Correção do Windows 10 gerando problemas

De acordo com uma publicação recente nos fóruns de suporte do Windows, uma série de computadores que receberam o pacote KB4103721 — que deveria consertar problemas causados pela grande atualização do Windows 10 que chegou no final de abril deste ano — não conseguem mais iniciar o Windows 10.

Ao que parece, a atualização que deveria corrigir alguns problemas acabou provocando outros ainda mais sérios. De acordo com o usuário que reportou a falha inicialmente, alguns arquivos do sistema foram corrompidos nessa nova atualização, o que acarretou no comprometimento da sequência de inicialização do SO.

Até o momento, a Microsoft ainda não reconheceu o problema, tampouco disponibilizou uma solução oficial para a falha. Ainda assim, os próprios usuários encontraram duas formas de reverter a situação. Uma delas é simplesmente reinstalar o Windows 10 a partir de sua versão mais recente ou entrar no modo de segurança do sistema a partir de um pendrive bootável do Windows.

Fonte: Tecmundo

Atualização de Abril do Windows 10 causa travamentos no Chrome

Depois de uma enxurrada de reclamações em tópicos do Reddit e em fóruns de suporte do Windows, a Microsoft reconheceu na última quarta-feira (02) que a grande atualização de abril de 2018 do Windows 10 de fato é “incompatível” com o Google Chrome, o navegador web mais utilizado no mundo.

Depois de fazer a instalação da atualização que foi liberada nesta semana, vários usuários reportaram que não conseguem usar o navegador da Google, pois ele trava e congela a tela inesperadamente com certa frequência. A única forma de voltar a usar o computador depois desses travamentos seria reiniciando a máquina ou utilizar uma das recomendações da própria Microsoft.

Em um computador com teclado físico, a Microsoft explica que é possível destravar o sistema fazendo a seguinte combinação: Windows+Ctrl+Shift+B. Quem estiver usando um tablet pode solucionar o problema apertando os dois botões de volume laterais juntos três vezes seguidas em um espaço de dois segundos. É possível também apenas fechar a tampa do notebook e abri-la novamente alguns segundos depois.

Como esse bug passou pelos Insiders?

Esse mesmo problema de travamento de apps no Windows 10 com a grande atualização de abril de 2018 (versão 1803) também pode acontecer com a própria Cortana, o que nos leva a pensar como duas aplicações populares como essas não foram devidamente testadas nas versões preliminares da atualização.

Microsoft prometeu consertar o problema com uma atualização que será liberada na próxima terça-feira, dia 08 de maio

Afinal, a Microsoft tem um programa de testadores com mais de 10 milhões de pessoas conferindo as novas versões do Windows antes de elas chegarem ao consumidor final. Dessa maneira, podemos imaginar que o bug foi causado por alguma coisa nova que a empresa fez no SO, depois de ter recebido todo o feedback dos Insiders.

Seja como for, a Microsoft prometeu consertar o problema com uma atualização que será liberada na próxima terça-feira, dia 08 de maio. Até lá, quem já atualizou o sistema terá que decorar a sequência de teclas para o destravamento ou deixar o Chrome de lado por alguns dias.

Fonte: Tecmundo

Microsoft disponibiliza extensão contra phishing para o rival Chrome

A Microsoft cedeu um ativo e tanto do seu navegador Edge para o rival Chrome ao lançar uma extensão que amplia as habilidades de detecção de phishing do browser do Google.

A empresa de Redmond não teve muita escolha, conforme aponta um analista da consultoria Directions chamado Michael Cherry. “Phishing é um problema enorme, e as pessoas vão usar o navegador que costumam usar. Eles estão fazendo isso para proteger o ecossistema do Windows.”

Chamada de Windows Defender Browser Protection (WDBP), a extensão gratuita em questão pode ser adicionada ao navegador Google em máquinas Windows ou macOS, e após uma correção, também no Chrome OS.

Assim como as ferramentas de defesa embutidas no Edge, o novo add-on se baseia na tecnologia SmartScreen, da Microsoft, que avisa aos usuários sobre sites potencialmente maliciosos que possam tentar baixar malware no computador ou sobre sites linkados em e-mails que levam a URLs de phishing desconhecidas.

A Microsoft mantém uma lista em constante alteração nos seus servidores sobre esses destinos provavelmente ruins – essa relação é gerada em parte a partir de telemetria enviada pelos usuários da SmartScreen.

Pelo menos, é o que parece que a WDBP faz. A Microsoft não registrou a operação da extensão além de algumas informações gerais no seu site e da descrição sobre a solução na Chrome Web Store. Na segunda, a companhia diz o seguinte: “Se você clicar em um link malicioso em um e-mail ou navegar até um site feito para te enganar a revelar informações financeiras, pessoais ou outros dados sensíveis, ou até um site que hospede malware, a Windows Defender Browser Protection vai verificar isso em relação a uma lista atualizada de URLs maliciosas de conhecimento da Microsoft.” Isso é a SmartScreen.

Ajudando o rival

Mas por que a Microsoft cedeu uma das poucas vantagens do Edge para um navegador rival?

Cherry acredita que a Microsoft se encontrou em uma posição difícil: proteger a maioria dos usuários Windows ou apenas aqueles rodando o Edge (ou a versão obsoleta e de legado do Internet Explorer)? “O Edge não conseguiu se popularizar”, destaca o analista, sobre os números baixos do navegador do Windows 10. “Mas se as pessoas forem vítimas de phishing, elas não vão apontar o dedo para o navegador, que é apenas um aplicativo. Elas vão questionar a Microsoft: ‘Por que vocês não protegeram o Windows?’ Esse é apenas um movimento de auto-defesa.”

O Edge, que está se aproximando do seu terceiro aniversário, não conseguiu atrair um público significativo. Os dados mais recentes da empresa de pesquisas Net Applications colocam o Edge com apenas 4% do mercado de browsers – e somente 13% entre as máquinas com Windows 10. Enquanto isso, o Chrome é o browser usado por 61% da população on-line no mundo.

Outras razões para a Microsoft compartilhar a sua tecnologia com o navegador do Google

Com o Edge e o IE respondendo por uma pequena fatia dos internautas – a Net Applications registrou em março que os dois combinados alcançaram 18% – a Microsoft não estava recebendo a quantidade de dados telemétricos, cruciais para a SmartScreen, que costumava receber antes.

“A explicação mais simples sobre a motivação para a Microsoft oferecer a SmartScreen no Chrome é que isso dá à companhia visibilidade sobre as coisas ruins encontradas pelos 60% do mercado que usam o Chrome”, explicou o especialista da companhia de segurança Sophos, John Dun. “Isso, por outro lado, ajuda o serviço de e-mail Office 365 Exchange, da Microsoft, a oferecer uma proteção melhor para competir com o pacote G Suite, do Google.”

Opinião do seu micro seguro: fiz uso dessa extensão e não verifiquei vantagens quando comparada à detecção nativa de sites de phishing já realizada pelo recurso nativo do próprio Chrome.

Fonte: IDGNow!

Navegadores da Microsoft ladeira abaixo

Caso mantenha resultados recentes, empresa de Redmond deverá ter participação de um dígito no segmento de browsers em 2020, quando Windows 7 será aposentado.

A Microsoft pode estar a caminho de virar passado no segmento de navegadores, segundo os dados mais recentes da empresa de análises Net Applications.

Levantamento publicado nesta quinta-feira, 1/3, pela companhia mostram que a participação do Internet Explorer foi de 13,5% em fevereiro. Para chegar a esse número, o browser registrou um aumento significativo de 1,7 ponto percentual em relação ao mês anterior.

Mas, mesmo com esse crescimento, o futuro não parece muito animador para a Microsoft quando o assunto são navegadores. Basta lembrar que em junho de 2015, pouco antes do lançamento do Windows 10 e do seu browser nativo, o Edge, o IE respondia por 54% dos navegadores pelo mundo – e quase 60% entre os donos de PCs Windows.

No mês passado, a fatia do IE entre todos os PCs Windows do mundo foi de 15,4%, o que significa que menos de uma a cada seis máquinas Windows usam o navegador para acessar a Internet.

Vale notar ainda que o IE está com o tempo contado. Já designado como um navegador legado no Windows 10, onde foi relegado pelas empresas a renderizar sites internos estagnados e web apps que não foram atualizados, o IE deixará de ser suportado pelo Windows 7 em janeiro de 2020, quando o sistema será oficialmente aposentado. Os usuários ainda poderão rodar o IE – e o Windows 7 – depois disso, mas farão isso por sua própria conta e risco, uma vez que nenhum dos dois, navegador e sistema, receberão novos updates de segurança.

Como o IE responde pela maior parte da participação combinada dos navegadores da Microsoft, e com a fraca presença do Edge entre os usuários do Windows 10, a Microsoft vem encarando uma queda dramática em sua participação no segmento.

No mês passado, o Edge registrou um recorde negativo entre as máquinas Windows 10 – com uma fatia de apenas 11,7%, o que representou uma queda de quase dois pontos percentuais em relação ao mês anterior.

Quando a Microsoft aposentar o Windows 7, e para efeitos práticos, o IE também, o Windows 10 deverá ter uma participação de 63,6% entre todos as versões do Windows no mercado, presumindo que o seu crescimento siga a mesma linha registrada no ano passado. Caso o Edge não consiga aumentar de forma significativa seu ritmo até lá – e tudo indica que não fará isso – então a participação ativa da Microsoft entre os navegadores será de apenas um dígito, talvez na casa dos 6%.

(Por “ativa”, a Computerworld quer dizer navegadores que ainda contam com suporte; certamente ainda teremos usuários rodando o IE após a aposentadoria do Windows 7, mesmo sem updates de segurança. E o IE no Windows 8.1 será uma contribuição quase inexistente para a fatia de usuários, uma vez que esse sistema deverá ter menos de 5% de mercado em janeiro de 2020.)

Para efeito de comparação, essa participação estimada de 6% do Edge em 2020 será apenas pouco mais da metade do Mozilla Firefox – outro navegador que já esteve, e agora novamente, em dificuldade.

Os resultados dos outros browsers em fevereiro foram variados. Apesar de ainda liderar com o folga, o Google Chrome perdeu 0,8 de ponto percentual no mês passado, fechando fevereiro com 60,6% de participação no mercado. Já o Firefox fechou o mês com 10,9%, enquanto que o Safari, da Apple, registrou 4,3%.

A Apple, assim como a Microsoft, viu o seu navegador principal perder espaço na sua própria plataforma. Em fevereiro, aproximadamente 44% de todos os Macs rodavam o Safari como o navegador principal, bem menos do que o 66% registrados pelo browser há menos de três anos. O Chrome provavelmente absorveu a maior parte desses “desertores”, como aconteceu com o Windows e o IE no mesmo período.

Fonte: IDG Now!

Windows Defender ATP para Win 7 e 8.1

Até então exclusivo para máquinas com Windows 10, o Windows Defender ATP chegará ao Windows 7 e ao Windows 8.1 no terceiro trimestre deste ano.

A Microsoft planeja estender o suporte para o seu serviço Windows Defender ATP para aparelhos rodando sistemas mais antigos, incluindo o Windows 7.

Anunciada na semana passada, a decisão representa uma reviravolta na política da Microsoft, que inicialmente tinha limitado o serviço apenas para máquinas com Windows 10.

Em um post no blog da Microsoft, o diretor da equipe de segurança e empresas do Windows, Rob Lefferts, explicou a razão por trás da mudança.

“Sabemos que durante as suas transições, alguns clientes podem ter uma mistura de aparelhos Windows 7 e Windows 10 em seus ambientes”, afirmou o executivo. “Queremos ajudar os nossos consumidores a alcançarem a melhor segurança possível em suas transições para o Windows 10 antes do fim do suporte para o Windows 7, que acontece em janeiro de 2020.”

ATP

Para quem não conhece, o Windows Defender Advanced Threat Protection (ATP) é um serviço que detecta ataques em execução contra redes corporativas, então dá seguimento para investigar o ataque ou a brecha em questão, e fornece recomendações de respostas.

O software embutido no Windows 10 detecta os ataques, enquanto que um console de gerenciamento central permite que os administradores de TI monitorem o status dos aparelhos cobertos, e reajam caso seja necessário.

A oferta da Microsoft compete com serviços similares de empresas de segurança como Check Point, FireEye e Fortinet. A plataforma estreou originalmente em março de 2016, quando foi liberado apenas para um grupo de usuários corporativos convidados – em agosto daquele ano, o recurso foi liberado de forma pública com o lançamento do Windows 10 Anniversary Update (versão 1607).

Disponibilidade

Até o terceiro trimestre deste ano, aponta Lefferts, o Endpoint Detection & Response (EDR), do ATP, será adicionado ao Windows 7 e ao Windows 8.1 para que os PCs rodando essas versões mais antigas do sistema possam ser monitorados pelo serviço – dando ao departamento de TI das empresas a mesma visibilidade para esses computadores que já era possível ter dos sistemas com Windows 10.

Antes disso, a Microsoft deve liberar um preview público do recurso para essas plataformas em algum momento do segundo trimestre.

Vale destacar que a Microsoft não vende o ATP de forma separada; o recurso é um componente das licenças mais caras do Windows 10 – como o Windows 10 Enterprise E5 ou o Microsoft 365 E5.

Motivos

O diretor de tendências emergentes de segurança do SANS Institute, John Pescatore, afirmou que existem duas razões prováveis para a Microsoft ter mudado de ideia sobre o uso do ATP em sistemas mais antigos. A primeira, afirma, foram as grandes notícias no segmento de cibersegurança neste ano – mais especificamente as vulnerabilidades de CPU Meltdown e Spectre, reveladas em janeiro.

“A Meltdown e a Spectre impactam todos os sistemas, e algumas pessoas usando esses sistemas mais antigos não estão aplicando nenhum patch”, aponta. “E o Windows 7 possui uma grande fatia do mercado.”

Além disso, Pescatore aponta que a empresa está pensando de forma mais ampla ao fazer isso. “E você tem que acreditar que a Microsoft está protegendo a sua marca”, explica o especialista ao apontar sua segunda teoria.

“A participação do Windows está encolhendo gradualmente entre os sistemas operacionais para desktop.” E é ainda menor quando consideramos todos os sistemas do mercado, incluindo o iOS e o Android, presentes em smartphones e tablets. “Mesmo assim, invariavelmente as vulnerabilidades se originam em um computador com Windows.”

Em outras palavras, a Microsoft está tentando proteger a reputação do seu sistema, além de outros serviços, como o Office e ofertas baseadas na nuvem.

Fonte:: IDGNow!

Microsoft investe no Blockchain

A Microsoft está trabalhando em uma nova plataforma digital e descentralizada baseada em Blockchain para gerenciamento de identidades que poderia permitir que os usuários tivessem posse e acesso seguro as suas personas on-line por meio de uma base de dados central e criptografada.

No último ano, a empresa de Redmond disse que esteve explorando como usar o Blockchain e outras tecnologias de registros distribuídos para criar novos tipos de identidades digitais com o objetivo de melhorar a segurança, o controle e a privacidade das pessoas.

“Esse novo mundo precisa de um novo modelo para identidade digital, um que melhore a segurança e a privacidade individual no mundo físico e no mundo digital”, afirmou o gerente principal de produtos da Identity Division da Microsoft, Ankur Patel, em um post no blog da empresa. “Em vez de dar um consentimento amplo para incontáveis aplicativos e serviços, e ter os seus dados de identidade espalhados por inúmeros provedores, os usuários precisam de um hub digital seguro e criptografado onde possam armazenar os seus dados de identidade e controlar o acesso a eles de maneira fácil.”

No mês passado, a Microsoft entrou para a ID2020 Alliance, uma parceria global que trabalha para criar um sistema de identidade digital open-source e baseado em Blockchain para os moradores dos EUA e de outros países que não tenham documentos legais por conta do seu status econômico ou social. A ID2020 Alliance foca o seu trabalho principalmente nas pessoas que não possuem acesso a direitos e serviços fundamentais como votar, serviços de saúde, moradia e educação, que são dependentes de uma prova legal de identificação.

Nesta semana, a Microsoft detalhou o que aprendeu a partir das suas explorações sobre o Blockchain e pela parceria com a ID2020. Como uma plataforma para uma nova tecnologia de identificação com registros abertos, a companhia planeja usar a sua aplicação baseada na nuvem Microsoft Authenticator, que já permite a autenticação com múltiplos fatores para usuários finais e corporativos.

A Microsoft planeja trabalhar com outras empresas e grupos do mercado para habilitar a sua “plataforma de identidade digital auto-soberana” (self-sovereign, no original em inglês), de acordo com Patel.

Um porta-voz disse que a empresa vai publicar mais informações sobre o progresso de uma prova de conceito com o Microsoft Autenticator nas próximas semanas.

“Hoje, o app do Microsoft Authenticator já é usado por milhões de pessoas para provarem as suas identidades no dia-a-dia. Como um próximo passo, vamos fazer experimentos com Identidades Descentralizadas (Decentralized Identities, no original em inglês) ao adicionar suporte para elas no Microsoft Authenticator”, escreveu Patel. “Com o seu consentimento, o Microsoft Authenticator poderá atuar como o seu Agente de Usuário (User Agent, no original em inglês) para gerenciar dados de identidade e chaves criptográficas.”

Nesta nova plataforma, apenas uma identidade com códigos hash é armazenada em um Blockchain, enquanto que os verdadeiros dados de identidade são criptografados e armazenados em um ID Hub fora dessa corrente que a Microsoft não consegue visualizar.

“Uma vez que adicionarmos essa funcionalidade, apps e serviços poderão interagir com os dados dos usuários usando um tubo comum de mensagens ao solicitar consentimento granular”, explicou Patel. “Inicialmente, vamos oferecer suporte para um grupo selecionado de implementações (de identificadores descentralizados) em Blockchains e provavelmente vamos adicionar mais no futuro.”

Outras aplicações

Apesar de a Microsoft estar de olho em um público maior, o uso do Blockchain para segurança e autenticação não é algo novo e outras empresas também estão usando a tecnologia como um agregador de identidades.

Por exemplo, a empresa Guardtime, da Estônia, já usa o Blockchain para criar uma Keyless Signature Infrastructure (KSI), uma substituta da mais tradicional Public Key Infrastructure (PKI). A PKI usa criptografia assimétrica e um cache de chaves públicas mantido por uma autoridade centralizada de certificados.

Além da Guardtime, a HYPR e a NuCypher são outras empresas que também oferecem algumas das soluções de gerenciamento de identidade baseadas em Blockchain mais populares do mercado.

Apesar de existirem diversos desses produtos de proteção de identidade, o Blockchain costuma ser classificado como um recurso focado em fintechs, enquanto, na verdade, “qualquer coisa que diz respeito a transações ou integração de dados poderia adotar funcionalidades Blockchain, e as empresas de gerenciamento de identidade são as primeiras a subirem no bonde”, aponta a plataforma de review B2B, G2 Crowd.

Fonte: IDGNow!

Microsoft declara guerra aos scarewares

A partir de março, Windows Defender vai remover os aplicativos de otimização e limpeza que enviarem mensagens alarmantes ou coercitivas para consumidores.

O aplicativo Windows Defender, que vem embutido em todo PC Windows 10, é considerado o mínimo para proteger o seu computador contra vírus e malwares. A Microsoft anunciou nos últimos dias que o o serviço de segurança expandiu a sua atuação para barrar os apps de otimização conhecidos como “scareware” a partir do próximo dia 1º de março.

A empresa de Redmond sempre teve uma relação um tanto difícil com esses programas de otimização, que prometem limpar o seu computador de dados indesejados, potenciais spyware e outros problemas. “Apesar de a Microsoft não endossar o uso dessas ferramentas com o Windows, não as vemos como indesejadas ou maliciosas”, afirmou a companhia em 2016.

Na época, a Microsoft começou a bloquear esses apps de otimização e limpeza que não especificavam o que faziam, em parte para evitar que os usuários acabassem pagando por algo que não entendessem direito. (Normalmente esses apps de limpeza vão escanear o seu PC, revelar o que consideram erros, e então oferecer uma versão paga para solucionar o suposto problema. Mas arquivos temporários “inocentes” do Windows algumas vezes também eram apagados na limpeza, para irritação da Microsoft.)

Agora, a Microsoft está fechando ainda mais o cerco contra esses serviços. Apps de limpeza ou otimização podem rodar nos PCs Windows, desde que expliquem o que estão fazendo. Mas se esses apps por acaso usarem “mensagens alarmantes ou coercitivas ou conteúdo enganoso para pressionar você a pagar por serviços adicionais ou realizar ações supérfluas”, então eles serão bloqueados, afirma a empresa.

Vale lembrar que é possível rodar o Windows Defender e um app de antivírus de terceiros de forma simultânea no PC, então ambos podem cumprir os seus papeis.

Outros fatores que também podem causar a remoção desses programas incluem avisos de que o usuário precisa agir dentro de um determinado período de tempo ou alertas de que nenhuma outra ação poderá corrigir os supostos erros/problemas do computador.

“A proteção do consumidor é a nossa prioridade. Ajustamos, expandimos e atualizamos os nossos critérios de avaliação com base no feedback dos usuários e para poder capturar os desenvolvimentos mais recentes dos softwares indesejados e outras ameaças”, afirmou o membro da equipe Windows Defender Security Research, Barak Shein, em um post sobre o assunto.

Fonte: IDG Now!