Os principais mitos de malwares para smartphones

smartphoneJá existem mais linhas ativas de telefones móveis do que pessoas aqui no Brasil. De acordo com o IBGE, em 2014 a população com mais de 10 anos de idade e que possui aparelhos celulares era de 136 milhões de pessoas — o que representava 77,9% da população na faixa etária durante aquele período.

Boa parte desse mercado está sendo dominada por smartphones, e isso significa que há muitos consumidores tendo acesso às tecnologias com os seus benefícios e também com as suas desvantagens. Ou seja: também há muito mais pessoas sendo alvo de crackers em todo o país.
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Há muitos malwares sendo distribuídos, sendo que boa parte deles é usada para roubar senhas de banco e dados do cartão de crédito, além de muitas informações pessoais e credenciais de serviços online. Mas quanto à segurança digital, nem tudo o que muitos pensam é verdade. Pois é… Há muitos mitos nesse universo. Vamos a eles:

1. Um vírus pode atacar a bateria

Segundo o especialista, um vírus não é capaz de atacar um hardware, ou seja, ele não pode atacar uma peça física do aparelho. No entanto, é capaz de afetar drasticamente a bateria. O vírus precisa utilizar memória e processador para funcionar, abrindo vários processos no celular. E quanto mais processos abertos, mais a carga será consumida. Portanto, o vírus não ataca a bateria efetivamente, mas pode comprometê-la indiretamente.

2. O vírus de smartphone pode se espalhar pelo ar

Para isso acontecer é preciso que o hacker monte uma antena pirata e transfira todas as instruções operacionais do sistema do celular. Embora haja alguns casos registrados nos Estados Unidos, eles são extremamente raros.

3. Um vírus é capaz de estragar ou queimar o celular

Este é o mesmo caso da bateria: vírus de software não atacam hardware, portanto não são capazes de queimar o celular.

4. Os vírus são criados pelas próprias empresas de antivírus

Ao contrário do que dizem as teorias da conspiração, uma empresa de antivírus séria não cria vírus, apenas os estuda para criar métodos de prevenção.

5. É difícil um vírus atacar celulares altamente tecnológicos?

Não. Hoje, o número de ameaças criadas por dia para Android é alto, maior do que a quantidade criada para Windows, por exemplo. Assim como a tecnologia está mais sofisticada, as armadilhas criadas pelos cibercriminosos também têm evoluído, transformando o ato de se precaver em uma necessidade nos dias atuais.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.

Fonte: Tecmundo

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