Estaria a Microsoft desejando dar fim ao Windows 7 antes da hora?

Apesar de não ser um lançamento, o Windows 7 ganhou uma maior participação de mercado em março e abril de 2018. Atualmente, o Windows 10, que chegou há menos de três anos, está rodando em apenas 39,3% de todos os computadores Windows, em comparação com os 47,3% do Windows 7.

Isso acontece porque grande parte dos usuários preferem o Windows 7 ao Windows 10. Além disso, em teoria, o suporte estendido do Windows irá até janeiro de 2020. Porém, a Microsoft está tentando, lentamente, acabar com esse suporte técnico.

Woody Leonhard, que escreve para a edição americana da Computerworld, recentemente apontou que “o Windows 7 e o Server 2008 R2 passaram por meses de problemas de redes em geral, assim como placas de interface de rede”. Mas a Microsoft não errou somente nisso. Há algum tempo a empresa tem tido problemas de atualizações ruins em todos os seus sistemas operacionais.

Caso o usuário use o WSUS (Windows Server Update Services), as atualizações não causam tanto incômodo. Mas quem usa o Windows Update ou o Windows Update for Business, acaba ficando com as atualizações mais pesadas.

Isso causa dois problemas. Primeiro, esses pacotes de atualizações estão chegando a 300MB a 500MB de tamanho. Isso utiliza demais da banda larga para, por exemplo, um escritório remoto que ainda usa um DSL de 3 Mbit/s. Segundo, como o pacote recheado de patches de cada mês instala todas as correções desde outubro de 2016, se algum patch quebra alguma coisa, todo o sistema falha.

Porém, um dos maiores problemas é que, mesmo tendo um ano e meio de suporte ao Windows 7, os funcionários da Microsoft não responderão mais a perguntas no fórum da Comunidade da Microsoft sobre o sistema.

Outros visitantes dos fóruns ainda poderão ajudar os usuários, mas não haverá a ajuda de alguém com o ID da Microsoft. O mesmo acontecerá com as dúvidas sobre Windows 8.1, 8.1 RT, Internet Explorer 10, Surface Pro, Surface Pro 2, Surface RT, Surface 2 e Office 2010/2013.

Ainda segundo Leonhard, “embora a Microsoft diga que continuará prestando suporte para o Windows 7 até 14 de janeiro de 2020, se você tiver uma máquina mais antiga – incluindo qualquer Pentium III – você será bloqueado e não há nada que você possa fazer sobre isso”.

Um funcionário da AskWoody, DAVe3283, observou que antes de 15 de junho de 2018, o boletim mensal de junho KB 4284826, e o artigo de segurança KB 4284867 não prometiam mais que “a Microsoft está trabalhando em uma resolução e fornecerá uma atualização em uma versão futura” para sistemas mais antigos.

Após essa data, os artigos da KB de junho para o Acumulado mensal e a atualização de segurança foram modificados para remover “Problemas conhecidos” e sua resolução. Todos os artigos anteriores da KB também foram alterados para incluir este conselho: “Atualize suas máquinas com um processador que suporte SSE2 ou virtualize essas máquinas.

Fonte: IDGNow!

Microsoft bloqueia atualização do W10 em PCs com Avast

No mês passado, a Microsoft lançou uma atualização do Windows 10, mas não são todos que estão recebendo as mudanças.
Conforme relata o MSPowerUser, a empresa está bloqueando a instalação da atualização em computadores com o antivírus da Avast.

Aparentemente, os sistemas estão apresentando incompatibilidade, o que causa travamento. Ambas as companhias afirmaram que já estão trabalhando em parceria para tentar resolver problema antes de voltar a disponibilizar a atualização.

As soluções temporárias são desinstalar o Avast e instalá-lo novamente assim que o computador for atualizado, usar um outro antivírus ou esperar a Microsoft liberar uma correção. Recentemente, o Windows 10 April 2018 update também apresentou incompatibilidade com modelos de SSDs da Intel e da Toshiba.

Agradecemos ao Igor e Celso, colaboradores amigos do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital

Correção do Windows 10 gerando problemas

De acordo com uma publicação recente nos fóruns de suporte do Windows, uma série de computadores que receberam o pacote KB4103721 — que deveria consertar problemas causados pela grande atualização do Windows 10 que chegou no final de abril deste ano — não conseguem mais iniciar o Windows 10.

Ao que parece, a atualização que deveria corrigir alguns problemas acabou provocando outros ainda mais sérios. De acordo com o usuário que reportou a falha inicialmente, alguns arquivos do sistema foram corrompidos nessa nova atualização, o que acarretou no comprometimento da sequência de inicialização do SO.

Até o momento, a Microsoft ainda não reconheceu o problema, tampouco disponibilizou uma solução oficial para a falha. Ainda assim, os próprios usuários encontraram duas formas de reverter a situação. Uma delas é simplesmente reinstalar o Windows 10 a partir de sua versão mais recente ou entrar no modo de segurança do sistema a partir de um pendrive bootável do Windows.

Fonte: Tecmundo

Atualização de Abril do Windows 10 causa travamentos no Chrome

Depois de uma enxurrada de reclamações em tópicos do Reddit e em fóruns de suporte do Windows, a Microsoft reconheceu na última quarta-feira (02) que a grande atualização de abril de 2018 do Windows 10 de fato é “incompatível” com o Google Chrome, o navegador web mais utilizado no mundo.

Depois de fazer a instalação da atualização que foi liberada nesta semana, vários usuários reportaram que não conseguem usar o navegador da Google, pois ele trava e congela a tela inesperadamente com certa frequência. A única forma de voltar a usar o computador depois desses travamentos seria reiniciando a máquina ou utilizar uma das recomendações da própria Microsoft.

Em um computador com teclado físico, a Microsoft explica que é possível destravar o sistema fazendo a seguinte combinação: Windows+Ctrl+Shift+B. Quem estiver usando um tablet pode solucionar o problema apertando os dois botões de volume laterais juntos três vezes seguidas em um espaço de dois segundos. É possível também apenas fechar a tampa do notebook e abri-la novamente alguns segundos depois.

Como esse bug passou pelos Insiders?

Esse mesmo problema de travamento de apps no Windows 10 com a grande atualização de abril de 2018 (versão 1803) também pode acontecer com a própria Cortana, o que nos leva a pensar como duas aplicações populares como essas não foram devidamente testadas nas versões preliminares da atualização.

Microsoft prometeu consertar o problema com uma atualização que será liberada na próxima terça-feira, dia 08 de maio

Afinal, a Microsoft tem um programa de testadores com mais de 10 milhões de pessoas conferindo as novas versões do Windows antes de elas chegarem ao consumidor final. Dessa maneira, podemos imaginar que o bug foi causado por alguma coisa nova que a empresa fez no SO, depois de ter recebido todo o feedback dos Insiders.

Seja como for, a Microsoft prometeu consertar o problema com uma atualização que será liberada na próxima terça-feira, dia 08 de maio. Até lá, quem já atualizou o sistema terá que decorar a sequência de teclas para o destravamento ou deixar o Chrome de lado por alguns dias.

Fonte: Tecmundo

Microsoft disponibiliza extensão contra phishing para o rival Chrome

A Microsoft cedeu um ativo e tanto do seu navegador Edge para o rival Chrome ao lançar uma extensão que amplia as habilidades de detecção de phishing do browser do Google.

A empresa de Redmond não teve muita escolha, conforme aponta um analista da consultoria Directions chamado Michael Cherry. “Phishing é um problema enorme, e as pessoas vão usar o navegador que costumam usar. Eles estão fazendo isso para proteger o ecossistema do Windows.”

Chamada de Windows Defender Browser Protection (WDBP), a extensão gratuita em questão pode ser adicionada ao navegador Google em máquinas Windows ou macOS, e após uma correção, também no Chrome OS.

Assim como as ferramentas de defesa embutidas no Edge, o novo add-on se baseia na tecnologia SmartScreen, da Microsoft, que avisa aos usuários sobre sites potencialmente maliciosos que possam tentar baixar malware no computador ou sobre sites linkados em e-mails que levam a URLs de phishing desconhecidas.

A Microsoft mantém uma lista em constante alteração nos seus servidores sobre esses destinos provavelmente ruins – essa relação é gerada em parte a partir de telemetria enviada pelos usuários da SmartScreen.

Pelo menos, é o que parece que a WDBP faz. A Microsoft não registrou a operação da extensão além de algumas informações gerais no seu site e da descrição sobre a solução na Chrome Web Store. Na segunda, a companhia diz o seguinte: “Se você clicar em um link malicioso em um e-mail ou navegar até um site feito para te enganar a revelar informações financeiras, pessoais ou outros dados sensíveis, ou até um site que hospede malware, a Windows Defender Browser Protection vai verificar isso em relação a uma lista atualizada de URLs maliciosas de conhecimento da Microsoft.” Isso é a SmartScreen.

Ajudando o rival

Mas por que a Microsoft cedeu uma das poucas vantagens do Edge para um navegador rival?

Cherry acredita que a Microsoft se encontrou em uma posição difícil: proteger a maioria dos usuários Windows ou apenas aqueles rodando o Edge (ou a versão obsoleta e de legado do Internet Explorer)? “O Edge não conseguiu se popularizar”, destaca o analista, sobre os números baixos do navegador do Windows 10. “Mas se as pessoas forem vítimas de phishing, elas não vão apontar o dedo para o navegador, que é apenas um aplicativo. Elas vão questionar a Microsoft: ‘Por que vocês não protegeram o Windows?’ Esse é apenas um movimento de auto-defesa.”

O Edge, que está se aproximando do seu terceiro aniversário, não conseguiu atrair um público significativo. Os dados mais recentes da empresa de pesquisas Net Applications colocam o Edge com apenas 4% do mercado de browsers – e somente 13% entre as máquinas com Windows 10. Enquanto isso, o Chrome é o browser usado por 61% da população on-line no mundo.

Outras razões para a Microsoft compartilhar a sua tecnologia com o navegador do Google

Com o Edge e o IE respondendo por uma pequena fatia dos internautas – a Net Applications registrou em março que os dois combinados alcançaram 18% – a Microsoft não estava recebendo a quantidade de dados telemétricos, cruciais para a SmartScreen, que costumava receber antes.

“A explicação mais simples sobre a motivação para a Microsoft oferecer a SmartScreen no Chrome é que isso dá à companhia visibilidade sobre as coisas ruins encontradas pelos 60% do mercado que usam o Chrome”, explicou o especialista da companhia de segurança Sophos, John Dun. “Isso, por outro lado, ajuda o serviço de e-mail Office 365 Exchange, da Microsoft, a oferecer uma proteção melhor para competir com o pacote G Suite, do Google.”

Opinião do seu micro seguro: fiz uso dessa extensão e não verifiquei vantagens quando comparada à detecção nativa de sites de phishing já realizada pelo recurso nativo do próprio Chrome.

Fonte: IDGNow!

Navegadores da Microsoft ladeira abaixo

Caso mantenha resultados recentes, empresa de Redmond deverá ter participação de um dígito no segmento de browsers em 2020, quando Windows 7 será aposentado.

A Microsoft pode estar a caminho de virar passado no segmento de navegadores, segundo os dados mais recentes da empresa de análises Net Applications.

Levantamento publicado nesta quinta-feira, 1/3, pela companhia mostram que a participação do Internet Explorer foi de 13,5% em fevereiro. Para chegar a esse número, o browser registrou um aumento significativo de 1,7 ponto percentual em relação ao mês anterior.

Mas, mesmo com esse crescimento, o futuro não parece muito animador para a Microsoft quando o assunto são navegadores. Basta lembrar que em junho de 2015, pouco antes do lançamento do Windows 10 e do seu browser nativo, o Edge, o IE respondia por 54% dos navegadores pelo mundo – e quase 60% entre os donos de PCs Windows.

No mês passado, a fatia do IE entre todos os PCs Windows do mundo foi de 15,4%, o que significa que menos de uma a cada seis máquinas Windows usam o navegador para acessar a Internet.

Vale notar ainda que o IE está com o tempo contado. Já designado como um navegador legado no Windows 10, onde foi relegado pelas empresas a renderizar sites internos estagnados e web apps que não foram atualizados, o IE deixará de ser suportado pelo Windows 7 em janeiro de 2020, quando o sistema será oficialmente aposentado. Os usuários ainda poderão rodar o IE – e o Windows 7 – depois disso, mas farão isso por sua própria conta e risco, uma vez que nenhum dos dois, navegador e sistema, receberão novos updates de segurança.

Como o IE responde pela maior parte da participação combinada dos navegadores da Microsoft, e com a fraca presença do Edge entre os usuários do Windows 10, a Microsoft vem encarando uma queda dramática em sua participação no segmento.

No mês passado, o Edge registrou um recorde negativo entre as máquinas Windows 10 – com uma fatia de apenas 11,7%, o que representou uma queda de quase dois pontos percentuais em relação ao mês anterior.

Quando a Microsoft aposentar o Windows 7, e para efeitos práticos, o IE também, o Windows 10 deverá ter uma participação de 63,6% entre todos as versões do Windows no mercado, presumindo que o seu crescimento siga a mesma linha registrada no ano passado. Caso o Edge não consiga aumentar de forma significativa seu ritmo até lá – e tudo indica que não fará isso – então a participação ativa da Microsoft entre os navegadores será de apenas um dígito, talvez na casa dos 6%.

(Por “ativa”, a Computerworld quer dizer navegadores que ainda contam com suporte; certamente ainda teremos usuários rodando o IE após a aposentadoria do Windows 7, mesmo sem updates de segurança. E o IE no Windows 8.1 será uma contribuição quase inexistente para a fatia de usuários, uma vez que esse sistema deverá ter menos de 5% de mercado em janeiro de 2020.)

Para efeito de comparação, essa participação estimada de 6% do Edge em 2020 será apenas pouco mais da metade do Mozilla Firefox – outro navegador que já esteve, e agora novamente, em dificuldade.

Os resultados dos outros browsers em fevereiro foram variados. Apesar de ainda liderar com o folga, o Google Chrome perdeu 0,8 de ponto percentual no mês passado, fechando fevereiro com 60,6% de participação no mercado. Já o Firefox fechou o mês com 10,9%, enquanto que o Safari, da Apple, registrou 4,3%.

A Apple, assim como a Microsoft, viu o seu navegador principal perder espaço na sua própria plataforma. Em fevereiro, aproximadamente 44% de todos os Macs rodavam o Safari como o navegador principal, bem menos do que o 66% registrados pelo browser há menos de três anos. O Chrome provavelmente absorveu a maior parte desses “desertores”, como aconteceu com o Windows e o IE no mesmo período.

Fonte: IDG Now!

Windows Defender ATP para Win 7 e 8.1

Até então exclusivo para máquinas com Windows 10, o Windows Defender ATP chegará ao Windows 7 e ao Windows 8.1 no terceiro trimestre deste ano.

A Microsoft planeja estender o suporte para o seu serviço Windows Defender ATP para aparelhos rodando sistemas mais antigos, incluindo o Windows 7.

Anunciada na semana passada, a decisão representa uma reviravolta na política da Microsoft, que inicialmente tinha limitado o serviço apenas para máquinas com Windows 10.

Em um post no blog da Microsoft, o diretor da equipe de segurança e empresas do Windows, Rob Lefferts, explicou a razão por trás da mudança.

“Sabemos que durante as suas transições, alguns clientes podem ter uma mistura de aparelhos Windows 7 e Windows 10 em seus ambientes”, afirmou o executivo. “Queremos ajudar os nossos consumidores a alcançarem a melhor segurança possível em suas transições para o Windows 10 antes do fim do suporte para o Windows 7, que acontece em janeiro de 2020.”

ATP

Para quem não conhece, o Windows Defender Advanced Threat Protection (ATP) é um serviço que detecta ataques em execução contra redes corporativas, então dá seguimento para investigar o ataque ou a brecha em questão, e fornece recomendações de respostas.

O software embutido no Windows 10 detecta os ataques, enquanto que um console de gerenciamento central permite que os administradores de TI monitorem o status dos aparelhos cobertos, e reajam caso seja necessário.

A oferta da Microsoft compete com serviços similares de empresas de segurança como Check Point, FireEye e Fortinet. A plataforma estreou originalmente em março de 2016, quando foi liberado apenas para um grupo de usuários corporativos convidados – em agosto daquele ano, o recurso foi liberado de forma pública com o lançamento do Windows 10 Anniversary Update (versão 1607).

Disponibilidade

Até o terceiro trimestre deste ano, aponta Lefferts, o Endpoint Detection & Response (EDR), do ATP, será adicionado ao Windows 7 e ao Windows 8.1 para que os PCs rodando essas versões mais antigas do sistema possam ser monitorados pelo serviço – dando ao departamento de TI das empresas a mesma visibilidade para esses computadores que já era possível ter dos sistemas com Windows 10.

Antes disso, a Microsoft deve liberar um preview público do recurso para essas plataformas em algum momento do segundo trimestre.

Vale destacar que a Microsoft não vende o ATP de forma separada; o recurso é um componente das licenças mais caras do Windows 10 – como o Windows 10 Enterprise E5 ou o Microsoft 365 E5.

Motivos

O diretor de tendências emergentes de segurança do SANS Institute, John Pescatore, afirmou que existem duas razões prováveis para a Microsoft ter mudado de ideia sobre o uso do ATP em sistemas mais antigos. A primeira, afirma, foram as grandes notícias no segmento de cibersegurança neste ano – mais especificamente as vulnerabilidades de CPU Meltdown e Spectre, reveladas em janeiro.

“A Meltdown e a Spectre impactam todos os sistemas, e algumas pessoas usando esses sistemas mais antigos não estão aplicando nenhum patch”, aponta. “E o Windows 7 possui uma grande fatia do mercado.”

Além disso, Pescatore aponta que a empresa está pensando de forma mais ampla ao fazer isso. “E você tem que acreditar que a Microsoft está protegendo a sua marca”, explica o especialista ao apontar sua segunda teoria.

“A participação do Windows está encolhendo gradualmente entre os sistemas operacionais para desktop.” E é ainda menor quando consideramos todos os sistemas do mercado, incluindo o iOS e o Android, presentes em smartphones e tablets. “Mesmo assim, invariavelmente as vulnerabilidades se originam em um computador com Windows.”

Em outras palavras, a Microsoft está tentando proteger a reputação do seu sistema, além de outros serviços, como o Office e ofertas baseadas na nuvem.

Fonte:: IDGNow!