Como funciona o bloqueio de anúncios do Chrome

Chamada de “filtragem de anúncios”, funcionalidade foi lançada em 15 de fevereiro e funciona de forma um pouco diferente dos ad blockers tradicionais.

Como prometido, o Google lançou recentemente um recurso para bloquear anúncios no seu navegador Chrome. A funcionalidade tinha sido anunciada originalmente há cerca de um ano.

Apesar de esse não ser o primeiro esforço do tipo por parte do Google, a decisão da gigante – efetivamente um ataque preventivo contra ainda mais usuários tendo de recorrer a add-ons independentes para lutar contra os anúncios on-line – ganha em impacto e importância por conta da dominância do Chrome no mercado de browsers.

Com mais de 61% de todos os usuários de navegadores rodando o Chrome em janeiro deste ano, segundo dados da Net Applications, o fato é que quando o navegador do Google fala, toda a Internet escuta.

Os sites que decidirem não se adequar à iniciativa recente do Google, farão isso por sua própria conta e risco.

Mas quais tipos de anúncios exatamente o Chrome vai bloquear – o Google gosta de chamar a prática de “ad filtering” (algo como filtragem de anúncios, em tradução livre)? Como o recurso funciona e quais os motivos por trás do seu lançamento?

O que é essa “filtragem de anúncios” do Chrome?

O Google chamou a nova funcionalidade do Chrome de “ad filter” em vez de “ad blocker”, a nomenclatura mais comum para softwares separados ou embutidos em navegadores que fazem essa limpeza de anúncios publicitários dos sites.

A razão para isso é que, ao contrário da maioria dos ad blockers, o Google não vai eliminar todos os anúncios dos sites e então fechar os agora espaços em branco para fazer com que a página pareça mais ou menos composta. Em vez disso, o Chrome busca por determinados tipos de anúncios, aqueles que a Coalition for Better Ads (CBA) afirma que violam o que o grupo em questão chama de “Better Ads Standars” (algo como Melhores Padrões para Anúncios”, e então elimina essas publicidades dos sites.

Os padrões identificaram vários tipos de anúncios em PCs e aparelhos móveis que a pesquisa feita pela CBA alega serem os tipos mais irritantes de anúncios on-line.

Em um PC, o Chrome busca por quatro das seis categorias consideradas pelo painel: pop-ups, anúncios que reproduzem automaticamente áudio e vídeo, os grandes “anúncios presticiais” que vem acompanhados por um relógio com contagem regressiva, e os chamados “large sticky ads”, que cobrem mais de 30% da tela e continuam na mesma posição, não importando o quanto o usuário desça a barra de scroll.

Já quando está rodando no sistemas móveis, como iOS e Android, o Chrome foca seus esforços em uma mistura diferente: 8 tipos de anúncios, a partir de um total de 12 tipos que são investigados.

O Google está caminhando por uma corda bamba ao chamar a sua abordagem de filtragem de anúncios (em vez de bloqueio de anúncios) porque o resultado final nos sites atingidos pelo Chrome é o mesmo que um ad-blocker teria: todos os anúncios terão “desaparecido”. Vale destacar também que essa filtragem que o Google realiza é em um modelo de site a site, não de anúncio por anúncio, algo que algumas análises sobre a nova funcionalidade não mencionaram.

Como funciona essa filtragem de anúncios do Chrome?

O processo de vários passos que o Google implementou começa com uma avaliação automática de uma amostra das páginas dos sites que levam em conta as violações dos padrões estabelecidos pela coalização. Cada site recebe uma nota: Passing, Warning ou Failing.

Um aviso (“warning”, no caso) significa que o site possui “algumas experiências de anúncios que violam os Melhores Padrões Para Anúncios”, que o administrador do site precisa corrigir antes de reenviar a página para uma análise seguinte. Como o nome sugere, uma classificação de falha (“failing”, no caso) indica que “muitas” violações foram encontradas, e que o dono do site tem 30 dias para fazer as mudanças e solicitar uma segunda análise. A chamada filtragem de anúncios do Chrome entra em ação caso o site não resolva os problemas após esse prazo.

Uma vez que a filtragem de anúncios entrar em ação, o Google vai eliminar os anúncios de um site por pelo menos 30 dias, porque os envios seguintes para análise após os dois primeiros não podem ser feitos até que tenham passado esses 30 dias.

Os sites avaliados como “falhos” são adicionados a uma lista que o Google mantém em seus servidores. O Chrome usa essa blacklist para ficar de olho nas URLs. Quando o navegador encontra um item correspondente – ao ser direcionado para uma página que recebeu uma avaliação “failing” – o browser faz outra busca, desta vez por “impressões digitais” de anúncios fornecidas pela EasyList, a lista open-source de regras para identificação e remoção de anúncios que forma a base da maioria dos ad blockers para navegadores, incluindo serviços como Adblock e Adblock Plus.

Neste ponto, o Chrome se nega a honrar os pedidos da página por anúncios, evitando que eles apareçam porque nunca são carregados (A maioria dos anúncios são servidos por redes de terceiros e não diretamente pelos servidores rodando o site em si.) Em qualquer página com pelo menos um anúncio omitido, o Chrome notifica o usuário com uma mensagem “Ads blocked” (“Anúncio bloqueado”). Esse aviso poderá ser expandido para exibir uma mensagem com os dizeres “This site tends to show intrusive ads” (“Esse site costuma mostrar anúncios intrusivos”), juntamente com uma opção para desabilitar o recurso de filtragem de anúncios do navegador para a página em questão.

É importante destacar isso: nos sites que falharam na avaliação, todos os anúncios são eliminados, não apenas aqueles que levaram à violação em primeiro lugar. Pense nos anúncios que levaram à avaliação ruim como gatilhos para o Chrome limpar o site de qualquer tipo de publicidade.

O Google nem sempre destacou essa informação nos seus anúncios sobre a nova política. Mas em dezembro do ano passado, em uma atualização sobre a abordagem, a gigante afirmou o seguinte: “A partir de 15 de fevereiro…o Chrome vai remover todos os anúncios dos sites que possuem um status ‘failing’ no Ad Experience Report por mais de 30 dias”.

Por que o Google está fazendo isso?

Em junho de 2016, quando o Google abordou a ideia sobre essa filtragem de anúncios, a gigante de buscas citou um aumento de 30% na comparação ano a ano no uso de extensões que bloqueiam anúncios, impulsionado por anúncios “esmagadoramente frustrantes ou intrusivos”. “Isso reduz a habilidade dos publishers continuarem criando conteúdos livres e ameaça a sustentabilidade do ecossistema da web”, afirmou a empresa de Mountain View na época.

Apesar de em alguns momentos ter citado uma melhor experiência dos usuários no Chrome como uma razão para restringir os anúncios, quase sempre a gigante destacou a importância de evitar que a reputação da publicidade on-line seja derrubada por essas más experiências. E isso não é uma surpresa para ninguém: a ascensão do Google para virar uma potência do tamanho que é aconteceu justamente por conta das receitas geradas pela publicidade on-line, especialmente os anúncios que os usuários veem que são gerados pela engine de buscas do Google.

Por consequência, o que envenena, ou até mancha, a publicidade on-line também poderá, em algum ponto, afetar de forma direta a receita do Google com publicidade. Ou seja, a empresa tem uma motivação incrível para fazer o que for preciso para evitar que isso aconteça.

Uma pista que indica que o pensamento do Google sobre bloqueio de anúncios é diferente de outras fabricantes de navegadores apareceu no anúncio feito pela gigante na semana passada sobre o lançamento da iniciativa. “Nos sentimos encorajados pelos resultados iniciais mostrando que o mercado está se afastando das experiências de anúncios intrusivos e buscando uma colaboração contínua com o setor em direção a um futuro em que a tecnologia de filtragem de anúncios do Google não será mais necessária”, afirmou o gerente de engenharia da equipe do Chrome, Chris Bentzel, no blog do Google. Neste trecho, Bentzel faz referência a uma estatística citada antes no texto que aponta que mais de 40% dos sites classificados como “failing” nas primeiras avaliações retiraram os anúncios problemáticos para tornarem-se compatíveis com as novas diretrizes.

Outros navegadores que declararam guerra contra os anúncios, ou alguns tipos de anúncios – o Brave é um exemplo – foram explícitos em destacar o ganho de performance que resulta da retirada dos anúncios de uma página web – não o benefício de longo prazo para os publishers e um resgate da publicidade on-line, como o Google fez.

Como a filtragem de anúncios do Chrome afeta a navegação na web?

A maioria das pessoas usando o Chrome provavelmente não irá notar nenhuma diferença. Isso porque, segundo o Google, apenas 1,5% dos 100 mil sites que foram avaliados antes do lançamento da funcionalidade falharam em atender aos padrões da CBA. E dessas páginas, apenas 0,9% exibiram números excessivos de categorias de anúncios irritantes. Isso significa que a cada 100 mil sites, o Google Chrome apagaria os anúncios de cerca de 14 deles.

Como os publishers de um site podem evitar essa filtragem/bloqueio de anúncios no Chrome?

Essa é uma boa pergunta, e a resposta da CBA até agora não é muito clara. A organização afirma que os publishers dos sites buscarem e conseguirem receber uma “certificação” ficariam imunes ao novo recurso do Chrome.

Segundo um comunicado publicado pela CBA na semana passada, o Google quer estar entre as entidades com acesso à compliance e assim poder “certificar” os publishers (o que quer que isso queira dizer).

“O Google informou a Coalizão que não irá filtrar anúncios de qualquer empresa certificada pelos requerimentos do programa”, afirmou a CBA no mesmo documento.

E a CBA não irá cobrar para um site se inscrever para ter essa certificação –pelo menos não por enquanto. “O registro inicial para publishers será livre de cobranças pelo menos até 1º de julho. Depois disso, as inscrições podem ter uma taxa”, afirmou a entidade, que apontou ainda que as possíveis taxas seriam anuais, caso venham a ser aplicadas.

Fonte: IDGNow!

Chrome: tem estreia importante neste 15/02

Na metade do ano passado, a Google revelou que o Chrome ganharia um sistema de filtros de anúncios em algum momento de 2018. Pois agora a empresa de Mountain View revelou que este momento acaba de chegar: dia 15 de fevereiro. Pois é, o sistema de “coalização para anúncios melhores” vai entrar em vigor.

Apesar de estarmos chamando isso de “ad-blocker nativo”, ele funciona muito mais como um filtro do que como um bloqueador. Isso porque aconteceu uma reformulação das diretrizes de permissões de anúncio, fazendo com que alguns tipos de publicidade mais invasivos sejam impedidos — incluindo vídeos com autoplay, frames com luzes piscando e pop-ups que cobrem a tela inteira.

A Google afirma que até mesmo os anúncios da companhia podem ser bloqueados se não respeitarem essas diretrizes. Ou seja: deve haver uma política de tolerância zero para que os usuários tenham as melhores experiências possíveis. Confira abaixo tudo o que deve ser bloqueado:

Anúncios pop-up (desktop)

Anúncios com contador (desktop)

Vídeos com autoplay e som (desktop)

Anúncios que “grudam” no scroll (desktop)

Pop-ups (mobile)

Anúncios que cobrem a largura inteira (mobile)

Vídeos com autoplay e som (mobile)

Anúncios que “grudam” no scroll (mobile)

Anúncios com contador (mobile)

Banners com densidade maior que 30% (mobile)

Banners com animações e luzes (mobile)

Há ainda a informação de que a rigidez nos filtros Mobile deve ser maior do que a vista em computadores, pois isso faz parte do compromisso da Google em manter a navegação mais leve nos dispositivos móveis.

Fonte: Tecmundo

Como bloquear sites que usam seu PC para minerar criptomoedas

Você sabia que alguns sites usam scripts de computadores pessoais para minerar criptomoedas? A prática, além de não ser segura, pode deixar o seu PC lento e prejudicar nas tarefas do dia a dia, aumentando também o consumo de energia.

Recentemente, o Pirate Bay virou notícia após ser descoberto por executar a mineração indevida. Entre as criptomoedas coletadas pela atividade estão Bitcoins, Monero, Ethereum, LiteCoin, entre outros.

Ao contrário do que parece, a mineração não é um processo difícil de executar, mas evitar que isso aconteça com o seu PC também é simples. Confira algumas dicas de como bloquear sites que mineram moedas pelo seu computador.

Extensões

Algumas extensões para navegadores foram desenvolvidas para evitar a prática indevida da mineração.

Chrome: No navegador do Google, a mineração pode ser bloqueada com as extensões No Coin, ScriptSafe e No Mining.
Firefox: Os add-ons Mining Blocker e NoScript executam a função no navegador da Mozilla.

Arquivos Hosts

Os arquivos hosts são usados para bloquear sites no seu computador; veja como fazer:

No Windows, aperte as teclas “Windows + R” para abrir o Executar.

Digite “notepad %windir%\system32\drivers\etc\hosts” e aperte “Enter”.

Com o arquivo aberto no Bloco de Notas, insira uma linha com: 0.0.0.0 coin-hive.com.

Salve o arquivo e feche.

– No Mac, busque pelo Terminal.

– Digite o comando “sudo nano /private/etc/hosts”, digite a sua senha de administrador, se necessário, e aperte “Enter”.

– Com o arquivo de hosts aberto, insira uma linha com “0.0.0.0 coin-hive.com”, salve e feche.

Com o navegador Tor

O navegador Tor, disponível para Windows e Mac, foi criado para quem preza pela segurança na internet. Com ele, o usuário navega sem ser rastreado e evita não só as minerações, mas também a invasão de malwares.

Fonte: Tecmundo

Bloqueio de anúncios pelo Chrome começa em 15 de Fevereiro

O Google anunciou nas últimas semanas que vai começar a bloquear anúncios no seu navegador Chrome a partir de 15 de fevereiro.

Os sites que quiserem evitar o “martelo” do Chrome podem se livrar de várias categorias amplas de anúncios online ou pagar um consórcio de anunciantes, associações comerciais de publicidade e empresas de tecnologia, incluindo Google, Microsoft e Facebook, para se tornarem “certificados”.

“A partir de 15 de fevereiro, em linha com as diretrizes da Coalizão, o Chrome vai remover todos os anúncios de sites que possuam um status ‘deficiente’ (‘failing’, no original)”, afirmou o Google em seu site, em referência à Coalition for Better Ads (CBA), um grupo que promete limpar a web dos seus anúncios mais irritantes.

A linha do tempo de bloqueio de anúncios do Chrome corresponde ao que o Google anunciou há seis meses, quando confirmou que iniciaria o controverso esforço no início de 2018. No meio de fevereiro, a maioria dos usuários do browser estarão rodando o Chrome 64, com lançamento previsto para a semana de 21 a 26 de janeiro. A atual versão do navegador é o Chrome 63.

No desktop, o Chrome vai bloquear quatro tipos de anúncios (de seis considerados), enquanto que no mobile (iOS e Android) o navegador irá barras oito tipos de anúncios (de 12 considerados): essas categorias foram identificadas pela CBA e seu painel de consumidores como as menos aceitáveis.

As quatro classes de anúncios que receberão o machado no desktop incluem pop-ups, os que reproduzem vídeo e áudio de forma automática, anúncios “prestitial” (que aparecem antes da home do site ser aberta) acompanhados por um relógio com uma contagem regressiva, e os chamados “large sticky ads”, que tomam mais de 30% da tela e ficam no mesmo lugar, não importa o quanto você desça o scroll.

Em vez de bloquear esses tipos de anúncios em todos os sites – como fazem a maioria dos add-ons de bloqueio para navegadores – o Chrome vai tomar um caminho diferente.

O browser do Google vai se basear em uma “whitelist” gerada pela CBA. Os publishers dos sites poderão iniciar o processo de certificação, e assim garantir um lugar na lista, no próximo mês, quando mais detalhes serão liberados pela empresa. Sites certificados precisam atender a determinados padrões, sendo que o mais importante é uma baixa proporção de tipos de anúncios inaceitáveis.

Nos primeiros dois meses do projeto – a data de início será revelada em janeiro, segundo a CBA – esses anúncios “desconceituados” não poderão responder por mais de 7,5% de todos as visualizações de página de um site certificado. E a proporção vai diminuir com o tempo. Então seis meses depois, esses anúncios só poderão responder por 2,5% das pageviews desses sites, por exemplo. Resumindo: a CBA permitirá que os sites certificados se ajustem ao bloqueio, com uma cota menor de anúncios “ruins” com o tempo.

Os sites que não se “voluntariarem” para serem certificados pela CBA, ou que sejam julgados como não complacentes pela organização – efetivamente todos os sites com exceção dos presentes na whitelist – terão anúncios das categorias banidas bloqueados. Mesmo um único anúncio sujeito a repreensões vai impulsionar um bloqueio pelo Chrome.

Apesar de a CBA ter revelado alguns detalhes sobre os padrões, a whitelist e como os sites podem contestar a decisão de bloquear anúncios, uma boa parte do programa, ainda permanecem uma incógnita. Não está claro, por exemplo, com qual periodicidade os sites serão reavalidos por violações, ou quanto poderá levar para apelar uma decisão.

Também ainda não há informações sobre taxas

O porta-voz da CBA, Brendan McCormick, afirmou que pagamentos seriam exigidos da maioria dos sites que buscam certificação. No entanto, ele destacou que ainda há muito “a ser trabalhado” até o lançamento do programa. Segundo uma reportagem do site AdAge, a CBA poderá cobrar até 5 mil dólares dos principais publishers, enquanto que “publishers muito pequenos” poderão ser certificados sem ter de pagar nada.

“Muita coisa ainda não foi finalizada. Ainda há muito a ser trabalhado. A parte essencial é tornar isso acessível (para os publishers de sites”, afirmou McCormick para a Computerworld dos EUA.

Maior do mercado

Como o Chrome é o navegador mais popular do mundo, os publishers não podem descartar esse projeto de bloqueio de anúncios, como outros já fizeram antes, se a receita do seu site é baseada em publicidade. Segundo a empresa de análises Net Applications, o Chrome respondeu por 61% dos usuários de desktop do mundo em novembro de 2017.

Se o Chrome fechar a torneira, mesmo que bloqueie apenas as categorias de anúncios inaceitáveis, os donos de sites provavelmente verão uma queda em suas receitas. Mas é questionável se o Chrome conseguirá mirar de forma minuciosa o bloqueio apenas para alguns anúncios em um site não complacente, por isso vale acompanhar essa história de perto nas próximas semanas.

Fonte: IDG Now!

Gmail irá bloquear arquivos JavaScript

gmail_blockEm um comunicado publicado em seu blog oficial, a Google anunciou que, a partir do dia 13 de fevereiro, não vai mais permitir que os usuários mandem arquivos “.js” (do JavaScript) como anexos em suas mensagens.

Com isso, aumenta a relação de arquivos que não podem ser enviados pelo Gmail – vale lembrar, antes do JavaScript a Google já havia banido arquivos com extensões .exe, .bat e .msc de serem enviados por meios convencionais (afinal, ainda existe a possibilidade de disponibilizá-los por meio do Google Drive ou em uma pasta .zip).

Aparentemente, a ideia por trás dessa ação é diminuir as chances de os usuários baixarem, sem querer, arquivos maliciosos. Outro ponto importante é o fato de que hackers acabam usando arquivos JavaScript para ganhar acesso ao computador dos usuários com o intuito de roubar seus dados e realizar outras ações que venham estragar a experiência daqueles que usam o serviço de email da Gigante das Buscas.

Outro detalhe é o fato de que, como mostra a imagem mais acima, os usuários vão receber uma mensagem sempre que tentarem fazer o upload de um arquivo que contenha uma das extensões proibidas, bem como uma explicação referente aos motivos por trás desse bloqueio.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

Microsoft busca bloquear navegadores concorrentes

IE_edgeA guerra dos navegadores está sempre presente e cada vez mais aguerrida. São conhecidos vários casos recentes de serviços que deixam de funcionar em browsers da concorrência.

A Microsoft parece ter encontrado agora uma nova forma de controlar os browsers que rodam no Windows, bloqueando-os sempre que estes estão em contas abrangidas pelos filtros do serviço família Microsoft.

Desde que o Edge chegou com o Windows 10 que a Microsoft procura torná-lo o padrão para os usuários, eliminando assim a concorrência e ganhando mercado. O sucesso desta medida tem sido baixo e o Edge continua com valores de utilização muito baixos como noticiado ontem aqui no seu micro seguro.

Mas a Microsoft está agora apostando numa nova jogada, em que bloqueia os navegadores concorrentes, garantindo assim que o Edge e o Internet Explorer sejam as únicas alternativas.

A ausência dos filtros de conteúdos é a razão apontada para justificar estes bloqueios, mas a Microsoft não específica quais os navegadores que serão impedidos de serem usados.
Apenas se sabe que o Edge e o Internet Explorer, os browsers da Microsoft, terão passe livre de uso.

Apesar destes bloqueios os navegadores e outras aplicativos podem ter seu uso autorizado, bastando para isso que os usuários os adicionem à lista de aplicativos permitidos, mas este é um procedimento que nem todos saberão fazer.

Não se sabe ao certo quando esta mudança foi implementada, mas se especula que tenha chegado com a Atualização de Aniversário, lançada no início do mês de Agosto.

A Microsoft espera com esta medida proteger os usuários mais novatos, dando a eles a proteção de um filtro de rede, mas o que consegue de forma indireta é afastar os navegadores concorrentes, aumentado o número de usuários do Edge e do Internet Explorer.

Agradecemos ao Paulo Sollo, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: pplware

Firefox começa a bloquear Flash em Agosto

Firefox-FlashSeguindo os passos de outros navegadores conhecidos, como Chrome, Safari e Edge, o Firefox está tomando medidas para reduzir drasticamente o uso do Adobe Flash no futuro próximo.

A Mozilla anunciou recentemente que o Firefox vai “bloquear determinados conteúdos em Flash que não são essenciais para a experiência do usuário”. Em outras palavras, publicidade e qualquer operação por trás das câmeras que use o Flash.

A empresa afirma que bloquear esse uso não essencial do Flash deve diminuir os travamentos e problemas com o navegador em até 10%.

O conteúdo bloqueado inicialmente será restrito a uma lista específica que a Mozilla disponibilizou no Github, com planos de adicionar mais alvos de bloqueio com o tempo.

Em 2017, o Firefox tornará todo conteúdo Flash “clique para reproduzir” por padrão. Ou seja, nenhum conteúdo Flash será iniciado automaticamente quando você abrir uma aba, incluindo vídeos e games. Será preciso autorizar manualmente o início desse conteúdo.

Por que isso importa

O Flash já foi um elemento crucial da web há algum tempo. Hoje em dia, no entanto, a maioria das funcionalidades, se não todas, podem ser substituídas por tecnologias web nativas como HTML5.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: PCWorld