Microsoft deixará de oferecer correções a versões antigas do IE

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A Microsoft deixará de oferecer atualizações para versões antigas do Internet Explorer após 12 de janeiro de 2016. Isso significa que quem não estiver com a versão mais recente do navegador estará sujeito a ataques de sites maliciosos na web, além de possíveis problemas de estabilidade no navegador que não serão corrigidos.

Para quem usa Windows 7, 8 ou 10, a única versão do IE que continuará recebendo atualizações é a 11. Para Windows Vista, a versão mais recente é o Internet Explorer 9 e, no Windows Server 2012, a versão mais recente é o Internet Explorer 10.

A Microsoft reforçou a necessidade da atualização em uma página do site Windows para Empresas. Até o momento, a página só está disponível em inglês.

Em dados recentes da empresa de estatística StatCounter, o Internet Explorer 11 é usado por 5,35% dos brasileiros. Mas as versões 8, 9 e 10 ainda tem usuários: cerca 0,8% cada – ou 2,4% somados. O mais novo navegador da Microsoft, o Edge, tem quase a mesma quantidade de usuários que essas versões individualmente: 0,86%.

Quem ainda está usando o Windows Vista é melhor servido pela adoção de outro navegador, como Firefox, Chrome ou Opera. Quem está em versões mais novas do Windows deve instalar o Internet Explorer 11, o que pode ser feito pelas atualizações automáticas do Windows. Isso deve ser feito mesmo que o IE não seja o navegador principal, pois programas de terceiros podem “chamar” o Internet Explorer para realizar certas funções.

Ainda segundo a StatCounter, 5,13% dos internautas brasileiros seguem no Windows XP. O sistema, lançado em 2001, não recebe mais atualizações desde abril de 2014. Seu uso é considerado altamente inseguro.

Código aberto no Edge
A Microsoft confirmou que vai abrir o código fonte do “Chakra”, o componente do navegador Edge responsável pelo processamento de Javascript. O código será publicado no Github sob a permissiva licença MIT, que, diferente de outras licenças de código aberto, permite também a utilização do código também em programas de código fechado.

O Windows é hoje o único sistema operacional de peso que não inclui um navegador de código aberto. Safari, que é incluso no iOS e no OS X, e o Chrome, usado no Android e em Chromebooks, são baseados em um componente aberto chamado Webkit. O Firefox, incluído como padrão em muitas distribuições Linux, também é desenvolvido por uma comunidade e tem seu código aberto.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: G1

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