Apps com malware para Windows encontrados na Google Store

Pesquisadores da Palo Alto Networks descobriram cerca de 145 aplicativos maliciosos disponíveis na Google Play Store. Segundo a empresa, os apps possuíam malwares executáveis próprios para Microsoft Windows.

A Palo Alto notou que alguns dos apps foram baixados milhares de vezes e apresentavam uma classificação com mais de 4 estrelas. Vale notar que os apps, felizmente, não afetam os smartphones Android: o problema acontece quando o usuário pluga o Android no PC, com os arquivos maliciosos encontrando uma porta para o computador.

Entre os apps identificados, estão:

  • Men’s Design Ideas
  • Gymnastics Training Tutorial
  • Learn to Draw Clothing
  • Modification Trial

“Esses binários executáveis incorporados do Windows só podem ser executados em sistemas Windows: eles são inertes e ineficientes na plataforma Android. O fato de esses arquivos APK estarem infectados indica que os desenvolvedores estão criando o software em sistemas Windows comprometidos que estão infectados com malware”, comentou a Palo Alto.

Em tempo, os aplicativos citados já foram retirados da Google Play.

Fonte: Tecmundo

Avaliação dos principais apps de VPN

Levantamento da empresa de segurança AV Test analisou soluções como NordVPN, Avast SecureLine VPN, F-Secure FREEDOME VPN, Norton WiFi Privacy e Hotspot Shield.

Um novo estudo do instituto alemão de segurança em tecnologia AV Test testou 12 das principais soluções de VPN (rede virtual privada) disponíveis no mercado Entre outras coisas, a pesquisa, realizada no ultimo mês de abril, analisou as aplicações em diferentes situações para avaliar pontos como usabilidade, privacidade, desempenho e funcionalidade.

A lista de aplicativos testados inclui soluções como NordVPN, Avast SecureLine VPN, F-Secure FREEDOME VPN, Norton WiFi Privacy, Cisco AnyConnect Secure Mobility Client e Hotspot Shield – vale notar que a fabricante dessa última aplicação, a Anchorfree, comissionou o estudo.

Em usabilidade, por exemplo, são levados em conta fatores como a quantidade de passos necessários para diferentes processos, como configuração e conexão, além do número de idiomas suportados. “A configuração é bastante fácil para todos os produtos voltados para os consumidores”, afirma a AV no levantamento.

Em segurança, o teste analisou uma variedade de pontos, como vulnerabilidade para vazamentos e proteção contra URLs maliciosas. “O ranking para as primeiras colocações na lista é muito próximo para esse teste. Em termos de recursos e segurança fornecida, a lista se resume aos quatro produtos a seguir: ExpressVPN, F-Secure FREEDOME VPN, Hotspot Shield Elite e Private Internet Access”, destaca a AV Test na conclusão da seção de segurança e privacidade da pesquisa.

Compatibilidade

De acordo com a AV Test, todos os produtos testados no estudo oferecem suporte para as plataformas Windows, Android e iOS. Além disso, o macOS, da Apple, é compatível com todas as soluções da lista, com exceção do produto da Cisco.

Esse estudo pode ser acessado aqui.

Fonte: IDGNow!

Riscos: apps expõe senhas e informações bancárias de milhões de usuários

Um estudo feito por pesquisadores da Appthority, empresa de segurança mobile, apontou que milhões de senhas, localizações e informações financeiras de usuários foram expostas por inúmeros aplicativos.

A pesquisa escaneou uma infinidade de apps que usamos em nossos smartphones e encontrou as vulnerabilidades tanto no sistema Android quanto no iOS.

Foram analisados pela Appthority 2 7 milhões de apps. Os que contavam com dados de usuários expostos tinham serviços hospedados na Firebase, uma popular plataforma na nuvem que foi adquirida pelo Google em 2014.

Dos milhões de aplicativos checados, os pesquisadores encontraram 27.227 aplicativos Android e 1.275 apps do sistema iOS hospedando dados dos seus usuários na Firebase. Deste número, 3.046 aplicativos tinham os dados de usuários expostos para literalmente qualquer pessoa ver – 2.446 do Android e 600 do iOS.

Não são poucas as informações que estão abertas na plataforma. Foram achados pelos pesquisadores 2,6 milhões de logins e senhas de usuários, 25 milhões de localizações de GPS e 50 mil registros de transações financeiras dentro do aplicativo. Existem até quatro milhões de informações protegidas de saúde, como conversas privadas e prescrições médicas.

A pesquisa aponta ainda que os dados pessoais expostos não são protegidos por firewalls ou sistemas de autenticação. Para ter acesso à base de dados vulnerável, o hacker teria apenas que digitar um comando no fim do nome do aplicativo hospedado na Firebase.

No total, a vulnerabilidade envolve mais de 100 milhões de informações de usuários, em um total de 113 GB de dados expostos. Os aplicativos do Android afetados são bem populares: foram baixados mais de 620 milhões de vezes na loja do Google.

A empresa não revelou o nome dos aplicativos envolvidos, mas afirmou que são apps de várias categorias, entre elas mensagem, finanças, saúde e viagem. Os aplicativos são de várias partes do mundo.

Os pesquisadores afirmaram que avisaram o Google antes de divulgar o estudo. Eles ainda forneceram à empresa uma lista completa de aplicativos inseguros, além de entrarem em contato com os próprios apps.

Fonte: UOL

Apps populares podem vazar seus dados pessoais

Este artigo não fala de Trojans, mas sobre aplicativos genuínos que, ainda assim, podem vazar seus dados online. Nossos especialistas analisaram um total de 13 milhões de APKs (arquivos de pacote para Android) e descobriram que aproximadamente um quarto deles transmite dados sem criptografia na internet. Alguns desses aplicativos têm centenas de milhões de downloads, às vezes mais de meio bilhão! Não dá para chamar algo assim de “probleminha”.

Por vezes, informações são expostas online em função de algum erro do desenvolvedor – todavia não é isso que acontece na grande parte dos casos. Quando solicitados para o envio de dados de usuários para um servidor, a maioria dos apps vai usar um protocolo HTTPS seguro, que impede a interceptação. O problema está nos serviços de terceiros que os desenvolvedores incorporam sem verificação de antecedentes. Por exemplo, alguns analíticos ou de publicidade conduzem informações pela internet por meio do protocolo HTTP padrão, que não é seguro.

Que informações podem ser afetadas?

A maior parte dos vazamentos de dados que detectamos tinha a ver com o modelo do dispositivo, suas especificações técnicas, dados relacionados à rede ou aos provedores de internet, e o nome do APK (pelo qual o sistema reconhece o pacote); muitos serviços também revelaram as coordenadas do smartphone ou tablet.

Em alguns casos, informações sobre o uso dos aplicativos foram transmitidas pelo HTTP por um serviço terceirizado integrado. Dentre esses dados estavam curtidas, publicações, páginas visitadas, além de detalhes sobre o dono do aparelho – nome, telefone, data de nascimento. Descobriu-se que as chaves únicas criadas para cada pedido de autorização também eram transferidas de forma insegura. Felizmente, a maioria dos serviços não repassa logins e senhas sem criptografia, apesar de alguns o terem feito.

O que há de perigoso nisso?

Informações transmitidas por HTTP são enviadas como um texto simples, e podem ser lidas por qualquer pessoa – inclusive seu provedor de internet, por exemplo. Além disso, o caminho entre o aplicativo e o servidor da outra parte provavelmente tem vários “pontos de trânsito”, na forma de dispositivos que recebem e armazenam informação por um determinado período de tempo.

Qualquer equipamento de rede, o que inclui seu roteador doméstico, pode ser vulnerável. Se hackeado, vai permitir que criminosos tenham acesso as suas informações – o provedor de internet, por outro lado, não precisa hackear nada para isso. E a obtenção de qualquer informação sobre o dispositivo (especificamente códigos IMEI e IMSI) é o suficiente para monitorar suas ações futuras. Quanto mais completa a informação, mais você se torna um livro aberto para os outros – de anunciantes até amigos falsos que oferecem arquivos maliciosos para download.

Entretanto, os vazamentos de dispositivos e dados são apenas parte do problema; informações sem criptografia também podem ser substituídas. Por exemplo, em resposta a um pedido de HTTP de um aplicativo, o servidor pode enviar um anúncio em vídeo, que os cibercriminosos podem interceptar e substituir por uma versão menos inofensiva. Ou então podem simplesmente mudar o link dentro de um anúncio – e ao invés de baixar um jogo bonitinho ou um aplicativo para fins corporativos, os usuários correm o risco de fazer o download de algo muito mais nefasto.

O que pode ser feito

Essas questões devem realmente ser solucionadas pelos desenvolvedores de aplicativos. Mas não se pode confiar completamente que irão resolver, assim, temos algumas dicas simples que podem protegê-lo melhor.

Verifique as permissões solicitadas por um aplicativo – pode demorar, mas nunca é uma perda de tempo, mesmo quando o app tem milhões de downloads. Se, digamos, um aplicativo de mensagem instantânea quer saber sua localização, não se sinta obrigado a revelar. Saiba mais detalhes sobre as permissões do Android aqui.
Compre versões pagas dos aplicativos, se possível. Elas não mostram anúncios, o que significa menor risco de vazamento de dados. No entanto, pode ser que ainda utilizem módulos analíticos terceirizados que muitas vezes se comportam do mesmo jeito.
Utilize uma VPN – essa conexão segura vai proteger seus dados mesmo que os desenvolvedores não consigam.

Fonte: Kaspersky

Apps para garantir maior privacidade e segurança no seu Android

Sugestões de aplicativos para garantir maior privacidade e segurança no seu Android:

-Gerencie as suas senhas

LastPass Password Manager

As senhas são os porteiros da sua vida digital – até o futuro próximo, pelo menos – e fica nas suas mãos garantir que elas estejam sempre bem armadas. O segredo? Deixe um gerenciador de senhas fazer o trabalho pesado. Um bom serviço de gerenciamento de senhas torna fácil criar e manter senhas fortes e únicas para quantos apps, sites e serviços você utilizar.

No Android, o LastPass é o melhor aplicativo para isso. Com um design muito bem pensado, o serviço é simples de usar e muito eficiente na tarefa de armazenar de forma segura as suas credenciais e permitir que você acesse qualquer serviço que exija uma senha ou código.

Uma vez que o LastPass aprender (ou criar) seus vários acessos, ele abrirá uma janela com informações de preenchimento automático sempre que for solicitado que você acesse um serviço – seja em um app ou website no seu navegador Android favorito. Tudo que você precisa fazer é colocar o dedo no leitor de impressão digital do smartphone, confirmar as credenciais que quer usar e é isso: o LastPass cuida do resto.

O LastPass também funciona bem no desktop e sincroniza de forma simples as suas informações entre diferentes plataformas e aparelhos (usando a sua própria criptografia na nuvem e nos aparelhos). Os seus recursos principais são gratuitos, enquanto que uma assinatura premium (por 24 dólares ao ano) te fornece alguns extras, como maior espaço de armazenamento para documentos e anotações, a habilidade de usar YubiKey e Sesame como métodos de autenticação de dois fatores, e a possibilidade de criar um plano de acesso de emergência para permitir que outra pessoa acesse a sua conta após um longo período de inatividade.

-Autenticação de dois fatores

Authy 2-Factor Authentication

Além de usar senhas fortes, a coisa mais inteligente que você pode fazer para manter as suas contas on-line seguras é usar a autenticação de dois fatores em todos os lugares em que ela estiver disponível.

Para quem não sabe, a autenticação de dois fatores exige que você tenha uma segunda forma para identificar informações – como um código gerado por um app no seu smartphone ou enviado via mensagem de texto – além da senha principal. Desta forma, o processo de invadir a sua conta torna-se significativamente mais difícil.

O melhor aplicativo para gerenciar a autenticação de dois fatores no Android é o Authy (gratuito). O programa da Twilio supera até mesmo o Google Authenticator com um design moderno e intuitivo que torna simples a tarefa de encontrar e copiar códigos para todas as suas contas que tenham a funcionalidade habilitada. A solução também possui recursos avançados como suporte para proteção via impressão digital e a possibilidade de configurar o Authy para funcionar em diversos aparelhos, incluindo até mesmo o seu computador.

-Proteja sua conexão

NordVPN

As VPNs (redes virtuais privadas) podem ser uma maneira efetiva de manter privadas e seguras as suas transmissões de dados baseadas no smartphone – especialmente quando você está usando redes públicas/abertas de Wi-Fi.

A sua melhor aposta para trabalhar em um ambiente do tipo é usar o próprio serviço de VPN da sua empresa, presumindo que ele tenha um aplicativo disponível. Caso não seja o caso, o NordVPN é uma das opções mais recomendadas no mercado.

O serviço consegue acessar 3 mil servidores em dezenas de países e promete criptografia de “grau militar” para todo o seu tráfego móvel. No entanto, é preciso abrir a carteira para isso. O preço padrão é 12 dólares ao mês, mas esse valor cai pela metade se você pagar um ano com antecedência. E, se preferir pagar por dois anos antecipadamente, cada mês sai por um pouco mais de 3 dólares.

Isso não quer dizer que não existam outros provedores de VPN para Android eficientes no mercado. Avaliar um app de VPN é algo incrivelmente complexo e difícil de fazer – e o número de variáveis envolvidas torna quase impossível oferecer uma recomendação incondicional.

Enquanto não temos um sistema padronizado para analisar efetivamente as VPNs e suas muitas camadas, a maioria dos especialistas em privacidade sugere escolher um serviço que seja amplamente bem avaliado e que seja oferecido por uma empresa de boa reputação.

-Criptografe os seus e-mails

ProtonMail

Quando você precisa saber que os seus e-mails não serão interceptados, o ProtonMail é o app que você quer usar. Fundado pelos cientistas da CERN (Organização Europeia para Pesquisas Nucleares), o aplicativo usa um método open-source de criptografia de ponta a ponta para manter as suas mensagens seguras contra possíveis espiões.

Não é preciso fornecer nenhuma informação pessoal, e a empresa diz que não mantém registros de endereços de IP ou qualquer outra coisa que possa te ligar com a sua conta. Na verdade, a companhia alega que nem mesmo os seus próprios funcionários poderiam acessar ou ler as suas mensagens se quisessem.

A melhor parte sobre toda a segurança do ProtonMail é que ele não exige quase nenhum esforço da sua parte: você simplesmente cria uma conta no serviço e começa a enviar e-mails. Caso esteja escrevendo para alguém com um endereço do ProtonMail, a criptografia é automática. Se precisar escrever para alguém com um endereço que não seja do ProtonMail, então basta tocar em um ícone na ferramenta de composição de mensagem para criar uma senha e uma dica; o destinatário receberá apenas essa informação e terá de usar a senha para conseguir ler o seu e-mail.

Além da segurança, o app do ProtonMail para Android também conta com um design clean e agradável de usar. O aplicativo possui pastas e indicações customizáveis e permite até que você defina gestos personalizados com o dedo para a sua caixa de entrada (deslizar para a esquerda em uma mensagem para marcá-la como lida, por exemplo, e para a direita para a arquivar ou apagar o e-mail).

E, sim, o serviço oferece uma opção para criar mensagens que se auto-destroem, caso seja necessário fazer isso em algum momento.

O ProtonMail é gratuito em seu nível mais básico, que inclui um endereço de e-mail, 500MB de armazenamento, e até 150 mensagens por dia. Os planos premium, com mais espaço de armazenamento, maior limite de mensagens diárias e outros recursos extras, começam em 59 dólares por ano.

-Criptografe suas mensagens e ligações

Signal Private Messenger

O Signal faz para as mensagens de texto o que o ProtonMail faz pelo e-mail: o serviço open-source permite que você se comunique de forma segura com os seus contatos, usando criptografia de ponta a ponta e sem que os seus dados sejam acessados ou armazenados em um servidor remoto.

O app também permite que você realize chamadas de voz e vídeo criptografadas com outros usuários do Signal.

Na superfície, o Signal se parece muito com qualquer app de mensagens do mercado: você pode encontrar pessoas a partir da sua lista de contatos padrão ou simplesmente digitar um número telefônico para iniciar uma conversa. Se a outra pessoa também usar o Signal, a conversa estará protegida – e você também verá a opção para iniciar uma chamada de voz ou de vídeo protegida. Caso o seu contato não tenha o Signal, você ainda poderá falar normalmente com ele, mas sempre com um aviso em destaque no campo de mensagens: “SMS Não Seguro”.

O Signal é gratuito e não é preciso criar uma conta para usá-lo. Apenas abra o app, insira e verifique o seu número telefônico e é isso: você está pronto para começar.

-Habilite a navegação privada no seu browser

Firefox Focus

O Firefox Focus fornece a experiência de navegação privada mais simples do Android. Basicamente você só precisa abrir o aplicativo e começar a navegar: nenhum histórico, cookie ou senhas são salvos, e o app bloqueia automaticamente rastreadores e anúncios pela web.

Quando encerrar o seu acesso com uma página, apenas toque no ícone flutuante de uma lata de lixo, localizado no canto da tela, e é isso: ela sumirá para sempre.

Caso você queira navegar pela web sem deixar nenhum rastro (pelo menos, no navegador), essa é de longe a maneira mais fácil para fazer isso. Vale notar que o Firefox Focus é gratuito.

Brave Browser

Para uma navegação privada em um ambiente mais tradicional de browser, o Brave é o caminho. O aplicativo gratuito – criado por um dos fundadores da Mozilla, a companhia por trás do Firefox – se parece muito com a versão do Google Chrome para Android.

A interface e os menus principais do Brave são quase idênticos aos do Chrome – mas os seus dados dessas áreas todas não serão sincronizados com a sua conta Google nem estarão disponíveis em outros aparelhos, como aconteceria no Chrome.

Além de uma base visual parecida com o Chrome, o Brave traz ainda uma variedade de ferramentas embutidas para bloquear anúncios, pop-ups, scripts e diferentes tipos de sistemas de rastreamento baseados em websites.

Ao contrário do Firefox Focus, no entanto, o Brave não opera em um modo incógnito permanentemente. Por isso, se você não quiser que o seu histórico, cookies, dados de sites e cache sejam salvos, terá de abrir manualmente as janelas de navegação privada (como acontece no Chrome) ou acessar as configurações do app para limpar esses dados sempre que necessário.

O Brave é menos um navegador puramente privado e mais um browser tradicional com recursos extras de privacidade – o que pode ser algo bom ou ruim, dependendo do que você busca.

-Adicione uma camada extra de criptografia onde for preciso

Solid Explorer File Manager

A maioria dos aparelhos Android já vem com uma criptografia habilitada de fábrica (é possível verificar isso na seção de Segurança, nas configurações de sistema do dispositivo), mas se você quiser uma camada extra de proteção para determinados arquivos ou pastas, o Solid Explorer faz isso muito bem.

Como um gerenciador de arquivos Android, o Solid Explorer te permite navegar e manipular arquivos no armazenamento local do smartphone, assim como em uma variedade de serviços de armazenamento na nuvem de terceiros – incluindo Dropbox, Google Drive e OneDrive – caso queira se conectar com eles. Quando tiver uma pasta ou arquivo que quiser proteger, basta encontra-lo e destacá-lo dentro do app para então selecionar a opção “Encrypt” no menu principal.

Depois disso, tudo que você precisa fazer é digitar uma senha, e opcionalmente ativar a autenticação via impressão digital, e o arquivo/pasta só poderá ser visualizado após essas credenciais serem inseridas no aparelho. O Solid Explorer pode ser usado de graça por duas semanas; depois disso, é preciso pagar 2 dólares para continuar usando o serviço.

Fonte: IDGNow!

Cinco apps leves para Android

Os chamados “aplicativos lite” para Android são uma espécie de antídoto para os apps de tamanho completo cujos recursos amplos podem ser difíceis de usar, ou mesmo pesados para o desempenho do seu smartphone. O Google, o Facebook e outras grandes empresas de tecnologia começaram a levar esses “apps lites” mais a sério ultimamente, oferecendo versões que te permitem ter uma experiência mais simples sem perder nenhuma das funcionalidades principais das plataformas.

Veja abaixo cinco aplicativos lite que vale a pena baixar no seu smartphone Android.

Messenger Lite

O gerente da plataforma Facebook Messenger admitiu recentemente que o app virou uma bagunça. A equipe planeja deixá-lo mais simples neste ano, mas você não precisa esperar por isso. Isso porque é possível baixar o Messenger Lite agora mesmo na Play Store. O aplicativo “pesa” menos de 10MB e funciona de forma muito mais rápida do que o app padrão do Messenger.

O Messenger Lite inclui todos os recursos principais do Messenger, como ligações VoIP, mensagens de texto, e até alguns extras como adesivos – ficam de fora adicionais desnecessários do app principal como efeitos para fotos e chatbots.

YouTube Go

O aplicativo padrão do YouTube é bom quando você quer assistir a um vídeo, mas não é muito gentil com os seus dados. E também pode ser bastante lento em smartphones mais antigos. Felizmente, temos o YouTube Go, que foi liberado recentemente no Brasil. Para quem não conhece, o YouTube Go te permite assistir a um vídeo agora ou salvá-lo para fazer o download na próxima vez em que estiver em uma conexão Wi-Fi. Também é possível visualizar o preview de um vídeo antes de gastar os seus dados preciosos para assisti-los. E o app em si também é bem “leve”, com menos de 10MB.

Facebook Lite

O aplicativo Facebook para smartphones é conhecido por ser um tanto lento e travar de formas irritantes. Já o Facebook Lite, por outro lado, é bastante simples e rápido. O app traz a maioria dos recursos de que você precisa na rede social, e “pesa” menos de 2MB. É possível usar esse aplicativo para verificar o seu Feed de Notícias, fazer comentários em posts, receber notificações, compartilhar conteúdos e mais. A versão completa do Facebook para smartphones traz recursos que você provavelmente não precisa no celular no dia-a-dia, como games sociais e backup de fotos.

Twitter Lite

Apenas navegar pelo seu feed no app do Twitter já usa muitos dados e causa “engasgos” em smartphones mais lentos. Isso acontece porque o aplicativo carrega as mídias de cada um dos tuítes mostrados à medida que você desce o dedo pela barra de scroll do app.

Já o Twitter Lite é mais gentil com os seus dados, e pode ser uma experiência um pouco menos frenética uma vez que carrega apenas as mídias que você realmente quer visualizar. Com o app, que “pesa” menos de 3MB e possui um modo de economia de dados, você pode publicar tuítes, verificar notificações e realizar todas as funções básicas da plataforma social.

Files Go

Após usar um aparelho Android por qualquer período de tempo, você provavelmente vai gerar uma boa quantidade de “lixo eletrônico”. Basicamente arquivos baixados, cache desnecessário e apps antigos que consomem o seu precioso espaço de armazenamento no smartphone. Você pode usar o gerenciador de arquivos para recuperar um pouco desse espaço, mas o aplicativo gratuito Files Go, do Google, faz um trabalho melhor neste sentido.

Apenas instale o app e verifique o seu feed principal para encontrar diferentes maneiras de recuperar o espaço do seu celular. Entre outras coisas, o aplicativo aponta arquivos e caches que você pode apagar, e até mesmo monitora apps que você não usa há bastante tempo. A solução da gigante também oferece uma opção para mover arquivos para o seu cartão SD, em vez de apagá-los. Não é um gerenciador de arquivos “completo”, mas você pode navegar pelo seu armazenamento por tipos de arquivos para apagar arquivos antigos.

Fonte: IDGNow!

Apps para o Chrome chegam ao seu final

A Google finalizou recentemente o suporte a aplicativos desenvolvidos especialmente para o Google Chrome em sua loja Chrome Web Store. Ainda é possível baixar extensões e temas por lá, mas as seções “Apps” e “Games” foram eliminadas.

De acordo com o Ars Technica, a Google já havia começado a informar os desenvolvedores de que essas seções de apps seriam eliminadas da loja em algum momento de 2017, mas, até agora, não se tinha uma data precisa. Há cerca de um ano, a empresa explicou no blog oficial do Chrome que faria essa remoção porque praticamente ninguém baixa e utiliza os apps desenvolvidos para o Google Chrome. Segundo a empresa, menos de 1% dos usuários do browser serão afetados.

Contudo, é bom ressaltar que as seções de apps só foram eliminadas do navegador Google Chrome para Windows, Linux e macOS. No Chrome OS, eles continuam disponíveis. Contudo, como a base de usuários é pequena, e os desenvolvedores não possuem mais a possibilidade de distribuir seus softwares em sistemas mais populares, é bem provável que esses apps acabem morrendo aos poucos caso a Google não os elimine de uma vez por todas.

Quem já tem apps instalados no Chrome para desktop poderá continuar utilizando os itens baixados

Quem já tem apps instalados no Chrome para Windows, Linux e macOS poderá continuar utilizando os itens baixados. Contudo, espera-se que uma atualização acabe com essa possibilidade no primeiro trimestre de 2018.

É bom reforçar que essas mudanças não afetam as extensões do Google Chrome, aquelas que ficam com botões visíveis ao lado da barra de endereços. Somente os itens nos formatos “packaged apps” — apps de verdade — e os “hosted apps” — atalhos para sites — serão eliminados.

O PWA é multiplataforma, já sendo compatível com o Chrome tanto no desktop quanto no Android

Para substituí-los, a Google trabalha em um padrão já bastante aceito, o PWA ou Progressive Web Apps. Essas aplicações são basicamente sites que se comportam como aplicativos instalados e podem acessar recursos do sistema, enviar notificações, entre outras vantagens.

O interessante disso é que o PWA é multiplataforma, já sendo compatível com o Chrome tanto no desktop quanto no Android, e também no Opera e no Firefox para o Robô. A Microsoft também suporta o recurso e seus navegadores, e a Apple trabalha em implementá-lo no Safari. Não sabemos se um dia haverá uma loja de apps PWA na Chrome Web Store ou algo assim, entretanto.

Fonte: Tecmundo