O que as crianças acessam na rede? Este app mostra

Conforme os dispositivos mobile vão ficando mais acessíveis e populares, as crianças vão tendo acesso a eles cada vez mais cedo, o que pode ser um grande risco caso smartphones e tablets não sejam utilizados da maneira correta. O contato com desconhecidos e com conteúdo não apropriado pode colocar em risco a segurança dos jovens que navegam na internet.

Para tentar manter o controle dessa situação e deixar os pais menos preocupados com o que seus filhos podem estar fazendo por meio do celular, a Google está lançando o aplicativo Family Link. Com ele, é possível visualizar o que as crianças estão acessando, quais apps utilizam e quanto tempo passam nesses conteúdos.

Suporte limitado

Infelizmente, o app só é compatível com a versão 7 do sistema Android, o Nougat, que apenas os smartphones mais novos possuem. Além disso, os pais precisam baixar esse app em seus dispositivos para criar uma conta Google para seus filhos e ter controle sobre ela. Dá para listar aplicativos permitidos e proibidos para a garotada.

O Family Link fornece informações precisas sobre os horários em que o smartphone está sendo usado, quanto tempo a criança passa usando cada aplicativo e pode até delimitar um período específico em que o aparelho pode ser usado, para não atrapalhar na vida social, nas lições de casa e no tempo livre do pequeno usuário. No caso de um castigo merecido, é possível até travar o celular remotamente.

A Google ressalta que o Family Link tem como público-alvo crianças menores de 13 anos que ainda não podem ter um perfil Google por conta própria e lembra também que o aplicativo só funciona quando instalado em um celular novo, não utilizado. Para se cadastrar no programa de acesso antecipado ao app, clique neste link.

Fonte: Tecmundo

Sinais de que seu filho pode estar sendo vítima de Cyberbullying

Cyber-BullyingInfelizmente, nem todos os pais conseguem distinguir as dificuldades normais que todos os adolescentes enfrentam, dos verdadeiros sinais de perigo que podem indicar que algo de muito grave se passando. Para que não seja pego de surpresa segue uma lista de indicadores que podem ajudar os pais a verificarem se os seus filhos estão sendo vítimas, ou não, deste grave problema.

Respostas agressivas e constantes oscilações de humor

As oscilações de humor por si só, não significam necessariamente que o seu filho esteja sendo vítima de ciberbullying. Porém, se estas forem acompanhadas por reações nervosas constantes em resposta a questões comuns, especialmente depois de terem passado algumas horas no uso do computador, é bom averiguar o que está se passando.

Os pais não se devem contentar com respostas como “ok” ou “tudo bem”. Às vezes é necessário investir algum tempo para descobrir como o seu filho realmente se sente sobre suas experiências online ou com os outros. As respostas muito evasivas ou agressivas são um tanto comuns em muitos casos de cyberbullying.

Conta social apagada

Se o seu filho abandonou recentemente uma das suas redes sociais preferidas, fique atento. Numa idade em que os mais jovens passam períodos de tempo significativos nas redes sociais, a exclusão de uma conta pode ser um sinal de que algo grave se está a passar. As ferramentas de controlo parental, instaladas no dispositivo de uma criança, podem ajudar os pais a perceberem tudo o que está a acontecer, nomeadamente, tudo aquilo que era utilizado e deixou de o ser.

Afastamento dos amigos e da família

É natural que os adolescentes se tornem mais independentes dos seus pais e dediquem mais tempo à construção da sua própria rede de amigos. No entanto, se eles se distanciam destes últimos, se escondem do mundo exterior no quarto, ou evitam redes sociais bem como os seus dispositivos, algo está errado.

Alterações físicas dramáticas

Reparou que o seu filho perdeu peso ou apetite? Tem problemas para dormir durante a noite e parece estressado pela manhã? Isto pode ser um sinal de muitas coisas, mas quando combinado com alguns dos comportamentos referidos acima pode ser sinal de que algo está errado.

Fingir que está doente para evitar a escola

“Não me sinto bem”, “estou maldisposto” ou estou com “dor de cabeça” são desculpas que todas as crianças utilizam ocasionalmente. Se como indicamos, esta utilização for ocasional não existem motivos para preocupações. No entanto, se de forma recorrente a criança fingir estar doente para não ir à escola poderá algo muito mais sério pode estar se passando. Na maioria dos casos a criança utiliza estas desculpas para fugir dos agressores.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.

Fonte: eset

Dicas de segurança para manter seguro o smartphone para crianças

criancas_smartphoneAs crianças de hoje estão muito mais familiarizadas com smartphones e tablets, e não é incomum emprestarmos aos pequenos (e em alguns casos até darmos) nossos aparelhos para que eles brinquem e se distraiam com joguinhos ou apps divertidos. Contudo, ao cedermos esses dispositivos às crianças, também devemos ficar atentos a determinados aspectos de segurança – sempre é melhor prevenir.

Com somente alguns comandos eles podem acessar conteúdos inapropriados, enviar suas fotos para algum contato indesejado, comprar itens dentro de apps (que variam de dezenas até centenas de reais) e causar os mais variados tipos de confusão. Para termos noção, a Apple já teve que devolver mais de 30 milhões de dólares aos pais de filhos que gastaram em apps sem o consentimento deles.

Além disso, sempre há a triste possibilidade de as crianças conhecerem as pessoas erradas na web. Veja aqui algumas dicas simples que listamos que deixarão tanto o smartphone como o tablet mais seguro para os pequenos:

1 – Compras dentro de aplicativos

A primeira configuração que você deve realizar no smartphone ou no tablet ao dá-lo a uma criança (independente do sistema operacional do aparelho), é bloquear as compras feitas pelo dispositivo. Acione o Controle Parental e trave as compras dentro de aplicativos de modo automático, assim elas sempre exigirão senhas para que as transações sejam realizadas.

2 – Veja quais apps são baixados

É bom sempre ficar de olho e conferir quais apps são baixados no dispositivo, algo que pode ser feito pelo próprio computador ao acessar a conta utilizada no aparelho. Por exemplo, não é interessante deixar apps de relacionamento, como o Tinder, instalados em um smartphone que é compartilhado com crianças.

O Snapchat é outro app que também deve ser monitorado com cuidado, já que muitos pré-adolescentes o utilizam para enviar fotos íntimas, já que depois de alguns segundos elas são automaticamente deletadas – porém quem as vê sempre pode tirar um printscreen e ficar com o arquivo permanentemente (e depois até divulgá-lo se quiser).

3 – Cuidado extra com apps de anonimato

Aplicativos como Whisper, Yik Yak e Secret permitem que as pessoas escrevam de modo anônimo, compartilhando sentimentos e pensamentos. Nesse caso, é possível que informações importantes sejam reveladas sem querer, o que é algo bastante indesejado – além da possibilidade de os pequenos entrarem em contato com pessoas com segundas intenções.

4 – Segurança do smartphone

Não é algo incomum ter um smartphone roubado ou perdido. Como esses dispositivos carregam informações importantes, é preciso se atentar ao grau de segurança dos dados salvos neles. É sempre interessante colocar senhas no aparelho, instalar aplicativos como o Find My iPhone para localizar o dispositivo e utilizar apps como o iCloud ou Android Device Manager para poder apagar aplicativos se for necessário.

Outro ponto importante é sempre selecionar a localização do smartphone ou do tablet como privada – alguns apps exigem que você compartilhe permanentemente onde está (o que não é algo interessante para usuários infantis). Caso deseje, você pode configurar que somente você visualize a localização da criança ou adolescente.

5 – Conversar com as crianças

Pode parecer bobo, mas esse é um dos passos essenciais: conversar com os pequenos sobre os perigos e riscos que existem no mundo online, que pode ser acessado através desses dispositivos. Explique para eles o que é considerado apropriado compartilhar (e com que quem), e principalmente as consequências do compartilhamento irresponsável.

A cada cinco adolescentes nos Estados Unidos, pelo menos um já enviou imagens de partes íntimas para outros através de apps. Portanto, o diálogo (aliado ao constante monitoramento quando necessário) é o melhor que você pode fazer para evitar qualquer tipo de situação constrangedora – e quanto mais cedo eles aprenderem sobre os benefícios e malefícios da internet, melhor. Se você possui mais algumas dicas para deixar os smartphones e tablets seguros às crianças, compartilhe com a gente nos comentários.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.

Fonte: Tecmundo

Windows 10 possibilitará acesso mais seguro para crianças

Win10_criancasA Microsoft anunciou algumas alterações no serviço de Proteção para a Família, que permite aos pais monitorarem a atividade online de seus filhos. A principal mudança é nas configurações, que passarão a ser gerenciadas a partir da página da conta Microsoft. A novidade permitirá que as definições de segurança sejam aplicadas em todos os dispositivos Windows 10 nos quais a criança usar com login.

O login no Windows 10 também enviará um relatório das atividades recentes da criança aos adultos da família, que sejam seus responsáveis. Será possível ver como os pequenos estão gastando seu tempo em cada PC ou celular, desde aplicativos que estão usando até sites que visitam usando um navegador.

É possível bloquear ou permitir uma página nova ou app com apenas um clique, protegendo as crianças de acesso a conteúdos como armas de fogo, violência, sexo, drogas e outros assuntos polêmicos.

Sobre as alterações, a Microsoft afirmou trabalhar para ajudar principalmente o usuário. “Sabemos que isso pode ser difícil para alguns de vocês, mas estamos fazendo isso para criar uma experiência melhor e mais simples: transferir as configurações da criança com a conta da Microsoft”, informam.

O acesso pode ser feito no site account.microsoft.com/family pelos pais para configurar o que for necessário. A Microsoft também preparou um tira dúvidas (microsoft.com/family/faq), em português.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Techtudo

Crianças e os perigos da publicidade online

publicidade_criancasA quantidade de publicidade que chega a cada a um de nós é tão grande que já quase lhe somos imunes e as técnicas de manipulação que as empresas colocam nos seus anúncios começam a deixar de surtir efeito.

E será que as crianças agem da mesma forma que os adultos? Será que para elas a publicidade que surge durante um jogo no tablet, no site que andam visitando ou mesmo a que vêem na TV lhes passa despercebida?

As crianças são cada vez mais seres digitais e, por esse motivo, a verdade é que a publicidade também começa a se adaptar e anda à procura de alvos cada vez mais jovens.
Além dos meios publicitários mais comuns, como os cartazes, as revistas ou a TV, elas estão também mais vulneráveis à publicidade dos tempos modernos, aquela transmitida através da Web, das apps e das redes sociais.
Os smartphones passaram de uma necessidade para os adultos para um capricho de crianças e adolescentes, no fundo estamos falando da natural evolução da sociedade, com tudo o que de bom e mau que existe nesta evolução.

Obviamente que também a publicidade evolui e está se voltando para as crianças. Mas como são as crianças atraídas pelos publicitários?
Sendo as crianças e os jovem seres mais influenciáveis não há nada melhor que o marketing viral para os atingir, muitas vezes através das redes sociais, aliado à sua lealdade a uma determinada marca.
Depois, quando querem atrair seguidores o melhor que pode fazer é impregnar de publicidade tudo aquilo que está associado ao público-alvo. Neste caso, são os jogos, as apps, os desenhos animados ou os sites da Intenet.
Só que nem sempre, nos locais frequentados pelos mais jovens apenas a chamada boa publicidade se faz presente, quantas vezes você mesmo já não clicou num banner publicitário que acabou levando-o a anúncios completamente desadequados para crianças?

Agora a questão impõe-se: como se podem proteger as crianças?

O fato é que as crianças são vulneráveis e impressionáveis e muita da informação que circula por esses anúncios é imprópria para as suas idades.
O importante é a educação. É tentar transmitir às crianças como funcionam as práticas publicitárias, que se explique com pequenos exemplos qual a intenção que leva determinada a utilizar determinadas imagens ou conceitos e, para tal, não são precisos grandes conhecimentos em marketing ou publicidade.
Tão importante quanto isso é estar envolvido nas tarefas dos mais novos, perceber por onde andam na Internet, sem precisar de estar “em cima deles” através de ferramentas próprias de monitorização. Ativar, por exemplo, os bloqueadores de publicidade dos browsers, principalmente nas páginas mais frequentadas pelas crianças.
É evidente que não existe uma fórmula para manter os mais novos afastados da publicidade, mas é importante que desde cedo eles sejam capazes de compreender que tudo não passa de uma técnica para atrair seguidores/compradores, algo que a maioria dos adultos, principalmente os que têm maior acesso de informação, já é capaz de perceber e ignorar.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: pplware

Como proteger seus filhos dos perigos na Internet

childrenAs crianças estão online mais do que nunca pelo acesso à internet em casa, na escola e em aparelhos móveis. O quarto maior provedor de internet do Reino Unido criou a Internet Matters, uma organização sem fins lucrativos que ajuda os pais a manter seus filhos seguros quando estão online. De acordo com a Internet Matters, nove em cada dez crianças com menos de 10 anos está online e 26% das crianças entre 10 e 13 anos está online por mais de três horas por dia.

Redes Sociais
Ainda que haja uma aparente mudança dos adolescentes do Facebook para outros aplicativos e redes sociais mais privados, como o Snapchat, é muito importante conversar com os filhos sobre as configurações de privacidade e a sua reputação online. A Internet Matters afirma que o número médio de amigos nos sites das redes sociais é de 272 para crianças entre 12 e 15 anos. Sente com seus filhos e vá às configurações de privacidade junto com eles. Isto irá lhe ajudar a entender melhor como as redes sociais funcionam e lhe dará a oportunidade de conversar abertamente sobre a importância da privacidade online. As crianças e os adolescentes não percebem quanto os sites das redes sociais podem destruir a sua reputação e que uma vez que algo é publicado online é difícil que seja removido completamente, além de que pode retornar no futuro, trazendo-lhes dificuldades.

Cyberbullying e Estranhos
Você ensina aos seus filhos que sejam gentis e cordiais com os outros, para que falem a você ou ao(à) professor(a) que um colega está fazendo bullying com eles. Também lhes diz para não falar com estranhos. Estas mesmas regras devem funcionar quando estão online. A Internet Matters afirma que 60% dos adolescentes já foram solicitados a compartilhar imagens e vídeos íntimos pessoais. Os que fazem bullying e os predadores sexuais entram na sua casa graças à Internet. Isto torna vital que você dialogue com seus filhos sobre com quem eles conversam e que assuntos discutem online. Deixe eles à vontade para virem até você e falarem sobre bullying ou quando alguém se aproxima deles de uma forma que os deixa desconfortáveis, seja nos sites das redes sociais ou em chats privados. Tenha certeza de que seus filhos somente se conectam ou conversam com pessoas que eles conhecem e confiam na vida real e que nunca revelem informações pessoais como o seu endereço ou imagens inapropriadas.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.

Fontes: Avast! blog e Internet Matters

Como manter as crianças protegidas online

children with laptop

A Internet é repleta de conteúdo impróprio para crianças, mas isso não elimina o fato de que os pequenos estão cada vez mais conectados. Entretanto, sem o olhar mais atento de um adulto, as crianças acabam sendo um alvo fácil para armadilhas virtuais de todos os tipos.

Mas não é preciso (e nem possível) privar os menores de acessar a rede que, afinal de contas, tem muitas ferramentas úteis para eles.
Alguns cuidados podem e devem ser tomados para fornecer um ambiente seguro para a navegação das crianças na Internet.

Aqui vão algumas dicas:

1. Converse com as crianças sobre cibercrime
Pode parecer óbvio, mas muitos pais não falam sobre cibercrimes com seus filhos, muitas vezes por considerar que as crianças usam a Internet melhor que eles próprios. Se este for o seu caso, informe-se antes sobre os melhores procedimentos para uma navegação segura. Há muito material na rede informando como se proteger da forma mais adequada ao navegar pela web e se conectar ao facebook.
É importante que, na hora da conversa, o responsável deixe transparecer tranquilidade e deixe claro que não impor nenhum castigo caso ocorra algum deslize na web.
Desta forma, a criança se sentirá mais segura para lhe contar quando tiver infectado sem querer o computador com algum malware.

2. Ensine seu filho a se deslogar de qualquer sistema
Grande parte do cyberbullying é cometido por amigos ou familiares, geralmente irmãos, com acesso à conta da criança no mesmo computador. Para evitar isso, ensine seus filhos a finalizarem a sessão de qualquer sistema em que estiverem logados. Seja rede social, site de jogos ou web e-mail. Da mesma forma, instrua-o a não compartilhar senhas com ninguém.

3. Altere as configurações de privacidade da rede social
Crianças e adolescentes tendem a compartilhar muitas informações pessoais no facebook e outras redes sociais. Peça para seu filho acessar as configurações de privacidade da conta e, junto com ele, crie restrições. Ao fazer as limitações, como tornar fotos visíveis apenas para amigos, por exemplo, explique as razões e consequências benéficas desses atos. De tempos em tempos, verifique com ele se as configurações permanecem inalteradas e seguras.

4. Ensine a criança a desconfiar dos links
Navegar pela Internet é garantia de se deparar com uma infinidade de links, muitos deles maliciosos. Não clique sem cuidados e ensine seu filho a fazer o mesmo em links de sites que você não confia e não abra e-mails de destinatários desconhecidos ou de propaganda não solicitada.
Peça para que a criança, ao receber conteúdo suspeito, confirme com o amigo, através de outro meio de comunicação, se foi ele mesmo ou serviço quem mandou a mensagem.

5. Tenha um bom software de segurança
Todas as dicas acima só irão funcionar se, simultaneamente, seu computador estiver protegido com um bom software de segurança. Muitos programas contam, inclusive, com ferramentas de controle dos pais, que facilitam estabelecer o limites de tempo online e bloqueiam sites com conteúdo impróprio, violento e sexual para menores.

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes: techtudo e Norton blog