Mitos e verdades sobre como lidar com baterias de celular

Dicas podem ajudar seu smartphone ficar ligado por mais tempo para você acessar as redes sociais, assistir a vídeos e executar seus jogos favoritos.

A bateria tem se tornado um dos temas mais discutidos pelos usuários de smartphones. Seja pelos perigos causados pelo explosivo Galaxy Note 7, da Samsung, ou pela grande autonomia oferecida por modelos como o Zenfone4 Max, da Azus, e o Galaxy A9, da própria Samsung, as pessoas sempre estão interessadas em encontrar formas de fazer com que aparelhos fiquem ligados por mais tempo para acessar as redes sociais, assistir a vídeos e executar jogos.

Apesar de diversas tentativas dos usuários, muitos ainda têm informações bem diferentes sobre qual a melhor forma de conservar a bateria do celular . Pensando em acabar com as principais dúvidas dos usuários, Everton Vianna, consultor de tecnologia, elenca alguns mitos e verdades sobre o assunto, além de trazer dicas sobre como otimizar seu uso. Confira:

1) A bateria pode ficar viciada?

Ainda que tenha perdido seu desempenho original, demore mais tempo para completar sua recarga ou descarregar mais rapidamente, sua bateria provavelmente não está viciada. Isso porque os celulares fabricados atualmente costumam usar baterias de íon de lítio, o que significa que ela não vicia e pode ter cargas parciais sem estragá-las. Os aparelhos mais antigos podem apresentar algo desse tipo pois eram fabricados com baterias de níquel-cádmio, que eram sujeitas a algo conhecido como “efeito memória”.

2) A primeira carga em celulares novos ainda é necessária?

Provavelmente por conta dos aparelhos mais antigos, muitos usuários acreditam que os celular que saem de fábrica precisam receber uma carga inicial para não viciarem. A prática, no entanto, não é necessária, já que os modelos costumam ser vendidos com uma carga parcial. Como as baterias não viciam, fica a seu critério fazer a primeira recarga ou não, mas lembre-se que isso não influenciará no desempenho do aparelho.

3) Posso usar o celular até ele descarregar totalmente?

Essa é uma das piores situações que o usuário pode submeter seu celular. Por conta da tecnologia de íon de lítio, deixar o aparelho ficar completamente sem bateria faz com que ela diminua sua vida útil. Apesar do risco, muitas empresas já sabem desse problema e já fabricam seus aparelhos de forma a desligá-los quando chegam a uma carga de cerca de 5%. Com essa estratégia, a bateria não fica totalmente sem carga e sua vida útil é preservada.

4) Deixar o celular carregando por muito tempo é ruim?

Neste caso, é importante fazer algumas pontuações. Caso o seu carregador seja original e não possua nenhum defeito, o risco é quase nulo, já que os celulares atuais já saem de fábrica com formas de cortar a alimentação de energia quando chegam nos 100% para não ficarem superaquecidos. Por outro lado, se o carregador não é original, a melhor saída é ficar de olho. A comunicação entre o acessório e o celular pode ser falha e aquecer o aparelho, podendo queimar o smartphone ou até mesmo colocando-o sob risco de explosão.

5) Posso usar o celular enquanto ele está carregando?

Em teoria, o uso do celular ao mesmo tempo em que ele carrega só faria a recarga ficar um pouco mais demorada. Porém, altas temperaturas podem ser registrada durante esse uso simultâneo, fazendo com que a performance da bateria diminua e que alguns componentes do celular sejam danificados. A dica, neste caso, é evitar utilizar aplicativos mais pesados, como jogos, no instante da recarga para diminuir o risco de um superaquecimento. Se durante o uso você sentir o aparelho aquecendo, desligue-o ou retire do carregador.

6) Carregadores veiculares danificam a bateria?

Esse tipo de carregador não costuma oferecer um funcionamento apropriado e oscilações podem causar danos irreversíveis à bateria. No entanto, isso também acontece para os carregadores de tomada. Por isso, sempre dê preferência por carregadores originais com a mesma especificação do seu celular. Ainda que sejam de outras marcas, os acessórios originais oferecem mais segurança e, em alguns casos, garantia de fábrica.

7) Carregadores turbo funcionam em todos os celulares?

Sim e não. Com mais potência que os modelos tradicionais, os carregadores turbo são aqueles que completam a bateria do celular mais rapidamente, mas não funcionam com qualquer modelo. Estes acessórios têm um filtro que permite regular a potência de carga para não danificar seu aparelho. Assim, caso seu smartphone não tenha suporte para a tecnologia, ele não terá um carregamento veloz, mas o acessório funcionará como um carregador tradicional.

8) Celular muito quente pode estragar a bateria?

Sim, manter o smartphone exposto a temperaturas muito altas pode drenar a bateria de forma mais rápida, o que, por consequência, pode diminuir a vida útil dela. Em ambientes fechados, como sua casa ou trabalho, evite mantê-la próxima a locais quentes. Para uso no automóvel, o recomendado é procurar um local com menor exposição solar – não coloque o aparelho próximo às janelas, por exemplo. Lembre-se sempre: celular e sol não combinam.

9) Baterias podem explodir?

Por mais que não seja comum, mau uso da bateria ou erros de engenharia cometidos pela fabricante do celular podem ocasionar explosões. Foi o que aconteceu com o Galaxy Note7, no fim de 2016. Em situações normais, no entanto, o sistema que mantém a temperatura do aparelho estável funciona corretamente. Caso haja um superaquecimento, a bateria torna-se inoperante, evitando um incidente maior.

10) A bateria perde força com o tempo?

Assim como os demais equipamentos, em que existe um desgaste natural de sistema e peças, a bateria do celular também está sujeita a perda de seu rendimento com o tempo. Sua vida útil é, em média, de um ano sem apresentar problemas. Depois disso, é natural que o desempenho apresente uma queda. No entanto, todos os fatores citados nos itens anteriores ajudam a prolongar esse período.

Fonte: IDGNow!

Quer economizar 20% da bateria do seu Android? Basta deletar este app

bateriaSe você está sofrendo com a duração da bateria do seu smartphone, talvez tenha acessado esta notícia com muita esperança. Pois felizmente, estamos falando de um aplicativo que realmente garante um aumento na autonomia  e que pode ser desinstalado por qualquer pessoa. Isso mesmo: não se trata de um app de sistema ou que dependa de root para a exclusão.

Infelizmente, nem todo mundo vai querer pagar o preço que isso vai cobrar. De acordo com vários veículos da imprensa internacional e também usuários que publicaram seus resultados em fóruns, uma forma bem simples de aumentar a autonomia do Android está em excluir o aplicativo oficial do Facebook.

De acordo com muitos dos que fizeram a experiência, além de aumentar a autonomia em cerca de 20%, também foram percebidas algumas melhorias de desempenho e velocidade com o processo. O Metro ainda revela que o Facebook Messenger não influencia tanto quanto o app principal da rede social. Caso você decida fazer a exclusão do aplicativo do Facebook, você pode continuar acessando os feeds e perfis diretamente pelo Google Chrome — ou qualquer outro navegador instalado em seu smartphone.

Fonte: Tecmundo

Novo Chrome para Android promete economizar bateria

chrome_52jpgO navegador do Chrome, do Google, quer ser o melhor amigo do seu smartphone quando o assunto é assistir vídeos no Android.

A gigante diz que a versão 52 do browser fará isso ao tornar mais rápido o carregamento de vídeos, além de fazer com que a reprodução seja mais suave e gaste menos bateria.

O usuário deverá ver menos pausas logo antes do vídeo carregar e sofrer com uma perda menor de bateria enquanto assiste a clipes, afirma o Google.

Se você usa o modo de economia de dados do Chrome, também poderá economia de até 50% no consumo de dados ao carregar versões “peso leve” dos vídeos.

Pelo que parece, há um pouco de compressão no local que troca a qualidade do vídeo por uso de dados.

Como costuma acontecer, o update será liberado diretamente pela Play Store, do Google – os mais apressados podem recorrer ao APK Mirror.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IDG Now!

Fechar apps no Android pode deixar o sistema mais lento

apps_moveisFechar constantemente aplicativos usados no cotidiano do smartphone com sistema operacional Android pode deixar a operação do aparelho mais lenta, um efeito exatamente oposto ao esperado quando a usuário faz uma limpa nos aplicativos que estão rodando em segundo plano.

Embora seja uma dica famosa para “desafogar” a memória do aparelho, e em alguns casos realmente funciona, o renomado desenvolvedor Oasis Feng, criador do aplicativo Greenify, que promete melhorar a performance de sistemas, explicou no Reddit que o uso de task killers pode causar problemas no uso a longo prazo.

O movimento de swipe para fechar os apps encerra o processo, impedindo que eles sejam armazenados como cache na memória. Assim, é mais demorado para reabri-los, o que faz com que sejam usados mais ciclos de CPU para criar o processo e reiniciar o aplicativo. Assim, isso tende a gastar sua bateria e seu tempo.

Ele, no entanto, explica que os perigos explicados no parágrafo acima valem, principalmente, para aqueles aplicativos que você costuma abrir com mais frequência. Forçar a parada realmente libera memória, portanto é possível fechar os apps que você não costuma usar regularmente.

Caso contrário, fechar apps só causa mais problemas, principalmente se você tiver um aparelho com 2 GB ou mais de memória RAM. Nestes casos, raramente é necessário limpar a memória do aparelho, de modo que há pouco ou nenhum benefício em forçar a parada de aplicativos do celular.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital

Informações da bateria podem ser usadas para rastrear suas atividades

bateriaA API de status de bateria é uma função criada em 2012 pelo World Wide Web Consortium (W3C), organização que supervisiona a padronização de formatos para a internet. Essa API serve para informar a um site o quanto de bateria resta em um dispositivo que o esteja visitando.

Assim, elementos que normalmente consomem muita energia para serem carregados podem ser desativados automaticamente, diminuindo o consumo da bateria e aumentando as chances de que o usuário permaneça por mais tempo conectado. Esse nível de informação foi considerado pelo W3C como praticamente não invasivo, uma vez que não dá nenhuma identificação do usuário, por isso os sites não precisam de permissão para coletar esses dados nem devem notificar que o estão fazendo.

No entanto, de acordo com um estudo realizado por quatro pesquisadores de segurança digital provenientes da França e da Bélgica, essas informações não são assim tão irrelevantes quanto aparentam. Isso porque os dados coletados são incrivelmente detalhados, registrando até mesmo a quantidade de segundos restantes antes de o aparelho ficar completamente sem energia e a porcentagem exata da carga atual do dispositivo.

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Cruzando essas duas informações, um site consegue determinar um número entre cerca de 14 milhões de combinações, que serviria como uma espécie de ID do dispositivo. Esse registro é feito somente uma vez a cada 30 segundos, mas, ao verificar a velocidade de descarga da bateria, o sistema pode calcular qual é o próximo número que aquele aparelho vai apresentar e identificá-lo entre os demais visitantes do site em questão.

Então, vamos supor que um usuário visite uma página em modo anônimo enquanto usa algum VPN e, em seguida, retorne ao mesmo endereço eletrônico com essas funções desligadas, para que o mesmo IP não seja registrado. Ainda assim, a API de status de bateria serviria para “dedurar” aquele novo visitante como o mesmo que acabou de sair do site, que reativaria os mesmos cookies usados durante a primeira visita.

Essa API atualmente está integrada aos navegadores Chrome, Opera e Firefox. Os pesquisadores apontaram que, dependendo da plataforma utilizada para acessá-los e da frequência com que alguém visita o mesmo website, é possível determinar até mesmo qual é o limite total da bateria do aparelho. Isso serviria para criar um parâmetro de comparação entre diferentes dispositivos e a informação resultante poderia ser usada na otimização do consumo causado pelas páginas do site em questão.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

Chrome é o navegador que mais consome bateria no Windows 10

chrome_bateriaUm teste feito pelo site Digital Citizen comparou o desempenho dos principais navegadores da web em três aparelhos diferentes rodando Windows 10. O objetivo era descobrir qual dos browsers consome mais energia da bateria, e o “vencedor” foi um dos mais populares entre os usuários: o Google Chrome.

Os modelos testados foram o Surface Pro 3, híbrido de tablet e notebook da Microsoft; o ZenBook, da Asus; e o tablet Portege, da Toshiba (que também pode ser usado como notebook se acoplado a um teclado, mas não foi o caso aqui). Em cada dispositivo foi instalada a versão mais recente do Mozilla Firefox, Google Chrome, Opera, Microsoft Edge e Internet Explorer, sem extensões ou configurações personalizadas.

Nos três dispositivos, o campeão de economia de energia foi o “básico” Internet Explorer. Em relação ao Google Chrome, o antigo navegador da Microsoft chegou a salvar entre 30 minutos e uma hora de bateria. O Edge, browser padrão no Windows 10, ficou em segundo lugar, salvando dois minutos de tempo de recarga a menos do que o antecessor.

Em terceiro lugar, nos três testes, ficou o Firefox. Usar o browser da Mozilla fez a bateria dos aparelhos durar entre 3 horas (no Surface Pro) e 5 horas (no Toshiba Portege). Já o Opera, em quarto lugar, ficou empatado com o Chrome quando executado no tablet da Toshiba, consumindo a energia do aparelho em cerca de 282 minutos (pouco mais de 4 horas e meia).

O Chrome, maior consumidor de bateria entre os navegadores testados, teve seu pior desempenho no Surface Pro da Microsoft. Com ele, a bateria do dispositivo durou 152 minutos – ou duas horas e meia. A diferença em comparação com o econômico Internet Explorer chegou a 28%.

Naturalmente, o resultado do teste pode ser diferente da experiência de cada usuário, considerando o modelo do dispositivo utilizado, a versão do navegador e até as tarefas executadas por ele. Afinal, economizar bateria nem sempre justifica perdas em segurança e velocidade (como é o caso do Internet Explorer).

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes: Olhar Digital e Digital Citizen

Indicador de bateria do notebook pode comprometer privacidade do usuário

notebookO indicador da bateria do seu computador pode ser usado para que alguém te espione pela internet.

A possibilidade peculiar foi denunciada por pesquisadores de França e Bélgica e depois noticiada pelo The Guardian. Trata-se de uma situação que só existe graças a determinação feita pelo World Wide Web Consortium (W3C).

O que acontece é que nas especificações do HTML5 consta a possibilidade de rastrear o status da bateria do computador sem pedir permissão. Desde 2012 os navegadores Firefox, Chrome e Opera usam esse recurso para, dependendo de como estiver a máquna, entrar em modo de economia de energia, mas essas informações também podem servir para contar mais coisas sobre o usuário.

Os pesquisadores descobriram que os dados coletados pelos navegadores são repassados aos sites de uma forma surpreendentemente específica, contendo o tempo estimado em segundos que a bateria levará para acabar completamente e a capacidade da bateria estimada em percentual.

Combinados, esses dois números estão em uma de 14 milhões de combinações, ou seja, podem ser transformados em ID. Como os valores são atualizados apenas a cada 30 segundos, os sites conseguiriam identificar os usuários usando esses padrões.

Um exemplo: internautas que buscam anonimato abrem janelas incógnitas, limpam histórico e cache, usam VPN. Mas, se e esses internautas visitarem o mesmo site repetidamente, a página consegue identificá-los pelo padrão de uso das baterias de seus computadores. O site, então, pode reconstruir os cookies e outros identificadores.

Agradecemos ao Paulo Sollo, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital