Microsoft Edge irá colocar restrições à execução do Flash

say-no-flash-playerA Microsoft anunciou nesta quinta-feira (07) uma característica que irá melhorar consideravelmente a experiência global de usuários de seu navegador Edge. Com a próxima atualização de aniversário do Windows 10, o Microsoft Edge inteligentemente deixará de executar conteúdos em Flash que não são partes centrais de uma página na web.

Conteúdos de animações em Flash, como anúncios, não serão exibidos a menos que o usuário clique explicitamente para executá-los. A nova alteração deverá reduzir consideravelmente o consumo de energia em dispositivos com Windows 10 e melhorar o desempenho de carregamento de páginas web. Como era de se esperar, o navegador irá distinguir quando um conteúdo em Flash for o centro de uma página web, como no caso de jogos e vídeos. Nesses casos, a execução em Flash não será interrompida.

Em comunicado, a Microsoft afirmou que o “Flash tem sido uma parte integrante da web ao longo de décadas, permitindo um conteúdo rico e animações em navegadores desde antes da introdução do HTML5”. Os navegadores mais modernos estão deixando de utilizar o Flash em apoio ao HTML5. Isso porque o novo formato permite um melhor desempenho no carregamento de páginas e maior segurança para navegação.

Ainda segundo a Microsoft, os desenvolvedores também serão beneficiados pela tendência de descontinuação do Flash, visto que “eles serão capazes de criar sites que funcionam em todos os navegadores e dispositivos, incluindo dispositivos móveis onde o Flash não está disponível”.

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Fonte: Canaltech

Navegador Edge contará com bloqueador de anúncios nativo

Microsoft-EdgeCaso a Microsoft incorpore mesmo o bloqueador nativo no Edge, este pode ser o primeiro navegador com o recurso incluso.

A Microsoft revelou que o Edge contará com um bloqueador nativo de anúncios. A informação foi repassada durante a apresentação da Microsoft durante a Build 2016, evento organizado pela empresa. A mudança estava presente em um roadmap de alterações Edge. Conforme o que foi visto, o bloqueio de anúncios é um recurso que foi solicitado pelos usuários e poderá estar presente na próxima atualização do Windows 10, no então chamado Anniversary Update (conhecido antes como Redstone).

Conforme o que foi visto, o bloqueio de anúncios é um recurso que foi solicitado pelos usuários e poderá estar presente na próxima atualização do Windows 10, no então chamado Anniversary Update (conhecido antes como Redstone).

De acordo com o roadmap, a funcionalidade não está completa, porém, os desenvolvedores poderão lançar na atualização de aniversário de um ano do Windows 10, bem como o suporte a extensões, a integração com o tradutor do Bing e a habilidade de navegar para frente e para trás no histórico apenas ao deslizar o dedo na versão móvel.

Caso a Microsoft incorpore mesmo o bloqueador nativo no Edge, este pode ser o primeiro navegador com o recurso incluso. A empresa são revelou outros detalhes sobre o funcionamento da funcionalidade. Assim sendo, é necessário aguardar para conferir as novidades.

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Fonte: Oficina da Net

Edge e IE despencam e Chrome cresce em preferência

IE_edgeNavegadores da Microsoft registraram quedas históricas em fevereiro e devem ficar abaixo dos 40% antes das previsões iniciais para julho.

Os navegadores da Microsoft sofreram quedas de proporções históricas em fevereiro, perdendo usuários em um ritmo que pode colocar a empresa em segundo lugar, atrás do Google, já em maio, apontam novos dados liberados nesta semana.

As várias versões do Internet Explorer (IE) e as duas do Edge perderam um total combinado de 2,1 pontos percentuais de participação de usuários em fevereiro, a maior queda em um mês registrada nos 11 anos de estatísticas acumuladas pela Computerworld dos EUA da consultoria Net Applications.

O IE e o Edge – a Net Applications coloca a participação do Edge em um local apenas com a tag IE – respondem por 44,8% de todos os navegadores usados no mês passado. Há um ano, esse número era de 57,4%.

Os navegadores da Microsoft só tinham ficado abaixo da marca de 50% em dezembro. Mas se seguirem no mesmo ritmo de queda dos últimos meses, os browsers da empresa ficarão abaixo de 40% em maio.

Previsões anteriores apontavam que essa queda abaixo de 40% só aconteceria em julho.

Em qualquer um dos casos, a queda do IE é acompanhada pelo crescimento do Google Chrome, que deverá substituir os navegadores da Microsoft como o o mais usado nos mesmos meses em que o IE cair abaixo de 40%.

O Chrome fechou fevereiro com 36,6% de participação entre os usuários, alta de 1,5% ponto percentual em relação a janeiro e 11,9% pontos em relação ao mesmo período de 2015. O Firefox, da Mozilla, ganhou três décimos de um ponto percentual e alcançou a marca de 11,7%, mesmo número de um ano atrás. O Safari, da Apple, ganhou dois décimos e ficou em 4,9%.

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Fonte: IDG Now!

Dados da navegação privada do Edge podem ser descobertos

Microsoft-EdgeSegundo constatou o pesquisador de segurança Ashish Singh, as janelas privadas ou InPrivate do Microsoft Edge não têm nada privadas de verdade. Todo o histórico de navegação do usuário fica salvo no browser e pode ser verificado com certa facilidade por uma pessoa que possa estar investigando alguma coisa.

“Muitos artefatos são guardados pelo navegador, o que torna uma varredura bem fácil. Entretanto, há partes em que as evidências do uso não são tão simples de encontrar. A função de navegação nem tão privada do Edge é aparentemente falha em sua essência”, disse Singh em sua publicação acerca do assunto.

O pesquisador ainda esclareceu os passos que ele seguiu para encontrar os dados de navegação privada do Edge que deveriam ser apagadas no momento que o usuário fecha a janela. Se você quer fazer o teste, confira os detalhes técnicos aqui.

O que a Microsoft pensa sobre isso?
A Microsoft ainda não explicou porque esse problema existe, mas um porta-voz da empresa deu uma declaração sobre o caso ao The Verge. “Recentemente, nós ficamos sabendo de um relatório que alega que as janelas InPrivate do Edge não estão funcionando como deveriam e estamos comprometidos em resolver isso tão logo quanto possível”.

Por enquanto, não há prazos para que essa falha seja consertada no Edge, e, por isso, recomendamos que você recorra a outros navegadores quando precisar de uma janela privada.

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Fonte: Tecmundo

Microsoft prepara o Edge para receber extensões

edge

Não é segredo nenhum que a Microsoft quer tornar o Edge um navegador com as mesmas capacidades que os seus concorrentes. Para isso preparou-o para utilizar as mais recentes tecnologias web.

A sua primeira versão não contemplava ainda parte destes planos, tendo deixado de fora as extensões. Mas tudo pode estar prestes a mudar e as extensões vão chegar muito em breve.

Desde que se começou a falar do Edge, o novo browser da Microsoft, que se sabe que deverá ter extensões. A Microsoft deixou esta parte para 2016, tendo-se focado em tornar este navegador capaz de enfrentar a concorrência.

Mas agora e segundo foi descoberto, a Microsoft poderá estar se preparando para trazer para o Edge as extensões. Isso foi revelado numa página descoberta pelo usuário do Twitter WalkingCat.

Claro que depois de ter sido lançada publicamente, a Microsoft tratou de retirar a página do ar e atualmente a mesma responde quando acessada com uma mensagem de erro.

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Fonte: pplware

Microsoft busca direcionar usuários do Windows 10 para só usarem o Edge

Microsoft-EdgeA Microsoft está empregando algumas táticas no Windows 10 que buscam fazer com que seus usuários utilizem o Edge e deixem de usar outros navegadores

O Windows 10 traz o navegador Edge. Os usuários que o utilizem para para fazer o download de navegadores alternativos, como o Firefox da Mozilla ou o Chrome da Google, passam a enfrentar certas dificuldades.

As táticas para desencorajar os usuários passam por mostrar uma barra escura no topo da tela, quando se tenta fazer o download do Chrome ou o Firefox, informando que a Microsoft recomenda a utilização do Edge e com um botão indicando «Saiba mais».
O VentureBeat trouxe a notícia e informa que a situação já foi notada por usuários dos EUA, não havendo ainda relatos de que esteja ocorrendo em outros países.

Não é novidade que as empresas de tecnologia tentem favorecer e recomendar os seus produtos em detrimento das soluções rivais. No entanto, a Microsoft passou alguns anos acusando a Google de alimentar práticas anti-competitivas e parece estar tomando um caminho semelhante com o Edge e o Windows 10.

Oficialmente, um porta-voz da Microsoft explicou ao The Verge que «o Edge foi desenhado exclusivamente para o Windows 10 com ferramentas e funcionalidades que melhoram a experiência de navegação como o Cortana, o Web Note e as Quick Answers (…) Com o Windows 10, o usuário pode escolher facilmente o navegador predefinido e o motor de busca que prefira».

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Fonte: Exame Informática

Norton não recomenda uso do novo navegador Edge

norton_alertaO Norton Security, solução de segurança da Symantec, passou a mostrar um alerta para os usuários interessados no Windows 10 e os que já usam a versão Preview da Microsoft sobre falhas de segurança no navegador Microsoft Edge, que chegou para substituir o Internet Explorer. A polêmica acontece quando faltam poucos dias para o lançamento do Windows 10, que chega no dia 29 de julho.

A mensagem, em computadores em que o Norton está instalado, é exibida quando um usuário do Windows 10 Insider tenta abrir o navegador. Ela não proíbe o uso do Edge, mas recomenda o uso de outros browsers instalados na máquina, como alternativa às falhas do sucessor do IE.

Segundo a Symantec, a falta de um recurso pode, a longo prazo, oferecer riscos para o usuário. Neste primeiro momento, o Edge não aceita a instalação de extensões e, uma vez que não é possível instalar um plugin do antivírus para fornecer segurança adicional à navegação, este é o risco de usá-lo para surfar na Internet.

A intenção da Microsoft é, com o tempo, possibilitar o suporte a extensões no Edge, mas o recurso não deve ainda estar disponível no lançamento do Windows 10. O navegador foi construído sem oferecer compatibilidade a muitas tecnologias presentes no Internet Explorer e em outros concorrentes.

A decisão tornou o Edge invulnerável a muitas falhas e bugs presentes no antecessor, mas também resultou em um navegador incompatível com plugins originais e seguros, que não são malignos. Por outro lado, caso algum problema grave seja detectado no browser, ficará mais difícil para as fabricantes de antivírus protegerem seus usuários.
Resta saber quando a Microsoft vai torná-lo compatível com plugins.

Agradecemos ao Davi e ao Paulo Sollo, colaboradores amigos do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Techtudo