Microsoft Edge dá vexame em competição hacker

A competição hacker Pwn2Own é uma das mais conhecidas do mundo e costuma não deixar muita gente livre de ter as suas falhas exploradas pelos especialistas. Neste ano, depois de explorar uma brecha do Safari, os hackers conseguiram hackear o Microsoft Edge também no primeiro dia do evento.

O responsável pelo feito programa da Microsoft foi Richard Zhu, conhecido pelo apelido Fluorescence. Ele explorou dois bugs use-after-free do kernel e do navegador e, com isso, pôde rodar seu código malicioso com privilégio de administrador. Segundo o ZDI, isso rendeu a Zhu a premiação de US$ 70 mil e sete pontos de Master of Pwn.

Um pouco antes, o hacker tentou realizar a mesma ação no Safari, o navegador da Apple, mas não obteve sucesso. Contudo, outro hacker explorou uma falha na otimização JIT do software a fim de obter acesso à touchbar de um MacBook Pro. Por esse feito, o competidor Samuel Groß recebeu US$ 65 mil.

Agradecemos ao Celso, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

Chrome: cada vez mais líder

Navegador do Google ganhou 0,8% de participação em janeiro, fechando o primeiro mês do ano com 61,4%, segundo dados da NetApplications.

Os navegadores da Microsoft e da Mozilla perderam parte das suas fatias de usuários em janeiro, enquanto o Google Chrome conseguiu sair de um longo jejum, segundo dados da empresa de análises Net Applications, com sede na Califórnia.

Após uma folga de um mês – já que subiram em dezembro, o Internet Explorer e o Edge retomaram o seu já longo padrão de declínio em janeiro. No primeiro mês de 2018, os navegadores da Microsoft registraram uma queda de meio ponto percentual, indo para a marca dos 16,5%, uma das piores porcentagens para a dupla.

Juntos, os dois browsers foram usados em cerca de 19% de todos os PCs Windows, ou um pouco menos de um a cada cinco sistemas. Essa foi a pior fatia de PCs Windows já registrada pela dupla e fica bem longe dos 52% que possuíam há apenas dois anos.

Janeiro de 2016, aliás, foi um mês marcante para o IE porque foi quando a Microsoft parou de servir updates de segurança para a maioria das versões do seu navegador, forçando os usuários a migrarem para o IE11. Em vez disso, a maioria acabou mudando de navegador. Foi a decisão da Microsoft de aposentar as edições anteriores ao IE11 que acabou impulsionando a disparada do Google Chrome.

E o Edge, navegador padrão do Windows 10, não conseguiu ajudar em nada neste sentido. Com uma porcentagem baixíssima – menos de 5%, o browser foi usado em menos de 14% das máquinas com Windows 10 em janeiro deste ano. Se o colapso do IE foi a maior derrota da Microsoft nos navegadores, então a inabilidade do Edge em capturar uma parte significativa dos usuários Windows 10 foi o segundo maior fracasso da companhia na área. Resumindo: os usuários do Windows 10 rejeitaram o Edge.

Enquanto isso, o Firefox caiu 0,2% em janeiro, encerrando o mês com 10,85% do mercado, a taxa mais baixa do browser desde setembro de 2016. Toda a renovação de novembro, em que a Mozilla colocou grandes expectativas, ainda precisa se traduzir em um aumento no número de usuários – mesmo com a maior parte dos reviews do chamado Firefox Quantum sendo positivos.

Com essas quedas dos rivais, quem se deu bem foi o Chrome, que ganhou 0,8% no mês passado, o maior aumento registrado pelo navegador do Google desde janeiro de 2017. Com isso, o Chrome fechou o último mês com uma participação de 61,4%.

Sobe e desce

Até o momento, o Chrome foi o maior beneficiado pelo declínio do Internet Explorer e do Firefox. O browser do Google lidera o segmento com folga e pode alcançar a marca de dois terços do mercado de navegadores no próximo mês de novembro, com base nas tendências do último trimestre.

Essa mesma tendência aponta que o IE e o Edge, assim como o Firefox, irão na direção oposta. Segundo cálculos da Computerworld dos EUA, os navegadores da Microsoft poderão ficar abaixo dos 10% no próximo mês de agosto, enquanto o Firefox pode alcançar essa marca nada agradável bem antes disso, já em março.

Apesar dos números diferentes aos da Net Applications, os dados publicados por outra companhia conhecida de análises, a StatCounter, mostram movimentos iguais no mercado. Segundo a companhia irlandesa, o IE e o Edge perderam 0,5% em janeiro, fechando o mês com 11,4%, enquanto que o Firefox caiu 0,4%, indo para 11,9%. O Chrome, por outro lado, ganhou 1,3%, encerrando janeiro já com quase dois terços do mercado: 66%.

Fonte: IDGNow!

Microsoft busca forçar usuários a trocar o Chrome pelo Edge

msn_shop_assistA Microsoft fez um grande esforço para convencer os usuários do Chrome e de outros navegadores a mudarem para o Edge, mas esse browser, até o momento, não tem conseguido cooptar muita gente. Agora, a empresa parece estar com uma nova estratégia para, pelo menos, fazer os usuários do Chrome usarem uma extensão feita pela empresa.

De acordo com relatos de usuários ao Myce e ao Engadget, uma popup estaria aparecendo na Área de trabalho das pessoas assim que elas fixam o Chrome na Barra de tarefas — ação que dá a entender que elas pretendem usar esse browser mais frequentemente. A popup, como você pode conferir, traz a seguinte mensagem:

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“Compare preços online rapidamente. Obtenha o Personal Shopping Assistant da Microsoft para Chrome”.

Ao clicar na tal janelinha, que é praticamente um spam, a pessoa é levada para a Chrome Web Store, onde elas podem adicionar a extensão feita pela criadora do Windows. Vale notar que a aplicação ainda está em fase beta, mas consegue comparar preços e permite aos usuários favoritarem produtos em lojas online, bem como receberem aletas de mudanças nos valores.

Já estava lá…

Essa possibilidade de trazer popups diretamente na área de trabalho do Windows 10 já estava presente no sistema há praticamente um ano. Contudo, uma atualização estaria ativando a novidade, que aparentemente foi testada com a tal extensão para Chrome.

Por conta disso, usuários que receberam a notificação estão enchendo a página de download do Personal Shopping Assistant com reviews negativas. Isso na versão em inglês da página, pois em português não há qualquer comentário ou avaliação. Portanto, supomos que usuários brasileiros ainda não receberam a popup em seus sistemas.

Vale lembrar que, em algumas regiões, anúncios também já começaram a aparecer no Menu Iniciar do Windows 10. Fora isso, existe agora a preocupação de a Microsoft abrir para anunciantes essas popups e acabar tornando a experiência com o Windows mais complicada.

Fonte: Tecmundo

Três dicas simples para acelerar o seu navegador

browsersQuando você está navegando na internet, os sites demoram para carregar ou aparece uma mensagem de erro dizendo que não foi possível abrir a página?
Isso pode significar que o seu navegador está lento.

Seguem dicas simples que podem acelerar o seu navegador:

Cache

A primeira coisa que você precisa fazer é limpar o cache do navegador. Cache é o lugar onde o navegador armazena informações sobre os sites que você mais acessa para usar esses dados de forma rápida. Por exemplo, ao invés de precisar digitar o seu login e senha do Facebook toda vez que for acessar a rede social, o navegador já sugere o e-mail que você mais usa para deixar a tarefa mais fácil.
Mas, com o tempo, ,é normal ele começar a juntar muita informação e ocupar muito espaço na memória. Tudo o que você precisa fazer é entrar nas configurações do seu navegador e clicar em “Limpar cache” ou em “Limpar dados de navegação”.

Extensões

As extensões são muito úteis na hora de navegar: dá para usar dicionário, calendário, lembretes e muito mais.
Mas essas extensões costumam ser pesadas e fazem com que o navegador demore para carregar.

Então, dê uma olhadinha na sua lista de extensões e desinstale ou desative aquelas que você não esteja usando.
É só você entrar nas configurações do navegador e procurar pelas que quer desinstalar.

Muitos programas

Se você está ouvindo música no computador, escrevendo no Word e navegando na internet com várias abas abertas, então é melhor fechar alguns programas. Isso porque o computador usa o espaço da memória RAM para rodar tudo isso e quanto mais coisa você fizer várias tarefas ao mesmo tempo, menos espaço vai ter e mais devagar tudo tenderá a ficar.

Fonte: Olhar Digital

Opera tem servidores invadidos: 2 milhões de usuários são afetados

OperaCerca de 1,7 milhão de usuários do Opera podem ter tido informações pessoais roubadas, informou a desenvolvedora do browser na última sexta-feira (26). Segundo a empresa, um ataque hacker foi realizado na semana passada, e “alguns dados, incluindo senhas e informações de conta de alguns clientes do Sync, podem ter sido comprometidos”.

Os serviços de sincronização em nuvem contam com um sistema de criptografia, o que garante uma camada a mais de segurança aos dados dos internautas. Ainda assim, e apesar de ter bloqueado a ação criminosa rapidamente, a companhia optou por redefinir as senhas dos usuários que foram vítimas dos cibercriminosos.

Todos os clientes da Opera que possuem cadastro nos serviços Sync receberam um email para a redefinição das credenciais de acesso às contas, segundo publicou também a desenvolvedora. Se você é um dos 350 milhões de usuários ativos do Opera, possui serviços vinculados ao navegador e não recebeu mensagem eletrônica alguma, não se preocupe; significa que sua conta não foi afetada e que você não terá de criar uma nova password.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

Qihoo compra navegador Opera

opera_qihooA Opera Software aprovou a venda do navegador Opera para desktops e dispositivos móveis para o grupo chinês Golden Brick. Este grupo inclui as empresas Kunlun Tech e Qihoo, conhecida pelo seu antivírus.

Por US$ 600 milhões, o grupo chinês Golden Brick comprou, além do navegador Opera para desktops e dispositivos móveis, a divisão de apps de privacidade e performance.

Meses atrás, o grupo chinês ofereceu US$ 1.24 bilhão pela Opera Software como um todo. Embora a aquisição tenha sido aprovada por mais de 90% dos acionistas da empresa, a aquisição foi barrada por órgãos reguladores*.

A Opera Software continuará com suas operações nas áreas de propaganda, marketing, games e TV.

O novo acordo já foi aprovado pela Opera Software e se a aquisições e confirmar, a empresa terá 18 meses para registrar um novo nome. Isto ocorre porque a marca Opera também foi comprada pelos chineses.

Agradecemos ao Igor, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Baboo

Navegador Opera, agora com VPN

opera_vpnEscapar de firewalls e mascarar seu endereço IP são tarefas que geralmente são realizadas pagando por um software ou usando plugins para navegação. A Opera agora tem uma solução gratuita de VPN integrada ao seu navegador para desktop.

O novo recurso está disponível na última versão para desenvolvedores do navegador Opera para Windows e para OS X. Para ativar, é necessário ir ao menu Configuração, no Windows, ou Preferências, no Mac, e ativar o recurso de VPN na seção Privacidade e Segurança.

Bingo, você já estará navegando em uma VPN e com seu endereço IP mascarado para escapar de firewalls, fazendo com que você veja conteúdos antes indisponíveis para sua localidade diretamente de seu computador. Sem contar as outras vantagens desse tipo de conexão, como criptografia de dados, o que é bem útil para navegação em redes desconhecidas.

Você pode usar dados de forma ilimitada nesse recurso (geralmente, serviços de VPN gratuitos contam com limites), embora só esteja disponível três localidades virtuais: Estados Unidos, Canadá e Alemanha. A Opera diz que quando o recurso for implementado na versão estável do navegador, o usuário poderá escolher mais localidades.

O download da versão do Opera para desenvolvedores está disponível gratuitamente para Windows e Mac. No blog da companhia, é possível achar versões para Linux.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Gizmodo