Windows 7 se mantém folgado na liderança

win7_market_shareO domínio dos sistemas operacionais de PCs pertence, sem qualquer dúvida, à Microsoft e ao Windows. São várias as versões que estão no topo, com o Windows 7 como a primeira delas.

Mas, as mudanças recentes no Windows 10, levaram muitos a acreditar que iriam haver transformações profundas. A realidade mostra que isso não aconteceu e, inclusive, houve uma mudança de rumo.

O fim da oferta da atualização gratuita do Windows 10 por parte da Microsoft em final de Julho passado, levou muita gente a ir adiante com a decisão de realizar o upgrade para o novo sistema operacional. Esperava-se, por isso, que o seu crescimento fosse continuado e que as versões anteriores do Windows fossem diminuindo em número de usuários, mas a verdade é que isto não aconteceu em alguns casos.

O Windows 7 controla o mercado e se estava em queda, culpa do Windows 10, o mês de Agosto chegou para mudar esta tendência, levando-o à manutenção da liderança.

O Windows 10, o seu maior concorrente, seguiu a mesma tendência e continuou o seu crescimento. Está agora com 22,99%, tendo no mês de Julho sido de 21,13% e em Junho tinha 19,14%. Apesar do aparente crescimento, o seu ritmo se estabilizou nesse patamar.

As restantes versões do Windows mantêm a queda já esperada. O Windows 8.1 está na quarta posição desta lista com 7,92% em Agosto, o que mostra um aumento ligeiro face aos 7,80% de Julho.

O Windows 8, que a Microsoft já deixou de oferecer suporte, teve uma presença de 1,82% em Agosto, descendo dos 2,09% de Julho. Por fim, o Windows XP, que foi descontinuado e deixou de ter qualquer atualização, teve 9,36%, menos que os 10,34% de Julho.

A Microsoft esperava que o Windows 10 já tivesse alcançado valores bem mais elevados e prestes a assumir a liderança, mas a verdade é que os usuários estão resistentes em abandonar as versões anteriores e o próprio mercado não está gerando as vendas necessárias para alavancar esse crescimento.

Fonte: pplware

Internet Explorer perde a liderança para o Chrome

browser-usage-april-2016O Internet Explorer, da Microsoft, não é mais o browser mais utilizado do mundo. Pela primeira vez nos últimos anos o navegador perdeu a liderança no setor para o do Google.

De acordo com dados da Net Marketsare, em abril de 2016 o Google Chrome atingiu 41,6% do mercado, enquanto o IE correspondia a 41,3%.

Apesar de a margem ser pequena, ela representa uma vitória para o Google.

Firefox, Safari e Opera ocuparam a 3ª, 4ª e 5ª posição, com participação no mercado de 9,7%, 4,9% e 1,8%, respectivamente.

A pesquisa mediu os dados de 40 mil sites do mundo todo para atingir os resultados, que não incluem a utilização do Microsoft Edge, novo navegador da Microsoft.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes: Olhar Digital e ubergizmo

Brasil: nas primeiras posições entre os países que mais propagam malwares

crackersSegundo um levantamento da Symantec, o Brasil é o décimo colocado no ranking dos países nos quais mais se originaram malwares no mundo em 2015. Na América Latina, o país ocupa a primeira posição, seguido por México e Argentina. Além disso, é o mais atacado por ransomware na região.

De acordo com a pesquisa, em mídias sociais, o comportamento dos usuários brasileiros difere bastante dos de seus pares latino-americanos. Enquanto no Brasil 71,6% da contaminação por malwares se dá por meio de compartilhamento manual de posts, no México, Colômbia, Peru e Argentina esse índice não atinge 22%.

Por outro lado, estes mesmos países registram um alto índice de contaminação via mensagens que trazem ofertas falsas (prêmios, promoções etc): mais de 80% na Colômbia, 70% na Argentina e Peru, e 51% no México. No Brasil, esse índice fica abaixo dos 10%, o que ressalta a diferença de hábitos dos usuários brasileiros, que fogem de um aparente padrão nos outros países latino-americanos.

Entre as descobertas mais importantes está o crescimento de 35% dos ataques via ransomware que criptografam os dados das vítimas; as vulnerabilidades do dia zero, que passaram de 24 (2014) para 54 no ano passado, e o fato de meio bilhão de dados pessoais terem sido roubados ou perdidos em 2015.

No Brasil, cerca de 83% dos ataques de spear-phishing (phishing direcionado) tem como alvo as grandes empresas – com mais de 2,5 mil funcionários. Neste segmento, a cada 100 empresas, 16 receberam este tipo de ataque no ano passado.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IDG Now!

Edge e IE despencam e Chrome cresce em preferência

IE_edgeNavegadores da Microsoft registraram quedas históricas em fevereiro e devem ficar abaixo dos 40% antes das previsões iniciais para julho.

Os navegadores da Microsoft sofreram quedas de proporções históricas em fevereiro, perdendo usuários em um ritmo que pode colocar a empresa em segundo lugar, atrás do Google, já em maio, apontam novos dados liberados nesta semana.

As várias versões do Internet Explorer (IE) e as duas do Edge perderam um total combinado de 2,1 pontos percentuais de participação de usuários em fevereiro, a maior queda em um mês registrada nos 11 anos de estatísticas acumuladas pela Computerworld dos EUA da consultoria Net Applications.

O IE e o Edge – a Net Applications coloca a participação do Edge em um local apenas com a tag IE – respondem por 44,8% de todos os navegadores usados no mês passado. Há um ano, esse número era de 57,4%.

Os navegadores da Microsoft só tinham ficado abaixo da marca de 50% em dezembro. Mas se seguirem no mesmo ritmo de queda dos últimos meses, os browsers da empresa ficarão abaixo de 40% em maio.

Previsões anteriores apontavam que essa queda abaixo de 40% só aconteceria em julho.

Em qualquer um dos casos, a queda do IE é acompanhada pelo crescimento do Google Chrome, que deverá substituir os navegadores da Microsoft como o o mais usado nos mesmos meses em que o IE cair abaixo de 40%.

O Chrome fechou fevereiro com 36,6% de participação entre os usuários, alta de 1,5% ponto percentual em relação a janeiro e 11,9% pontos em relação ao mesmo período de 2015. O Firefox, da Mozilla, ganhou três décimos de um ponto percentual e alcançou a marca de 11,7%, mesmo número de um ano atrás. O Safari, da Apple, ganhou dois décimos e ficou em 4,9%.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IDG Now!

Brasil conquista mais um “título”

trojanAlém da liderança mundial atual em escândalos de corrupção, o Brasil nos últimos dias foi “agraciado” com mais um “conquista”.

Nosso país respondeu em 2015 por 82% de todas as detecções globais do TrojanDowloader.Banload, 72% do Spy.Bancos e 52% do Spy.Banker

Levantamento global realizado pela Eset aponta que, em entre janeiro e novembro de 2015, o Brasil apresentou os maiores níveis mundiais de propagação de alguns dos principais trojans bancários. No período, o País respondeu por 82% de todas as detecções globais do TrojanDowloader.Banload, 72% do Spy.Bancos e 52% do Spy.Banker.

Camillo Di Jorge, Country Manager da Eset Brasil, assinala que o que chama a atenção no estudo é que existem Trojans bancários desenvolvidos especificamente para o País. “No caso do TrojanDownloader.Banload, por exemplo, ele utiliza arquivos maliciosos com extensão CPL, encontrados apenas no mercado brasileiro”, afirma.

De acordo com o levantamento, há crescimento na penetração das ameaças TrojanDowloader.Banload e Spy.Banker no Brasil e queda na ameaça do tipo Spy.Bancos. Em janeiro de 2015, 85% das detecções das diferentes variantes desse código malicioso estavam no país, enquanto que, em novembro, esse índice caiu para 50%.

Ainda segundo o relatório, enquanto que o Brasil lidera os Trojan bancários para computadores, no caso das ameaças para o sistema operacional Android, o País está entre os países com uma das mais baixas penetrações desse tipo de ataque, ficando fora da lista dos 50 mercados mais afetados por esse tipo de problema.

Saiba mais sobre os trojans
O Win32/TrojanDownloader.Banload é uma família de malware que se concentra em invadir as soluções de segurança e realizar download de outros códigos maliciosos voltados a roubar informações bancárias. Muitos desses códigos maliciosos são baseados em engenharia social e se passam por um documento confiável, a fim de enganar as suas vítimas.

Essa ameaça finge ser um documento do Office, no entanto, conta com dupla extensão .docx_.scr. Sua propagação se dá, especialmente, por meio de e-mails, nos quais os usuários acreditam tratar-se de um documento do Word, quando na verdade é um arquivo executável.

Já o Spy.Banker, em vez de modificar o arquivo de hospedagem, injeta o código infectado em determinados sites. Quando o usuário acessa a página, a mesma informação é enviada para um endereço de e-mail com os dados do usuário.

Ainda a família do trojan Win32/Spy.Bancos.ACD é projetada para furtar dados bancários de instituições financeiras. Variantes desta família são diferenciadas pelos protocolos usados para enviar os dados roubados, como FTP ou SMTP.

Para enganar o usuário, esse código usa páginas falsas de grandes bancos, porém alguns botões não funcionam. O malware monitora as ações da vítima na página falsa, esperando que os usuários entrem com seus dados bancários, como número de agência e conta. Depois a vitima é convidada a inserir um código alfanumérico de oito dígitos para autenticação, por meio de um teclado virtual e é nesse momento que o malware consegue capturar a posição do mouse e identificar os números teclados pelo usuário.

Fonte: ITforum 365 (com prefácio editado por seu micro seguro)

Roubo de identidades é o líder em fraudes no Brasil

CrackersO mês de novembro de 2015 registrou 153.763 tentativas de fraude conhecida como roubo de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para firmar negócios sob falsidade ideológica ou mesmo obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude – Consumidor.

O número representa uma tentativa de fraude a cada 16,9 segundos no país. Em relação a outubro de 2015, quando o indicador apontou 154,193 tentativas de fraude, houve ligeira queda de 0,3%. Em relação a novembro de 2014, houve queda de 12,4%. No acumulado do ano de 2015 foram registradas 1.789.143 tentativas de fraude, queda de 4,4% na comparação com o mesmo período de 2014, quando o número era de 1.870.710.

De acordo com economistas da Serasa Experian, apesar do recuo, a quantidade de tentativas de fraude se mantém num patamar alto, uma vez que a queda está relacionada com a retração da economia neste ano de 2015, que vem desestimulando as pessoas a realizarem mais e novos negócios, diminuindo a quantidade de eventos e de alvos potenciais à atuação dos fraudadores.

A popularização da internet é um dos fatores que contribui para as tentativas de fraudes. O cadastramento em sites de e-commerce não idôneos, promoções falsas que exigem informações pessoais do usuário, além da solicitação de adesões para campanhas teoricamente sérias ou com apelo forte nas redes sociais são a porta de entrada para o fraudador conseguir os dados de suas próximas vítimas.

Em novembro/15, telefonia respondeu por 61.908 registros, totalizando 40,3% do total de tentativas de fraude realizadas, ligeira alta em relação aos 41,0% registrados pelo setor no mesmo mês de 2014. O setor de serviços – que inclui construtoras, imobiliárias, seguradoras e serviços em geral (salões de beleza, pacotes turísticos etc.) – teve 46.928 registros, equivalente a 30,5% do total.

No mesmo período no ano passado, este setor respondeu por 30,9% das ocorrências. O setor bancário foi o terceiro do ranking em novembro/15, com 29.360 tentativas, 19,1% do total, alta em relação ao percentual de novembro/14 (18,8%). O segmento varejo teve 11.896 tentativas de fraude, registrando 7,7% das investidas contra o consumidor em novembro de 2015, alta em relação ao percentual observado em novembro de 2014 (7,4%). O ranking de tentativas de fraude de outubro de 2015 é composto ainda por demais segmentos (2,4%).

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Convergência Digital

Brasil lidera ranking de ataques Phishing

phishingNo terceiro trimestre de 2015, foram registrados 36,3 milhões de ataques de phishing a computadores de usuários, de acordo com um monitoramento realizado pela Kaspersky Lab e divulgado nessa segunda-feira (16/11). Esse montante é 6 milhões de vezes maior que o registrado no trimestre anterior.

O país com o maior número de usuários atingidos por esse tipo de ataque continua sendo o Brasil, com 21,7% do total. No terceiro trimestre de 2015, a proporção de usuários atingidos por ataques do gênero era 11,33% maior, ou seja, o Brasil voltou para o mesmo patamar do registrado no primeiro trimestre.

Ainda de acordo com o levantamento, o percentual de ataques contra usuários no Japão e na China também cresceram consideravelmente, 10,9% e 7,85%, respectivamente – o que fez com que esses países figurassem na segunda e terceira posição do ranking, com 16,86% e 15,08% do total de usuários globais atingidos por phishing.

Também aparecem no ranking o Vietnã (14,5%), Bangladesh (13,32%), Nigéria (13,05%), Rússia (12,91%), Casaquistão (12,85%), Índia (12,44%), Colômbia (12,25%).

No terceiro trimestre do ano, os sites mais visados para ataques phishing eram portais com acesso globai, responsável por 30,93% dos ataques. Seguido por redes sociais, com 21.44% do total – número 6,69% maior – e sites de bancos (18,07%). A categoria de games on-line dobrou o número de ataques, e resultou em 4,02%.

A proporção de ataques phishing em organizações na categoria Armazenamento de Dados na Nuvem aumentou 0,26 pontos percentuais, chegando a 1,06%. Isso se deve especialmente ao aumento da adoção do armazenamento em nuvem por parte de usuários, o que chama cada vez mais a atenção dos cibercriminosos. As informações roubadas são usadas para chantagem, vendidas na internet a terceiros ou usadas em ataques direcionados.

Este tipo de phishing é frequentemente distribuído por meio de mensagens via e-mail ou redes sociais, as quais convidam os usuários a baixar um documento supostamente enviado para um serviço de nuvem popular. As mensagens podem chegar a partir de uma conta comprometida ou, no caso de e-mail, em nome de um administrador de serviços de nuvem.

O estudo também aponta para o aumento no número de spam global, responsável por 54,2% do tráfego de e-mails. Os países que mais produzem esse tipo de mensagem são Estados Unidos, Vietnã e China. O Brasil aparece como sendo responsável por 2,8% do total de spam global.

Agradecemos ao Paulo Sollo, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IT Forum 365