Europol derruba rede de malware que infectou 3,2 milhões de PCs

ramnit-botnetO Centro de Cibercrime Europeu (EC3) da Europol derrubou a infraestrutura de controle de uma rede zumbi criada por uma praga digital conhecida como “Ramnit”. Anunciada nesta terça-feira (24), a ação contou com a colaboração de agentes policiais da Alemanha, da Itália, da Holanda e do Reino Unido, além de auxílio da Microsoft, da Symantec e da Anubis Networks.

A praga digital surgiu em 2010 e estimativas apontam que 3,2 milhões de computadores foram infectados pelo vírus. A praga era distribuída em golpes por e-mail e sites invadidos ou criados por hackers para essa finalidade. O programa tinha ainda um comportamento de “vírus clássico”, parasitando arquivos executáveis.

De acordo com a Symantec, 3% dos sistemas contaminados estão localizados no Brasil. Índia (27%) e Indonésia (18%) são os países mais atacados pelo código.

A Europol redirecionou 300 endereços de internet para desmantelar a infraestrutura de controle do vírus. Com isso, os hackers não conseguem mais acessar os computadores infectados, nem receber as informações extraviadas.
Em 2011, com o vazamento do código fonte do vírus Zeus, o Ramnit passou a incorporar funcionalidades de espionagem e roubo de dados.

De acordo com a Symantec, o vírus é capaz de analisar o disco rígido em busca de arquivos que seriam enviados aos hackers. A praga monitora o acesso à web para alterar os sites visitados para solicitar informações extras, como o número do cartão de crédito. Uma ferramenta de remoção gratuita pode ser baixada no site da Symantec.

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Fonte: G1

McAfee e Europol fazem parceria no combate ao cibercrime

intel_europolA empresa integrante da Intel Security e o Centro Europeu de Cibercrimes da Europol (EC3) assinam acordo de colaboração e compartilhamento de dados não operacionais sobre ciberataques.

A McAfee fechou uma parceria com o Centro Europeu de Cibercrimes da Europol (EC3) com foco no combate ao cibercrime. Anunciado na quinta-feira (8), o acordo foi firmado por meio de uma carta de intenções que busca reunir o conhecimento da Intel Security, da qual a companhia faz parte, com a qualificação policial do EC3.

A carta também permite à Intel Security fornecer informações técnicas específicas sobre ciberataques ao Serviço Europeu de Polícia (Europol). Por meio da parceria, as duas organizações realizarão ações conjuntas para erradicar enfrentar campanhas lideradas por hackers, além de compartilhar dados não operacionais sobre o cibercrime. A McAffe e o EC3 também atuarão na disseminação de práticas recomendadas.

Para Raj Samani, diretor de tecnologia da Intel Security EMEA e assessor especial do Centro de Cibercrimes da EUROPOL para Segurança da Internet, o avanço do cibercrime acontece em um nível que as entidades não são capazes de combatê-lo sozinhas, enfatizando a importância da colaboração entre as duas organizações.

O EC3 utiliza recursos da Intel Security em seus mecanismos de proteção digital que já suportaram operações de combate a crimes cibernéticos. Na visão de Troels Oerting, chefe do EC3, essa missão não pode ser realizada apenas pela polícia, e exige uma abordagem mais ampla.

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Fonte: ITFORUM365