Ciberataques com IA para 2018

Ataques com machine learning e uma onda de malware de mineração de criptomoedas devem impactar as companhias neste ano, alerta.

Dois mil e dezoito deve ser o ano que marcará os primeiros ciberataques com uso de inteligência artificial. A previsão é da empresa de segurança digital Avast, que aponta também que haverá um aumento de ataques em massa nos serviços de blockchain.

Relatório divulgado pela companhia mostra que um número maior de ataques sofisticados em cadeias de fornecimento deverão emergir, bem como um crescimento de malware sem arquivo (fiteless), brechas em dados e ameaças a dispositivos móveis, como Trojans bancários.

Ondrej Vlcek, CTO & EVP da Avast, alerta que a crescente disponibilidade de frameworks de aprendizado de máquina com códigos abertos, somada à queda significativa do preço de hardwares poderosos, deverá gerar novas oportunidades para o uso de aprendizado de máquina com o objetivo de driblar os algoritmos das empresas de segurança. “Nossa expectativa é de que os cibercriminosos não apenas vão lançar ataques de malware, mas realizarão campanhas sofisticadas de phishing”, comenta.

Confira três previsões da Avast para o cenário do cibercrime em 2018:

Mudança nos vetores de ataque

O Laboratório de Ameaças da Avast prevê que muitos ataques observados em 2017 vão continuar ameaçando as empresas, os dados pessoais e a privacidade dos usuários, mirando em PCs, smartphones e dispositivos de internet das coisas (IoT). Os especialistas da Avast preveem uma mudança nos vetores dos ataques para 2018, com ameaças às cadeias de fornecimento tornando-se mainstream e as vulnerabilidades da chave RSA sendo potencialmente exploradas para roubar dados e injetar cargas maliciosas em dados assinados.

Razões dos cibercriminosos vão oscilar

Conforme o relatório, além do uso crescente de fiteless, a Avast prevê que os cibercriminosos utilizarão o ransomware como uma arma regular e mais agressiva para empregar em malware de mineração de criptomoedas e nos ataques a serviços de blockchain à medida que o seu uso se espalha. A Avast estima ainda que as ameaças a malware de mineração e os golpes voltados às moedas digitais vão aumentar, com o crescimento da popularidade das criptomoedas.

Dispositivos móveis continuarão sendo atrativos para os cibercriminosos

Quando o assunto é a segurança dos dispositivos móveis, os downloaders, rooters e aplicativos falsos foram as maiores ameaças para os smartphones dos usuários em 2017. A Avast prevê que haverá um grande aumento de app fraudulento, bem como um crescimento de trojans bancários e ransomware em 2018.

Fonte: IDGNow!

Cinco tendências em Inteligência Artificial que serão destaque em 2018

Machine Learning, Deep Learning e AI estão ficando populares. Mas antes colocá-las em produção, será preciso investir em áreas como gestão de dados

Em 2017 vimos uma explosão de uso do Machine Learning em produção, e Deep Learning e outras áreas da Inteligência Artificial sendo alavancadas para aplicações práticas.

“As aplicações estão em todos os lugares”, diz Kenneth Sanford, cientista de dados da Dataiku, apontando para os “super-outdoors” do Piccadilly Circus, em Londres, que sustentam câmeras escondidas dedicadas à coleta de dados sobre o tráfego rodoviário, incluindo a marca e o modelo dos veículos que passam, para fornecer anúncios direcionados.

Então, onde esses frameworks e ferramentas de IA, Machine e Deep Learning nos levarão em 2018?

Falamos com uma série de líderes de TI e especialistas da indústria sobre o que esperar este ano.

As empresas começarão a usar a IA em áreas mais nobres

A Inteligência Artificial já está entre nós, quer a reconheçamos ou não.

“Muitas organizações já estão usando IA, mas podem não se referir ao que fazem como ‘IA’ ‘, diz Scott Gnau, diretor de tecnologia da Hortonworks. “Por exemplo, qualquer empresas que lance mão de chatbots baseados em linguagem e natural e reconhecimento de voz para contato com clientes está usando Inteligência Artificial”.

Mas muitas das implementações que utilizam tecnologias e ferramentas IA foram de pequena escala. Espere por aplicações mais relevantes em 2018.

“As empresas passaram os últimos anos se educando em várias estruturas e ferramentas de IA”, diz Nima Negahban, CTO e co-fundadora da Kinetica. “À medida que a IA se destaca, ela vai além das experiências de pequena escala, com as empresas buscando por ferramentas para automatizar, gerenciar e agilizar mais aplicações de Machine Learning e Deep Learning relacionadas com aplicações core.”

Mas o hype ainda será maior que o ROI

Ramon Chen, diretor de produto da Reltio, é menos otimista. Chen diz que houve repetidas previsões, durante vários anos, sobre os potenciais avanços no uso da IA ​​e do Machine Learnings, mas a realidade é que a maioria das empresas ainda não viu benefícios mensuráveis ​​para seus investimentos nessas áreas.

Para ele, até o momento, vivemos um hype exagerado e a maioria das empresas segue relutante em começar devido a uma combinação de ceticismo, falta de experiência e, o mais importante de tudo, falta de confiança em seus conjuntos de dados.

“A maioria das empresas tem que se dedicar a uma tarefa árdua, que antecede o investimento em IA: organizar seus dados de forma a garantir que eles possam ser reconciliados, refinados e relacionados, para descobrir informações relevantes que suportem a execução eficiente de negócios em todos os departamentos, sem perder de vista questões de compliance no tratamento desses dados”, diz Chen.

Chad Meley, vice-presidente de marketing da Teradata, concorda que 2018 será o ano da reação ao hype da IA, mas acredita que uma abordagem mais equilibrada da Deep Learning e aplicação do Machine Learning para oportunidades de negócios emergirá como resultado.

Embora possa haver uma reação contra o hype, isso não impedirá as grandes empresas de investir em IA e tecnologias relacionadas. Nem na arrumação da casa para receber a nova tecnologia.

“IA é o novo Big Data: as empresas vão correr para experimentar, precisando ou não”, diz Monte Zweben, CEO da Splice Machine.

Meley menciona a edição 2017 do estudo State of Artificial Intelligence for Enterprises, lançado recentemente pela Teradata, que identificou a falta de infraestrutura de TI como o maior obstáculo para a obtenção de benefícios de IA, superando questões como acesso a talentos, falta de orçamento e casos de negócios fracos ou desconhecidos. “Os fornecedores já preparam soluções de IA de nível empresarial na nuvem e ofertas de suporte que superem as dores crescentes associadas à adoção de IA”, diz Meley.

Conjuntos de dados de treinamento continuarão sendo um desafio

Chen, da Reltio, não está sozinho em sua convicção de que as empresas precisam organizar seus dados, antes de qualquer iniciativa relacionada à IA. Tomer Shiran, CEO e co-fundador da startup de análise Dremio, envolvida no projeto open source Apache Arrow, acredita que um debate mais aprofundado sobre os conjuntos de dados necessários para as aplicações de IA se tornará ainda mais necessário em 2018.

“As empresas estão adicionando IA aos seus produtos para torná-los mais inteligentes, mais eficientes e até autônomos”, diz Shiran. “Em 2017, ouvimos argumentos concorrentes para saber se a IA criaria empregos ou iria eliminá-los, com alguns chegando até mesmo a vaticinar o fim da raça humana. O que começou a emergir como parte fundamental da conversa é que sem conjuntos de dados para treinamento, capazes de moldar o comportamento dos modelos de IA, não chegaremos a lugar algum”.

Shiran alerta que esses modelos serão tão bons quanto os dados de treinamento usados por eles e o desenvolvimento de um conjunto de dados de treinamento representativo e efetivo é muito desafiador.

“Os seres humanos são irremediavelmente tendenciosos, e a questão para a IA se tornará se podemos fazer melhor em termos de preconceitos, ou se faremos pior, como chegou a acontecer com o bot da Microsoft no Twitter.

Este debate se concentrará na propriedade dos dados – quais dados possuímos sobre nós mesmos e quais dados empresas como Google, Facebook , Amazon, Uber, etc possuem sobre nós, capazes de gerar enormes conjuntos de dados que alimentariam nossos modelos “.

A IA deve resolver o problema da “caixa preta” com trilhas de auditoria

Uma das grandes barreiras para a adoção da IA, particularmente nas indústrias reguladas, é a dificuldade em mostrar exatamente como uma IA chegou a uma decisão. Negahban, da Kinetica, diz que a criação de trilhas de auditoria de IA será essencial.

“A IA está sendo aplicada cada vez mais a aplicações como a descoberta de medicamentos ou controle do carro autônomo, e essas aplicações podem ter um impacto prejudicial na vida humana se uma decisão incorreta for tomada”, diz Negahban. “Detectar exatamente o que causou a decisão incorreta, que provoque um problema sério, é algo que as empresas começarão a olhar em 2018. A auditoria e o rastreamento de cada entrada e cada pontuação que uma estrutura produz ajudará a detectar o qu exatamente acabou por causar o problema, a nível de código.”

A adoção da nuvem irá acelerar para apoiar a inovação em IA

Horia Margarit, principal cientista de dados para Qubole, concorda que as empresas procurarão melhorar suas infraestruturas e processos para apoiar a aprendizagem de máquinas e os esforços de IA.

“À medida que as empresas procuram inovar e melhorar com o Machine Learning e a Inteligência Artificial, ferramentas mais especializadas serão adotadas na nuvem para suportar casos específicos de uso, como soluções para mesclar entradas sensoriais multimodais para interação humana (através dos cinco sentidos) ou soluções para fundir imagens de satélite com dados financeiros para catapultar capacidades de negociação algorítmica “, diz Margarit.

“Esperamos ver uma explosão em soluções baseadas na nuvem que acelerem o ritmo atual de coleta de dados e demonstrem a necessidade de computação disponível em provedores de nuvem gerenciada”, acrescenta.

Fonte: IDG Now!

Estamos entrando na era pós-sistema operacional

Algo interessante aconteceu na feira de tecnologia CES 2018, realizada entre 8 e 12 de janeiro em Las Vegas. Não estou falando das keynotes, das sempre presentes novidades do mercado de TVs ou de anúncios estranhos como os robôs-strippers.

Estou falando sobre o assunto presente de forma um tanto oculta em muitos dos principais anúncios feitos no evento e que esteve literalmente em quase todos os lugares. Pense nisso como um grito de guerra: o assistente virtual chegou e todo o resto agora é secundário.

Não é nenhum exagero. Para o Google, a batalha que se aproxima é toda sobre Inteligência Artificial (IA) e os aparelhos usados para entregá-la. A empresa deixou claro que conseguir o maior número possível de usuários e parceiros para o Google Assistente é o seu principal foco daqui para frente – e, como parte disso, o antes essencial sistema operacional está se tornando uma figura bem menos central.

Ao contrário de rivais como Apple e Microsoft, o Google sempre foi uma companhia de plataformas cruzadas – e que, no final das contas, quer que você use os seus serviços de qualquer maneira, mesmo que não utilize o sistema operacional da empresa junto com eles. Mas, mesmo assim, o nível de atenção e recursos que estamos começando a ver direcionados ao Assistente marca uma mudança fundamental. É verdadeiramente o início de uma mentalidade “pós-sistema operacional”, onde a pergunta sobre qual sistema você usa dá lugar ao questionamento sobre qual assistente virtual você permitirá entrar na sua vida.

Para ser claro, essa é uma tendência que vem tomando forma já há algum tempo – e tudo isso se conecta naturalmente à noção do recém-descoberto foco do Google em si mesmo, em vez do Android ou do Chrome OS, como um ecossistema principal. Lembre do evento de hardware da gigante em outubro de 2017. Claro, vimos um novo smartphone, um novo laptop, alguns novos alto-falantes inteligentes, e um novo par de fones de ouvido. Mas o tema comum e o foco principal entre todos esses produtos era a integração deles com o Google Assistente e como eles mostravam de forma simples e direta os avanços em da companhia no campo de Inteligência Artificial.

Na CES 2018, o foco maior no Assistente deu um impulso para essa mesma campanha. Foi uma mensagem tanto aos fabricantes quanto aos consumidores: é para lá que estamos indo. Suba ou fique para trás.

E não é nada de outro mundo: isso porque todo o negócio do Google gira em torno da noção de anúncios on-line. Tudo que a empresa faz – incluindo, sim, as vendas de smartphones Android – no final das contas serve reforçar esse negócio. Mas, à medida que as pessoas passam menos tempo na web aberta e mais tempo usando apps e aparelhos conectados, o futuro do mercado de anúncios on-line passa a ser ameaçado por uma potencial irrelevância.

O Google Assistente, por outro lado, é feito para estar em todos os lugares. Está no seu smartphone, sim, mas também está a caminho da sua TV, dos seus fones de ouvido, e de todos os lugares da sua casa por meio de uma variedade de alto-falantes e telas. O Assistente e seus rivais também estão rapidamente chegando aos negócios e às empresas. Em breve, o Assistente também estará no seu carro, graças a uma integração com o Android Auto revelada há algumas semanas pelo Google, durante a CES.

O futuro batendo a nossa porta

Por tudo isso, não é demais pensar no Assistente como a próxima geração da clássica caixa de buscas do Google – uma versão que não está “presa” na sua tela, mas te segue onde você estiver e funciona com ou sem um acompanhamento visual.

Essa distinção importa. Segundo uma nova pesquisa da consultoria Accenture, dois terços dos donos de alto-falantes inteligentes acabam usando menos os seus smartphones depois de comprar produtos como o Amazon Echo ou o Google Home – seja para entretenimento, fazer compras on-line ou buscar informações de forma geral. Quando você considera a afirmação da própria Google de que o uso global do Google Home no final de 2017 foi nove vezes maior do que no mesmo período do ano anterior, fica fácil ver por que a empresa está fazendo tudo o que pode para fazer valer os seus direitos neste novo campo em expansão.

Talvez seja por isso que tanto o Google quanto a Amazon praticamente “deram” os seus alto-falantes inteligentes nas festas de final de ano em 2017. Com preços bem mais baixos em dezembro, os analistas estimam que as empresas ficaram no zero a zero ou até mesmo perderam dinheiro com as vendas do Google Home e do Echo, respectivamente.

Mas a tática parece ter funcionado: o Google diz que vendeu, em média, “mais de um aparelho Google Home por segundo” desde o lançamento do Home Mini, enquanto que a Amazon afirma que o Echo Dot foi o produto mais vendido na sua loja on-line no final do ano, com “milhões” de unidades sendo despachadas para os consumidores.

Claramente, o objetivo das duas empresas vai além de conseguir apenas um lucro imediato com os gadgets: elas querem que as pessoas se envolvam com o ecossistema do assistente virtual e assim passem a usá-lo como a sua fonte principal de informações. A Amazon pode ter tido a vantagem de ser a primeira nessa corrida – mas o Google conta com algumas armas poderosas que ninguém consegue igualar, nem mesmo a Amazon.

Pense nisso: o Google possui um pacote de serviço amplamente utilizados – Gmail, Photos, Calendar e por aí vai – que se integram de forma simples e direta com o Assistente de maneiras significativas. A gigante também possui uma vasta e incomparável base de dados, tanto geral quanto personalizada (graças a todos esses serviços mencionados acima), e todas essas informações estão disponíveis para o Assistente e podem ser fornecidas instantaneamente sob demanda. Além disso, a companhia também conta com um verdadeiro exército de aparelhos Android e Chromebooks espalhados pelo mundo, sendo que muitos celulares com o sistema da empresa já contam com o Assistente, o que também deve acontecer em breve com os laptops que rodam Chrome OS. Em termos de alcance, ecossistema e valor resultante fornecido, é difícil ver a Amazon conseguindo acompanhar o Google com o passar do tempo.

Agora, em uma situação ideal, o Google gostaria que você usasse os sistemas da própria empresa além do Assistente? É claro que sim. Se você estiver no Android ou no Chrome OS, afinal de contas – e especialmente se você usar os produtos da empresa nessas plataformas – a gigante pode ter um maior controle sobre como os serviços são integrados com o seu aparelho e qual tipo de experiência que você tem.

Mas, como apontam os anúncio do Google na CES 2018, o objetivo da empresa ficou muito maior do que qualquer sistema operacional ou produto específico. A meta principal da companhia garante sua sobrevivência como a ferramenta de busca padrão do mundo – mesmo em um mundo em que os usuários não realizem buscas de maneira tradicional.

O foco todo do Google está no Assistente. E o uma vez essencial sistema operacional agora é apenas um dos muitos satélites rodando em volta dele.

Fonte: IDG Now!

Chrome: cada vez mais líder

Navegador do Google ganhou 0,8% de participação em janeiro, fechando o primeiro mês do ano com 61,4%, segundo dados da NetApplications.

Os navegadores da Microsoft e da Mozilla perderam parte das suas fatias de usuários em janeiro, enquanto o Google Chrome conseguiu sair de um longo jejum, segundo dados da empresa de análises Net Applications, com sede na Califórnia.

Após uma folga de um mês – já que subiram em dezembro, o Internet Explorer e o Edge retomaram o seu já longo padrão de declínio em janeiro. No primeiro mês de 2018, os navegadores da Microsoft registraram uma queda de meio ponto percentual, indo para a marca dos 16,5%, uma das piores porcentagens para a dupla.

Juntos, os dois browsers foram usados em cerca de 19% de todos os PCs Windows, ou um pouco menos de um a cada cinco sistemas. Essa foi a pior fatia de PCs Windows já registrada pela dupla e fica bem longe dos 52% que possuíam há apenas dois anos.

Janeiro de 2016, aliás, foi um mês marcante para o IE porque foi quando a Microsoft parou de servir updates de segurança para a maioria das versões do seu navegador, forçando os usuários a migrarem para o IE11. Em vez disso, a maioria acabou mudando de navegador. Foi a decisão da Microsoft de aposentar as edições anteriores ao IE11 que acabou impulsionando a disparada do Google Chrome.

E o Edge, navegador padrão do Windows 10, não conseguiu ajudar em nada neste sentido. Com uma porcentagem baixíssima – menos de 5%, o browser foi usado em menos de 14% das máquinas com Windows 10 em janeiro deste ano. Se o colapso do IE foi a maior derrota da Microsoft nos navegadores, então a inabilidade do Edge em capturar uma parte significativa dos usuários Windows 10 foi o segundo maior fracasso da companhia na área. Resumindo: os usuários do Windows 10 rejeitaram o Edge.

Enquanto isso, o Firefox caiu 0,2% em janeiro, encerrando o mês com 10,85% do mercado, a taxa mais baixa do browser desde setembro de 2016. Toda a renovação de novembro, em que a Mozilla colocou grandes expectativas, ainda precisa se traduzir em um aumento no número de usuários – mesmo com a maior parte dos reviews do chamado Firefox Quantum sendo positivos.

Com essas quedas dos rivais, quem se deu bem foi o Chrome, que ganhou 0,8% no mês passado, o maior aumento registrado pelo navegador do Google desde janeiro de 2017. Com isso, o Chrome fechou o último mês com uma participação de 61,4%.

Sobe e desce

Até o momento, o Chrome foi o maior beneficiado pelo declínio do Internet Explorer e do Firefox. O browser do Google lidera o segmento com folga e pode alcançar a marca de dois terços do mercado de navegadores no próximo mês de novembro, com base nas tendências do último trimestre.

Essa mesma tendência aponta que o IE e o Edge, assim como o Firefox, irão na direção oposta. Segundo cálculos da Computerworld dos EUA, os navegadores da Microsoft poderão ficar abaixo dos 10% no próximo mês de agosto, enquanto o Firefox pode alcançar essa marca nada agradável bem antes disso, já em março.

Apesar dos números diferentes aos da Net Applications, os dados publicados por outra companhia conhecida de análises, a StatCounter, mostram movimentos iguais no mercado. Segundo a companhia irlandesa, o IE e o Edge perderam 0,5% em janeiro, fechando o mês com 11,4%, enquanto que o Firefox caiu 0,4%, indo para 11,9%. O Chrome, por outro lado, ganhou 1,3%, encerrando janeiro já com quase dois terços do mercado: 66%.

Fonte: IDGNow!

Chrome: tem estreia importante neste 15/02

Na metade do ano passado, a Google revelou que o Chrome ganharia um sistema de filtros de anúncios em algum momento de 2018. Pois agora a empresa de Mountain View revelou que este momento acaba de chegar: dia 15 de fevereiro. Pois é, o sistema de “coalização para anúncios melhores” vai entrar em vigor.

Apesar de estarmos chamando isso de “ad-blocker nativo”, ele funciona muito mais como um filtro do que como um bloqueador. Isso porque aconteceu uma reformulação das diretrizes de permissões de anúncio, fazendo com que alguns tipos de publicidade mais invasivos sejam impedidos — incluindo vídeos com autoplay, frames com luzes piscando e pop-ups que cobrem a tela inteira.

A Google afirma que até mesmo os anúncios da companhia podem ser bloqueados se não respeitarem essas diretrizes. Ou seja: deve haver uma política de tolerância zero para que os usuários tenham as melhores experiências possíveis. Confira abaixo tudo o que deve ser bloqueado:

Anúncios pop-up (desktop)

Anúncios com contador (desktop)

Vídeos com autoplay e som (desktop)

Anúncios que “grudam” no scroll (desktop)

Pop-ups (mobile)

Anúncios que cobrem a largura inteira (mobile)

Vídeos com autoplay e som (mobile)

Anúncios que “grudam” no scroll (mobile)

Anúncios com contador (mobile)

Banners com densidade maior que 30% (mobile)

Banners com animações e luzes (mobile)

Há ainda a informação de que a rigidez nos filtros Mobile deve ser maior do que a vista em computadores, pois isso faz parte do compromisso da Google em manter a navegação mais leve nos dispositivos móveis.

Fonte: Tecmundo

Cuidado com o golpe da isenção do IPVA

Um novo golpe circula no WhatsApp no Brasil prometendo isenção do pagamento do IPVA, o imposto sobre a propriedade de veículos automotores. A situação parece um tanto quanto absurda, mas a combinação entre uma abordagem bem feita e um usuário desatento pode ser perfeita para que o ataque prospere.

A mensagem em questão cita um suposto projeto social do governo que isenta do pagamento diversas famílias em todo o país. Junto do texto está um link para que cada um confira se a sua família se encaixa nos pré-requisitos necessários para não precisa pagar o imposto. O Kaspersky Lab informa também que a campanha se beneficia das notificações dos navegadores para tentar capturar a atenção (e os dados) das vítimas.

Quem clica no link é levado para um site que solicita novos compartilhamentos da mensagem até que uma barra seja completada.

Ainda de acordo com a empresa de segurança, janeiro de 2018 já registrou mais de 2 milhões de cliques em campanhas maliciosas semelhantes a esta. Normalmente, essas ações visam levar usuários para sites que instalam apps ou geram clicks para anúncios publicitários. O Kaspersky Lab alerta que situações como esta devem ser comuns neste ano.

“Como esse será um ano de eleições e contará com um dos maiores eventos mundiais esportivos, podemos esperar que muitos outros golpes circulando pelo WhatsApp no país, dada sua grande popularidade e facilidade de monetização por parte dos cibercriminosos”, afirma o analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil, Fabio Assolini.

Para evitar grandes problemas com campanhas maliciosas, a companhia indica algumas ações básicas:

  • Desconfie de links recebidos, mesmo de conhecidos e especialmente quando se tratar de conteúdo promocional: verifique sempre no site da companhia ou instituição para confirmar a veracidade da campanha;
  • Evite clicar em links suspeitos estejam eles em emails, mensagens do WhatsApp ou banners;
  • Evite autorizar as notificações em qualquer site e lembre-se sempre de revisar as definições de segurança do seu navegador, tanto no desktop quanto
    no smartphone.

Um pouco de atenção pode ser o suficiente para evitar grandes problemas.

Fonte: Tecmundo

Promoção imperdível para a copa na Rússia? Desconfie…

A Kaspersky Lab identificou uma nova campanha de phishing disseminada por e-mail com uma falsa promoção para a Copa do Mundo de Futebol, que ocorre a partir de junho na Rússia. O e-mail, escrito em português e direcionado para os usuários brasileiros, promete uma viagem exclusiva aos ganhadores da promoção com dez pacotes com tudo pago para assistir à uma partida de futebol.

Os usuários que recebem a falsa promoção intitulada #PartiuRússia são instigados a clicar em um link, que direciona para uma página com um formulário com o passo a passo. Nesta página, os clientes devem fornecer informações sobre seu cartão de crédito e informar se a bandeira é Visa Infinite ou Black.

Para executarem essa campanha de phishing, os cibercriminosos registraram um novo domínio que parece legítimo – o website conta com uma seção de Perguntas Frequentes, Como Participar, bem como descrição dos prêmios – porém todo o conteúdo no servidor da Web não passa de uma fraude. Além das informações do cartão de crédito, os cibercriminosos roubam informações pessoais da vítima, como data de nascimento, CPF, entre outros – como na imagem abaixo.

“Mais uma vez fica claro como os cibercriminosos brasileiros têm utilizado campanhas de phishing com assuntos atuais para atrair cada vez mais vítimas. Por ser um país grande e com muitos usuários online, o Brasil é muito visado, o que aumenta a disseminação de campanhas maliciosas de uma forma fácil e rápida”, diz Thiago Marques, analista de segurança da Kaspersky Lab.

A campanha maliciosa é bem agressiva e está direcionada especificamente para vítimas brasileiras que estejam morando no País ou ligadas a ele de alguma forma.

Recomendações

Para evitar cair em golpes que prometem viagens, descontos e promoções, a Kaspersky Lab recomenda:

Desconfie de links recebidos

Mesmo que a conversa não seja com um desconhecido, é preciso duvidar da veracidade da mensagem, ainda mais se inclui uma promoção; procure sempre confirmar no site oficial da empresa qualquer informação.

Cuidado com o mouse (ou o touch)

Nunca clique em links de e-mails suspeitos, banners em sites ou acesse sites desconhecidos. Quando você tiver que visitar um banco on-line ou uma loja de varejo, digite manualmente o URL em vez de clicar em um link.

Tenha uma solução de segurança robusta no seu celular e outros dispositivos

Usar um software, como o Kaspersky Internet Security, que irá bloquear o acesso aos sites maliciosos, scripts que tentam alterar seu roteador e assim você terá uma navegação mais tranquila.

Notificações

Não autorize as notificações em qualquer website, mesmo que a pergunta não seja relacionada a isso. Revise sempre as configurações avançadas no seu navegador, seja no desktop ou smartphone e remova os sites desconhecidos que estão autorizados a emitir notificações.

Fonte: Computer World