95% dos malwares visam o roubo de dados bancários

malwareUma pesquisa da Kaspersky Lab e da B2B International em 26 países, inclusive o Brasil, mostrou que 48% dos consumidores já foram alvo de golpes, que resultaram na divulgação de informações sigilosas com fins lucrativos, no período de 12 meses.

Segundo a pesquisam, o alto percentual reflete o aumento da diversidade e do número de ciberameaças financeiras, como e-mails suspeitos parecendo ser de um banco (22%), e-commerce falso (15%) e páginas de phishing para roubar informações financeiras (11%) das vítimas.

Nos casos bem-sucedidos, as vítimas tiveram prejuízos estimados em US$ 283 em média e, um quinto delas (22%), perdeu mais de US$ 1 mil. Apenas metade (54%) das vítimas desses ciberataques recuperou todo o valor perdido e um quarto (23%) não conseguiu reaver nada.

“Cerca de 95% dos programas maliciosos desenvolvidos no Brasil visam o roubo de credenciais de Internet Banking e números/senhas de cartões de crédito. É essencial a prevenção para realizar transações financeiras online ou interagir com comunicados enviados pelos bancos.”, afirma Fabio Assolini, analista sênior da Kaspersky Lab no país.

De acordo com o dado mais recente da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), os prejuízos causados por golpes em canais eletrônicos somaram R$ 1,8 bilhão em 2015. “Os usuários esperam que as empresas de serviços financeiros monitorem diariamente o surgimento de novas ameaças e garantam a segurança das transações online”, acrescenta Assolini.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Convergência Digital 

Malwares criptografados são a nova modalidade de ataque dos crackers

crackersA criptografia é uma das maneiras mais seguras de impedir que dados sejam acessados. Porém, os crackers descobriram uma forma de usar o sistema a seu favor. No final do ano passado, foi registrado um aumento significativo de malware no tráfego SSL (Secure Sockets Layer).

De acordo com o levantamento da Blue Coat Systems, nos últimos três meses de 2015, surgiram 29 mil novos tipos de ataques que utilizavam o tráfego criptografado para entrar nos sistemas das empresas.

Entre janeiro de 2014 e setembro de 2015, apenas 500 diferentes tipos de malware utilizaram o SSL. Entre as famílias de malware usando o SSL (Secure Sockets Layer) estão o ShyLock, Zeus, Dridex e Upatre.

“Isso mostra que mais e mais cibercriminosos estão explorando o SSL para atingir seus objetivos; a visibilidade sobre o tráfego criptografado é, portanto, algo essencial para a segurança das empresas”, diz Marcos Oliveira, country manager da Blue Coat Brasil.

Os pesquisadores ressaltam que as soluções de segurança utilizadas atualmente pelas empresas têm limitado a visibilidade ou o controle do tráfego SSL. A maioria dos dispositivos de segurança de rede é incapaz de inspecionar o tráfego SSL, a menos que esse tráfego seja previamente descriptografado. Sem isso, o malware pode facilmente obter acesso à rede e causar grandes danos. Dados mostram que 73% das empresas não inspecionam seu tráfego encriptado.

Segundo Oliveira, somente a adoção de uma estratégia de administração de tráfego criptografado pode reduzir esses novos riscos. No entanto, muitos gestores que, por saberem que o tráfego de suas corporações é SSL ou TSL (Transport Layer Security), sentem-se seguros.

Segundo o relatório 2016 da CyberEdge sobre defesas contra ameaças avançadas, 85% dos profissionais de segurança da informação acreditam que já realizaram todas as ações possíveis para manter seu ambiente protegido de ataques – isso inclui, é claro, a adesão ao tráfego criptografado SSL.

“Trata-se de uma falsa sensação de segurança, já que os crackers sabem usar o SSL para seus próprios fins”, afirma o especialista.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia

Fonte: Olhar Digital

Sinais de que seu PC pode estar contaminado

malwareSão inúmeros os relatos de pessoas que dizem terem tido seu computador infectado por alguma espécie de “vírus”, que repentinamente começou a causar as temíveis telas azuis da morte, comprometer o funcionamento da placa de vídeo e coisas do tipo.

A questão é que problemas como esses podem ser causados por uma infinidade de coisas e a menos provável são os vírus. Isso porque as pragas virtuais são desenvolvidas para agir na surdina, de maneira a não serem notadas nem “sentidas” pelos usuários, que silenciosamente têm seus dados e informações pessoais comprometidos.

Então, afinal de contas, como saber se seu PC foi infectado por algum malware e como removê-los de uma vez por todas? Há alguns sintomas comuns que podem ser observados. São eles:

Queda repentina de desempenho

Se o seu computador estiver sofrendo para executar programas que antes rodavam tranquilamente, ou se estiver executando um monte de coisas em segundo plano que você não sabe o que é ou não se recorda de ter instalado, isso pode ser um sinal de que ele foi infectado.

Programas padrões de manutenção não funcionam

Uma das primeiras coisas que malwares fazem quando se alojam no computador é barrar o funcionamento de programas que podem ajudar a identificar e a removê-los. Portanto, se você perceber que apps como o Windows Update, Gerenciador de Tarefas, antivírus, Editor de Registro, Recuperação do Sistema ou Configuração do Sistema não estão funcionando, é bom ficar atento.

Barras de ferramentas surgem do nada

Já há algum tempo que as barras de ferramentas são pintadas de vilãs quando o assunto é segurança pessoal em computadores. Mas a verdade é que atualmente os instaladores deixam explícito que também podem instalar esses softwares irritantes, sendo que os mais incautos não veem isso e acabam deixando a instalação passar batida. O problema de verdade acontece quando você tenta remover uma dessas barras e ela não larga do computador por nada, reaparecendo na próxima inicialização do sistema. Se isso estiver acontecendo com você, pode apostar que tem alguma praga virtual aí no seu disco rígido.

Suas páginas inicial e de busca mudam sem seu consentimento

Esse é um problema que pode estar associado às barras de ferramentas e geralmente é resolvido quando elas são desinstaladas. Agora, se mesmo após a desinstalação delas as páginas inicial e de busca continuam sendo modificadas sem seu consentimento, esse também é um sinal de que há problema no ar.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.

Fonte: Canaltech

Cuidado com os riscos da Internet

fast_internetEntão você acha que hackers e ciberespiões são coisas que você só vê no cinema? Pense de novo! A Internet está cheia de malucos e criminosos que estão apenas à procura de uma oportunidade para assumir a sua página no Facebook, infectar seu smartphone com um vírus ou roubar sua conta de algum jogo online.

Eles realmente não se importam de quem eles roubam – poderia ser você ou seu avô – mas eu aposto que você tem mais moedas de game do que ele. Então, quando você está na Internet, mantenha os olhos abertos! Fique esperto e atento a estes conselhos:

Cuidado com malwares

  • Certifique-se de que você tem um programa antivírus instalado no seu dispositivo – e faça as coisas que ele sugere. Ele irá protegê-lo contra a maioria das ameaças da Internet.
  • Não faça download de arquivos de fontes desconhecidas. Se você precisa de algo, vá ao site do desenvolvedor. Se você baixar arquivos de qualquer lugar que encontrar, pode facilmente obter surpresa desagradável.
  • Se alguém lhe envia um programa e você não sabe o que ele faz, não execute sem pensar. Cuidado com os vírus! Eles podem fazer todo tipo de coisas desagradáveis, como roubar senhas, excluir arquivos, ou disparar anúncios a partir da sua conta.
  • Mesmo se você receber um programa em uma mensagem enviada por um amigo ou membro da família, certifique-se de que a pessoa realmente enviou. Hackers às vezes fingem ser outra pessoa quando enviam programas perigosos. É por isso que você nunca deve clicar em um link apenas porque alguém enviou a você.
Fonte: Kaspersky blog

Descoberto um novo malware para Android

blog_adminO malware é um dos grandes problemas de segurança nos dispositivos móveis, sendo a plataforma Android uma das mais visadas, devido ao seu crescente número de usuários.

Foi identificado um novo malware para Android que se disfarça de atualização do navegador Google Chrome. É encontrando em páginas web desenhadas para serem idênticas aquelas oficiais da Google ou do Android.

O malware foi denunciado recentemente pela empresa de segurança Zscaler, tendo sido desenvolvido para registrar o histórico de chamadas e do navegador, monitorizar mensagens de texto e obter os dados de cartões de crédito, que são enviados posteriormente para um servidor remoto.

Segundo a Zscaler, a recente ameaça é capaz de identificar se o usuário possuí um antivírus instalado, e caso o mesmo se encontre ativo, força o seu encerramento para não ser detectado. Se a Play Store for aberta, o malware apresenta, ainda, uma página falsa de pagamento com cartão de crédito para o usuário inserir os seus dados bancários, que são enviados para um número de telefone na Rússia.
O dispositivo apenas é afetado se o usuário ativar a instalação de aplicativos de origem desconhecida, estando sempre dependente da instalação da aplicação por parte do usuário.

Para a remoção desta ameaça, o único procedimento seguro é a realização de uma restauração de fábrica de forma a eliminar qualquer vestígio da ameaça.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: pplware

Como remover malware de pendrives

usb_espacoExiste um tipo de praga que vem perturbando a vida de muitos usuários de mídias flash há anos. Trata-se de um vírus que infecta o pendrive e converte documentos e programas em meros atalhos. Tal atividade impede que o utilizador abra qualquer coisa e muitas vezes leva a uma atitude desesperadora: a formatação da unidade removível.

A solução do problema não é tão complicada e pode poupar algumas dores de cabeça. Primeiramente, vale salientar que o vírus não apaga nenhum arquivo do pendrive. Esta praga apenas oculta documentos e cria atalhos falsos, por isso mantenha a calma.

Agora que sabemos que os arquivos, em teoria, estão no pendrive, devemos verificar se o problema em questão está relacionado ao vírus. Para averiguar se seus arquivos continuam na unidade, veja se no ícone do pendrive (disponível em “Meu Computador”) o espaço utilizado continua idêntico ao que era anteriormente.

Caso o Windows informe que a unidade está vazia, então é possível que o vírus que você pegou seja outro. Do contrário, a execução dos passos a seguir deverá resolver seu problema.

dosRecuperando arquivos

1. Abra o Prompt de Comando (basta pressionar a tecla “Windows” e então inserir o comando “cmd.exe”).

2. Já no Prompt, digite o seguinte comando: “attrib -h -r -s /s /d I:\*.*” (Nota: a letra “I” deve ser substituída pela letra atribuída ao seu pendrive).

arquivo_proprMétodo manual

Acesse a pasta que foi afetada pelo vírus e clique com o botão direito sobre o arquivo contaminado (que atualmente é um atalho). Abra as Propriedades do arquivo.
Acesse a aba “Atalho” e remova quaisquer informações que não tenham relação com o caminho do arquivo em questão (realizar o processo no item “Destino” e “Iniciar em”).

Etapas finais

Utilize um bom antivírus e analise o pendrive e o HD.
Instale um anti-malware no seu computador e faça outra varredura no disco local e na unidade removível.
Se nenhum problema for informado pelos programas, então o vírus deve ter sido removido do seu pendrive. Em casos de persistência do problema, tente outros softwares.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

Sintomas de que seu Android foi contaminado

android_vulnerabilidadeAnos atrás, havia um mito de que somente o Windows pegava vírus, pois o Linux ou o Mac OS, da Apple, seriam imunes. Hoje, todos já sabem que isso não era verdade e que somente havia mais malwares para o sistema da Microsoft porque havia muito mais consumidores o utilizando. A conta é simples: crackers investem em ameaças que possam atingir o maior número de pessoas possível.

Logo, não nos surpreende que existam muito mais ameaças para o Android do que para os outros sistemas portáteis. Pois é, infelizmente há uma grande quantidade de malwares na internet, todos prontos para infectar o seu aparelho, mas como saber se o seu smartphone está passando por isso? Prepare-se para conhecer alguns dos principais sintomas disso — leia também este guia sobre ameaças digitais.

1. Anúncios estranhos
Você já está mais do que acostumado a navegar na internet e ver anúncios sendo veiculados nos seus sites favoritos, games e até mesmo em apps gratuitos. Você também deve saber que existe um certo padrão neles, ainda mais quando falamos sobre aqueles que são autorizados pela Google a serem colocados no ar. Logo, não é muito difícil perceber quando existe algo errado.
Propagandas sobre algo que você nunca viu ou pesquisou, anúncios eróticos e outros materiais suspeitos podem ser a manifestação de algum malware. Isso acontece porque arquivos maliciosos podem ser usados para criar atalhos entre o seu aparelho e servidores ilegais — ou seja, basta clicar para ser levado a páginas pedindo seus dados, por exemplo. Por isso, fique muito atento a esse tipo de propaganda.

2. Ações suspeitas
Arquivos corrompidos, processos sendo interrompidos, funcionamento fora do comum e outras anomalias desse tipo… Todos esses exemplos podem ser indicativos de que alguns processos não autorizados estão corrompendo o seu equipamento. Aplicativos se comportando de maneira suspeita também podem ser sinal de infecção — e não existe sinal mais claro do que uma mensagem sendo enviada sem sua autorização.

3. Dificuldade de navegar
Como acabamos de dizer, há muitos malwares que tentam fazer com que você seja levado a páginas indesejadas que pedem dados bancários e outras informações pessoais. Uma das táticas mais comuns é a utilização de servidores DNS falsos. Quando seu smartphone está infectado com algo que trabalha assim, você pode digitar um endereço e ser levado para outro sem querer.
Por isso, fique atento ao seu navegador. Redirecionamentos não autorizados, abertura de páginas suspeitas (que parecem falsas) e lentidão anormal na navegação podem ser sintomas de que o seu aparelho está infectado. É sempre bom prestar atenção nesses pequenos detalhes.

4. Uso de dados
Não é todo mundo que tem paciência para isso, mas conferir como estão sendo gastos os seus dados de redes móveis é uma ótima ideia. Além de garantir economia dos planos, você também pode descobrir ameaças quase invisíveis por meio desse processo. Sabe por quê? Porque malwares podem fazer troca de dados com servidores remotos durante o tempo todo.
Isso não acontece apenas quando você está conectado à WiFi, mas também nas redes móveis. Logo, você poderá perceber que seus dados estão sendo usados de uma maneira anormal. Vale a pena ficar de olho nesse tipo de informação.

5. Bateria
Assim como acontece com os dados de redes móveis, os malwares também podem consumir processos do aparelho. O resultado dessas duas demandas é um consumo excessivo de bateria dos dispositivos — algo que é bem mais visível do que apenas a utilização de dados de internet. Se o seu smartphone está descarregando mais rápido que o normal, é bom ficar de olho.

6. Bluetooth
Este tipo de malware é menos comum, mas existem algumas ameaças que se aproveitam de conexões Bluetooth abertas para fazer o roubo de dados ou ampliar as infecções. O sintoma principal disso está na ativação de conexões Bluetooth mesmo que você não a tenha ordenado.

Se você está desconfiado de que seu aparelho está mesmo infectado, é recomendado que você instale algum aplicativo antivírus para fazer a varredura. Dessa forma, você garante que seus dados vão continuar seguros e longe dos criminosos. Atenção: não faça transações bancárias por smartphones que estejam com suspeita de infecção.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa matéria,

Fonte: Tecmundo
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