Chrome é o navegador que mais consome bateria no Windows 10

chrome_bateriaUm teste feito pelo site Digital Citizen comparou o desempenho dos principais navegadores da web em três aparelhos diferentes rodando Windows 10. O objetivo era descobrir qual dos browsers consome mais energia da bateria, e o “vencedor” foi um dos mais populares entre os usuários: o Google Chrome.

Os modelos testados foram o Surface Pro 3, híbrido de tablet e notebook da Microsoft; o ZenBook, da Asus; e o tablet Portege, da Toshiba (que também pode ser usado como notebook se acoplado a um teclado, mas não foi o caso aqui). Em cada dispositivo foi instalada a versão mais recente do Mozilla Firefox, Google Chrome, Opera, Microsoft Edge e Internet Explorer, sem extensões ou configurações personalizadas.

Nos três dispositivos, o campeão de economia de energia foi o “básico” Internet Explorer. Em relação ao Google Chrome, o antigo navegador da Microsoft chegou a salvar entre 30 minutos e uma hora de bateria. O Edge, browser padrão no Windows 10, ficou em segundo lugar, salvando dois minutos de tempo de recarga a menos do que o antecessor.

Em terceiro lugar, nos três testes, ficou o Firefox. Usar o browser da Mozilla fez a bateria dos aparelhos durar entre 3 horas (no Surface Pro) e 5 horas (no Toshiba Portege). Já o Opera, em quarto lugar, ficou empatado com o Chrome quando executado no tablet da Toshiba, consumindo a energia do aparelho em cerca de 282 minutos (pouco mais de 4 horas e meia).

O Chrome, maior consumidor de bateria entre os navegadores testados, teve seu pior desempenho no Surface Pro da Microsoft. Com ele, a bateria do dispositivo durou 152 minutos – ou duas horas e meia. A diferença em comparação com o econômico Internet Explorer chegou a 28%.

Naturalmente, o resultado do teste pode ser diferente da experiência de cada usuário, considerando o modelo do dispositivo utilizado, a versão do navegador e até as tarefas executadas por ele. Afinal, economizar bateria nem sempre justifica perdas em segurança e velocidade (como é o caso do Internet Explorer).

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes: Olhar Digital e Digital Citizen

Indicador de bateria do notebook pode comprometer privacidade do usuário

notebookO indicador da bateria do seu computador pode ser usado para que alguém te espione pela internet.

A possibilidade peculiar foi denunciada por pesquisadores de França e Bélgica e depois noticiada pelo The Guardian. Trata-se de uma situação que só existe graças a determinação feita pelo World Wide Web Consortium (W3C).

O que acontece é que nas especificações do HTML5 consta a possibilidade de rastrear o status da bateria do computador sem pedir permissão. Desde 2012 os navegadores Firefox, Chrome e Opera usam esse recurso para, dependendo de como estiver a máquna, entrar em modo de economia de energia, mas essas informações também podem servir para contar mais coisas sobre o usuário.

Os pesquisadores descobriram que os dados coletados pelos navegadores são repassados aos sites de uma forma surpreendentemente específica, contendo o tempo estimado em segundos que a bateria levará para acabar completamente e a capacidade da bateria estimada em percentual.

Combinados, esses dois números estão em uma de 14 milhões de combinações, ou seja, podem ser transformados em ID. Como os valores são atualizados apenas a cada 30 segundos, os sites conseguiriam identificar os usuários usando esses padrões.

Um exemplo: internautas que buscam anonimato abrem janelas incógnitas, limpam histórico e cache, usam VPN. Mas, se e esses internautas visitarem o mesmo site repetidamente, a página consegue identificá-los pelo padrão de uso das baterias de seus computadores. O site, então, pode reconstruir os cookies e outros identificadores.

Agradecemos ao Paulo Sollo, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital

Falha no Android esgota rapidamente bateria de smartphones

bateria_androidUsuários de smartphones que rodam as versões 5.0 e 5.1 do Android (Lollipop) identificaram um bug no sistema operacional que esgota rapidamente a bateria quando eles estão conectados a redes móveis. O problema foi postado no fórum do Google Code.

De acordo com os usuários, trata-se de um erro que faz com que aplicativos que estejam rodando no plano de fundo consumam tanta energia e dados quanto se estivessem abertos. Com isso, a bateria é bastante prejudicada. Em alguns casos, aplicativos relativamente leves como o Google Play passam a consumir mais bateria do que a própria tela.

A vulnerabilidade afeta uma grande variedade de dispositivos, incluindo os da família Nexus (desenvolvidos em parceria com o próprio Google) e os Galaxy S6, da Samsung. Nos casos mais extremos, ele causa um consumo tão elevado de energia que torna-se quase impossível deixar o aparelho desconectado da tomada.

Apesar da gravidade do problema, o post no fórum do Google Code sobre o assunto (criado no dia 11 de maio) continua com um nível de prioridade baixo, o que tem enfurecido os usuários. A empresa ainda não fez nenhum comentário sobre o bug.

Por ora, algumas das soluções encontradas por outros usuários são negar permissão de acessar redes aos aplicativos responsáveis pelos maiores gastos da bateria, ou desabilitar de todo o acesso a redes móveis no telefone.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital

Apps para Android que mais consomem recursos e bateria

androidIndependente da potência do hardware do seu smartphone, ter muitos aplicativos instalados nele pode resultar numa fraqueza significativa do aparelho. A reclamação maior e uma das piores experiências que um usuário pode enfrentar com os atuais telefones inteligentes é a duração da bateria. Com certeza, todos já estiveram nessa situação.

Pensando nisso, a AVG criou um relatório que mostra de maneira clara quais são os programas que estão comprometendo a durabilidade da bateria do seu Android.

A empresa de segurança analisou dados de um milhão de usuários do sistema operacional que possuem o AVG instalado e resumiu quais são estes aplicativos. Porém, a lista só conta com os apps mais populares, aqueles com mais de um milhão de downloads. Confira:

Os 10 apps que mais afetam o desempenho

  1. Facebook
  2. Path
  3. 9GAG Fnny Pics & Videos
  4. Instagram
  5. Spotify Music
  6. BBM (BlackBerry)
  7. QQ (Tencent Technology)
  8. textPlus Free Text & Calls
  9. Wattpad Free Books & Stories
  10. iFunny

Os 10 apps que mais consomem bateria

  1. AllShareCast DOngle S/W Update (Samsung)
  2. ChatON Voice & Video Chat (Samsung)
  3. Beaming Service for Beep’n’Go (Moheam)
  4. magicApp: Free Calls (magiclack VocalTec)
  5. Samsung WatchON Tablets
  6. Facebook
  7. Path
  8. PPS for Mobile
  9. Vault-Hide SMS Pics & Videos
  10. Al-Moazin Lite Prayer Times

Os 10 apps que mais consomem armazenamento

  1. NY Times – Breaking News
  2. Tango Messenger Video & Calls
  3. Spotify Music
  4. Facebook
  5. Chrome Browser
  6. 9GAG Funny Pic & Videos
  7. Instagram
  8. LINE camera – Selfie & Collage
  9. Vine
  10. Talking Angela

Os 10 jogos que mais consomem bateria

  1. Puzzle & Dragons (GungHo Online Entertainment)
  2. Hay Day (Supercell)
  3. Candy Crush Saga (King)
  4. Minecraft – Pocket Edition (Mojang)
  5. Cookie Jam (SGN)
  6. Pet Rescue Saga (King)
  7. Clash of Clans (Supercell)
  8. Buuble Witch 2 Saga (King)
  9. Farm Heroes Saga (King)
  10. Angry Birds (Rovio Mobile)

Agradecemos ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Canaltech

Google irá corrigir problema do Chrome de drenagem de bateria

chrome-batteryO Google informou que irá corrigir o problema do navegador Chrome que drena a bateria dos notebooks com sistema Windows noticiada hoje pela manhã aqui no seu micro seguro.

Chamado “system clock tick rate” (taxa de pulso do sistema, em tradução livre), o recurso desperta o processador do aparelho sem necessidade em diversos momentos, portanto, desperdiçando a carga elétrica em até 25%, segundo a Microsoft, dependendo da configuração do aparelho.

Enquanto o intervalo médio de acesso ao processador é de 15.625ms, o Chrome reduz esse tempo para 1000ms, causando a drenagem da bateria. O problema foi indicado nesta semana em uma reportagem da Forbes, apesar de existir desde 2010. O fato foi confirmado pelo Google à PC World.

Os demais navegadores mais usados do mercado (Firefox, Internet Explorer e Opera) não apresentam o mesmo problema. A correção do intervalo de acesso ao processador dos notebooks com Windows está no topo das prioridades da equipe do Chrome, de acordo com o Google.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Info

Google Chrome consome muita bateria dos portáteis

gchrome-notebookTaxa de atualização de clock imposta pelo navegador está afetando a maneira como seu processador se comporta

Caso você esteja tendo problemas com a duração da bateria de seu laptop baseado no Windows, pode ser uma boa deixar de usar o Google Chrome para navegar pela internet. Segundo um contribuidor da Forbes, essa versão específica do software possui um problema que faz com que o consumo de eletricidade de seu aparelho aumente em até 25%.

Isso acontece devido a um sistema conhecido como “system clock tick rate” (em outras palavras, a taxa de atualização do clock do sistema), usado internamente pelo sistema operacional e que dificilmente é conhecido pelos consumidores. Essa nomenclatura se refere aos intervalos entre a realização de diferentes eventos, que é definida de forma a evitar o uso excessivo de recursos em tarefas que não demandam um grande poder de processamento.

Como padrão, o Windows define esse intervalo para 15,625 milissegundos, taxa que muda para somente 1 milissegundo a partir do momento em que o Chrome é aberto. Com isso, o sistema operacional passa a “acordar” mil vezes por segundo, ao contrário das 64 vezes em que está programado como padrão — o resultado é um consumo muito mais acelerado da bateria.
Um programa pode afetar todo o sistema

Segundo a Forbes, a própria Microsoft reconhece que a taxa de mil milissegundos pode aumentar a taxa de consumo energético em até 25%. O que torna o uso específico do Chrome um problema é o fato de que a “system clock tick rate” atua de maneira universal — ou seja, somente um software pode afetar a maneira como o computador lida com todas as tarefas ativas.

Ciente disso, o Internet Explorer foi programado para adotar taxas dinâmicas, embora, como padrão, adote a taxa de 15,625 milissegundos. No entanto, ao abrir um vídeo no YouTube, por exemplo, essa taxa aumenta para um milissegundo como forma de assegurar a reprodução com qualidade de conteúdos em alta definição (basta fechar a aba relacionada para que a velocidade de atualizações volte ao normal).

Embora uma taxa de atualizações maior assegure que seu computador vai apresentar um desempenho aprimorado, isso pode ser um problema quando lidamos com conteúdos pouco exigentes. No caso do Chrome, é justamente aí que está o problema — em vez de aumentar e diminuir valores de forma dinâmica, o navegador adota a taxa de 1 milissegundo a partir do momento em que é aberto, o que tem se mostrado mortal para usuários de dispositivos portáteis.

Agradeço ao Davi e ao Igor, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

Sony alerta para risco de aquecimento e fogo em notebooks

sonyvaioFalha acontece nas baterias do notebook que são produzidas pela Panasonic

A Sony disparou um alerta de risco nesta sexta-feira, 25,905 mil baterias feitas pela Panasonic para os notebooks Vaio Fit 11A da empresa japonesa podem ter risco de aquecimento e pegarem fogo. Segundo o jornal Wall Street Journal, a companhia indica aos usuários não usarem o computador que parou de ser vendido no começo do mês. A Panasonic também confirmou a falha.

Três relatórios apontaram aquecimento e queimaduras parciais nos computadores Vaio. O primeiro incidente foi em 19 de março no Japão, em seguida apareceram problemas similares em Hong Kong no dia 30 de março e na China no dia 8 de abril. Ainda de acordo com a Sony, sete mil notebooks da série Vaio Fit 11A foram vendidos na Ásia (excluindo China e Japão), sete mil na Europa, dois mil na China, 3,6 mil no Japão, 5,6 mil na América Latina e 500 nos Estados Unidos.

Este não é o primeiro problema da Sony. Em 2010, a Sony precisou chamar 535 mil notebooks Vaio para um recall devido uma falha no controle de temperatura (que causava excesso de calor) e forma distorcida do PC.

Agradeço ao Lucas, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Terra Tecnologia