Google aumenta relevância de páginas https

google_httpsPouco mais de um ano atrás o Google botou em prática um esquema que privilegia páginas com protocolos de segurança em seu buscador. Agora, a empresa anunciou ter dado um passo além.

O Google avisou que páginas que contenham equivalentes em HTTPS terão preferência sobre suas versões HTTP, mesmo que não haja links entre elas.

Por ora, não haverá qualquer mudança para sites que rodem unicamente em HTTP, eles continuam sendo listados com a mesma relevância. Só será afetado o site que contenha uma mesma versão com mais segurança, porque nos resultados será essa versão que terá destaque.

Como explica o The Next Web, uma das técnicas usadas pelos donos de sites para melhorar o rankeamento no Google tem sido justamente a posse de vários links relevantes, mas com a mudança esse esquema perde um pouco de força.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital

Google estuda meio para aumentar qualidade das buscas

GoogleUm estudo desenvolvido por cientistas da computação ligados ao Google propõe uma maneira de classificar os resultados das pesquisas não mais pela popularidade das páginas, mas por sua precisão factual. A pesquisa, segundo o jornal americano “The Washington Post”, foi publicada pela gigante das buscas em fevereiro.

Tudo não passa de um estudo teórico e nada tem a ver com o anúncio de uma nova metodologia. Ainda assim, a publicação tende a dar mais forma à possibilidade de uma busca “qualitativa”.

Como os próprios pesquisadores definiram, não é muito difícil identificar se uma informação é verdadeira ou falsa. Para avaliar o conteúdo, segundo o estudo, basta comparar o fato a uma referência.

O Google já teria inclusive começado a criar essa lista de referência com o Knowledge Graph (Diagrama de Conhecimento) –que é uma base de conhecimento do sistema de pesquisa da empresa. Ao pesquisar “aniversário de Jennifer Lawence”, por exemplo, a busca vai exibir como resultado “15 de agosto de 1990”.

Essa ‘lista’ colhe informações de serviços como Freebase, Wikipedia e Cia World Factbook para criar um banco de dados de pesquisa capaz de extrair automaticamente os resultados. Portanto, segundo o estudo, para verificar se um conteúdo na web é preciso, bastaria que o Google fizesse o cruzamento das informações.

Em um ensaio com uma amostra aleatória de páginas, os pesquisadores descobriram que apenas 20 dos 85 sites ‘corretos’ para aquela busca eram ranqueados no alto. Com o cruzamento de dados, as informações das buscas ficariam mais confiáveis.

A qualidade das informações tem sido uma preocupação recorrente. Há apenas três semanas, por exemplo, o Google começou a exibir informações de saúde controladas por médicos. Mas ainda não está claro exatamente o que a empresa planeja fazer com esta nova tecnologia.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: UOL Tecnologia

Como ocultar seu perfil do facebook das buscas do Google

GoogleA maioria de nossas atividades na Internet começa com uma pesquisa em um mecanismo de busca como Google (ou com a busca social do facebook). Se você é ativo no facebook, então o seu perfil no facebook pode ser a primeira coisa que aparece quando alguém procura seu nome no Google.

A preocupação óbvia com a privacidade aqui é que alguém pode ver seu perfil básico no facebook (ou até mais), apenas pesquisando seu nome. Esse “alguém” pode ser também da crescente multidão de garimpeiros de dados que montam um perfil sobre você a partir de todos os dados que eles possam encontrar e os associam com a sua identidade. Qual é a solução? Veja a seguir o que fazer para que o seu perfil no facebook não apareça como resultado em um mecanismo de busca:

* Clique no botão de atalho das configurações de privacidade, localizado à direita do seu nome na barra de ferramentas do facebook.

* Clique em “Ver Mais Configurações”.

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* Clique em Editar ao lado de “Você deseja que outros mecanismos de busca exibam um link um link da sua linha do tempo?”

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* Certifique-se de que a opção “Permitir que outros mecanismo de busca exibam um link para a sua linha do tempo” está desmarcada.

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* Certifique-se de clicar em “Confirmar” na caixa que será exibida. Se você não confirmar a sua escolha, as alterações não serão salvas, e seu perfil ainda vai aparecer como resultado em um mecanismo de busca.

img3É importante salientar que essa mudança pode não ser interessante para todos. Há que se considerar que você pode desejar que o seu perfil no facebook seja exibido como resultado quando alguém realiza uma pesquisa com o seu nome, como por exemplo uma entrevista de emprego. Porém considero importante que o internauta tenha esse conhecimento, acesso as suas configurações de privacidade e saiba o que está acontecendo com suas informações quando eles usam o facebook. Esse recurso, além de outros, também é proporcionado pelo uso do PrivacyFix já noticiado aqui no seu micro seguro.

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Winco blog

Alternativas ao Google para buscas livres de rastreamento

Search

Em tempos de NSA e Prism, qualquer grande empresa de tecnologia está sob suspeita de colaboração com o governo com o programa de vigilância do governo dos Estados Unidos, vazando as informações de seus usuários.

A BBC Brasil organizou uma lista de buscadores que servem como uma alternativa à maior página de buscas do mundo. Selecionamos aqueles que prometem manter os dados dos usuários em sigilo.

DuckDuckGo
Em tempos de desconfiança sobre a privacidade na internet, a popularidade do DuckDuckGo tem aumentado e batido recordes. Seu sistema de buscas se baseia na privacidade do usuário e a empresa garante que nenhuma das buscas pode ser rastreada até chegar na pessoa responsável por ela.

O buscador diz não criar cookies para seus usuários e, por isso, não apresenta publicidade direcionada, o que é positivo, de acordo com a visão dos criadores, que afirmam que este sistema evita que o usuário fique preso a uma bolha de filtros.

StartPage
Gosta do Google, mas teme suas políticas de privacidade? A StartPage pode ser uma alternativa viável, que usa o motor de buscas do Google, mas impede que o usuário seja identificado pela empresa pela utilização de cookies.

É uma boa alternativa para quem quer se manter privado, mas ele tem uma desvantagem em relação ao Google por não oferecer resultados personalizados, o que é talvez o motivo da liderança de mercado.

Yacy
Para quem não confia em um servidor central para suas buscas, a alternativa é o YaCy, software de código aberto que utiliza tecnologia P2P para encontrar o resultado para pesquisas. Ou seja: em vez de seus próprios servidores, ele usa o computador dos usuários para achar as páginas procuradas.

Por não ser controlado por uma empresa e não ter como objetivo o lucro, ele não exibe publicidade e também não pode ser censurado. Ele também é capaz de indexar conteúdo de locais onde os buscadores comuns não chegam, como a rede Tor.

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a esta notícia.

Fontes: Olhar Digital e BBC Brasil

Hábito de “Googlar” tende a diminuir

Os usuários da web aprenderam que – apesar do que o Google é do que ele faz – muitas vezes é mais fácil ir diretamente para um segmento curado da Internet para encontrar o que deseja

Por mais de uma década, o Google tornou-se sinônimo de busca. Apesar dos bem financiados esforços da Microsoft para conseguir que os usuários usassem o Bing, as pessoas ainda estão “googlando”. No entanto, há alguns sinais de que o domínio da empresa pode não se estender para a era móvel.

De acordo com reportagem do New York Times, as tradicionais buscas na web caíram 3% no segundo semestre do ano passado (depois de só crescer por anos), enquanto as pesquisas em mecanismos de busca vertical cresceram 8% durante o mesmo período.

Não é que as pessoas não estejam com fome de conteúdo, porque elas estão. Mas também estão começando a alterar seus hábitos de buscas através de curadoria de conteúdo (vão diretamente às fontes da informação).
Os usuários da web aprenderam que – apesar do que o Google é do que ele faz – muitas vezes é mais fácil ir diretamente para um segmento curado da Internet para encontrar o que deseja.

Usuários experientes sabem como procurar itens que querem comprar na Amazon, ir direto ao IMDB para obter informações sobre a atriz que estava naquele filme ou à Wikipedia para procurar informações sobre esse país distante mencionado no noticiário. O Google é um meio intermediário desnecessário e facilmente evitável entre você e uma fonte de informação confiável.

Essa mudança no comportamento de busca torna-se mais palpável na era móvel, centrada em aplicativos. Os usuários são muito mais propensos a procurar informações sobre o tempo, notícias ou informações de mapeamento diretamente em apps relevantes, em vez de “googlar” primeiro.

Por enquanto, o Google continua sendo o gatekeeper para o resto da Internet. No entanto, com o Facebook apresentando seu novo super-aplicativo, nós poderemos em breve dar uma olhada das batalhas futuras para a onipresença móvel.

Fonte: IDG Now!

Buscas: Google lidera soberano

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Bing teve aumento de apenas 0,2%, e Yahoo caiu 0,1%, enquanto Google cresceu 0,3% no mesmo período

O Google continua com sua participação dominante no mercado de buscas, enquanto seus concorrentes se movem lentamente pra cima e para baixo.

A companhia ficou um pouco mais à frente em janeiro, passando de 66,7% do total de buscas em dezembro para 67%, de acordo com a comScore. O Bing, da Microsoft, aumentou sua fatia em 0,2%, apenas 0,1% menor do que o aumento do Google. No entanto, continua muito atrás de seu maior rival, indo de apenas 16,3% para 16,5% no mesmo período de tempo.

O Yahoo, outro player significativo, caiu 0,1%, de 12,2% para 12,1%, segundo a comScore. O Ask, com 2,8% do mercado, e AOL, com 1,7%, completam os cinco principais serviços de busca em janeiro. O Bing, que foi lançado em junho de 2009, manteve-se estável com seu pedaço do mercado de buscas, mas não foi capaz de reduzir significativamente a dominância do Google.

“Isso me diz que o Google ainda não foi desafiado pela Microsoft”, disse Dan Olds, analista do Gabriel Consulting Group. “Acontece que a busca é pegajosa. Pessoas se acostumaram a usar o Google e ele se tornou seu mecanismo de busca número um. A ferramenta da companhia de Mountain View também está embutida em todos os outros tipos de sites, o que lhe dá ainda mais usuários.

Enquanto a Microsoft tem trabalhado para ganhar fatia de mercado e mind share no mercado competitivo, a CEO do Yahoo, Marissa Mayer, deixou claro que o Yahoo pretende voltar ao jogo. Durante a conferência sobre os lucros do quarto trimestre, Marissa disse que o Yahoo investirá tempo e dinheiro em esforço para retornar ao negócio de busca online.

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do Seu micro seguro, pela referência a esta notícia.

Fonte: IDG Now!

Chrome 25 terá criptografia em todas as buscas

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A partir da versão 25, mesma facilidade será estendida para pesquisas feitas usando o “Omnibox” (barra de endereços)

Usuários do Chrome poderão em breve criptografar o tráfego de buscas por meio da barra de endereços mesmo que não estejam logados nos serviços do Google, anunciou a companhia.

A partir da versão 25, atualmente ainda no canal beta e de desenvolvedor, essa mesma facilidade será estendida para pesquisas feitas usando o “Omnibox” (ou barra de endereços), como o Google chama, inclusive por meio de outros mecanismos de pesquisa suportados.

O Google tem gradualmente habilitado SSL em sua busca, navegador e serviços do Gmail nos últimos dois anos, e continua a ser um trabalho em andamento. Muitos usuários provavelmente agora estão confusos sobre quais partes de suas interações com o Google atualmente são criptografadas e quais não.

O Gmail e a busca do Google começaram a usar a criptografia SSL experimentalmente em 2010 e 2011, extendendo isso a todo seu domínio “.com” e aos de outros países logo em seguida. Confusamente, por um tempo, isso significava visitar uma versão segura (https) de seus sites, mas todas as pesquisas e e-mail agora são criptografados por padrão.

“Os usuários não devem notar qualquer alteração. No máximo suas pesquisas serão um pouco mais rápidas devido à implementação do protocolo SPDY no Chrome, mas não deve haver nenhum outro efeito visível”, disse Adam Langley, engenheiro do Google.

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do Seu micro seguro, pela referência a esta notícia.

Fonte: IDG Now!