País líder em ciberataques no mundo é uma surpresa

Se alguém pergunta qual país lidera o ranking dos ciberataques do mundo, é bem provável que você responda China, Rússia, Estados Unidos ou Coreia do Norte, certo? Por incrível que pareça, porém, você está errado se acredita que a resposta é um desses quatro. De acordo com a Check Point Software Technologies, este país é a Singapura.

E segundo a empresa israelense que fez esse levantamento, o país do sudeste asiático alcançou este posto apenas duas semanas depois de chegar ao top 5 dos países que mais realizam esse tipo de ação. A grande questão, porém, é que nem todos os ataques identificados com origem de Singapura de fato têm a sua origem lá.

A explicação para isso, segundo a Check Point, é que o país é um importante hub por onde passa o fluxo da internet de vários outros países da região. Essa situação torna comum que Singapura figure sempre entre as principais origens de ataques virtuais do mundo e por vezes venha a ocupar essa posição inglória no ranking.

Para evitar grandes problemas devido à sua importância comercial e tecnológica, o país asiático vem levantando inúmeras defesas para se proteger. O país já conta com uma agência governamental especializada em segurança digital e, neste ano, o governo criou uma força específica para proteger as redes das Forças Armadas de Singapura de ataques virtuais.

Fonte: Tecmundo

 

Brasil: maior alvo de ataques virtuais na AL

Ameaça-virtualEm evento realizado em Los Cabos, no México, a empresa de segurança Kaspersky apresentou hoje o panorama do cibercrime na América Latina. E os números são impressionantes: no último ano a região atraiu 398 milhões de malwares, sendo 1 milhão e 100 mil por dia e 12 a cada segundo. “Os criminosos estão trabalhando mais e melhor”, alerta Dmitry Bestuzhev, diretor da empresa para a América Latina.

Maior país do continente, o Brasil é, proporcionalmente, o principal alvo dos cibercriminosos. De acordo com dados apresentados, metade da população sofreu ao menos uma ameaça de vírus entre agosto de 2015 e agosto de 2016. O país também está no topo da lista dos golpes via phishing, que costumam chegar por e-mail. Neste caso, 12,3% dos brasileiros foram vítimas no último ano. A Argentina é o local da região menos visado.

A maioria dos ataques (82%) acontece offline por meio de dispositivos conectados ao computador ou através da rede local. Os outros 18% infectam as máquinas a partir do acesso à internet, sendo que 81% dessas ameaças online são caracterizadas por malware – programas que contêm códigos maliciosos – e o restante por meio dos adwares, aplicações potencialmente perigosas que podem aparecer na forma de publicidade como banners.

O e-mail, que tradicionalmente é uma das principais plataformas de iscas para fraudes online, também foi avaliado pela Kaspersky. Segundo as informações divulgadas pela empresa, 57% dos ataques voltados para este canal acontecem na forma de trojans bancários, o famoso cavalo de troia que chega à caixa de mensagens com o objetivo de fazer os usuários clicaram na mensagem para roubar dados relacionados às contas.

Top 10 das ameaças

A Kaspersky listou as 10 principais ameaças identificadas ao longo do último ano que sejam capazes de invadir as máquinas e corromper arquivos. A relação pode ser vista abaixo.

1. DangerousObjetc.Multi.Generic

2. NetTool.Win64.RPCHook.a

3. Trojan.Win32.Generic

4. TrojanWinLNK.Agent.gen

5. TrojanWinLIK.StartPage.gena

6. Trojan.Script.Generic

7. AdWare.Script.Generic

8. Downloader.Win32.Agent.bxib

9. Worm.VBS.Dinihou.r

10. WebToolbar.JS.AgentBar.e

Como se proteger?

Só o antivírus não é suficiente. Para se sair bem nesta briga de gato e rato que confronta cibercriminosos e as empresas de segurança, é preciso ficar atento ao comportamento online, evitando clicar em links suspeitos e mantendo sistema operacional e navegador atualizados. Com isso, segundo os analistas, você reduz em até 95% as chances de ser atacado por um malware.

Fonte: Olhar Digital

Windows 7 se mantém folgado na liderança

win7_market_shareO domínio dos sistemas operacionais de PCs pertence, sem qualquer dúvida, à Microsoft e ao Windows. São várias as versões que estão no topo, com o Windows 7 como a primeira delas.

Mas, as mudanças recentes no Windows 10, levaram muitos a acreditar que iriam haver transformações profundas. A realidade mostra que isso não aconteceu e, inclusive, houve uma mudança de rumo.

O fim da oferta da atualização gratuita do Windows 10 por parte da Microsoft em final de Julho passado, levou muita gente a ir adiante com a decisão de realizar o upgrade para o novo sistema operacional. Esperava-se, por isso, que o seu crescimento fosse continuado e que as versões anteriores do Windows fossem diminuindo em número de usuários, mas a verdade é que isto não aconteceu em alguns casos.

O Windows 7 controla o mercado e se estava em queda, culpa do Windows 10, o mês de Agosto chegou para mudar esta tendência, levando-o à manutenção da liderança.

O Windows 10, o seu maior concorrente, seguiu a mesma tendência e continuou o seu crescimento. Está agora com 22,99%, tendo no mês de Julho sido de 21,13% e em Junho tinha 19,14%. Apesar do aparente crescimento, o seu ritmo se estabilizou nesse patamar.

As restantes versões do Windows mantêm a queda já esperada. O Windows 8.1 está na quarta posição desta lista com 7,92% em Agosto, o que mostra um aumento ligeiro face aos 7,80% de Julho.

O Windows 8, que a Microsoft já deixou de oferecer suporte, teve uma presença de 1,82% em Agosto, descendo dos 2,09% de Julho. Por fim, o Windows XP, que foi descontinuado e deixou de ter qualquer atualização, teve 9,36%, menos que os 10,34% de Julho.

A Microsoft esperava que o Windows 10 já tivesse alcançado valores bem mais elevados e prestes a assumir a liderança, mas a verdade é que os usuários estão resistentes em abandonar as versões anteriores e o próprio mercado não está gerando as vendas necessárias para alavancar esse crescimento.

Fonte: pplware

Internet Explorer perde a liderança para o Chrome

browser-usage-april-2016O Internet Explorer, da Microsoft, não é mais o browser mais utilizado do mundo. Pela primeira vez nos últimos anos o navegador perdeu a liderança no setor para o do Google.

De acordo com dados da Net Marketsare, em abril de 2016 o Google Chrome atingiu 41,6% do mercado, enquanto o IE correspondia a 41,3%.

Apesar de a margem ser pequena, ela representa uma vitória para o Google.

Firefox, Safari e Opera ocuparam a 3ª, 4ª e 5ª posição, com participação no mercado de 9,7%, 4,9% e 1,8%, respectivamente.

A pesquisa mediu os dados de 40 mil sites do mundo todo para atingir os resultados, que não incluem a utilização do Microsoft Edge, novo navegador da Microsoft.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes: Olhar Digital e ubergizmo

Brasil: nas primeiras posições entre os países que mais propagam malwares

crackersSegundo um levantamento da Symantec, o Brasil é o décimo colocado no ranking dos países nos quais mais se originaram malwares no mundo em 2015. Na América Latina, o país ocupa a primeira posição, seguido por México e Argentina. Além disso, é o mais atacado por ransomware na região.

De acordo com a pesquisa, em mídias sociais, o comportamento dos usuários brasileiros difere bastante dos de seus pares latino-americanos. Enquanto no Brasil 71,6% da contaminação por malwares se dá por meio de compartilhamento manual de posts, no México, Colômbia, Peru e Argentina esse índice não atinge 22%.

Por outro lado, estes mesmos países registram um alto índice de contaminação via mensagens que trazem ofertas falsas (prêmios, promoções etc): mais de 80% na Colômbia, 70% na Argentina e Peru, e 51% no México. No Brasil, esse índice fica abaixo dos 10%, o que ressalta a diferença de hábitos dos usuários brasileiros, que fogem de um aparente padrão nos outros países latino-americanos.

Entre as descobertas mais importantes está o crescimento de 35% dos ataques via ransomware que criptografam os dados das vítimas; as vulnerabilidades do dia zero, que passaram de 24 (2014) para 54 no ano passado, e o fato de meio bilhão de dados pessoais terem sido roubados ou perdidos em 2015.

No Brasil, cerca de 83% dos ataques de spear-phishing (phishing direcionado) tem como alvo as grandes empresas – com mais de 2,5 mil funcionários. Neste segmento, a cada 100 empresas, 16 receberam este tipo de ataque no ano passado.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IDG Now!

Edge e IE despencam e Chrome cresce em preferência

IE_edgeNavegadores da Microsoft registraram quedas históricas em fevereiro e devem ficar abaixo dos 40% antes das previsões iniciais para julho.

Os navegadores da Microsoft sofreram quedas de proporções históricas em fevereiro, perdendo usuários em um ritmo que pode colocar a empresa em segundo lugar, atrás do Google, já em maio, apontam novos dados liberados nesta semana.

As várias versões do Internet Explorer (IE) e as duas do Edge perderam um total combinado de 2,1 pontos percentuais de participação de usuários em fevereiro, a maior queda em um mês registrada nos 11 anos de estatísticas acumuladas pela Computerworld dos EUA da consultoria Net Applications.

O IE e o Edge – a Net Applications coloca a participação do Edge em um local apenas com a tag IE – respondem por 44,8% de todos os navegadores usados no mês passado. Há um ano, esse número era de 57,4%.

Os navegadores da Microsoft só tinham ficado abaixo da marca de 50% em dezembro. Mas se seguirem no mesmo ritmo de queda dos últimos meses, os browsers da empresa ficarão abaixo de 40% em maio.

Previsões anteriores apontavam que essa queda abaixo de 40% só aconteceria em julho.

Em qualquer um dos casos, a queda do IE é acompanhada pelo crescimento do Google Chrome, que deverá substituir os navegadores da Microsoft como o o mais usado nos mesmos meses em que o IE cair abaixo de 40%.

O Chrome fechou fevereiro com 36,6% de participação entre os usuários, alta de 1,5% ponto percentual em relação a janeiro e 11,9% pontos em relação ao mesmo período de 2015. O Firefox, da Mozilla, ganhou três décimos de um ponto percentual e alcançou a marca de 11,7%, mesmo número de um ano atrás. O Safari, da Apple, ganhou dois décimos e ficou em 4,9%.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IDG Now!

Brasil conquista mais um “título”

trojanAlém da liderança mundial atual em escândalos de corrupção, o Brasil nos últimos dias foi “agraciado” com mais um “conquista”.

Nosso país respondeu em 2015 por 82% de todas as detecções globais do TrojanDowloader.Banload, 72% do Spy.Bancos e 52% do Spy.Banker

Levantamento global realizado pela Eset aponta que, em entre janeiro e novembro de 2015, o Brasil apresentou os maiores níveis mundiais de propagação de alguns dos principais trojans bancários. No período, o País respondeu por 82% de todas as detecções globais do TrojanDowloader.Banload, 72% do Spy.Bancos e 52% do Spy.Banker.

Camillo Di Jorge, Country Manager da Eset Brasil, assinala que o que chama a atenção no estudo é que existem Trojans bancários desenvolvidos especificamente para o País. “No caso do TrojanDownloader.Banload, por exemplo, ele utiliza arquivos maliciosos com extensão CPL, encontrados apenas no mercado brasileiro”, afirma.

De acordo com o levantamento, há crescimento na penetração das ameaças TrojanDowloader.Banload e Spy.Banker no Brasil e queda na ameaça do tipo Spy.Bancos. Em janeiro de 2015, 85% das detecções das diferentes variantes desse código malicioso estavam no país, enquanto que, em novembro, esse índice caiu para 50%.

Ainda segundo o relatório, enquanto que o Brasil lidera os Trojan bancários para computadores, no caso das ameaças para o sistema operacional Android, o País está entre os países com uma das mais baixas penetrações desse tipo de ataque, ficando fora da lista dos 50 mercados mais afetados por esse tipo de problema.

Saiba mais sobre os trojans
O Win32/TrojanDownloader.Banload é uma família de malware que se concentra em invadir as soluções de segurança e realizar download de outros códigos maliciosos voltados a roubar informações bancárias. Muitos desses códigos maliciosos são baseados em engenharia social e se passam por um documento confiável, a fim de enganar as suas vítimas.

Essa ameaça finge ser um documento do Office, no entanto, conta com dupla extensão .docx_.scr. Sua propagação se dá, especialmente, por meio de e-mails, nos quais os usuários acreditam tratar-se de um documento do Word, quando na verdade é um arquivo executável.

Já o Spy.Banker, em vez de modificar o arquivo de hospedagem, injeta o código infectado em determinados sites. Quando o usuário acessa a página, a mesma informação é enviada para um endereço de e-mail com os dados do usuário.

Ainda a família do trojan Win32/Spy.Bancos.ACD é projetada para furtar dados bancários de instituições financeiras. Variantes desta família são diferenciadas pelos protocolos usados para enviar os dados roubados, como FTP ou SMTP.

Para enganar o usuário, esse código usa páginas falsas de grandes bancos, porém alguns botões não funcionam. O malware monitora as ações da vítima na página falsa, esperando que os usuários entrem com seus dados bancários, como número de agência e conta. Depois a vitima é convidada a inserir um código alfanumérico de oito dígitos para autenticação, por meio de um teclado virtual e é nesse momento que o malware consegue capturar a posição do mouse e identificar os números teclados pelo usuário.

Fonte: ITforum 365 (com prefácio editado por seu micro seguro)