Novo sistema Fuchsia da Google cada vez mais perto

Não é de hoje que se especula que o Fuchsia OS, o sistema operacional misterioso da Google, substituirá o Android em algum momento do futuro, mas mais um indício a respeito dessa alteração veio à tona: um novo documento postado na página do Android Open Source Project (AOSP) cita isso de forma direta.

A publicação leva o título “Dispositivos-alvo do Fuchsia” e descreve que “esses objetivos são usados para criar ART para o Fuchsia”. ART é a sigla para Android Runtime, a máquina virtual do sistema mobile da Google introduzida no KitKat ainda em 2013.

Segundo o site 9to5Google, será desenvolvida uma versão especial do Android Runtime para o Fuchsia. Ela rodará em máquinas com esse sistema a partir de um arquivo FAR, o equivalente ao APK do Android.

Mais detalhes sobre como esse processo todo vai acontecer ainda não estão claros. Vale destacar, ainda, que existe a possibilidade de o ART fazer parte do Zircon, o kernel do Fuschia que poderia substituir o kernel Linux do sistema do robozinho. Essa alteração tornaria ainda mais estreita a ponte entre os dois sistemas.

Mas como a Google ainda não deixou claro quais as suas intenções com o Fuchsia, tudo isso não passa de especulação. A única certeza até o momento é que, de fato, o novo sistema será compatível com a imensa biblioteca de aplicativos do Android — tal qual o Chrome OS já é atualmente.

Fonte: Tecmundo

Google afirma: “modo escuro” ajuda a economizar bateria no Android

Afirmação da gigante de buscas acontece durante conferência nos EUA na última semana, aponta SlashGear. Uso da cor branca é o que mais “puxaria” energia.

O Google confirmou nesta semana, durante uma apresentação no evento Android Dev Summit, que o chamado “dark mode” (“modo escuro”) pode ajudar a fazer a bateria de smartphones Android durarem mais.

Conforme informações do SlashGear, a gigante mostrou diversos slides na sua conferência nos EUA em que destaca a intensidade do uso de energia pelas diferentes cores em um smartphone Android – no caso, o seu próprio Pixel.

Para efeito de comparação, o preto é a cor que menos “puxa” energia do dispositivo, enquanto que o branco lidera com folga neste quesito, seguido de longe por outras tonalidades como azul, verde e vermelho, respectivamente, aponta o site especializado.

Vale notar que o branco é a cor predominante do chamado Material Design, padrão visual que vem sendo adotado pela companhia de Mountain View em sua plataforma móvel nos últimos anos.

No entanto, mais recentemente o Google trouxe versões em “dark mode” de alguns dos seus serviços, incluindo o YouTube e o Android Messages – sem contar o app Telefone, cuja versão em “modo escuro” está em testes.

Fonte: IDGNow!

Conta da Google sofre ação de hackers

A Google teve a conta da Gsuite no Twitter hackeada no mês de Novembro passado, afirmou o The Next Web. Segundo o veículo, cibercriminosos tiveram sucesso em invadir a conta da Google e promover um golpe que ofereceria bitcoins para os seguidores.

Recentemente, vários golpes envolvendo criptomoedas e perfis verificados começaram a rodar no Twitter

A Gsuite, que tem quase 1 milhão de seguidores do Twitter, pode ter mantido o golpe online no perfil sem notar o problema por cerca de 10 minutos. Ainda não está claro como os atacantes tiveram sucesso ao invadir a conta.

É preciso notar que, recentemente, vários golpes envolvendo criptomoedas e perfis verificados começaram a rodar no Twitter — principalmente um envolvendo o nome de Elon Musk, CEO da Tesla.

Fonte: Tecmundo

O novo reCAPTCHA do Google

recapchaQuem usa a internet já deve ter se deparado com o sistema reCAPTCHA, criado pela Google e usado amplamente pela web a fim de garantir que você é uma pessoa de verdade quando tenta acessar um site ou criar uma conta em algum serviço. Ontem (29), a companhia anunciou a chegada do reCAPTCHA v3, a terceira grande versão da tecnologia introduzida em 2014.

Com o lema “Tranquila com humanos, dura com robôs”, a novidade usa inteligência artificial para avaliar tráfego suspeito e identificar uma possível ação de bots, reduzindo a presença de desafios para conferir a humanidade de quem acessa um site.

Essa avaliação resulta em uma nota de interação dos usuários, com valores indo de 0,1 (ruim) até 1 (bom), para que os administradores das páginas decidam o nível de confiabilidade necessário para permitir o acesso à sua plataforma.

“Com o reCAPTCHA v3, mudamos fundamentalmente a maneira como sites testam as atividades de humanos vs. bots ao oferecer uma avaliação de quão suspeita é uma interação e eliminando a necessidade de interromper os usuários com algum desafio”, registra a Google.

A inteligência do novo reCAPTCHA servirá, também, aos donos de sites. Isso porque a tecnologia será capaz de reconhecer páginas mais propensas a diferentes tipos de ação de bots, permitindo a inclusão do sistema de verificação em várias partes de um mesmo site. Mais informações sobre o reCAPTCHA v3 pode ser conferida em seu site oficial.

Fonte: Tecmundo

Google volta atrás

Depois de anunciar seus esforços para simplificar e encurtar as URLs da Internet por meio do Chrome, a Google decidiu voltar atrás em sua decisão de esconder prefixos como “www” e “m” no início de endereço de sites.

A empresa recebeu bastante feedback negativo a esse respeito. Muitos usuários acreditam que eliminar esses elementos pode ter justamente o efeito contrário ao que a Google almeja com todos os seus esforços de simplificação. Há argumentos de que, sem o “www” ou o “m” na frente desses endereços, seria mais difícil perceber quando sites fraudulentos tentarem se passar por páginas legítimas.

Realmente, adulterar o “www” ou outros prefixos em URLs não é exatamente incomum entre ataques de cibercriminosos, mas também é uma prática adotada por sites legítimos. Dessa forma, manter esses elementos pode não ser uma garantia de segurança como se espera.

De qualquer maneira, a Google resolveu pisar no freio e adiar a eliminação do “www” para a próxima versão do Chrome. Enquanto isso, a empresa quer dialogar com organizações que padronizam alguns elementos da internet para possivelmente encontrar alternativas.

Ainda assim, o “m” que indica páginas mobile no início de URLs não vai mais ser eliminado, de acordo com a Google.

Fonte: Tecmundo

Cuidado: Antivírus falsos na Google App Store

Pesquisadores da ESET identificaram 35 aplicativos falsos de antivírus na Google Play Store — a loja oficial do Google para Android, que deveria ter apenas apps confiáveis. Os aplicativos fingem ser soluções de segurança, mas servem apenas para exibir publicidade indesejada e não possuíam recursos de segurança eficazes, enganando nos usuários.

“Embora esses falsos softwares de segurança não levem ao usuário ameaças como ransomware ou outros tipos de malware, eles exibem publicidade incômoda, realizam falsas detecções e dão aos usuários uma sensação de segurança que não é real”, explica Camilo Gutierrez, chefe do laboratório de pesquisa da ESET para a América Latina.

Ainda de acordo com a fabricante do NOD32, esses aplicativos passaram despercebidos por alguns anos e somam mais de seis milhões de downloads na loja oficial. No entanto, esses números não refletem necessariamente a quantidade real de celulares em que foram instalados, já que realizar downloads falsos para exibir qualificações positivas é também uma prática comum. A boa notícia é que a ESET alertou o Google e os aplicativos foram retirados da loja.

“Isso significa que milhões de pessoas podem facilmente fazer o download de códigos maliciosos disfarçados”, completou Gutierrez.

Uso indevido de marcas legítimas

Além da exibição não autorizada de publicidade nas telas, esses aplicativos podem gerar outros efeitos negativos. Ao imitar as funções básicas de proteção, frequentemente detectam apps legítimos como mal-intencionados, criando uma falsa sensação de segurança mas deixando os aparelhos expostos a riscos reais, que não são detectados.

Dos 35 falsos antivírus analisados, apenas alguns se destacaram pelas funções especificadas: um não é totalmente gratuito e oferece uma versão melhorada, porém paga; outro alerta sobre riscos em aplicativos semelhantes, que inclusive fazem parte do grupo de 35 já mencionados e, por último, foi descoberto um caso de uso indevido da marca ESET.

Fonte: IDGNow!

Chrome: cada vez mais líder

Navegador do Google ganhou 0,8% de participação em janeiro, fechando o primeiro mês do ano com 61,4%, segundo dados da NetApplications.

Os navegadores da Microsoft e da Mozilla perderam parte das suas fatias de usuários em janeiro, enquanto o Google Chrome conseguiu sair de um longo jejum, segundo dados da empresa de análises Net Applications, com sede na Califórnia.

Após uma folga de um mês – já que subiram em dezembro, o Internet Explorer e o Edge retomaram o seu já longo padrão de declínio em janeiro. No primeiro mês de 2018, os navegadores da Microsoft registraram uma queda de meio ponto percentual, indo para a marca dos 16,5%, uma das piores porcentagens para a dupla.

Juntos, os dois browsers foram usados em cerca de 19% de todos os PCs Windows, ou um pouco menos de um a cada cinco sistemas. Essa foi a pior fatia de PCs Windows já registrada pela dupla e fica bem longe dos 52% que possuíam há apenas dois anos.

Janeiro de 2016, aliás, foi um mês marcante para o IE porque foi quando a Microsoft parou de servir updates de segurança para a maioria das versões do seu navegador, forçando os usuários a migrarem para o IE11. Em vez disso, a maioria acabou mudando de navegador. Foi a decisão da Microsoft de aposentar as edições anteriores ao IE11 que acabou impulsionando a disparada do Google Chrome.

E o Edge, navegador padrão do Windows 10, não conseguiu ajudar em nada neste sentido. Com uma porcentagem baixíssima – menos de 5%, o browser foi usado em menos de 14% das máquinas com Windows 10 em janeiro deste ano. Se o colapso do IE foi a maior derrota da Microsoft nos navegadores, então a inabilidade do Edge em capturar uma parte significativa dos usuários Windows 10 foi o segundo maior fracasso da companhia na área. Resumindo: os usuários do Windows 10 rejeitaram o Edge.

Enquanto isso, o Firefox caiu 0,2% em janeiro, encerrando o mês com 10,85% do mercado, a taxa mais baixa do browser desde setembro de 2016. Toda a renovação de novembro, em que a Mozilla colocou grandes expectativas, ainda precisa se traduzir em um aumento no número de usuários – mesmo com a maior parte dos reviews do chamado Firefox Quantum sendo positivos.

Com essas quedas dos rivais, quem se deu bem foi o Chrome, que ganhou 0,8% no mês passado, o maior aumento registrado pelo navegador do Google desde janeiro de 2017. Com isso, o Chrome fechou o último mês com uma participação de 61,4%.

Sobe e desce

Até o momento, o Chrome foi o maior beneficiado pelo declínio do Internet Explorer e do Firefox. O browser do Google lidera o segmento com folga e pode alcançar a marca de dois terços do mercado de navegadores no próximo mês de novembro, com base nas tendências do último trimestre.

Essa mesma tendência aponta que o IE e o Edge, assim como o Firefox, irão na direção oposta. Segundo cálculos da Computerworld dos EUA, os navegadores da Microsoft poderão ficar abaixo dos 10% no próximo mês de agosto, enquanto o Firefox pode alcançar essa marca nada agradável bem antes disso, já em março.

Apesar dos números diferentes aos da Net Applications, os dados publicados por outra companhia conhecida de análises, a StatCounter, mostram movimentos iguais no mercado. Segundo a companhia irlandesa, o IE e o Edge perderam 0,5% em janeiro, fechando o mês com 11,4%, enquanto que o Firefox caiu 0,4%, indo para 11,9%. O Chrome, por outro lado, ganhou 1,3%, encerrando janeiro já com quase dois terços do mercado: 66%.

Fonte: IDGNow!