AVG agora é Avast

avast-avgAquisição dá à empresa acesso a mais de 400 milhões de dispositivos que rodam o sistema de proteção da concorrente.

A fabricante de antivírus Avast Software ofereceu US$ 1,3 bilhão, em dinheiro, pela AVG Technologies. A compra dá à empresa acesso a mais de 400 milhões de dispositivos que rodam o sistema de proteção da concorrente. Desse total de máquinas, a estimativa é que 160 milhões sejam tablets e smartphones.

A expectativa é que a fusão também traga ganhos de eficiência, bem como permita tirar vantagem de novas oportunidades de crescimento, como oferta de mecanismos de segurança para aplicações de Internet das Coisas.

“A combinação é ótima para nossos usuários. Teremos mais de 250 milhões de usuários de PCs/Macs permitindo que coletemos mais dados para melhorar seus níveis de proteção”, afirmou Vincent Stickler, CEO da Avast.

A transação, ainda, dará à fabricante acesso à tecnologia móvel AVG Zen, que permite controlar os parâmetros de proteção de toda uma família de dispositivos, adicionou o executivo.

O projeto de combinar tecnologias das duas companhias pode significar, também, melhor suporte para o segmento de pequenas e médias empresas.

A AVG é reconhecida por seus softwares gratuitos de antivírus, disponíveis para sistemas operacionais Windows, Mac e Android. Porém, a empresa também possui uma oferta “Pro” dos sistemas, que agrega mais recursos e se endereça a demandas de aplicações corporativas.

O momento é agitado no mercado de segurança. A compra da AVG pela Avast é só mais um capítulo nessa história. Recentemente, veio à tona que a Intel estaria disposta a se desfazer da McAfee. Além disso, há algumas semanas a Symantec comprou a Blue Coat.

Agradecemos ao Davi, Marcelo e Sérgio, colaboradores amigos do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IDGNow!

Especialistas veem riscos à segurança no uso do Windows 10

hackersO novo sistema operacional da Microsoft está chegando cheio de novidades e marcando uma série de mudanças estruturais na forma como a empresa lida com suas plataformas. Mas nem tudo está às mil maravilhas, como apontam os pesquisadores de segurança da AVG.

A empresa de segurança emitiu um alerta sobre a função Wi-Fi Sense, uma das novidades do sistema operacional. Por meio dela, é possível compartilhar com os amigos as credenciais de acesso a conexões de internet fechadas. A partir dos contatos, todos recebem as informações, acabando com a velha tradição de chegar em um local, por exemplo, e pedir a senha. Se um de seus conhecidos já a tiver, todos a terão.

O sistema de compartilhamento funciona por meio da lista de amigos de serviços como Outlook, mas também pode ser estendido ao Facebook, por exemplo. Usuários do Windows 10 em PCs ou tablets, além de celulares com Windows Phone, passarão então a se conectar automaticamente às redes conhecidas, o que para a AVG, pode acabar constituindo uma grave brecha na privacidade.

Apesar de toda a conveniência, afirmam os especialistas, a conexão automática também pode permitir que pessoas mal-intencionadas acessem sistemas fechados. A partir daí, por exemplo, um criminoso pode aplicar métodos de interceptação de tráfego ou criar uma rede voltada justamente para roubar informações daqueles que se conectarem, garantindo uma grande quantidade de vítimas por meio do sistema.

Além disso, a AVG aponta para o fato de que o Windows 10 também é capaz de fazer login em redes que exigem cadastro de forma automática, preenchendo os dados pessoais para o usuário. Aqui, mais um problema, já que nem sempre se sabe se a rede que está sendo acessada é legítima, e a entrega das informações pode acabar constituindo mais um problema de segurança.

Esse é um aspecto que já havia sido apontado na época que o Wi-Fi Sense foi introduzido na versão prévia do sistema operacional. Na época, a Microsoft garantiu que apenas a conexão de internet seria compartilhada, mesmo que exista também uma rede interna ligada ao sinal, o que não impediu que preocupações relacionadas à segurança de uma corporação, por exemplo, surgissem.

A ideia geral é que a novidade pode acabar facilitando ataques man-in-the-middle. Para um criminoso, por exemplo, bastaria se aproximar de um funcionário de uma empresa-alvo, tornando-se um contato de email dele, para obter as credenciais de rede. Na sequência, uma simples aproximação do local poderia dar ao indivíduo mal-intencionado acesso à rede interna.

Felizmente, ambos os recursos podem ser desabilitados por meio das configurações do Windows 10, tanto nos computadores quanto nos dispositivos mobile. Além disso, a AVG recomenda o uso de softwares antivírus e firewalls de proteção em todos os aparelhos, de forma a evitar que ataques desse tipo sejam realizados.

Por fim, é sempre uma boa tomar cuidado com a rede à qual se está conectado. Evite utilizar serviços bancários, sites de compras ou outros que contenham informações sensíveis em Wi-Fis públicos, preferindo fazer esse tipo de coisa em casa ou apenas em conexões nas quais você tenha absoluta confiança.

Agradecemos ao Davi e ao Paulo Sollo, colaboradores amigos do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes:  Canaltech e AVG

AVG faz parceria com o Opera

Opera_and_AVGA empresa fornecedora de soluções de segurança AVG firmou parceria nos últimos dias com a empresa desenvolvedora do navegador Opera.

Segue logo abaixo o informe da AVG com o anúncio oficial da parceria:

Na AVG procuramos continuamente novas parcerias para trazer aos nossos clientes produtos e serviços que melhorem a sua experiência de Internet. Alguns usuários podem ter notado que fizemos uma parceria com o Opera para que possamos te fornecer uma experiência de pesquisa segura em um dos principais navegadores do mercado.

Temos fornecido ao navegador Opera alguns aplicativos e serviços para ajudar você a ficar seguro e para ajudá-lo a proteger a sua identidade online. O pacote inclui dois dos produtos de segurança da AVG, o AVG PrivacyFix e o AVG Secure Search, ambos são projetados para mantê-lo seguro online.

O AVG PrivacyFix verifica a exposição da sua privacidade no Facebook, Google, Twitter e LinkedIn, e com um clique, te leva para as configurações onde você pode corrigi-la. Ele permite que você bloqueie mais de 1.200 rastreadores de seguir seus movimentos online, e permite que você veja quais sites reservam o direito de vender os seus dados pessoais e facilmente pede para eles apagarem o que eles têm sobre você. Você também será alertado sobre os riscos de privacidade ao visitar sites e será informado quando as políticas mudarem.

Com o AVG Secure Search definido como seu provedor de pesquisa padrão você estará protegido ao visitar sites com malware, fraudulentos e com golpes. Dessa forma, você pode acrescentar a paz de espírito durante a sua navegação. Os resultados da sua pesquisa se beneficiarão com a melhorada tecnologia do AVG LinkScanner®, uma das principais características do portfólio de segurança da AVG.

Se você decidir instalar o navegador Opera irá se beneficiar de algumas das principais características, tais como:

* Acelerar redes lentas – O Opera Turbo comprime as páginas para uma navegação mais rápida para ajudá-lo a permanecer online, mesmo quando a sua conexão fica mais lenta.

* O recurso Discover te fornece notícias e entretenimento de alta qualidade de todo o mundo com artigos categorizados a partir de uma variedade de fontes para a sua região e no seu idioma.

* O recurso Stash captura qualquer página com um simples clique e organiza suas páginas em uma lista simples e sofisticada. Analise o seu Stash em uma visualização de página redimensionável ou procure o que você salvou, por palavras-chave.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: AVG blog

AVG atualiza base de dados voltada para o Brasil

avgO antivírus AVG executou recentemente uma atualização voltada para os usuários do Brasil, por causa do aumento de ameaças virtuais criadas especificamente para o país, em português.

A ideia é combater os malwares que mais atingem internautas brasileiros, conforme o banco de dados da desenvolvedora de segurança virtual. As novidades estarão disponíveis nas versões pagas e gratuitas do software; entenda melhor.

As atualizações foram elaboradas em parceria com a companhia brasileira de segurança online Winco. Por meio de um levantamento, as desenvolvedoras constataram que as ameaças específicas surgem na forma de malwares, que tem como objetivo roubar dados dos usuários para acessar grandes bancos nacionais.

A pesquisa resultou no acréscimo dos códigos e assinaturas específicas para a detecção desses ataques na versão brasileira do AVG. “Com essas atualizações, podemos dar uma resposta ainda mais rápida às ameaças que surgem diariamente”, explica o diretor de Marketing da AVG Brasil, Mariano Sumrell.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Techtudo

‘Antivírus está mais vivo do que nunca’, segundo executivo da AVG

AVG LOGO_3D_4 flags_FINAL_lens lettersA utilidade de softwares antivírus foi posta em cheque pela Symantec, criadora do Norton, quando um executivo da companhia disse há duas semanas que o “antivírus está morto”. Porém, não é o que parece pensar o restante da indústria. O chefe de produtos gratuitos da AVG, Tony Anscombe, foi categórico: “O antivírus está mais vivo do que nunca”. Entenda a polêmica.

Segundo o executivo, softwares que utilizam assinaturas de vírus, detecção na nuvem e análises heurísticas e comportamentais são essenciais para se manter protegido contra hackers. “Em nossa casa, temos cercas do lado de fora, chave na porta e alarme contra invasores. No computador e sistemas móveis, a mesma coisa: é necessário ter várias camadas de proteção contra malwares”, diz.

O diretor de marketing da AVG Brasil, Mariano Miranda, vai além, e cita diretamente a criadora do antivírus Norton. “Não sei porque eles [Symantec] disseram isso. Na verdade, só o antivírus de dez anos atrás está morto, que usava unicamente assinaturas de vírus. Hoje, a AVG (e o resto da indústria) usa vários mecanismos para combater malwares, ou seja, não somente vírus”, dispara Miranda.

No limite, a AVG acredita que esse tipo de declaração pode causar a impressão errada nos consumidores, encorajando-os até mesmo a terem comportamento inadequado na Internet.

Por isso, Anscombe alerta: “Se o governo disser que não há violência e as pessoas começarem a deixar carros abertos nas ruas, no dia seguinte aparecerão criminosos para se aproveitar da situação roubando os carros. O pensamento é o mesmo quando se trata de segurança online”.

“A frase [do executivo da Symantec] pode ter sido utilizada fora do contexto, mas soa estranho que tenham dito isso. No mínimo, as manchetes a partir da declaração foram irresponsáveis”, completa.
Entenda o caso
Na ocasião, o vice-presidente sênior de TI, Brian Dye, disse está cada vez mais difícil impedir que hackers invadam computadores domésticos e empresariais, o que poderá forçar toda a indústria a mudar de estratégia: focar na solução em vez da atualmente ineflicaz prevenção da invasão.
Esse cenário estaria mudando até o comportamento dos usuários. “Se os clientes estão preferindo detectar e responder à se proteger, o crescimento virá de detectar e responder”, explicou o concorrente ao se referir ao mercado de softwares antivírus, que vem diminuindo e tendo quedas no faturamento.

Aumento dos perigos na rede
A AVG sustenta a necessidade de utilizar antivírus na crescente profissionalização dos ataques. Enquanto no passado os hackers invadiam sistemas em busca de desafios próprios, ameaças atuais são orquestradas por uma verdadeira rede de cibercriminosos. “Eles buscam lucro com a obtenção de dados valiosos dos usuários, por isso sempre será necessário combatê-los”, detalha Anscombe.

O problema também está nos dispositivos móveis. A AVG considera indispensável o uso de antivírus no celular, mesmo os que têm números menores de aplicativos maliciosos registrados, como iPhone e Windows Phone. Uma das formas comuns de ataque, por exemplo, é o phishing via SMS, que envia links falsos ao usuário com o objetivo de leva-lo a páginas perigosas, independentemente do sistema operacional usado.
De acordo com a AVG, esse tipo de ameaça pode ser bloqueado caso um navegador seguro ou outro app de segurança esteja instalado no dispositivo e possa escanear o link antes de permitir que o usuário possa acessá-lo – um exemplo é o navegador AVG Safe Browser, disponível para iPhone.

O produto mais recente da companhia é o AVG Zen, um programa para Windows com versão para Android e iOS que reúne na tela o status de segurança de vários dispositivos usados pela família. “Toda família tem alguém mais antenado em tecnologia, e essa pessoa vai poder usar o Zen para ajudar as pessoas a manter as configurações de segurança sempre ativas”, explica o representante da AVG.
A ideia é que uma pessoa consiga monitorar a atualização de antivírus e a instalação de ferramentas de segurança em qualquer PC ou smartphone, desde que o dono do aparelho dê a permissão necessária. Assim, sempre haverá alguém responsável por manter os aparelhos seguros. “No futuro, será possível até instalar itens e fazer o update dos pacotes remotamente”, diz Anscombe, que assegura que o programa não permite qualquer controle sobre as funções do aparelho.
AVG Zen é um programa gratuito lançado nos Estados Unidos em março de 2014, portanto só está disponível em inglês. Por isso, as versões para PC e Android ainda não estão disponíveis para o usuário brasileiro em português, que ainda deverá esperar um pouco até que a novidade seja traduzida.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Techtudo

2014: o ano do ramsonware, bitcoin e da privacidade

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Especialistas em segurança apontam as principais tendências para a área de tecnologia no ano de 2014

Este será o ano do ramsonware, do bitcoin e da privacidade, disseram os especialistas em segurança da AVG Technologies, que liberou nos últimos dias as principais tendências e apostas para a área de tecnologia.

Os pesquisadores da empresa de segurança preveem que algumas tendências do ano passado podem ter repercussão e/ou continuidade em 2014, assim como algumas novidades que podem surpreender a todos. Em 2014, os ramsonwares (também conhecidos como vírus de sequestro) serão ainda mais sofisticados.

O fenômeno recente do Cryptolocker foi uma inevitável continuação da tendência desse tipo de ameaça que há algum tempo já perturbava suários e empresas. Mas esse vírus, especificamente, apresentou um grau de sofisticação e habilidade de criptografar arquivos em troca de dinheiro como nunca antes visto.

Os especialistas acreditam que os cibercriminosos irão encontrar novas formas de causar danos e fazer fortuna rápida em 2014, ainda mais se o Cryptolocker tiver uma nova versão.

Outro tipo de ransomware menos comum, mas que também deve causar problemas no próximo ano, é o que possui a funcionalidade de tirar fotos do usuário com sua própria webcam. Os criminosos passam, então, a chantagear a vitima e até cogitam incluir sua imagem em sites de pedofilia para apresentar às autoridades legais. Com medo da chantagem as vitimas acabam, muitas vezes, pagando altos valores para evitar danos por crimes falsos.

Vigilância na Internet

Em 2013 os esforços para criar redes de cooperação internacional entre agências de investigação e polícias de diferentes nações foram bastante tímidos se comparados com os riscos e danos causados pelo crime organizado, pelo terrorismo e pelo cibercrime ao redor do mundo.

Em resposta a isso a tendência em 2014 é de crescimento da chamada “vigilância na Internet”. Ao mesmo tempo, a defesa ativa parece também ganhar popularidade e muitos estudiosos de segurança ao redor do globo passaram a defender o conceito de “segurança ofensiva”, na qual são empregadas todas as táticas, mesmo que potencialmente antiéticas, para investigar e combater crimes online.

De acordo com os especialistas, os defensores da segurança ofensiva argumentam que o número de crimes virtuais continua a subir, ano após ano, porque os criminosos sabem que existe impunidade. Por conta disso, já existem grupos clandestinos secretos que trabalham no combate aos crimes na Internet, buscando minar o trabalho de cibercriminosos de forma independente das agências e governos.

Bitcoins

O conceito de Tecnologia ponto a ponto, antes associado à necessidade dos usuários de compartilhar músicas, vídeos, e outros conteúdos gratuitamente agora está sendo aplicado ao dinheiro – na forma de “crypto-moedas” como o Bitcoin e outras moedas digitais baseadas em instrumentos financeiros.

No entanto, muitos sugerem que o Bitcoin nada mais é do que uma ferramenta para crimes virtuais, e citam o exemplo do Cryptolocker – que usa o Bitcoin como um método de pagamento anônimo e tem sido um dos motores do aumento de seu valor, disseram os especialistas da AVG.

No ano de 2014, o foco deve permanecer no Bitcoin (e outras moedas como a Litecoin e a Novacoin) e os usuários devem se manter atentos à volatilidade e ao alto risco no uso de uma tecnologia ainda nova.

Privacidade

Na atualidade, a privacidade ainda é uma escolha do usuário. Em 2014, os especialistas acreditam que haverá muito mais discussão sobre o direito à privacidade. O usuário deve ter a possibilidade de se desconectar completamente da Internet ou pode optar por partilhar cada minuto de sua vida nas mídias sociais.

Futuro digital

Nos próximos cinco anos, a expectativa é de que mais de 2,5 bilhões de pessoas se conectem à Internet pela primeira vez no mundo.

“No entanto, ao serem confrontados com tamanha complexidade tecnológica, esses novos usuários enfrentam uma curva de aprendizagem muito mais íngreme e, infelizmente, são mais suscetíveis a problemas”, afirma Mariano Sumrell, diretor de Marketing da AVG Brasil.

Sumrell alerta também que “a proteção é sempre melhor alcançada com uma combinação de tecnologia adequada, sistemas atualizados e um maior nível de conscientização e educação dos usuários”.

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IDG Now!

Facebook e AVG viram parceiros

A desenvolvedora de soluções de segurança para PCs, AVG, acaba de fechar uma nova parceria com o Facebook. Com isso, a empresa disponibiliza seu pacote de segurança na rede social e ajudar a coletar dados sobre links maliciosos no serviço.

A ideia da parceria é fornecer mais segurança para os usuários do Facebook, oferecendo escaneamento do PC e monitoramento de links em tempo real. O pacote de segurança AVG AntiVírus Free 2013 está disponível no Facebook AV Marketplace – local onde os internautas podem baixar aplicativos para proteger seus computadores.

A partir da identificação de links maliciosos pelo app AVG LinkScanner, o Facebook terá mais agilidade para notificar seus usuários sobre as ameaças disseminadas pelos internautas na rede social.

Segundo o CSO (chefe de segurança) do Facebook, Joe Sullivan, a rede social conta hoje com mais de um bilhão de usuários, tornando-se um importante alvo para os cibercriminosos. E, com a ajuda da AVG, a empresa espera diminuir a incidência de vírus e outros malware disseminados nas URLs compartilhadas no serviço.

O diretor de Marketing da AVG Brasil ainda afirma que em agosto desse ano o AVG Threat Labs (laboratório de identificação de ameaças da AVG) identificou um aumento surpreendente de ataques no serviço com o uso do Backhole Exploit kit, ameaça na qual os usuários da rede não conseguiam mais acessar suas contas.

Outro alvo dos cibercriminosos é a disseminação de links maliciosos por meio de falsos anúncios no Facebook, que causou um aumento de 250 mil para 1,6 milhões de ataques no serviço.

O AVG AntiVírus Free 2013 já está disponível no Facebook AV Marketplace para todos os usuários da rede social.

Agradeço ao Lucas e ao Davi, amigos e colaboradores do Seu micro seguro, pela referência a esta notícia.

Fonte: Info