máquinas não sejam “vacinadas” até o dia 9 de julho, data que os servidores DNS serão desligados, é possível que o usuário não consiga mais acessar a internet.

Um detalhe importante é que o FBI e a polícia da Estônia prenderam um grupo de pessoas envolvidas na disseminação do DSNChanger, em novembro de 2011. Segundo o próprio FBI, o malware atinge computadores em mais de 100 países, incluindo meio milhão de PCs só nos Estados Unidos.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador deste site, pela referência a esta notícia.

Fonte: Olhar Digital

 
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Publicado por em 25/05/2012 em Notícia

 

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Malwares para Android cresceram 270% em 2012

O número de ameaças cibernéticas voltadas para dispositivos móveis continua crescendo em proporções gigantescas, é o que revela um estudo elaborado pela F-Secure que mapeou as principais ameaças cibernéticas voltadas para o ambiente móvel no primeiro trimestre de 2012.

Ao todo, foram contabilizadas 37 novas famílias e variações de aplicativos maliciosos para a plataforma Android, contra apenas 10 registradas no mesmo período de 2011. Já o número de ameaças presentes em pacotes de aplicativos do tipo APK (Android Application Package Files) saltou de 139 para 3.069 nos últimos 12 meses, ou seja, um incrível crescimento de 2.100%.

O estudo da F-Secure aponta ainda que os vírus do tipo “Trojan” (cavalo de Tróia), uma espécie de programa intruso que se instala silenciosamente no dispositivo se passando por um software autêntico, foram responsáveis por 84% das ameaças disseminadas no período.

Outra constatação é que quase 70% das amostras coletadas de novos tipos de malwares para plataformas móveis foram criadas com o intuito de extrair dados de usuários que possam ter algum valor comercial, tais como senhas bancárias, números de cartões de crédito, informações cadastrais etc.

“Um dos pontos que mais chama atenção nesse levantamento é o nível de sofisticação alcançado pelos autores desses vírus. Muitos desses malwares realmente entregam o que prometem. Por exemplo, no caso de um game, será realmente instalada uma cópia do jogo no dispositivo. Isso dificulta a percepção do usuário de que na verdade ele está sendo vítima de um crime cibernético”, explica Ascold Szymanskyj, Vice-presidente de vendas e operações da F-Secure para a América Latina.

“Por isso é fundamental que os usuários se conscientizem da importância de ter no smartphone e no tablet o mesmo nível de proteção que existe no PC. O risco de contaminação é exatamente o mesmo e as organizações criminosas estão trabalhando nisso, justamente devido ao maior grau de vulnerabilidade desses dispositivos e pela despreocupação e desconhecimento dos usuários em relação a estes riscos”, completa.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do Seu micro seguro, pela referência a esta notícia.

Fonte: Baboo

 
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Publicado por em 24/05/2012 em Notícia

 

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Novo Malware bancário espiona o usuário

Variante do SpyEye secretamente filma e grava o que as vítimas dizem ou fazem no momento em que ocorre a fraude

De acordo com um pesquisador em segurança da Kaspersky Lab, uma nova variante do malware SpyEye permite que cibercriminosos se apossem de câmeras e microfones dos computadores pessoais de vítimas em potencial, para cometer fraudes bancárias. O SpyEye é um Cavalo de Tróia que atinge, especificamente, usuários de internet banking. Assim como seu primo mais velho, Zeus, o SpyEye não é mais desenvolvido por seu criador original, mas ainda é amplamente utilizado por cibercriminosos em operações.

A estrutura-base do SpyEye permite que uma parte do malware seja modificado e utilizado pelos invasores nos ataques. Implementado por um plug-in chamado “flashcontrol.dll”, as câmeras e microfones passam a atuar como “espiões”. Como sugere o nome (SpyEye significa Olho Espião), o malware acessa câmera e microfone por meio do Flash Player, o qual possui controles de funcionalidade desses dois periféricos.

Em circunstâncias normais, o plug-in do Flash Player solicita permissão ao usuário para acessar a câmera e o microfone – e a permissão é dada manualmente. Já com o SpyEye, o plug-in modifica silenciosamente os arquivos de configuração do Flash e cria uma lista de permissão para os bancos online.

A princípio, pesquisadores da Kaspersky pensaram que o malware fosse parte de um esquema para acessar sistemas com reconhecimento facial, utilizado em alguns bancos para autenticação segura. Depois descobriu-se – analisando um componente do SpyEye – que o malware “sequestra” a câmera e o microfone a fim de roubar informações importantes do cliente.

Alguns bancos solicitam que as transações sejam autenticadas digitando um código secreto enviado para o celular do cliente ou por token. Os cibercriminosos necessitam desses códigos para roubar o dinheiro das vítimas, então eles utilizam truques para expô-los. Em outros casos, o banco irá ligar para os usuários, a fim de autorizar a transação. Durante essas conversas, os clientes podem divulgar informações pessoais sobre as contas, com a finalidade de autenticar sua identidade. Estas informações podem incluir o nome de solteira da mãe, a data de nascimento, o número do cartão de crédito e da Segurança Social, número de identificação pessoal por telefone – que é utilizado para autenticar operações bancárias pelo telefone.

Reação ao golpe
“Usando um microfone, o cibercriminoso pode ouvir a conversa com o atendente e, mais tarde, ligar para o banco, se passando pelo cliente e dando o código”, disse o especialista em malware Dmitry Tarakanov, da Kaspersky Lab. “Com esse código, torna-se possível atualizar os dados de telefone e login, assumindo o controle total da conta da vítima.”

Além disso, os cibercriminos utilizam-se de uma técnica para manipular páginas e podem enviar mensagens às vítimas informando sobre a fraude, com o intuito de que elas liguem para o banco por si mesmas e passem as informações sigilosas. Segundo Tarakanov, as câmeras também são utilizadas pelos cibercriminosos para monitoramento das vítimas nesses casos. Visualizando o modo como elas reagem ao “truque”, os invasores descobrem se suas táticas são efetivas, ou para entenderem o que fizeram de errado e aperfeiçoarem o golpe.

Para se proteger contra ataques, os usuários podem optar por cobrir as câmeras de vídeo enquanto estão fora de uso. Mas nada pode se fazer quanto ao microfone. Outra alternativa é desativar esses periféricos a partir do Sistema Operacional, manualmente ou com a ajuda de um software especializado. Mas se eles são frequentemente utilizados, não é conveniente fazê-lo.

A melhor forma de prevenção ainda é – em primeiro lugar – seguir práticas de segurança básica, como manter todos os programas atualizados, executar updates do antivírus, analisar links antes de clicá-los e evitar a instalação de programas a partir de fontes suspeitas.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do Seu micro seguro, pela referência a esta notícia.

Fonte: IDG Now!

 
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Publicado por em 23/05/2012 em Notícia

 

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Malvertising: cuidado com o novo perigo online

A publicidade online tornou-se numa ferramenta fundamental para que as empresas promovam os seus produtos e os usuários conheçam os descontos ou as oportunidades de compra que oferecem. A Internet ganha cada vez mais espaço no mercado publicitário, revolucionando o modo como as pessoas se relacionam e comunicam com as marcas e cada dia mais vem ameaçando superar os investimentos publicitários nos chamados meios tradicionais como jornais, revistas e a própria TV.

E, como não podia deixar de ser, os cibercriminosos estão também atentos a este fenômeno, aproveitando os anúncios online como veículo de difusão de vírus e spyware. Quando isto acontece, e os anúncios se tornam maliciosos, passando a receber a denominação de “malvertising”, um perigo cada dia mais presente na Internet.

Os cibercriminosos empregam diferentes técnicas para fazer uso do malvertising: exploits embutidos em banners flash, redirecionamento para websites maliciosos, entre outros esquemas. Todas estas ações têm um único objetivo: roubar dados pessoais, informação do PC ou controlar os dispositivos infectados de forma remota, seja o computador, o smartphone ou o tablet do usuário.

O principal problema reside no fato de o malvertising estar presente em sites por onde navegamos frequentemente, páginas totalmente legítimas. “Isto acontece porque os cibercriminosos pagam pela colocação dos seus banners publicitários nesses websites legais como qualquer outra empresa ou, em alguns casos, da mesma forma que são capazes de comprometer um site legítimo, fazem o mesmo com os banners lá existentes, injetando-lhes um código malicioso”, explica Dmitry Bestuzhev, analista Senior da Kaspersky Lab.

É muito difícil para o internauta reconhecer este tipo de ataque, pois apresentam-se como banners publicitários comuns e a pessoa afetada geralmente só se dá conta da ameaça quando o antivírus a bloqueia.

Alguns conselhos para evitar o risco:

1. Não confiar às cegas: Muitos dos ataques através de malvertising vão acompanhados de engenharia social. “Convém aprender o que é e como funciona a engenharia social para evitar ser uma presa fácil dos cibercriminosos”, recomenda o analista da Kaspersky Lab.

2. Usar navegadores capazes de gerir complementos (addons) do tipo No-Script que bloqueiam os scripts externos ou alheios aos recursos Web. “Isto pode reduzir a zero a probabilidade de ser infectado através de SWF maliciosos e Action scripts maliciosos neles inseridos”, diz Bestuzhev.

3. Ter uma solução de segurança nas máquinas, com capacidade para detetar de forma proativa as ameaças, para detê-las antes que prejudiquem os equipamentos e que, ainda, permita filtrar os sites maliciosos e utilize mecanismos de detecção de intrusões ao nível do host.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do Seu micro seguro, pela referência a esta notícia.

Fonte: Wintech

 
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Publicado por em 22/05/2012 em Notícia

 

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Cuidado com uma nova forma roubar dinheiro online

Quer fazer mais de 90 mil dólares por mês? Existe um novo aplicativo que o ajudar a fazer exatamente isso. As fraudes que anunciam dinheiro fácil funcionam de verdade – para os spammers que as promovem.

Nos últimos anos as fraudes para fazer dinheiro fácil têm invadido a internet – tornando-se uma grande fonte de dinheiro para aqueles que as promovem.

Contudo, à medida que os usuários são cada vez mais alertados pelas empresas produtoras de de antivírus, que se movimentam de forma mais rápida para bloquear o acesso a sites de phishing, os scammers* tomam o caminho mais fácil: colocando à disposição páginas online que oferecem pequenos aplicativos que, alegadamente, são oportunidades únicas para fazer dinheiro.

Mas, uma vez feito o download e instalados, estas aplicativos – identificadas pela Bitdefender como Trojan.Fraud.A – não começam a enviar dinheiro para a conta do usuário. Ao invés disso, estes pequenos programas são armazenados na Pasta de Arquivos e adicionam um atalho no Ambiente de Trabalho e Menu Iniciar. Depois da instalação, estes pequenos apps funcionam como uma espécie de “placares digitais”, recolhendo informação de uma página e apresentando-a ao usuário. Estas páginas HTML apresentam-se ao internauta como sendo uma ferramenta automática, “garantindo” ser uma autêntica máquina de dinheiro sem que o usuário tenha que fazer absolutamente nada.

Os atalhos, o aplicativo e as páginas HTML possuem o mesmo nome apelativo, com símbolos de cores sugestivas, claramente elaborados para construir a confiança das vítimas “alvo”.

Os detalhes lucrativos deste esquema são apresentados às vítimas através dessas páginas HTML em grandes e impactantes instruções (normalmente em inglês) e que também contêm links para a ferramenta mágica de fazer dinheiro.

O usuário tem apenas que pagar uma vez pela aplicativo para começar a acumular uma pequena fortuna. Tudo aparenta ser muito fácil, e 37 dólares ou 47 dólares não são nada comparado com a oportunidade de ganhar, facilmente, fantásticas somas de dinheiro, que vão dos 23.836,87 dólares e os 91.546,76 dólares por mês.

Não é necessário dizer que não existe nenhum programa mágico que permita fazer dinheiro desta forma, mas muitos usuários novatos e desavisados podem cair nestas armadilhas.
Apesar destes esquemas de fazer dinheiro não serem novidade, este especificamente tem uma característica nova: em vez de levar o usuário a abrir uma página no navegador, os crackers usam um placar personalizado para o aplicativo que, convenientemente, não apresenta a URL da página. Isto não permite que os usuários possam verificar a reputação da página online. Mais do que isso, quando estas páginas entram nas listas negras dos navegadores, o usuário ainda consegue entrar na página sem receber qualquer tipo de aviso, visto que é carregada pelo placar do aplicativo.

A primeira regra de qualquer bom negócio é que, para conseguir fazer dinheiro, é necessário vender, e não comprar. Esta fraude rápida e suja é o melhor exemplo de como uma pessoa pode fazer dinheiro facilmente. Neste caso, os criminosos que vendem a ferramenta, e não o usuário.

O que fazer?
O melhor caminho neste caso é a prevenção. Portanto, nunca compre aplicativos ou mesmo informe os seus dados pessoais a não ser que tenha total de certeza da legitimidade da página ou do sistema de pagamento.

* scammers: são os responsáveis pela ação de envio / desenvolvimento de Scams ou, como também são conhecidos, Phishing Scams. Diferentemente do SPAM, o SCAM vem com ideal de obter informações pessoais da vítima enquanto o SPAM em geral anuncia ou busca vender algo.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do Seu micro seguro, pela referência a esta notícia.

Fonte: Wintech

 
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Publicado por em 21/05/2012 em Notícia

 

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