Nova versão do Chrome irá carregar páginas muito mais rapidamente, mas…

O navegador mais popular do mundo receberá mais uma atualização e, segundo a Google, ficará “extremamente rápido” — mas apenas em páginas que você já visitou. O recurso a ser implementado no Chrome não é novidade; Mozilla e Safari já utilizam esse método para acelerar a navegação. Nomeados bfcache (backward/forward cache), os sites carregados são armazenados assim que o usuário acessa um novo endereço; caso volte à página, ela é lida diretamente da memória.

Apesar de parecer algo supérfluo, o bfcache atenderá a uma demanda evidente. Cerca de 19% dos acessos no app e 10% no browser para desktop são a páginas já visitadas, segundo documento divulgado pela Google. Por isso, a mudança deve resultar em uma navegação significativamente mais veloz.

Ademais, para o usuário mobile, o recurso pode significar melhora na performance geral do aplicativo. O uso de várias guias consumirá menos memória RAM e as páginas colocadas em segundo plano serão recarregadas mais rapidamente.

Nem tudo são flores

Embora seja um recurso interessante para o usuário, a mudança exige que parte do código do Chrome seja reescrito para proteger a privacidade e segurança, algo que os desenvolvedores já estão fazendo. “Rodar JavaScripts em páginas que não estão sendo exibidas é um problema em potencial; é por isso que estamos mudando a arquitetura do Chrome. Precisamos garantir que isso não aconteça”, disse Addy Osmani, engenheiro do time de desenvolvimento.

Fonte: Tecmundo

Chrome 55 prioriza o HTML 5

chrome_55O Chrome 55 já em sua versão final já foi disponibilizado para os sistemas Windows, Mac e no Linux. A principal novidade é o fato de o HTML5 ser o responsável pela reprodução de vídeos em diversos sites, proporcionando um carregamento mais rápido, além de trazer melhorias de segurança e reduzir o consumo de energia.

Também foi mencionado que sites que suportam apenas o Flash e outros mais populares (como YouTube, Facebook, Yahoo, Twitch e Amazon) estão isentos dessa obrigatoriedade por um ano, sendo que todos os demais vão exibir uma mensagem perguntando se os usuários querem ativar o HTML5 para a reprodução de conteúdo em vídeo.

Somado a isso, a nova versão também traz algumas correções para falhas e outros adicionais que prometem melhorar ainda mais a experiência dos usuários.

Fonte: Tecmundo

Google na busca de melhorias da performance do Chrome

chrome-browserA equipe de desenvolvimento do Google Chrome continua buscando formas de melhorar sua performance em sistemas Windows (para acabar com as piadas sobre memória RAM? Talvez). Agora, os engenheiros estão utilizando uma tecnologia da Microsoft para isso.

Estamos falando das técnicas de otimização guiadas por perfis de consumo de processos chamadas de PGO (Profile Guided Optimization), que utiliza simulações e análise de dados para estipular os caminhos mais simples no processamento dos dados. No Chrome, isso verifica dados de execução para analisar qual a melhor forma de utilizar as funções, otimizando o aplicativo.

Com isso, resultados bem interessantes estão sendo vistos até o momento. A abertura de novas abas pode acontecer até 14,8% mais rápido; havendo também ganho de 5,9% para carregamentos de paginas e até 16,8% mais velocidade para iniciar o software.

O conceito de PGO pode ser aprendido — tanto teoria quanto na pratica — em artigos disponíveis no blog de desenvolvedores da Microsoft, mais conhecido como MSDN.

Vale lembrar que essa versão otimizada trata-se da versão 53 do Chrome, para computadores 64 bits e 54 para as versões em 32. Isso deve fazer parceria com as otimizações de RAM previstas para a versão 55 que tem previsão de lançamento para os próximos dias.

Fonte: Tecmundo

WhatsApp está mesmo mais seguro? Dá pra confiar?

whatsappO WhatsApp é um dos serviços de mensagens instantâneas mais populares no mundo. O aplicativo tem mais de um bilhão de usuários.

Uma provável causa para o sucesso é sua conveniência. Você pode usá-lo para enviar mensagens de texto, vídeos e fotos sem qualquer limite ou custo. O WhatsApp também permite ligações ao redor do mundo de graça (sem considerar os custos de dados). Até agora, o grande ponto fraco do app era a privacidade, já que ele possuía sérios problemas de segurança.

No dia 5, o WhatsApp anunciou ter implementado criptografia de ponta-a-ponta. Essa mudança provavelmente tornará o ainda mais popular, já que coibirá ações de espiões de todas as estirpes (até mesmo agências de segurança).

Vamos deixar bem claro o que mudou no WhatsApp e como isso impactará todos.

Todas as nuances de criptografia

O primeiro modo de criptografia implementado no WhatsApp era um protocolo de SSL e TLS usados, por exemplo, em e-mails.

Contudo, há a criptografia e o modo como é implementada. A versão antiga era má implementada: possuía falhas que permitiam que hackers roubassem e decodificassem as mensagens enviadas pelos usuários. Além do mais, uma parte dos dados não era codificada.

Quando a EFF fez uma lista dos aplicativos de mensagens quanto a segurança, o WhatsApp recebeu duas estrelas de sete. Como resultado, adicionamos o aplicativo a nossa lista negra dos messengers desprotegidos, deixamos como ressalva que o WhatsApp se distanciaria dessa categoria com o tempo. Nesse mesmo período, o WhatsApp tinha anunciado que a Open Whisper Systems forneceria o protocolo de criptografia.

A Open Whisper Systems é uma organização não comercial, desenvolvedora do Signal, um dos serviços de mensagem mais seguros – de acordo com o ranking da EFF já mencionado. Eles também criaram o RedPhone, programa seguro para comunicação VoiP. Essas soluções receberam 7 estrelas da EFF – a maior nota possível. Apesar da confiabilidade, não possuem muitos usuários. O WhatsApp é bem mais popular que ambos.

Agora que o WhatsApp utiliza o protocolo do Signal, o aplicativo atingiu quase o mesmo nível de segurança dos outros: desde o anúncio, a EFF mudou a nota do WhatsApp para 6 estrelas de 7. Se comparado com os 2 de antes, trata-se de um grande avanço. Mas afinal o que mudou?

O que há de especial na nova criptografia do WhatsApp?

Em 5 de abril desse ano, o WhatsApp subiu sua nota em 4 estrelas em um único dia, totalizando 6.

A primeira nova estrela foi recebida pelo fato de que nem funcionários do WhatsApp conseguem decodificar e ler as mensagens dos usuários. Vamos lembrar da confusão entre a Apple e o FBI que ocorreu em parte por essa razão: a empresa alegou não ser capaz de hackear seus próprios smartphones mesmo a pedido do polícia.

Outra estrela veio por conta do mecanismo de verificação de integridade do canal e de identidade: quando uma conversa começa, o usuário pode ter certeza de que está conversando com a pessoa com quem ele espera.

A quinta estrela foi conferida pela mudança constante de senhas de criptografia. Caso alguém consiga descobrir a senha, o criminoso só conseguirá ver uma parte da conversa, já que os diálogos anteriores estariam indisponíveis.

A última estrela veio por conta dos registros relacionados a implementação do protocolo do Signal no WhatsApp. Essa medida permite que o público, incluindo profissionais em criptografia, revisem o design do protocolo e garantam que as senhas sejam geradas e armazenadas em segurança.

O WhatsApp não recebeu a sétima estrela por não divulgar seu código fonte. Quando desenvolvedores abrem os códigos fonte ao público, usuários podem unir seus esforços para encontrar novas vulnerabilidades e tornar a solução mais segura. O Facebook, dono do WhatsApp, parece estar disposto a trabalhar nisso sozinho.

De qualquer forma, 6 estrelas é a nota mais alta que os messengers mais populares tem conseguido alcançar. Por exemplo, o Skype e o Yahoo Messenger continuam com uma estrela. O principal rival do WhatsApp – o Viber – possui duas. Entre os aplicativos populares, apenas o Telegram pode competir com o WhatsApp em termos de segurança, ele possui 7 das 7 estrelas.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Kaspersky blog

Redes 5G irão revolucionar a Internet móvel

5gEm breve você estará ouvindo falar do 5G, a quinta geração da tecnologia sem fio. Esta tecnologia dará um salto à frente da atual, a 4G, oferecendo uma velocidade para a internet móvel que permitirá ao usuário baixar filmes inteiros em questão de segundos e abrirá caminho para novos tipos de aplicativos móveis.

Mas muitos desafios persistem antes de o 5G se tornar parte da nossa vida diária. Operadoras como a AT&T, fabricantes de produtos de telecomunicações como Nokia e gigantes do setor de tecnologia como Google, todos estão numa batalha para definir padrões globais que serão necessários antes de a tecnologia 5G se tornar corrente. Estas negociações devem continuar até pelo menos 2019, de modo que as redes de celular G5 só estarão disseminadas nos Estados Unidos ou em outros lugares na próxima década.
O que não impede operadoras como Verizon Wireless e fabricantes de equipamentos de telecomunicações como Ericsson de prosseguir seus testes com 5G. Veremos muitas demonstrações da tecnologia no Mobile World Congress, feira de tecnologia e telecomunicações que teve início na segunda-feira em Barcelona.

Diante da mostra dessas demonstrações podemos ver como as empresas estão mais e mais concentradas nas três principais áreas que segundo elas irão respaldar as redes 5G quando os padrões globais estiverem definidos. Eis aqui um manual introdutório sobre o que são essas áreas e o que o 5G significa para você.

Filmes em segundos. Muitas redes móveis já são muito rápidas, alcançando velocidades de download de mais de 15 megabytes por segundo. O que permite aos usuários de smartphones fazer streaming de músicas do Spotify, assistir vídeo no YouTube ou rapidamente checar mensagens no Facebook. Com base nos planos para o 5G, as operadoras provavelmente oferecerão velocidades de internet móvel de mais de 10 gigabytes por segundo, 100 vezes mais rápido do que as redes atuais. Isso permitirá fazer downloads de filmes de alta definição quase instantaneamente, mesmo se você estiver se movimentando de um lugar para outro.

De acordo com empresas globais de tecnologia e telecomunicações que vêm gastando bilhões de dólares, combinados, na nova tecnologia sem fio:
– Com o 5G, baixar filmes de longa duração levará menos de cinco segundos.
– Com o 4G, essa operação leva cerca de oito minutos

A tecnologia 5G não será barata. As operadoras e fabricantes terão de instalar novo hardware, como torres de celulares em áreas rurais e minúsculos pontos de Wi-Fi em áreas urbanas muito densas para atingir a meta de 10 gigabytes por segundo. E terão de depender cada vez mais de software sofisticado para gerir o esperado salto exponencial no tráfego de dados móveis. Assim, do mesmo modo que as contas pagas pelo uso do celular pelo usuário aumentam à medida que ele assiste a mais vídeos e acessa outros tipos de entretenimento em seu celular, as operadoras pretendem cobrar um valor extra pesado por esses novos serviços ultrarrápidos.

Conectados. A tecnologia 5G não tem a ver apenas com velocidade. As empresas também estão se preparando para milhões de novos dispositivos sem fio — como os relógios inteligentes e outros produtos vestíveis, além de sensores embutidos em produtos industriais, a serem conectados à próxima geração de redes celulares.

Esses dispositivos não usarão muitos dados (um sensor colocado em uma rodovia, por exemplo, necessitará enviar apenas pequenos volumes de informação digital pela rede com frequência). Mas quando combinados, essas centenas de milhões — potencialmente bilhões — de novos sensores exigirão uma conectividade quase universal, a capacidade de ficar online não importa onde você estiver, obrigando as operadoras a estender suas redes para praticamente todos os pontos de um país.

Estes dispositivos potencialmente serão uma nova importante fonte de renda para as operadoras em todo o mundo. Muitas delas, particularmente na Europa, acham difícil cobrar mais dos clientes pelo uso aumentado de dados móveis. Mas se elas conseguirem convencer empresas em setores como assistência médica, como também conglomerados industriais como General Electric, a subscreverem os novos serviços de internet móvel que conectam minúsculos sensores à internet, então conseguirão uma nova fonte de lucro.

Se a tecnologia 5G oferece velocidades ultrarrápida no caso da internet móvel, então por que se preocupar com a rapidez com que um dispositivo se comunica com outro? Não deve. E à medida que as atuais redes móveis oferecem a chamada latência, ou tempo de resposta digital, de cerca de 50 a 80 milissegundos (tempo que leva para uma página na Web ser carregada em seu smartphone), reduzir essa velocidade a um mero milissegundo — objetivo de muitas empresas no caso do 5G — talvez não acrescente muito à atividade do usuário em termos de comunicação por celular.

Mas essa resposta extremamente rápida será essencial para muitos dos novos serviços que serão oferecidos nas redes 5G. Um exemplo excelente são os carros que não precisam de condutor. Estas máquinas terão de se comunicar em tempo real com tudo à sua volta para evitar ciclistas e outros obstáculos. Isto só ocorrerá se as operadores oferecerem uma latência de um milésimo de segundo, algo que pode se tornar um salva-vidas se os carros autônomos se tornarem realidade.

Fonte: Estadão

Google quer tornar Chrome melhor e mais leve

chromeO Google Chrome sofre do pequeno problema de gastar muita memória RAM e bateria de computadores. É horrível, e leva à ruína aquele que poderia ser considerado um navegador perfeito. Mas, aparentemente, o Google está ciente deste tenebroso problema do Chrome e está trabalhando para solucionar essa questão.

Em um post no Google+, Peter Kasting, engenheiro de software sênior da equipe do Chrome, listou várias mudanças que devem reduzir o uso do CPU (e, consequentemente, o uso da bateria) — abas secundárias, por exemplo, não terão a mesma prioridade que abas primárias (algo que navegadores mobile vêm fazendo há anos), e o uso do CPU será de duas a três vezes menor em algumas páginas específicas, como resultados de buscas.

O Google também anunciou recentemente uma nova função para o Chrome beta — não carregar plugins “não críticos” do Flash até o usuário clicar neles. Uma mudança pequena, mas que pode causar um impacto substancial na performance como um todo. Parece que o Google está comprometido a recuperar a coroa de navegador destinado a power users; resta saber se estes usuários abrirão mão dos scripts do Firefox.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Gizmodo

Futuro Chrome terá função para resetar perfis e eliminar toolbars

Chrome_reset

Mecanismos de busca, barras de navegação e histórico podem ser eliminados definitivamente.

Quem nunca instalou e não conseguiu se livrar facilmente de adwares vinculados ao navegador, barras de ferramentas ou mecanismos de busca fora dos padrões que alojaram no seu Google Chrome?
O mecanismo de eliminação desses itens costuma ser complexo, mas uma futura versão do navegador pode simplificar bastante esse processo – e ainda aumentar muito a segurança do seu computador.

Atualmente em frase pré-beta a nova função chamada “Reset profile settings”, fará exatamente o que o nome sugere: restaurar as configurações do usuário do programa para as opções padrão. Desse modo, adwares, toolbars e até extensões instaladas são apagadas como se nunca tivessem existido.

Outra novidade encontrada no navegador é que a opção de restaurar o perfil divide as configurações em cinco categorias: mecanismo-padrão de busca, página inicial, opções de conteúdo, cookies e dados de sites e extensões, abas novas e temas.

Por se tratar de uma versão pré-Beta como parte do projeto Chromium, as novidades serão implementadas posteriormente no Google Chrome, mas sem uma previsão de data estabelecida.

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do Seu micro seguro, pela referência a esta notícia.

Fonte: Tecmundo  editado por Seu micro seguro.