Dicas para ficar mais seguro na Internet em 2019

2019 apenas começou…estamos em Janeiro, e tem muito mês ainda pela frente. Para muitos, o novo ano oferece a oportunidade de melhorar alguns aspectos e abandonar maus hábitos ou simplesmente estabelecer metas que se pretende alcançar nos próximos 12 meses. Devido à crescente dependência de dispositivos eletrônicos e à pouca preocupação com a proteção, é importante que a adoção de boas práticas e hábitos de cibersegurança estejam presentes dentre as metas para 2019.

Afinal, um comportamento descuidado deixa os dispositivos e as informações vulneráveis às ciberameaças que podem levar à perda de dinheiro e até prejudicar a privacidade. Para se ter uma ideia dos riscos, a Kaspesky revela que registra uma média de 3,7 milhões de ataques de malware por dia e bloqueia 192 mil mensagens de phishing por dia na América Latina.

Os s especialistas da Kaspersky Lab listaram as seguintes resoluções para levar uma vida digital melhor em 2019:

1. Não clique em links

Isso não quer dizer que você nunca mais poderá clicar em nada. A orientação da Kaspersky é para não clicar em qualquer link, principalmente os recebidos de desconhecidos, nem em links com mensagens suspeitas que foram enviadas por seus amigos via redes sociais, e-mail ou app de mensagens.

Nos primeiros dias de 2019, identificamos um golpe disseminado via WhatsApp e Facebook Message que atraiu mais de 675 mil pessoas. De novembro de 2017 a novembro de 2018, a média de ataques diários de phishing no Brasil cresceu 110% quando comparado com o período anterior (novembro/2016 até novembro/2017);

2. Cuide bem das suas informações

Saiba o que, e onde estão armazenados seus dados. Isso facilitará a limpeza dos dispositivos e dará tranquilidade para que as informações não sejam perdidas e utilizadas de forma incorreta.

3. Remova apps e arquivos que não são mais utilizados

Isso inclui uma limpeza em dispositivos ou redes sociais, pois os apps geralmente funcionam em segundo plano, mesmo sem o conhecimento do usuário. Além disso, certifique-se de que os aplicativos que continuarão no dispositivo utilizam criptografia. Ano passado, foi feita uma análise sobre alguns apps pela Kaspersky Lab e foi descoberto que alguns apps transmitem dados de usuários sem criptografia, usando um protocolo HTTP não seguro e, portanto, há o risco de expor os dados dos usuários;

4. Atualize os sistemas operacionais e aplicativos

É importante fazer esse passo assim que uma nova versão estiver disponível, pois ela será responsável por corrigir possíveis vulnerabilidades que existiam no sistema. Um grande exemplo do quão importante é essa operação, foi o caso WannaCry, em que os cibercriminosos se aproveitaram de uma falha no sistema Windows 10 para realizar o atraque;

5. Altere todas as suas senhas

O início de um novo ano é uma boa oportunidade para alterar as senhas, pois elas devem ser atualizadas regularmente. Na maioria dos casos, os usuários utilizam as mesmas senhas para diferentes sites e o cibercriminoso testará a combinação em todos os serviços e redes sociais mais populares, principalmente quando há casos de vazamento de informações – como os que foram percebidos e divulgados em 2018. Por isso, para evitar confusão na hora de saber qual senha é de qual login, é aconselhável usar um software de gerenciamento, que gera uma senha exclusiva para cada site e ajuda a lembrar delas sem precisar memorizá-las.

6. Faça backup dos dados

A maioria das pessoas esquece desse passo. Mas os backups de segurança oferecem ao usuário a tranquilidade de saber que, se algo acontecer ao seu computador, como a temida tela azul ou um arquivo corrompido, o usuário poderá recuperar esses dados. Além disso, no caso de um ataque de ransomware, que criptografa as informações que exigem um pagamento para descriptografá-los, isso não causaria mais consequências, pois é possível reinstalar o sistema operacional fazendo o upload do último backup.

7. Verifique os controles de segurança nos dispositivos, aplicativos e redes sociais

É preciso analisar as permissões concedidas aos dispositivos e aplicativos e decidir se eles realmente merecem privilégios, como acesso à lista de contatos ou manter um registro dos locais físicos mais visitados etc. No caso das redes sociais, verifique se as informações compartilhadas são públicas e, se estiverem, use os controles de segurança da plataforma para limitar quem pode acessar o que é postado.

Fonte: IDGNow!

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