Acaba hoje: prazo para impedir compartilhamento de dados do WhatsApp com Facebook

whatsappSe você não quer que o WhatsApp compartilhe com o Facebook seus dados cadastrais – como número de celular, número de identificação do aparelho, sistema operacional e resolução de tela –, é preciso desligar essa função até hoje, 25 de setembro. A partir dessa data, o compartilhamento das informações será compulsório para os novos usuários do serviço e para aqueles que mantiveram a opção de compartilhamento de dados marcada.

A mudança consta na nova versão dos termos de uso do WhatsApp, anunciada no final de agosto. Para continuar a usar o WhatsApp, os usuários precisam ler e aceitar as condições descritas no documento. Quem não aceitar os termos de uso, não poderá usar o aplicativo a partir deste domingo.

Passo a passo

Há duas formas de desligar o compartilhamento de dados do WhatsApp com o Facebook. O mais simples é entrar no aplicativo, acessar a aba de configurações ou ajustes, escolher a opção Conta e depois, desmarcar o item “compartilhar os dados da conta”.

O outro jeito depende da versão do aplicativo: se ele for atualizado, o usuário receberá um aviso na tela do smartphone sobre as novas condições de uso assim que a nova versão for instalada no aparelho. Assim como na primeira opção, é possível desmarcar o item de “compartilhar os dados da conta”.

Impacto

O compartilhamento de dados do WhatsApp com o Facebook afeta os mais de 1 bilhão de usuários do serviço. No Brasil, mais de 100 milhões de pessoas utilizam o aplicativo. Comprado pelo Facebook por US$ 22 bilhões em 2014, o Facebook pretende usar a integração com o app de mensagens para “melhorar as experiências com anúncios e produtos”.

Fonte: Estadão

Telegram critica WhatsApp por compartilhar dados com o Facebook

telegram_whatsappO Telegram não perdeu a oportunidade de criticar o rival WhatsApp sobre a nova mudança nos termos de uso do serviço, que anunciou que passará a compartilhar dados dos usuários com o Facebook.

“Ao contrário de outros serviços, quando nós dizemos que não compartilhamos seus dados com terceiros, nós estamos falando sério”, afirmou o perfil oficial do Telegram no Twitter, em uma alusão clara ao WhatsApp.

O Telegram sempre tentou se posicionar como um serviço mais seguro e privativo que o concorrente WhatsApp. O serviço sempre ofereceu criptografia de ponta a ponta, enquanto a ferramenta que agora pertence ao Facebook só adotou a mesma medida recentemente, igualando o terreno. No entanto, as novas medidas dão novamente a vantagem ao Telegram em relação à privacidade.

Do lado do WhatsApp, a alteração contraria um dos princípios do aplicativo, que sempre prometeu não se curvar ao modelo de publicidade, chegando até a cobrar alguns usuários pelo serviço. Ao compartilhar as informações com o Facebook, ele está abrindo portas para anúncios em outros formatos diferentes do convencional banner.

Fonte: Olhar Digital

WhatsApp irá compartilhar seus dados com o Facebook, quer você queira ou não

telegram_whatsappNa semana passada, o WhatsApp decepcionou muitos usuários ao anunciar que começaria a compartilhar metadados com o Facebook, que é dono do aplicativo. A atualização nos termos de uso causou certa polêmica, mas, a princípio, não parecia ser um caminho sem volta.

Isso porque, na atualização, o aplicativo fornecia a opção ao usuário que não quisesse compartilhar esses dados com o Facebook. Como ensinamos nesse passo a passo, o WhatsApp deixava aberta a escolha de compartilhar ou não, pelo menos pelos primeiros 30 dias após a mudança nos termos de uso.

O WhatsApp esclareceu que não é bem assim. “Os dados serão compartilhados com o Facebook a partir do momento em que a pessoa aceita a nova política. O que o usuário poderá escolher é se ele quer que esse compartilhamento melhore sua experiência na plataforma por meio de melhores sugestões de amigos e anúncios”, disse a empresa.

Em outras palavras, a caixa de seleção que está ali dizendo que você pode escolher se quer compartilhar ou não seus dados com o Facebook não serve para muita coisa – e também não é muito clara. Suas informações continuarão sendo repassadas, independentemente da sua escolha. O que muda é que, se você desmarcar a caixa para não compartilhar, seus dados não serão usados para te direcionar anúncios na rede social.

Ou seja: o Facebook continua coletando dados sobre o que você faz no WhatsApp, mas você não poderá ver o que ele faz com essas informações. É importante destacar que o conteúdo das suas conversas, fotos e mensagens não serão tocados – estes continuam protegidos pela criptografia ponta-a-ponta do app. Os dados que interessam ao Facebook são números de telefone, horários em que as pessoas estão online e que tipo de mensagens elas enviam (texto, vídeo, foto ou áudio).

Confira o comunicado do WhatsApp na íntegra

“Estamos atualizando nossos termos de serviço e política de privacidade para todos, porém, os usuários que já utilizavam o WhatsApp poderão controlar se querem ter seus dados compartilhados com o Facebook para melhorar suas experiências com anúncios e produtos no Facebook. Porém, independente de sua escolha, nós iremos compartilhar alguns dados com o Facebook – (por exemplo, o número de telefone que as pessoas utilizam para se registrar no WhatsApp juntamente com informações do tipo quando e como estas pessoas utilizam nossos serviços) para que possamos entender as formas de utilização do serviço, sistemas de segurança e combate a abusos e spam entre serviços. Estas ações nos permitem coordenar melhor e desenvolver melhorias em nosso aplicativo.”

Fonte: Olhar Digital

Antivírus gratuitos compartilham dados de seus usuários

avg-antivirus-privacyA fabricante de antivírus AVG divulgou recentemente sua nova política de privacidade, buscando um novo formato para facilitar a leitura e o entendimento. O texto, que segundo a empresa é só uma mudança de apresentação em relação ao anterior, esclarece que a companhia compartilha informações do usuário como o histórico de navegação e o histórico de pesquisa com terceiros “para ganhar dinheiro com nossas ofertas gratuitas”.

O texto evidencia uma prática comum em programas antivírus gratuitos: a coleta e venda das informações consideradas “não pessoais”, que incluem dados como as configurações do computador, região, provedor de internet e também os hábitos de navegação na rede, obtidos pelas funções de proteção contra sites dos produtos.

A nova política de privacidade começa a valer a partir do 15 de outubro, segundo a empresa. Conforme o texto, usuários do produto terão o direito de cancelar a coleta dos dados, mas as instruções só serão divulgadas depois que a política começar a valer.

A empresa diz que não comercializa ou compartilha dados que identifiquem pessoalmente o usuário com terceiros. Esses dados ficam restritos a companhias afiliadas à AVG, como revendedores, e em casos em que a transferência dos dados é necessária à prestação do serviço (para concluir um pagamento, por exemplo).

No caso dos dados de navegação, histórico de pesquisa e “metadados”, a companhia diz que exclui informações pessoais que podem estar contidas entre esses dados antes de compartilhá-los com terceiros. A empresa não explica como faz esse procedimento.

Também podem ser compartilhados com terceiros “informações relacionadas com outros aplicativos que você tem em seu dispositivo e como eles são usados”.

A AVG é conhecida pelo seu antivírus gratuito AVG, um dos mais populares do mercado. A nova política privacidade pode ser lida em http://www.avg.com/br-pt/privacy-new. Também está disponível um vídeo (assista), que no momento não possui legendas em português.

Outros antivírus
Políticas de privacidade são documentos de leitura difícil e, embora o texto da AVG seja o mais claro, a empresa não é a única que faz a coleta e compartilhamento de dados.

A fabricante Avast, que também oferece antivírus grátis, afirma em sua página que a versão para Android de seu programa coleta “URLs visitadas” e a função “Avast CommunityIQ” do antivírus para Windows faz o mesmo. A empresa diz que coleta esses dados para melhorar o antivírus, mas informações consideradas “não pessoais” também são compartilhadas com terceiros.

A Avira, também responsável por um software gratuito do mercado, igualmente afirma que coleta e compartilha dados de navegação com empresas de marketing para o fornecimento de “anúncios direcionados”. A Avira mantém um serviço próprio de “busca segura” onde usa essas informações.

A AVG parece ser a única empresa antivírus com esse tipo de prática que usa linguagem clara para definir o que está sendo coletado e compartilhado. Também é a primeira empresa a sinalizar que pretende permitir que os usuários controlem exatamente o que será coletado, mas as instruções para isso ainda não estão no ar.

Usuários do AVG que buscam mais controle sobre a própria privacidade devem ficar atentos às opções que serão disponibilizadas pela empresa.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: G1

Windows 10 compartilha senhas do seu Wi-Fi com seus contatos

windows10_wifi_passwordPor mais que o Windows 10 tenha recursos interessantes para os usuários de computadores, o fato é que nem todas as novidades do sistema operacional da Microsoft vêm completamente livres de motivos de preocupação.
Agora, alguns usuários da nova versão do SO notaram que uma das ferramentas do software compartilha suas senhas salvas de redes WiFi com todos os seus amigos no , Skype e contatos no Outlook.

Com o nome Wi-Fi Sense, o mecanismo responsável por isso já existia no Windows 8.1 e no Windows Phone, mas passou a ser ativado por padrão quando foi adicionado a uma das versões prévias do Windows 10. Na prática, a ferramenta envia suas senhas encriptadas – elas não aparecerão na forma de texto simples – para os seus contatos, que a partir de então poderão se conectar automaticamente às mesmas redes WiFi que você.

O problema não é propriamente a existência do Wi-Fi Sense, mas sim o fato dele ser ativado por padrão no Windows 10. Por esse motivo, a maioria dos usuários sequer se dará conta de que o compartilhamento de senhas está acontecendo. Como resultado, isso não somente permitirá que aquele vizinho incômodo que te adicionou no Facebook conseguira acessar sua internet sem dificuldade, mas também representa uma grande brecha de segurança.

Portas abertas

Ainda que as senhas compartilhadas sejam encriptadas, é fato que elas permanecem armazenadas em algum lugar dos dispositivos – e, portanto, podem estar à mercê de hackers habilidosos. Além disso, bastaria que um invasor ganhasse acesso ao perfil do Facebook daquela sua tia que não entende muito de internet para que ele rapidamente obtivesse acesso ao WiFi da sua casa e até mesmo da empresa onde você trabalha. Os riscos são grandes.

Para evitar que as suas senhas de redes sem fios sejam compartilhadas automaticamente, vá para a página de Configurações do Windows 10, clique em Wi-Fi, selecione Wi-Fi Sense e escolha a opção desativar. Caso você queira tomar precauções extras, siga para Configurações, Wi-Fi, Configurações de Rede, Gerenciar configurações de Wi-Fi e desmarque basicamente todas as caixas que puder ver.

Sobre essa matéria a Microsoft se posicionou a respeito através do seguinte comunicado:

“O sensor de Wi-fi oferece escolhas e benefícios aos usuários. Ele não revela senhas, não permite que amigos compartilhem seu Wi-fi com outros amigos nem coloca informações pessoais do usuário em risco”, pontuou a companhia.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

ShareDrop: compartilhe arquivos em uma rede local

rede_localO compartilhamento de arquivos entre usuários é uma das funções mais usadas quanto se está numa rede. Nem sempre se limita à Internet e até é mais usada dentro de redes locais.

A Apple conseguiu resolver este problema com a criação do AirDrop, dando a possibilidade aos seus equipamentos de se comunicarem. Mas e quem não tem equipamentos da marca da maçã? Agora pode lançar mão do ShareDrop.

O ShareDrop possibilita que os usuários de uma determinada rede local consigam trocar arquivos entre si, usando apenas um browser. O conceito é idêntico ao AirDrop da Apple, mas consegue ser aplicado a qualquer dispositivo, quer seja um desktop ou móvel.
A forma que os desenvolvedores do ShareDrop arranjaram para fazer este serviço funcionar foi através da utilização WebRTC, um projeto apadrinhado pela Mozilla, e que pretende implementar a comunicação em tempo real entre navegadores, com recurso a um conjunto mínimo de API’s javascript.

Para a comunicação entre as máquinas são usadas ligações P2P, que garantem que os arquivos são transmitidos ponto a ponto, sem que tenham de ser transmitidos para fora dessa rede ou para a Internet.
Para usarem o ShareDrop apenas é necessário que estes dispositivos estejam dentro da mesma rede, que não precisa de ter endereçamento público.

sharedropAssim que a página do ShareDrop for acessada é de imediato apresentada a lista de usuários presentes e que estão disponíveis para usar o serviço.

Apenas precisam escolher o seu “alvo”, que necessita também de ter a página do ShareDrop aberta, e só precisam selecionar o arquivo que tem a intenção de enviar.
Todo o processo de transmissão é feito com a concordância e confirmação entre as partes.

sharedrop1Esta é mais uma excelente forma de compartilhar arquivos dentro de uma rede privada, sem recorrer a serviços externos ou à troca de contatos em serviços de IM externos.

Testem o ShareDrop e vejam como é útil e simples de usar. Basta acessarem à página do serviço e começarem a compartilhar arquivos.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.

Fonte: pplware

Cuidado com o que você compartilha na Internet

foursquareQuando falamos dos perigos em compartilhar informação nas redes sociais, as primeiras palavras que vêm à mente da maioria das pessoas é Twitter e Facebook. Enquanto nós escrevemos sobre os perigos de expor suas localizações físicas ou geográficas através do Foursquare, esta plataforma tornou-se o veículo para outros tipos de ameaças.

No Twitter, existe um “jogo” que estimula as pessoas a publicar uma foto do seu cartão de crédito ou débito – por incrível que pareça – sim, algumas pessoas realmente fazem isso. E agora chegou ao Foursquare. Muitos usuários desta rede social involuntariamente compartilham informações pessoais usando os recursos de fotos do aplicativo que permite fazer o upload de imagens do que eles estão fazendo naquele momento, incluindo, muitas vezes, dados confidenciais. Isso cada vez mais vem acontecendo em locais onde os dados pessoais são combinados com longo tempos de espera, isto é, em órgãos públicos, como embaixadas, escritórios, etc. Assim, os usuários usam seus smartphones para se distrair e terminam compartilhando imagens dos seus passaportes, carteiras de motorista, endereços residenciais e similares para mostrar aos seus amigos. Uma vez publicados na Internet, qualquer pessoa pode vê-los, especialmente em Foursquare onde não é necessário ser usuário para visualizar as imagens. Por esse motivo, os cibercriminosos aproveitam a plataforma para para realizar seus ataques.

Outra ameaça que o Foursquare tem lutado é o phishing, que é quando os cibercriminosos tentam obter informações dos, como senhas ou números do cartões de crédito com dados “legítimos”. Conhecedores da popularidade do Foursquare, eles enviam aos usuários solicitações de amizade que incluem links maliciosos que direcionam a vítima a uma página infectada. O Foursquare recomenda que os usuários não cliquem nos links dos pedidos de amizade e que sejam cautelosos com as mensagens de desconhecidos.

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Kaspersky blog