App Google Drive: suporte termina hoje – veja o que fazer

Hoje, dia 12 de março, a Google encerra o suporte aos aplicativos de Windows e macOS do Google Drive e do Google Fotos. A mudança foi anunciada em setembro do ano passado e usuários de ambos os serviços já devem estar recebendo notificações sobre o que fazer após o dia de hoje.

O objetivo da Google é separar quem usa os serviços pessoais de quem precisa da sincronização em um ambiente corporativo. Na prática, só o que está mudando é o nome dos aplicativos que devem ser instalados, já que as funções continuam praticamente as mesmas, possibilitando que você veja os arquivos que estão na nuvem em uma pasta do computador.

O que devo fazer para continuar sincronizando meus arquivos?

Se você usa os aplicativos do Google Drive e Google Fotos para Windows e macOS em casa, eles vão parar de funcionar neste 12 de março. Para continuar sincronizando fotos e documentos com a nuvem da Google, será preciso baixar e instalar um novo programa, chamado “Backup e sincronização”. O processo é bem parecido com o de instalação do antigo Drive e está disponível no mesmo endereço do programa antigo.

Já os usuários profissionais, que tem uma conta corporativa da G Suite para acessar arquivos do trabalho, devem usar o Drive File Stream. Ele tem algumas diferenças em relação à outra versão, como o fato de possibilitar o streaming de fotos e vídeos, além de aparecer no computador como um disco rígido e não como uma pasta.

Com o fim do suporte, os aplicativos antigos irão parar de realizar a sincronização com a nuvem da Google. Por isso, o recomendado é que todos os usuários façam a mudança assim que possível e mantenham seus backups atualizados.

Fonte: Tecmundo

Quer mudar do iPhone para o Android em 2017? A Google oferece um app que facilita a mudança

googledrivebackupO Google deixou claro quando lançou seus smartphones Pixels recentemente que estava mirando nos usuários iOS com um recurso para facilitar a transferência de dados entre os dois aparelhos. E agora a empresa está facilitando a mudança de usuários de iPhone para outros aparelhos Android.

Construído diretamente na versão mais recente do Google Drive para iOS, o processo é o mais fácil possível. Quando você estiver no app, basta abrir o menu, descer até Configurações e depois escolher a opção Backups. Lá, você verá três opções para armazenar seus contatos, eventos da agenda e fotos. Selecione aqueles que você quer, toque em Iniciar Backup, e o Google Drive vai começar a sugar os dados do seu iPhone. Quando terminar, você só precisará acessar sua conta Google no novo smartphone e os respectivos apps irão automaticamente receber os dados que foram salvos.

O Google alerta que o processo pode levar um tempo se você possui muita coisa no back up (especialmente quando o assunto são fotos). Por isso, é bom deixar seu smartphone conectado na tomada enquanto realiza esse processo. E como o app precisa ficar aberto durante a transferência dos dados, provavelmente é melhor fazer isso antes de dormir.

A história por trás da história

Transportar seus dados entre diferentes plataformas ainda é uma das principais barreiras para pessoas interessadas em trocar de lado nos smartphones. Tanto o Google quanto a Apple vem trabalhando para facilitar o processo. O app Move to iOS, da Apple, é até um pouco amplo, já que também leva mensagens, favoritos e contas de e-mails, além dos contatos, agendas e fotos.

Fonte: IDG Now!

Google Drive: conheça aqueles que têm acesso a seus arquivos

Os serviços oferecidos pelo aplicativo Google Drive são de fato úteis a usuários que costumam compartilhar arquivos pesados via internet – esta ferramenta é geralmente usada por equipes internas de grandes empresas. Mas o que parece ser uma ajuda aos processos de armazenamento e transferências online pode, por vezes, gerar problemas colossais a clientes menos atentos.

Acontece que a Google não exibe de forma clara quem tem, de fato, acesso aos arquivos compartilhados por meio de sua conta junto ao Google Drive. Com isso em mente, os desenvolvedores da CatchApp criaram a página “Who Has Access”. Faça uma varredura em sua unidade de armazenamento online e gerencie sua conta por meio deste intuitivo site em minutos. Confira estas dicas.

Passo 1 – Faça a verificação

Depois de acessado o domínio de “Who Has Access”, seu login junto a uma conta Google deverá ser feito. Preenchidos os campos requeridos, uma tela vai solicitar acesso a algumas informações, tais como visualização de endereço de e-mail, descrição de perfil e verificação de dados trocados via Google Drive.

whohasaccessAo clicar sobre o botão “Aceitar”, o escaneamento logo será iniciado. Vale dizer que o tempo de verificação de anexos compartilhados via Google Drive vai depender da quantidade de contatos que cada usuário possui; o tamanho dos arquivos enviados também vai determinar o quão longo o processo de verificação vai ser.

Passo 2 – Limite o acesso de contatos a seus arquivos

Finalizada a etapa de verificação de drive, todos os contatos que têm acesso a seu Google Drive serão listados. Nesta página, um gerenciamento poderá ser feito: clique sobre o nome de uma das pessoas mencionadas pelo serviço e, no quadro aberto à direita da tela, selecione a opção “Revoke all access” – este comando vai fazer com que a pessoa em questão não seja mais capaz de ter acesso aos arquivos compartilhados via Google Drive.

whohasaccess1Ao final, um botão localizado ao rodapé da página de “Who Has Access” vai lhe fornecer a opção de remoção de todos os dados coletados durante a varredura de conta (“Delete report data now”) – este serviço vai apagar seus registros junto ao domínio. Um e-mail será enviado ao seu endereço eletrônico; por meio dele, consultas futuras sobre quem pode visualizar seus arquivos compartilhados poderão ser feitas.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

Trend Micro detecta ataques direcionados por meio do Google Drive

fakegdriveA Trend Micro alerta que tem visto malware que se aproveita destes sites, como o DropBox, o Sendspace e o Evernote. Agora, também inclui o Google Drive na lista dos sites “abusados”. Recentemente, a empresa se deparou com um malware, detectado como TSPY_DRIGO.A, que usa o Google Drive como uma forma de obter informações sobre suas vítimas.

Acesso ao Google Drive

Uma vez executado, o malware irá verificar os seguintes tipos de arquivos em determinados locais para carregá-los no Google Drive:

XLSX
XLS
DOC
DOCX
PDF
TXT
PPT
PPTX

Os locais nos quais o malware verifica e busca por estes arquivos incluem a lixeira e a pasta Documentos do usuário.

Com o objetivo de fazer o upload dos arquivos para o Google Drive, foram incluídos no malware o “client_id” e o “client_secret”, junto a um token de atualização. Tokens de atualização são necessários como parte do protocolo OAuth 2.0, que é usado pelo Google Drive. Este protocolo é utilizado pelo Twitter, Facebook e outros sites para permitir que as contas nestes sites sejam usadas para efetuar login em sites diferentes. Os tokens de acesso são utilizados para ter acesso a uma conta do Google Drive. No entanto, tokens de acesso expiram, então tokens de atualização são necessários para obter novos tokens de acesso.

A Trend Micro descriptografou a comunicação da atividade do malware e notou atividades como os pedidos de novos tokens e upload de arquivos.

Os especialistas da empresa usaram essa mesma abordagem para verificar os arquivos que foram carregados na conta do Google Drive. Enquanto elaboravam a postagem dessa mesma notícia no blog, alguns dos arquivos ainda estavam “ativos” ou presentes na conta. Também descobriram que os nomes dos arquivos revelam quem são as entidades visadas, na sua maioria, agências governamentais.

A outra conexão com o Google

O uso do Google Drive não é a única coisa que conecta este malware com o Google. O malware foi, na verdade, criado usando a linguagem de programação Go, vulgarmente conhecido como “golang”. Esta é uma linguagem de programação de código aberto que foi inicialmente desenvolvido pelo Google. Segundo o Google, “os objetivos do projeto Go eram eliminar a lentidão e outras questões no desenvolvimento de software no Google, e, assim, tornar o processo mais produtivo e escalável.”

Embora interessante, a utilização da linguagem golang não é nova; pesquisadores de segurança já viram a golang sendo usada para criar malwares desde 2012. Seria difícil identificar as razões exatas para o uso da golang mas alguns têm atribuído o seu apelo à sua suposta falta de perfil dominante ou de massa.

A coleta de informações

A análise mostra que este malware só pode fazer o upload de arquivos do tipo “documento” para o Google Drive. Este tipo de rotina de malware é perfeito para a fase do reconhecimento – uma das etapas iniciais de ataques direcionados. Afinal, um dos principais aspectos de um ataque bem sucedido é ter informações suficientes sobre um determinado alvo. Quanto mais informações eles puderem reunir, maior vetor de ataque podem usar em seus alvos.

Os seguintes “hashes” estão relacionados a este ataque:

2C32674B334F10000CB63ED4BA4EE543A16D8572
2D98DDF8F5128853DD33523BCBBD472B8D362705

Segundo a Trend Micro o Google já foi notificado sobre o incidente.

Agradecemos ao Paulo Sollo, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes: ti inside e Trend Micro blog

Google baixa drasticamente os preços do Google Drive

google-driveA partir de agora, plano de 100 GB cai de US$5 ao mês para US$2 mensais. Já opção de 1TB caiu ainda mais, de US$50 para US$10 mensais.

O Google acaba de esquentar ainda mais a “guerra dos serviços de armazenamento” e deve deixar os rivais Dropbox, Box e OneDrive de olhos bem abertos.

Isso porque a gigante de buscas anunciou em seu blog alguns cortes bem significativos nos valores dos seus planos de assinaturas mensais.

O pacote de 100 GB, por exemplo, caiu de 5 dólares por mês para 2 dólares mensais. Mais impressionante é o desconto para o plano 1 TB, que custa originalmente 50 dólares ao mês e agora sai por apenas 10 dólares mensais.

Em comparação, o Dropbox cobra 10 dólares ao mês para o usuário armazenar 100 GB de dados na nuvem.

Fonte: IDG Now!

O que é importante saber sobre o Google Drive

google_drive

Há um pouco mais de um ano, acordamos um dia e descobrimos que Google Docs tinha sido substituído algo chamado chamado Google Drive. Depois aprendemos que o Google Drive era uma versão supostamente maior e melhor do nosso bom e velho Google Docs.
Hoje em dia ninguém mais lembra disso, o que era de se esperar já que o Google vive modificando seus recursos importantes.
Recursos
O serviço baseado em nuvem de informações vem com a capacidade de armazenamento padrão de 15GB (há pouco tempo era apenas 5GB) para documentos, fotos, PDFs, vídeos e etc. Os usuários também podem pagar $2.49 para aumentar sua capacidade de armazenamento a 25GB, $4.99 por 100GB e assim por diante. Existem aplicativos para PC e Mac que habilitam o armazenamento de documentos no Desktop com sincronização automática ao serviço nas nuvens, e outros aplicativos parecidos disponíveis para Android e iOS podem ser baixados e permitem que os usuários usufruam dessa conveniência para seus aparelhos móveis.
Preocupações
Preocupações referentes ao Google Drive vão de simples queixas infundadas a questionamentos legítimos sobre a segurança do serviço. Como em qualquer sistema de armazenamento baseado em nuvem, os usuários ficam à mercê dos servidores. Se por alguma razão eles falharem, e isso não é impossível no Google Drive, os usuários ficarão impossibilitados de acessar seus arquivos. Um problema de credibilidade somado aos riscos de sincronização que podem ser gerados por problemas na conexão do usuário ou no tráfico de informações de Google.
Segurança
Nenhum sistema de armazenamento em nuvem de dados é completamente seguro, mas como o Drive está diretamente ligado a Gmail, os arquivos podem ser facilmente comprometidos se uma janela do navegador for deixada aberta ou se uma conta não estiver protegida com senhas fortes. As dicas de segurança de Google são bastante básicas, se resumem fundamentalmente a usar senhas fortes, não fazer downloads de pastas a redes compartilhadas e executar logout de sua conta Google quando terminar de usá-la.
Soluções
Para estar realmente protegido, você deveria fazer backup de todas as coisas armazenadas na nuvem em um disco rígido e mantê-lo num lugar seguro, preferencialmente longe de sua casa e do escritório. Se a informação for realmente valiosa e você absolutamente não puder perdê-la, guardá-la em nuvens de dados pode ser uma má ideia.
Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.
Fonte: Kaspersky blog

Tutorial: Como abrir arquivos csv no Google Drive

Apesar de muitos gostarem do Office, nem sempre o temos em mão, sendo assim, enquanto alguns adoptam sua versão online no Outlook, outros preferem o Google Drive para seus documentos na nuvem. Neste rápido tutorial, será mostrado como abrir arquivos CSV no Google Drive.

Para quem não conhece, o CSV (comma-separated values) é uma extensão de arquivo que permite de maneira rápida criar tabelas com valores.

Caso se queria criar uma tabela por exemplo, com dois carros em uma linha, basta escrever “carro 1, carro 2” e salvar em “.csv”. Isso não requer qualquer programa como o Excel, pode ser feito até mesmo em um editor de texto.

Quando se realiza o upload para o google drive, o .CSV se torna indisponível, não se transforma em uma tabela. Isso ocorre pois é necessário converter o arquivo primeiramente para o formato do Google Docs.

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Para isso, você tem de clicar na engrenagem localizado no canto direito da tela. Selecione upload settings e marque a opção “Convert uploaded files to Google Docs format” (imagem acima).

Agora, toda vez que você realizar o upload de um arquivo “.csv”, aparecerá na caixa de diálogo a mensagem “converting”. Em questão de um ou dois segundos o seu arquivo se transformará em uma tabela e poderá ser editado diretamente no Google Drive.

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Vale lembrar que isso converterá todo o tipo de arquivo para o formato do Google Drive. Se você não quer isso, basta voltar na mesma opção e desmarcar o texto “Convert uploaded files to google docs format”.

Agradeço ao Lucas, amigo e colaborador do Seu micro seguro, pela referência a esta matéria.

Fonte: Baboo