CCleaner hackeado 

Aplicativo que otimiza o desempenho do computador foi invadido por hackers, que conseguiram controlar dispositivos de usuários; empresa confirma ataque.

Hackers infectaram o aplicativo de otimização de desempenho de computadores e celulares CCleaner, um dos mais usados em todo o mundo, no mês de agosto. O ataque permitiu que os cibercriminosos controlasse os dispositivos de mais de 2 milhões de usuários em todo o mundo, conforme pesquisadores independentes da Cisco revelaram nesta segunda-feira, 18.
O CCleaner, baixado mais de 5 milhões de vezes por semana, é operado pela desenvolvedora britânica Piriform. A empresa foi comprada em julho pela companhia de antivírus Avast, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. Durante a aquisição, a empresa afirmou que o CCleaner tem 130 milhões de usuários em todo o mundo.
O aplicativo malicioso foi inserido dentro de uma versão do CCleaner para computadores e dispositivos móveis com sistema operacional Android, liberada em agosto. O software incluía ferramentas de administração remota de dispositivos que tentavam se conectar a uma série de páginas de web para baixar aplicativos sem autorização.
Segundo os pesquisadores, o ataque foi sofisticado, porque penetrou um sistema estabelecido. “Não havia nada que os usuários pudessem notar de diferente”, disseram os pesquisadores.

O que a desenvolvedoa  diz

A Piriform confirmou o ataque em seu blog oficial. A empresa disse que duas versões do programa lançadas em agosto estavam comprometidas. A empresa recomenda que os usuários das versões CCleaner v5.33.6162 e CCleaner Cloud v1.07.3191 baixem versões atualizadas do sistema. Como o sistema não é atualizado automaticamente, o usuário precisa desinstalar a última versão e instalar a nova.

Uma porta-voz da empresa revelou que mais de 2,27 milhões de usuários baixaram a versão infectada do CCleaner e 5 mil usaram a versão do CCleaner na nuvem, que também estava comprometida, neste período. O ataque foi descoberto pela empresa em 12 de setembro e uma nova versão “limpa” do sistema foi liberada em 15 de setembro.
A empresa afirma que o ataque foi descoberto ainda na fase inicial, enquanto os cibercriminosos estavam coletando informações dos dispositivos, em vez de instalando outros programas infectados.
Fonte: Estadão

Navegadores – teste recente

A maioria das pessoas tem o seu preferido, mas experimentar uma nova opção é tão fácil, que talvez você possa se surpreender. Ou ainda confirmar sua decisão! No Laboratório Digital deste mês, avaliamos seis opções. Para escolher navegador, o quesito gosto e tipo de uso conta bastante. Mas a gente avaliou e traz detalhes das últimas versões do Google Chrome; Microsoft Edge; Mozilla Firefox; Opera; Vivaldi; e do Safari, da Apple.

Todos os navegadores são gratuitos; os softwares de instalação estão disponíveis em suas páginas oficiais; no final a gente deixa o link direto de todos eles. O Edge, da Microsoft, que substituiu o Internet Explorer no Windows 10, vem instalado de fábrica no novo sistema operacional. Nos computadores da Apple, o Safari também já vem embarcado – aliás, o browser é exclusivo para produtos Apple. Com exceção do Vivaldi, todos trazem uma versão para dispositivos móveis. Fora o Edge e o Safari, os outros quatro estão disponíveis para todos os sistemas operacionais: Windows, MacOS e Linux – inclusive com opções de download para sistemas operacionais de 32 ou 64 bit. Baixar e começar a usar é um passo bastante rápido e simples.

O lançamento do Chrome, em 2008, mudou definitivamente a cara dos navegadores. Todos buscam um design cada vez mais limpo e minimalista – a ideia é ser uma ferramenta quase invisível para que o usuário possa aproveitar ao máximo o conteúdo que acessa online. Ou seja, aparentemente, eles são todos bem parecidos. Em sua página inicial, os navegadores trazem ícones ou pre-visualizações das últimas páginas visitadas, mas cada um tem suas peculiaridades.

Cada navegador tem sua própria loja de aplicativos. O Chrome é o que oferece mais opções, começando pelas ferramentas do próprio Google que já vêm pré-instaladas no browser: Gmail, YouTube, Google Drive, Google Photos e outros. Firefox e Opera também têm seus marketplaces com ofertas de aplicativos, temas e extensões. No Vivaldi, o maior diferencial fica por conta das inúmeras opções de personalização do navegador – sem dúvida, o mais customizável dos seis testados aqui hoje. O Vivaldi tem outros detalhes interessantes: na barra de endereço, no canto direito é possível ver o tamanho da página que está sendo carregada e até o número de itens que faltam ser exibidos. Na parte de baixo, este botão permite capturar uma imagem da tela com apenas um clique.

No Opera, outros destaques chamaram nossa atenção: um botão de economia de bateria, que promete dobrar a eficiência energética do computador e, do lado esquerdo, links de acesso rápido para abrir a versão web do Whatsapp e do Messenger, do Facebook.

O Safari usa a mesma App Store do sistema operacional Mac OS; o que agrada muito no navegador é o modo de leitura, que exibe apenas o texto limpo de uma página, excluindo fotos, gráficos e publicidade – esta função também está disponível no Vivaldi e no Microsoft Edge. No navegador nativo do Windows, o interessante é que além de simplificar o layout para uma leitura mais agradável, é possível também escrever, desenhar e fazer anotações diretamente nas páginas e depois salvar tudo o que foi feito.

Chrome e Firefox ainda tem uma função muito interessante para o modo como a gente usa internet hoje em dia. Depois de criar uma conta e estar logado no navegador, é possível sincronizar preferências como bookmarks e até abas abertas em diferentes dispositivos – inclusive no smartphone. Assim fica fácil continuar sua navegação mesmo que você troque de aparelho…

Performance

A principal comparação dos navegadores é em relação à performance. O desempenho do browser determina a experiência do usuário frente à telinha. Realmente, como usuários comuns, dificilmente alguém vai notar grandes diferenças entre os navegadores; principalmente se você usá-los todos em um mesmo computador. Assim, a única forma de fazer uma comparação justa e minuciosa é através dos tradicionais benchmarks; testes completos criados para avaliar a performance do browser sob diversos aspectos.

Existem muitos benchmarks disponíveis online. Inclusive, se você quiser, é possível testar a performance dos navegadores no seu próprio computador. A gente escolheu os testes mais completos para avaliar cada um dos browsers. Para testar o Chrome, Edge, Firefox, Opera e Vivaldi, a gente usou um notebook Dell rodando Windows 10 com processador i7 de última geração e 8 gigabytes de memória RAM. Cada teste foi realizado individualmente, sem qualquer outro programa ou aba do navegador abertos. O único navegador testado em outro computador, por motivos de compatibilidade, foi o Safari – neste caso, usamos um Macbook Air com processador Core i5 e 8 giga de RAM.

Peacemaker

A primeira avaliação foi feita através do Peacekeeper ((lê-se “piz-kíper”)), uma das ferramentas mais confiáveis de mercado. O serviço realiza uma série de testes simulando inclusive o acesso a redes sociais e vídeos em alta definição; tudo para avaliar a velocidade do navegador. Nesta comparação, quem se saiu melhor foi o Safari, com 4641 pontos; em segundo lugar, o Firefox atingiu 3376 pontos; o Chrome ficou bem perto, com 3067; o Opera marcou 2694 pontos; o Vivaldi um pouco menos, 2340 e, em último lugar, o Edge marcou 2072 pontos.

Basemark

O segundo benchmark foi o Basemark 3.0, um serviço independente que realiza 20 testes para avaliar as habilidades do navegador. Assim como o Peacekeeper, a aplicação faz testes como renderização de páginas, desempenho em HTML5, execução de vídeo em alta definição, processamento de jogos, entre outros. O Safari mais uma vez ficou bem à frente dos seus rivais e anotou 355 pontos; o Opera veio em segundo, com 191 pontos; em terceiro, o Firefox marcou 184 pontos; Chrome e Vivaldi ficaram bastante perto, com 181 e 179 pontos respectivamente; novamente, com pior desempenho, o Edge anotou 125 pontos.

Speedometer

A terceira rodada de testes ficou por conta do Speedometer; uma solução que mede a capacidade de resposta das aplicações da web. A ferramenta usa aplicativos de demonstração para simular ações do usuário, como adicionar itens para fazer em uma lista. Nesta comparação, o Safari saiu na frente mais uma vez com 98.7 interações por minuto; surpreendendo, na segunda colocação, o Vivaldi chegou a 76.4 interações por minuto; o Chrome, em terceiro, atingiu 69.6; o Opera alcançou 55.5; Firefox, 44.5 e, na lanterna, o mais lerdo foi o Edge com apenas 33.7 interações por minuto.

JetStream

Por último, o resultado do teste JetStream é focado nas aplicações online mais avançadas. Em primeiro lugar ficou , em primeiro lugar ficou o Safari, 167 pontos; o Vivaldi surpreendeu mais uma vez e ficou em segundo, com 148 pontos; olha só, desta vez o Edge não decepcionou, marcou 123 pontos e garantiu o terceiro lugar; o Firefox alcançou 110 pontos; o Chrome 98 e, em último, o Opera com 91 pontos.

Privacidade

No quesito privacidade, o Chrome – por ser do Google – é o mais suspeito de coletar informação de navegação dos seus usuários. Mas nada garante que os outros navegadores não façam a mesma coisa. Com atualizações disponibilizadas constantemente, os browsers estão cada vez mais seguros.

Se o Chrome é o “xereta” da turma, por outro lado é o algoritmo do Google que alerta toda vez que o usuário entra em contato com uma página potencialmente nociva ou tenta baixar alguma coisa suspeita. Mais do que isso, o Chrome também tem disponível uma série de extensões de criptografia que podem ser usadas para aumentar a segurança e privacidade do navegador.

Segurança

Para detectar sites potencialmente perigosos, Safari, Vivaldi, Opera e Firefox também dependem da API de navegação segura do Google. Os navegadores ainda oferecem uma opção de sessão privada. Com esta função, é possível impedir o armazenamento de histórico, arquivos temporários e cookies na sua máquina.

Qual o melhor navegador?

Decisão difícil: dizer qual navegador é melhor. Mesmo porque depois de ver todas as estatísticas, benchmarks e testes de velocidade, o melhor navegador será sempre o que funciona pra você e que você gosta! Muita gente não cogita mudar de browser ou sequer experimentar outro. Mas para quem ainda não está certo ou aberto a novas experiências, de repente, vale a pena tentar o diferente.

Apesar de ser um navegador limpo e rápido, o Edge, navegador nativo do Windows, amargou a última posição deste laboratório. É verdade, a Microsoft deu um salto gigantesco ao substituir o Internet Explorer, mas ainda assim, o negócio deles certamente não é navegador. São poucas as opções de extensões disponíveis para o Edge. Além disso, o browser é o que menos permite personalização do usuário. O navegador da Microsoft ficou em último lugar em três dos quatro benchmarks realizados. Mais do que isso, se por acaso você quiser sincronizar sua atividade com um dispositivo Android ou iOS, vai precisar procurar soluções de terceiros já que o Edge nativamente, não oferece essa possibilidade.

Um nível acima ficou o Opera; um navegador leve e rápido. Ele foi intermediários nos benchmarks que fizemos. Além da barra de pesquisa híbrida, que combina endereço e pesquisa, enquanto os outros precisam de extensões para oferecer certas funcionalidades, o Opera possui alguns recursos bem legais já incorporados no navegador. Alguns exemplos são uma área para salvar páginas para ler mais tarde – sem a necessidade de qualquer conta extra ou login – botões exclusivos para o Whatsapp e Messenger, do Facebook; e até uma função de economia de bateria.

Em terceiro lugar, a chance a um novato: o Vivaldi. É o navegador que mais permite personalização do usuário. Logo que você abre o browser pela primeira vez, um processo de configuração bem legal monta o navegador da forma que faz mais sentido para você. Dá para escolher onde ficarão as abas e a barra de endereço, cores, guias…tudo do seu jeito. Nos benchmarks, o Vivaldi também teve resultados satisfatórios. A maior limitação do Vivaldi é que ele só está disponível para desktop, por enquanto. Não é o navegador mais rápido nem o mais completo, mas é o que oferece uma experiência única e diferente ao usuário.

O Firefox conquistou o segundo lugar deste Laboratório. Um navegador rápido e confiável que se mantém atual com suas constantes atualizações. São muitas as opções de extensões e personalização do navegador. Nos testes de benchmark, o Firefox se saiu bem em todos com ótimos resultados. Sinceramente, a única coisa que ainda não dá para entender no Firefox é a barra de endereço separada das buscas. Apesar de todas as qualidades, o browser da Mozilla ainda não é páreo para seu maior rival: o Chrome!

Antes de anunciarmos o grande vencedor desta edição, você deve estar se perguntando: e o Safari? O navegador nativo da Apple surpreendeu e venceu, de longe, todos os benchmarks feitos. A diferença é que ele é um browser exclusiva para usuários de Mac. É um navegador super rápido, responsivo e seguro. As opções de compartilhamento são completas e, usando sua conta iCloud, é possível mudar de um dispositivo para outro – claro, desde que os dois sejam Apple – numa boa. Aliás, pela integração completa, além da excelente performance, o Safari é, sem dúvida, a melhor opção para quem usa um Mac. Entre as outras opções, ele certamente é o primeiro!

E o grande campeão, que mantém seu trono no mundo dos browsers, é o Google Chrome. É o navegador que se saiu bem em todos os benchmarks. As opções de extensões são inúmeras e a integração completa com os serviços do Google são grandes diferenciais. Assim como o Safari para aparelhos Apple, o Chrome oferece a melhor experiência de integração com dispositivos móveis – é muito fácil manter todos seus dados em sincronia. O Chrome é rápido e super leve; os controles de segurança e privacidade são de fácil acesso. Ou seja, se você está em dúvida sobre qual navegador usar, aposte no Chrome!

Agradecemos ao Celso, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital

Vem aí: Windows 10 Fall Creators Update

Agora é oficial: A Microsoft anunciou recentemente que o Windows 10 Fall Creators Update (codinome Redstone 3) será lançado no dia 17 de outubro.

A atualização será disponibilizada gratuitamente através do Windows Update para as versões suportadas do Windows 10.

Novidades no Windows 10 Fall Creators Update

Além de anunciar a data de lançamento da atualização para o Windows 10, a Microsoft também listou algumas novidades que serão introduzidas com ela.

Windows Ink

Com o Windows 10 Fall Creators Update, a plataforma Windows Ink será atualizada e possibilitará a escrita em PDFs, tornando mais fácil e rápido o compartilhamento de documentos neste formato com outras pessoas.

O recurso Windows Find my Pen também ajudará você a encontrar sua caneta caso ela não esteja por perto quando você precisa.

Fotos e Vídeos

O aplicativo Fotos foi redesenhado para oferecer novas experiências para o usuário, com suporte para vídeos, músicas, 3D e para a plataforma Windows Ink.

Arquivos sob Demanda no OneDrive

Com o Windows 10 Fall Creators Update os usuários também terão acesso ao recurso Arquivos sob Demanda no OneDrive. Com ele você pode acessar todos os seus arquivos na nuvem sem precisar fazer o download deles e ocupar espaço em seu dispositivo.

Você não precisará mudar sua forma de trabalhar, porque todos os seus arquivos, incluindo os online, poderão ser acessados no Explorador de Arquivos conforme necessário.

Jogos

O Modo de Jogo (Game Mode na versão em inglês) foi atualizado no Fall Creators Update e agora permitirá que seus jogos utilizem todo poder de processamento do seu PC. Entre os jogos que poderão tirar proveito deste modo estão o Forza Motorsport 7, Super Lucky’s Tale e Middle-earth: Shadow of War.

Segurança

Com o Windows 10 Fall Creators Update, o Windows Defender ficou mais inteligente para oferecer melhor proteção para seu PC. Tecnologias inteligentes baseadas na nuvem também habilitam novas defesas contra ransomware e exploits.

Acessibilidade

O Fall Creators Update tornará o Windows 10 mais acessível para usuários portadores de Esclerose lateral amiotrófica (ou ALS), também conhecida como doença de Lou Gehrig, uma doença neurodegenerativa que afeta as células do sistema nervoso central que controlam os movimentos voluntários dos músculos.

Portadores desta doença poderão utilizar o recurso Eye Control para controlar o sistema operacional com os olhos graças às tecnologias de detecção de movimento ocular mais recentes.

Windows Mixed Reality

Por último, o Windows 10 Fall Creators Update permitirá a imersão em uma nova realidade com a plataforma Windows Mixed Reality. A plataforma combina os mundos físico e digital para oferecer uma experiência de realidade mista.

Os primeiros dispositivos compatíveis desenvolvidos por empresas como Acer, ASUS, Dell, HP, e Lenovo chegarão ao mercado no dia 17 de outubro, mesma data de lançamento do Fall Creators Update, com preços a partir de US$ 299.

 

Novos PCs certificados para Windows Mixed Reality também chegarão ao mercado no final do ano.

Agradecemos ao Augusto, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Baboo

Brasil: campeão em clonagem de cartões na AL

Segundo divulgou nesta terça, 12/9, a Kaspersky Lab, o Brasil é o país líder em clonagem de cartões em pontos de vendas (POS) na América Latina, responsável por 77,37% dos ataques dedicados a região. Na sequência, está o México com cerca de 11,6% dos ataques a cartões.

Segundo a empresa, mais de 22% da população adulta da região possui, pelo menos, um cartão de crédito e 72% das transações de pagamento da América Latina são feitas nesse formato.

O estudo analisou os anos de 2015 e 2016 e calculou terem sido realizados cerca de 1,3 mil ataques em pontos de venda em toda América Latina. Segundo a empresa de antivírus, o malware para ponto de venda possui funções de “raspagem” da memória RAM, que tem como objetivo coletar dados importantes do cartão.

“Os criminosos que clonaram esses cartões utilizaram o malware Dexter – um open source disponível gratuitamente na internet – para realizar os golpes. Esse número aumentou para 1 mil ataques apenas nos primeiros oito meses de 2017, principalmente por conta do malware NeutrinoPOS – encontrado pela primeira vez em 2015 e que também é utilizado em ataques de negação de serviços (DDoS).”

“Como resultado das clonagens, os criminosos revendem as informações dos cartões que foram clonados em pontos de venda no mercado underground”, diz o analista de segurança sênior da Kaspersky Lab Fabio Assolini.

Fonte: Convergência Digital

Kaspersky Free Antivírus em Português

O antivírus Kaspersky Free em português já está disponível para download. A versão em inglês foi lançada no dia 25 de julho de 2017.

O novo antivírus gratuito da Kaspersky oferece proteção básica contra malwares e outras ameaças sem incomodar o usuário com adwares.

Ele oferece recursos como proteção em tempo real contra vírus e outros malwares, proteção contra sites maliciosos e até proteção contra alterações não autorizadas em sua configuração.

Recursos como Controle dos Pais, segurança para pagamentos na Web, proteção de dispositivos móveis e suporte técnico estão desabilitados na versão gratuita do antivírus.

A licença do Kaspersky Free é válida por um ano após a sua instalação, e de acordo com os termos de uso, alguns dias depois disso o antivírus vai expirar e deixará de funcionar. O registro dele não é obrigatório, mas com ele o usuário receberá ofertas especiais e novidades.

O antivírus Kaspersky Free em português está disponível para download aqui. Ele é compatível com as versões 32 e 64 bits do Windows XP, Windows Vista, Windows 7, Windows 8/8.1 e Windows 10.

As novidades na versão 18.0.0.405

– Suporte para proteção contra a infecção enquanto o sistema operacional está sendo reiniciado.

– Notificação adicionada do Antivírus da Web quanto a páginas que contêm adware ou software legítimo que pode ser usado por criminosos para danificar o seu computador ou os seus dados particulares.

– Velocidade melhorada de determinados cenários de instalação, a primeira inicialização e a primeira atualização do aplicativo.

– Agora o aplicativo espera um período de tempo mais longo antes de exibir uma notificação sobre bancos de dados e módulos do aplicativo desatualizados quando o computador desperta do modo de suspensão.

Já a lista de problemas conhecidos inclui

– Se a caixa de seleção “Sempre verificar conexões criptografadas” for selecionada, o aplicativo verificará as conexões criptografadas mesmo se você tenha feito uma pausa na proteção.

– Se o aplicativo foi instalado no Windows 7 e você fez um upgrade do sistema operacional para o Windows 10 mas agora deseja reverter de volta ao Windows 7, é aconselhável desinstalar o aplicativo e instalá-lo novamente depois de reverter de volta ao Windows 7.

– Em determinados sites, o aplicativo pode bloquear o download de páginas adicionais em janelas ou quadros suspensos. Para resolver este problema, desmarque a caixa de seleção “Injetar o script para o tráfego com páginas da Webt” nas configurações de rede do aplicativo.

– Se a proteção interativa for desativada, as tarefas para processar as ameaças no seu computador a partir do portal My Kaspersky pode não ser executadas.

– Determinados tipos de objetos da categoria “Software legítimo que pode ser usado por criminosos para danificar o seu computador ou dados pessoais” não são processados a partir do portal My Kaspersky. Estas ameaças devem ser processadas no computador.

Agradecemos ao Augusto, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Baboo

Encriptação não garante segurança na troca de dados em mensageiros

Um novo estudo realizado pela Brigham Young University (BYU) revela que, mesmo que eles adotem um sistema de encriptação ponta a ponta, programas como WhatsApp, Facebook Messenger e até Viber ainda possuem brechas de segurança que colocam seus usuários completamente em risco. Segundo a pesquisa, a falta de uma autenticação mais adequada com a realidade atual faz com que trocar informações sensíveis pelos mensageiros instantâneos seja como brincar de roleta-russa.

De acordo com a universidade norte-americana, boa parte dessa exposição dos aplicativos do segmento aos cibercriminosos se devem à ausência de um procedimento pelo qual um dos indivíduos identifique o outro como o destinatário real da sua mensagem. Esse protocolo social é chamado pelo time da BYU de “cerimônia de autenticação” e, supostamente, pode reduzir de forma considerável o vazamento de dados, as fraudes e outras tentativas de hacking originadas dos aplicativos de chat.

Para testar sua teoria, um dos responsáveis pelo estudo sugeriu e realizou um teste composto de duas fases distintas. Na primeira, os participantes eram estimulados, em duplas, a trocar o número do seu cartão de crédito através dos mensageiros, recebendo apenas alertas para que se certificassem que sua conversa era realmente confidencial. O resultado? Apenas 14% deles conseguiu se assegurar completamente de que seus envios estavam chegando à pessoa certa.

Muitos deixam a segurança de lado em nome de um bate-papo mais rápido

Na segunda fase, os indivíduos foram instruídos sobre a importância de realizar a cerimônia de autenticação antes de compartilhar dados. Desta vez, a taxa de sucesso ao se certificar da identidade do destinatário subiu para sonoros 79%. O problema é o tempo que esse pessoal levou para fazer as perguntas certas e seguir o protocolo à risca para completar a autenticação: uma média de 11 minutos. A demora, claro, frustrou muitos dos usuários e mostrou o motivo de muitas pessoas deixarem sua segurança de lado em nome de um bate-papo mais rápido.

Para resolver esse impasse, os pesquisadores estão colocando a mão na massa e trabalhando em um sistema que torna a tal cerimônia de autenticação mais rápida e, claro, automática. “Se pudermos fazer a cerimônia de autenticação nos bastidores do app e de forma automatizada ou quase sem esforço por parte do usuário, podemos corrigir esses problemas sem precisar educar as pessoas”, acredita Elham Vaziripour, o estudante que lidera a pesquisa.

Fonte: Tecmundo

Dilma Locker (ransomware): parece piada, mas não é…

A criatividade sem limites do brasileiro rendeu uma nova e curiosa variação de ransomware, aquele golpe de “sequestro” que criptografa os arquivos do seu computador e só libera acesso novamente mediante pagamento.

O golpe recentemente identificado se chama Dilma Locker, batizado para “homenagear” Dilma Rousseff. Além do nome, ele traz uma foto da a ex-presidente da República, que foi retirada do cargo pelo processo de impreachment em agosto de 2016.

O ransomware tem criptografia na tecnologia AES-256, considerada de difícil acesso. Ele vem disfarçado de arquivos falsos e deve ser encontrado normalmente via email. Arquivos EXE que fingem ser o PDF de um currículo e até um executável que se disfarça como o Acrobat Reader (AdobeRd32) foram identificados até o momento.

Além do aviso “Oops, todos os seus arquivos foram criptografados !!!”, o texto indica que você precisa ler um arquivo de texto com instruções e prosseguir via pagamento em bitcoin. O resgate é de R$ 3 mil e a vítima tem quatro dias para efetuar o pagamento, mas os criminosos dizem ser possível negociar um valor.

Segundo a ameaça em texto, sem o pagamento, os dados sequestrados (documentos, programas e arquivos de imagem, vídeo e texto) serão apagados. No rodapé do aviso, há ainda a mensagem “Eu vivo de crime de computador porque não tenho tantas opções para viver com dignidade dentro do sistema”.

Fonte: Tecmundo