Windows 7: saindo de cena

Segundo a Net Applications, Windows 7 adicionou 0,1 ponto percentual em sua base em abril, enquanto que o Windows 10 permaneceu estável no último mês.

As situações do Windows 7 e do Windows 10 permaneceram confusas em abril, de acordo com a empresa de pesquisas Net Applications. Isso porque os progressos esperados – crescimento do Windows 10 e queda do Windows 7 – ficaram mais uma vez invertidos.

Segundo dados da companhia, o Windows 7 adicionou pouco mais de 0,1 ponto percentual em sua base de usuários em abril, encerrando o mês com 43,6% de todos os PCs do mundo e 49,3% de todas as máquinas Windows – o segundo número é maior do que o primeiro porque o Windows responde por 88,4% de todos os sistemas no mercado, não 100%.)

Enquanto isso, o Windows 10 ficou estável no mês passado, respondendo por 33,8% de todos os computadores do mundo e 38,2% dos PCs rodando alguma versão do Windows.

Os dados mais recentes da Net Applications mantêm a tendência registrada em março, quando a empresa de pesquisas disse que o Windows 10 tinha registrado a sua maior queda na história e o já antigo Windows 7 registrou o seu maior crescimento desde o meio de 2015.

O que está acontecendo?

Apesar de ser possível que esses números reflitam uma nova onda de adoção do Windows 7 no mundo real e uma ligeira aposentadoria de máquinas Windows 10, isso é um tanto improvável.

Em vez disso, os números provavelmente refletem uma outra “limpeza” feita recentemente pela Net Applications, que excluiu tráfego de bots dos seus dados em novembro do ano passado e repetiu a dose em fevereiro passado.

Nas duas oportunidades, a companhia se livrou do tráfego gerado por bots que pode distorcer os resultados. Essas ferramentas baseadas em softwares costumam ser implementadas por criminosos e golpistas, que programam os scripts automatizados dos bots para imitar o comportamento humano on-line, geralmente com objetivos de fraudes relacionadas a cliques em anúncios.

“Os bots podem causar uma distorção significativa dos dados”, afirmou a Nert Applications no ano passado. “Já vimos situações em que o tráfego de determinados países grandes é quase que completamente tráfego de bots. Em outros países, os fraudadores de anúncios geram tráfego que engana determinadas tecnologias para gerar cliques de alto valor. Ou favorecem de forma significativa uma plataforma ou navegador em particular.”

A Net Applications aponta que dados livres de bots são mais precisos porque são uma medida do que os usuários reais estão fazendo e não do que os golpistas fingindo ser usuários estão fazendo.

Mas, ao contrário da limpeza feita pela Net Applications em novembro, essa nova exclusão de bots não foi muito boa para a Microsoft. O esforço no fim do ano passado excluiu uma boa fatia de usuários do Windows 7 e adicionou pontos ao Windows 10, uma notícia que se encaixa na mensagem da Microsoft de que os consumidores estão rapidamente trocando o sistema antigo em troca do mais recente. No entanto, essa limpeza em fevereiro não seguiu o script.

Adiamento

As alterações nos números acabaram adiando o ponto em que o Windows 10 deverá superar o Windows 7 em usuários – de dezembro de 2018 para fevereiro de 2019 – o que pode ser perigoso, já que provavelmente teremos muitas pessoas usando uma plataforma sem patches quando o Windows 7 for oficialmente aposentado em janeiro de 2020.

A linha mais recente de tendência aponta que no final deste ano, apenas 12 meses antes da aposentadoria do Windows 7, o Windows 10 estará em 45% de todos os sistemas Windows, enquanto que o Windows 7 estará em 47% das máquinas com o sistema da Microsoft.

Macs

O levantamento da Net Applications também aponta que o macOS, da Apple, registrou um aumento de 0,2 ponto percentual em abril, fechando o último mês com 9,2% de participação no mercado – uma boa notícia para a empresa de Cupertino, cujo sistema tinha recuado 1 ponto percentual em março.

Fonte: IDGNow!

Windows 7 diminui presença no mercado

win_marketAntes do lançamento do Windows 10, o Windows 7 marcava presença em 60% do mercado, em junho de 2015. A versão do sistema operacional começou este ano com presença de 52, 47%, mas hoje registrou 48,27%.

Mesmo com a queda e com o possível crescimento do Windows 10, o Windows 7 deve permanecer sendo o sistema operacional mais popular, chegando a ultrapassar o XP em setembro de 2012.

Hoje, o Windows Vista marca presença em 1,4% e o Windows XP em 9,66% e vale lembrar que o Windows 10 não conta com atualização gratuita para estes sistemas. Acredita-se que a presença do XP tende a diminuir ainda mais, uma vez que a Microsoft encerrou suporte ao sistema em abril de 2014.

No geral dos sistemas operacionais, o Windows teve uma queda e registrou 89,23%, enquanto o Mac OS X teve um aumento, ficando em 9,2% de presença, assim como o Linux, que marcou 1,56%.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital

Crise atinge o cibercrime e número de malwares cai

Crackers

Estudo da Kaspersky indica que novas ameaças sofreram queda de 15 mil em ano pautado por desafios econômicos

Nem os cibercriminosos escaparam da crise. Segundo levantamento da Kaspersky Lab, 2015 foi marcado pela saturação na demanda de programas maliciosos fazendo com que o número de malwares caísse de 325 mil em 2014 para 310 mil neste ano – menos 15 mil. Os especialistas da empresa acreditam que isso ocorreu principalmente por causa do alto custo no desenvolvimento de novos códigos maliciosos.

Fato curioso, no entanto, é que o número de vítimas do cibercrime aumentou 5% este ano. Isso porque, os criminosos perceberam que podem ter resultados igualmente eficazes usando programas de publicidade intrusiva ou assinaturas digitais em seus ataques.

Segundo o estudo feito pelo Kaspersky Lab, os cibercriminosos perceberam que golpes mais elaborados, como rootkits, bootkits ou pragas replicantes são eficazes, porém elevam os custos, reduzindo as receitas e as margens de lucro. Além disso, esses programas maliciosos sofisticados não estão imunes aos softwares antimalware, que estão em constante evolução e que estão acostumados a identificar e bloquear códigos mais complexos.

Nesse contexto, os adwares (publicidades invasivas) ganharam destaques entre as detecções de 2015. Essa mudança indica uma evolução na tática dos criminosos virtuais, que podem passar a atuar quase como uma empresa, comercializando software, serviços e outros itens comerciais como se fossem legítimos.

Outra tendência é o uso mais amplo de certificados digitais pelos cibercriminosos e até mesmo por agentes de ameaças avançadas (que normalmente são patrocinadas por um governo). Com a ajuda de certificados comprados ou roubados, os invasores tentam enganar o software de segurança, que tende a confiar em arquivos com assinaturas digitais. Esses certificados são comercializados na faixa de dezenas de dólares.

Agradecemos ao Paulo Sollo, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: ITForum

Netflix pode vir a diminuir pirataria na Internet

Netflix

Chefe de conteúdo da empresa revela que foi notada uma diminuição na taxa de downloads ilegais por torrent em determinado país

Que o conteúdo pirata na internet flui basicamente por torrent, todo mundo sabe. Entretanto, o chefe de conteúdo do Netflix, Ted Sarandos, revelou que, após a chegada do serviço a determinado país, a taxa de downloads realizada pelo BitTorrent teve uma diminuição naquela região. Ou seja, ele acredita que a disponibilidade de conteúdo de forma considerada barata na internet pelo Netflix pode ajudar a diminuir a pirataria.

Fora isso, para ele, “as pessoas são normalmente honestas” e só procuram conteúdo ilegal quando não podem adquirir o mesmo por vias legais sem ter que pagar muito por isso. Assim, ele diz o preço reduzido da assinatura básica do Netflix é uma boa saída para quem quer consumir séries e filmes, mas não gastar muito dinheiro.

O país a qual o executivo se refere não foi relevado nem a taxa de downloads que foi diminuída por torrent foi especificada por ele.

Agradeço ao Lucas, amigo e colaborador do Seu micro seguro, pela referência a esta notícia.

Fonte: Tecmundo

Hábito de “Googlar” tende a diminuir

Os usuários da web aprenderam que – apesar do que o Google é do que ele faz – muitas vezes é mais fácil ir diretamente para um segmento curado da Internet para encontrar o que deseja

Por mais de uma década, o Google tornou-se sinônimo de busca. Apesar dos bem financiados esforços da Microsoft para conseguir que os usuários usassem o Bing, as pessoas ainda estão “googlando”. No entanto, há alguns sinais de que o domínio da empresa pode não se estender para a era móvel.

De acordo com reportagem do New York Times, as tradicionais buscas na web caíram 3% no segundo semestre do ano passado (depois de só crescer por anos), enquanto as pesquisas em mecanismos de busca vertical cresceram 8% durante o mesmo período.

Não é que as pessoas não estejam com fome de conteúdo, porque elas estão. Mas também estão começando a alterar seus hábitos de buscas através de curadoria de conteúdo (vão diretamente às fontes da informação).
Os usuários da web aprenderam que – apesar do que o Google é do que ele faz – muitas vezes é mais fácil ir diretamente para um segmento curado da Internet para encontrar o que deseja.

Usuários experientes sabem como procurar itens que querem comprar na Amazon, ir direto ao IMDB para obter informações sobre a atriz que estava naquele filme ou à Wikipedia para procurar informações sobre esse país distante mencionado no noticiário. O Google é um meio intermediário desnecessário e facilmente evitável entre você e uma fonte de informação confiável.

Essa mudança no comportamento de busca torna-se mais palpável na era móvel, centrada em aplicativos. Os usuários são muito mais propensos a procurar informações sobre o tempo, notícias ou informações de mapeamento diretamente em apps relevantes, em vez de “googlar” primeiro.

Por enquanto, o Google continua sendo o gatekeeper para o resto da Internet. No entanto, com o Facebook apresentando seu novo super-aplicativo, nós poderemos em breve dar uma olhada das batalhas futuras para a onipresença móvel.

Fonte: IDG Now!