Google cria novo formato de arquivo de imagem

A Google anunciou recentemente no GitHub um projeto no qual está trabalhando, o Pik. Essa novidade consiste basicamente em um novo formato de imagem desenvolvido para ser utilizado na web. Ainda não sabemos os detalhes acerca do Pik, mas dada a sua aplicação, é possível imaginar que a empresa tenha encontrado uma forma mais eficiente de compactar imagens e perder menos informações.

O formato “.pik”, portanto, não deve gerar imagens muito pesadas nem qualidade similar ao que vemos em formatos RAW. Ao que parece, entretanto, o projeto é bem parecido ao do WebP, um outro padrão de imagens que a Google lançou em 2010, mas que não “pegou” muito bem. Contudo, para a empresa ter se dado ao trabalho de insistir nesse trabalho, podemos imaginar que o Pik é bem mais interessante que o WebP.

Na publicação do GitHub, a Google informou muito pouco sobre o funcionamento, mas deixou um encoder e um decoder do formato para que os desenvolvedores já pudessem ir se familiarizando com a novidade. Entretanto, não sabemos quais são os próximos planos da companhia para isso.

Será que o Pik vai se tornar a extensão-padrão da Google Play ou mesmo do Google.com? Não há como saber até a empresa postar mais alguma coisa. Seja como for, os criadores do Pik informaram que o projeto está em um processo de desenvolvimento bem inicial e, a comunidade não deve usar a novidade para nenhum propósito.

Fonte: Tecmundo

Chrome pode lançar bloqueador de anúncios nativo

O navegador Chrome pode em breve ganhar um recurso nativo para filtrar anúncios indesejáveis, tanto na versão mobile quanto na desktop. Esse tipo de ferramenta vem ganhando popularidade a cada ano, e a Google quer melhorar a experiência de navegação para os usuários, além de, principalmente, manter o controle no setor de publicidade online.

Ad-blockers cresceram 26% nas máquinas de mesa dos Estados Unidos nos últimos anos

O ad-blocker teria o suporte da comunidade Coalition for Better Ads, grupo do qual também fazem parte Facebook, Reuters, AppNexus e outras grandes da seara midiática. Em março, as empresas lançaram uma espécie de “manual” de bom uso, que repudia popups, vídeos automáticos com som ligado e veiculação com temporizadores de contagem regressiva.

Segundo o The Wall Street Journal, a Gigante das Buscas estaria até mesmo pensando em bloquear toda comunicação de marketing oriunda de sites que estampam mensagens comerciais consideradas ofensivas, em vez da promoção individual. Ou seja, os donos das páginas teriam que monitorar o conteúdo de seus domínios para continuar ativos no browser.
Jogada defensiva

A Google estaria especialmente de olho no crescimento do poder dos pequenos grupos que vêm lucrando com o aumento de 26% de ad-blocker nas máquinas de mesa dos Estados Unidos nas últimas temporadas. As terceirizadas cobram taxas em troca do “passe” de conteúdo e a companhia de Mountain View já injeta verba considerável no programa “Acceptable Ads”, da Eyeo GmbH, desenvolvedora de um dos softwares mais famosos do gênero, o Adblock Plus.

Chrome está em quase 50% dos desktops nos EUA

O aumento da concorrência entre os mediadores de publicidade online preocupa a Gigante das Buscas, que lucrou nada menos do que US$ 26 bilhões no setor em 2016. Ter outras empresas monitorando o fluxo significa essa quantia cada vez mais diluída e preocupa os parceiros que até então tinham “acesso total” no navegador.

Como o Chrome está em quase 50% dos desktops no território dos Estados Unidos, ter uma avaliação nativa é também uma jogada defensiva. Contudo, por enquanto ninguém confirmou oficialmente essas mudanças, que podem até mesmo ser arquivadas.

Fonte: Tecmundo

Google e Facebook são vítimas de golpe

As grandes companhias ainda possuem equipes de segurança que caem em golpes rasos na internet? Ao que parece, sim. No caso, um cibercriminoso da Lituânia, um homem chamado Evaldas Rimasauskas, conseguiu roubar US$ 100 milhões (mais de R$ 310 milhões) de duas das maiores companhias de tecnologia norte-americanas: Google e Apple.

Google e Apple, mesmo com equipes robustas de segurança, caíram em phishing. E você? É bom abrir o olho

Segundo o FBI, Evaldas enviava faturas falsas em nome de uma fabricante taiwanesa chamada Quanta Computer. O lituano simulava, desde 2013, o CEO da empresa de fachada e enviava diversos emails phishing para companhias de tecnologia que têm negócios com fabricantes. Assim que algum pagamento era pescado, Evaldas repassava o dinheiro para contas em Hong Kong, Hungria e Eslováquia.

A Fortune, que teve acesso inicial ao caso, comentou o seguinte: “o impostor ‘corporativo’ convenceu os departamentos de contabilidades das duas empresas a realizar transferências de dezenas de milhões de dólares. Até descobrirem o que estava acontecendo, Rimasauskas já havia roubado US$ 100 milhões em pagamentos, valor que ele rapidamente escondia em contas bancárias pela Europa Oriental”.

A Google comentou que todo o dinheiro roubado pelo cibercriminoso já foi recuperado, enquanto o Facebook apenas confirmou o caso. Vale notar que, para ambas as gigantes, US$ 100 milhões é “troco de bala” — um valor extremamente baixo que praticamente não afeta as contas das empresas.

Evaldas Rimasauskas pode pegar um mínimo de 2 anos de prisão e um máximo de 20 anos com multas

Sobre o caso, Mary Jo White, ex-chefe da Securities & Exchange Commission, disse para a Fortune o seguinte: “Eu acho que essas empresas precisam olhar para isso de forma mais ampla — não apenas na perda operacional direta. Existe a possibilidade de danos à reputação. O que isso diz sobre os controles internos sobre ativos?”.

O FBI comentou que Evaldas Rimasauskas pode pegar um mínimo de 2 anos de prisão. Caso ele seja culpado por lavagem de dinheiro, fraude telefônica e roubo de identidade, essa conta pode subir para 20 anos atrás das grades.

Fonte: Tecmundo

Chrome já conta com suporte ao WebGL 2.0 e melhora ainda mais

A Google anunciou de forma bem tímida que o seu navegador para plataformas desktop, o Chrome, já está suportando o WebGL 2.0 como ferramenta de processamento de gráficos 3D por padrão. Isso quer dizer que jogos e outras aplicações mais avançadas poderão ser executadas no browser sem problemas e com mais recursos.

De acordo com a Google, essa nova inclusão possibilita que desenvolvedores entreguem gráficos mais detalhados, com novos tipos de texturas e sombras. Além disso, o consumo de memória de vídeo será minimizado de forma significativa, torando o desempenho do computador e do navegador mais interessantes.

A nova API ainda consegue fazer com que o WebGL do Chrome esteja em pé de igualdade com o OpenGL ES 3.0, muito utilizado em plataformas mobile para processamento de gráficos tridimensionais. Isso é importante porque, agora, desenvolvedores, podem portar seus games do Android — por exemplo — para a web sem perdas na qualidade gráfica.

Tarde?

Vale destacar ainda que o Mozilla Firefox e o Opera já contavam com o WebGL 2.0 há algum tempo, mas como o Chrome é o browser mais popular (com algo em torno de 58,2% do mercado segundo dados da NetMarketShare de fevereiro), isso só estará impactando a internet de forma significativa agora.

O WebGL 2.0 já está disponível na versão 56 do Google Chrome, além de todas as mais recentes, incluindo os canais de distribuição beta. Isso, entretanto, vale apenas para o desktop. No Android, o recurso deve chegar “em breve”.

Fonte: Tecmundo

Google torna verificação reCAPTCHA “invisível”

Você certamente já teve que provar que é uma pessoa e não um bot ao digitar números, resolver puzzles ou simplesmente assinalar “que não é robô” no reCAPTCHA, o serviço líder da Google para a verificação conhecida como CAPTCHA (Completely Automated Public Turing test to tell Computers and Humans Apart ou “teste Turing completamente público e automatizado para separar computadores de seres humanos”).
A Gigante das Buscas anunciou nos últimos dias que esse processo deve aparecer com menos frequência, até se tornar “invisível”.

Segundo a companhia, toda a checagem deve acontecer nos bastidores, com “um sistema que combina máquina de aprendizado e análise avançada de riscos e que se adapta a novas e emergentes ameaças”.
Caso ainda haja dúvidas, você pode voltar a ser testado com os métodos mais recentes.

A atualização já havia sido anunciada no final do ano passado e agora é que passa a vigorar efetivamente. A companhia não divulgou muitos detalhes e provavelmente não o fará para evitar que os cibercriminosos descubram os novos padrões de segurança.

Fonte: Tecmundo

Google lança o Chrome 57 em sua versão final

O Google disponibilizou para download nos últimos dias o navegador Google Chrome 57.0.2987.98 para Windows e outras plataformas.

O navegador inclui recursos como o suporte para navegação por guias (tabbed browsing), sincronização de configurações via conta do Google, suporte para extensões, corretor ortográfico integrado, suporte para apps disponíveis na Chrome Web Store, acesso rápido aos serviços do Google, como o YouTube e Gmail e outros.

De acordo com o anúncio no blog oficial, a versão 57.0.2987.98 do navegador traz correções para 36 falhas de segurança. Algumas falhas corrigidas são de alto risco e por isso é recomendado que os usuários instalem a nova versão o mais rápido possível.

Os usuários do Windows sem o navegador instalado podem fazer o download do Google Chrome 32 bits aqui* e do Google Chrome 64 bits aqui*. Usuários de outras plataformas podem fazer o download aqui.

Os instaladores .msi, que podem ser gerenciados em ambientes corporativos, estão disponíveis aqui para Windows 32 e 64 bits.

Quem já tem o navegador instalado deve receber o Google Chrome 57.0.2987.98 automaticamente.

Fonte: Baboo

Google irá limpar a Play Store dos aplicativos zumbis

google_playDê uma olhada nas prateleiras digitais da Google Play Store e você provavelmente encontrará um grande número dos chamados “aplicativos zumbis”. Esses apps costumam assumir a forma de um game famoso ou um utilitário malfeito que não corresponde exatamente à descrição, e eles estrategicamente aparecem juntamente com apps legítimos, o que torna difícil difícil encontrá-los.

Pelo visto, parece que finalmente será feito algo sobre isso. Em uma carta descoberta pelo The Next Web, o Google começou a alertar alguns desenvolvedores que um ou mais dos seus apps foram marcados por uma falta de política de privacidade adequada, um problema comum entre esses tipos de aplicativos.

Na mensagem, o Google reitera sua política, que “exige que os desenvolvedores forneçam uma política de privacidade válida quando o app exigir ou lidar com informações sensíveis dos usuários”. Tais permissões incluem acesso à câmera, microfone, conta, contatos ou ao telefone, o que exige uma revelação transparente sobre como os dados dos usuários serão gerenciados, de acordo com as exigências do Google. Não está claro quantas cartas foram enviadas, mas o The Next estime que a medida poderia afetar milhões de aplicativos.

Essa não é nem de longe uma nova política do Google, mas esse “empurrão” pode ser o início de uma aplicação mais forte da mesma. Como o Google afirma nas suas diretrizes para os desenvolvedores, “Se o seu app coleta e transmite dados pessoais ou sensíveis dos usuários que não tenham relação com a funcionalidade descrita de forma proeminente na listagem do app na Google Play Store ou na interface do aplicativo, então antes da coleta e transmissão dos dados, é preciso ser destacado como os dados dos usuários serão usados e receber um consentimento do usuário para tal uso.”

Apesar da falta de uma política de privacidade apropriada pode ser um erro honesto para alguns desenvolvedores, também é provável muitos vão ignorar essa mensagem e enfrentar as consequências que o Google esteja preparando para eles.

Fonte: IDGNow!