As diferenças entre HTTP e HTTPS

httpsVocê já deve ter se deparado com sites HTTPS, a exemplo, este que agora lê. Pois bem, qual a diferença entre navegar em um site HTTP e um site HTTPS? É isto que agora vamos abordar neste post.

O que é HTTP?

Hypertext Transfer Protocol, ou simplesmente HTTP, é um protocolo de comunicação, utilizado pela internet para transferir dados entre o computador do usuário e servidores de hipermedia. Ou seja, é através deste protocolo, que cada byte de informação navega entre seu computador/smartphone e os servidores de internet. Normalmente o protocolo HTTP usa a porta 80 do seu dispositivo para transferir os dados.

O que é HTTPS?

Hypertext Transfer Protocol Secure, ou simplesmente HTTPS, é uma versão idêntica do protocolo HTTP sobre uma camada SSL. Essa camada adicional permite que os dados sejam transmitidos através de uma conexão criptografada e que se verifique a autenticidade do servidor e do cliente através de certificados digitais. A porta TCP usada por norma para o protocolo HTTPS é a 443.

Quando você acessa o site do seu banco, por exemplo, seu navegador identifica que está sendo usado o protocolo HTTPS, assim ele cria uma chave, negociada com o servidor do banco, todo e qualquer byte de informação que trafega entre seu dispositivo e esse servidor é criptografado através desta chave. Quando os dados chegarem no servidor da Instituição, ele identifica esta criptografia, com a chave ele descriptografa, identifica as informações, processa-as, criptografa novamente e devolve ao seu navegador.

O HTTP não envia estas informações criptografadas, portanto, qualquer monitorador de rede pode identificar os dados que transitam entre seu computador e o servidor web, o que não ocorre com o HTTPS.

HTTPS é tendência na internet

Infelizmente nem todos os sites, aliás, a grande maioria deles sequer pensa em usar este protocolo seguro. Mas o próprio Google sugere que os webmasters troquem seus sites para HTTPS, e alerta que vai começar a usar este fator como um sinal de ranking em suas buscas.

Lojas virtuais que não tiverem HTTPS como protocolo padrão não são aconselhadas para a realização de compras. Pelo menos quando você entrar no carrinho de compras, ela deve possuir HTTPS. Se não houver, sugerimos fortemente a não comprar nestas lojas.

Vale lemrar que o HTTPS não é perfeito. Mesmo que tenha uma conexão desse tipo ativa, fique atento para tentativas de fraude. Há casos de phishing que levam o usuário para sites com HTTPS mas, na verdade, é uma página errada – eles criam uma conexão segura entre você e um servidor falso. Em outras situações, alguns sites imitam o símbolo de cadeado para atrair desavisados, ou mesmo mudam o ícone do site para que você acredite que está seguro.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Oficina da Net

Edge e IE despencam e Chrome cresce em preferência

IE_edgeNavegadores da Microsoft registraram quedas históricas em fevereiro e devem ficar abaixo dos 40% antes das previsões iniciais para julho.

Os navegadores da Microsoft sofreram quedas de proporções históricas em fevereiro, perdendo usuários em um ritmo que pode colocar a empresa em segundo lugar, atrás do Google, já em maio, apontam novos dados liberados nesta semana.

As várias versões do Internet Explorer (IE) e as duas do Edge perderam um total combinado de 2,1 pontos percentuais de participação de usuários em fevereiro, a maior queda em um mês registrada nos 11 anos de estatísticas acumuladas pela Computerworld dos EUA da consultoria Net Applications.

O IE e o Edge – a Net Applications coloca a participação do Edge em um local apenas com a tag IE – respondem por 44,8% de todos os navegadores usados no mês passado. Há um ano, esse número era de 57,4%.

Os navegadores da Microsoft só tinham ficado abaixo da marca de 50% em dezembro. Mas se seguirem no mesmo ritmo de queda dos últimos meses, os browsers da empresa ficarão abaixo de 40% em maio.

Previsões anteriores apontavam que essa queda abaixo de 40% só aconteceria em julho.

Em qualquer um dos casos, a queda do IE é acompanhada pelo crescimento do Google Chrome, que deverá substituir os navegadores da Microsoft como o o mais usado nos mesmos meses em que o IE cair abaixo de 40%.

O Chrome fechou fevereiro com 36,6% de participação entre os usuários, alta de 1,5% ponto percentual em relação a janeiro e 11,9% pontos em relação ao mesmo período de 2015. O Firefox, da Mozilla, ganhou três décimos de um ponto percentual e alcançou a marca de 11,7%, mesmo número de um ano atrás. O Safari, da Apple, ganhou dois décimos e ficou em 4,9%.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IDG Now!

Navegadores ficarão muito mais rápidos

JavascriptBoa parte da web atual depende da linguagem de programação JavaScript. Nos últimos anos, navegadores como Chrome e Firefox se tornaram mais rápidos em processar JavaScript, mas chegaram a um limite. E agora? É hora de outra solução.

Segundo o Ars Technica, engenheiros do Google, Apple, Microsoft e Mozilla se juntaram para criar o WebAssembly (ou wasm), que promete desempenho 20 vezes mais rápido para os navegadores do futuro.

Normalmente, linguagens de programação são feitas para que humanos consigam compreendê-la. No entanto, isso é um problema para os navegadores, que precisam ler e interpretar um código que não foi projetado para máquinas.

Por isso, o novo padrão WebAssembly é um bytecode: ou seja, um conjunto de instruções em formato binário, pensado para ser lido facilmente pelo navegador. Ele consiste em uma série de zeros e uns; também haverá um modo texto, mas apenas para que desenvolvedores possam caçar e eliminar bugs.

Com isso, é possível rodar conteúdo na web com quase a mesma velocidade de um programa nativo. No protótipo atual, o navegador processa o WebAssembly 23 vezes mais rápido que um código JavaScript tradicional.

Isso não significa a morte do onipresente JavaScript: na verdade, os criadores do WebAssembly sabem que será necessária uma transição, e avisam que o código poderá ser convertido para que funcione em qualquer navegador.

A Mozilla e o Google tentam, há anos, injetar mais velocidade à web. O asm.js permite rodar código de aplicativos (como a linguagem C) no navegador a velocidades maiores que o JavaScript. Enquanto isso, o NaCl permite rodar código nativo no Chrome. Agora, as equipes desses dois projetos estão trabalhando juntas no WebAssembly, que pode se tornar um padrão para todos os navegadores.

Não seria a primeira vez que uma ideia restrita a um navegador se espalhou para todos. Este ano, o HTTP ganhou uma nova versão para fazer as páginas carregarem mais rápido; o HTTP2 é baseado em um protocolo criado pelo Google em 2009.

Vale lembrar que o WebAssembly ainda está dando os primeiros passos: os detalhes desse novo padrão ainda serão decididos, então vai demorar um pouco até que ele chegue aos navegadores. No entanto, gigantes como Google e Microsoft estão apoiando o projeto desde o início – por isso ele parece bem promissor.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes: Gizmodo e ars technica

Chrome conquista 2º lugar na preferência dos Internautas

ChromeNavegador da Google fica em segundo lugar no ranking da Net Aplications

Firefox em queda tem agora 15,1% da base instalada. Microsoft IE está em primeiro com 58%.

O Chrome, browser de internet da Google, quebrou a barreira de 20% de participação de base instalada pela primeira vez em julho, segundo dados publicados nos últimos dias, pela empresa de métricas de web Net Applications.

A fatia de 20,4% de instalações para o Chrome coloca o browser solidamente no segundo lugar no ranking. Como nesse jogo o sucesso de um é a queda do outro, o perdedor é o browser Firefox, da Mozilla, que com 15,1% das instalações assumiu em julho o terceiro lugar com a menor taxa de participação de mercado desde outubro de 2007, um ano antes do lançamento do Chrome. Nos últimos três meses, o Firefox caiu pelo menos dois pontos percentuais de participação.

Em primeiro lugar no ranking fica o Internet Explorer (IE) da Microsoft, com 58% das instalações. O Safari, da Apple, está em quarto lugar, bem longe, com 5,2% de participação e o Opera na rabeira com 1%.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IDG Now!

Internet Explorer lidera o mercado

IE_lider

O Internet Explorer, da Microsoft, é o navegador mais utilizado no mundo, com 58,3% dos usuários, segundo pesquisa do rastreador Web Net Aplications. Em segundo lugar vem o Google Chrome, com 19,3%, deixando o Mozilla Firefox em terceiro, com 15,5%. Outros browsers somam 22,4%.

O navegador do Google vem ganhando espaço em relação ao Firefox há algum tempo. Entre maio e junho, tirou cerca de 1% de diferença. Já o IE segue na frente com folga. Entre suas versões, a 8 aparece na liderança, com 21,2%, seguida da 11, com 17%.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital e CNET

Quando extensões para navegadores podem se tornar um risco

browsers_extSe você é uma pessoa que navega na internet há um bom tempo, há grandes chances de que já tenha conhecido pelo menos uma extensão (ou aplicativo, se você preferir) para navegadores, não é mesmo? E algumas dessas ferramentas podem ser realmente úteis, organizando o seu trabalho ou facilitando o acesso a alguns sites, por exemplo.

Acontece que as extensões deste gênero não são totalmente seguras — e nem todo mundo sabe disso, motivo pelo qual mais detalhes serão acrescentados agora. Em primeiro lugar, é necessário compreender que esses aplicativos para navegadores são como pequenos “pedaços” de programação que são inseridos no seu browser.

É bom, mas pode ser ruim…

Sendo assim, essas ferramentas podem executar diversas funções, como já foi mencionado logo acima. No entanto, isso só pode acontecer no caso de a extensão penetrar nas defesas do navegador que você escolheu utilizar, motivo pelo qual esses programas normalmente enviam um pedido de aceitação na hora da instalação do aplicativo.

Agora, vamos pegar como exemplo uma extensão que permita a adição de comentários em páginas da web. Esse pequeno programa vai precisar rastrear a sua navegação pela internet, assim como modificar os sites que você está acessando — e isso é bem natural. O problema é que esse processo de uso talvez acabe se voltando contra você.

A porta de entrada para malware

O que está se querendo dizer é que as permissões de trabalho dadas para um aplicativo no momento da instalação podem ser utilizadas de modo maléfico. Com isso, a extensão que estamos usando como exemplo também poderia identificar detalhes da sua navegação, assim como inserir diversas propagandas indesejadas nas páginas acessadas. Tudo isso ainda poderia resultar em roubo de senhas de redes sociais, do número de cartões de crédito, entre outros crimes deste tipo.

E os problemas com os programas para navegadores não acabam por aqui. Os aplicativos são atualizados automaticamente pelo seu browser para a versão mais atual disponível. Dessa maneira, uma ferramenta “limpa” pode ganhar diversas características de malware por conta da sua venda para qualquer outra empresa ou pessoa — e você não ficaria sabendo disso.

Ou seja: no fim das contas, você pode estar instalando de bom grado uma porta de entrada para pessoas mal intencionadas. Complicado, não é mesmo?

O esquema é ter atenção!

Para que você não acabe com uma extensão maliciosa, é necessário ter os mesmos cuidados que são levados em consideração na hora de instalar um software no seu computador. Fique atento aos desenvolvedores de aplicativos, pois quanto maior e mais famoso ele for, maiores são as chances de que o produto dele seja confiável — dois exemplos bem claros são a própria Google e Mozilla.

A dica acima vale também para apps secundários, que são aqueles que alteram o trabalho de extensões já instaladas, pois isso pode acabar com todo o cuidado que você teve em momentos anteriores e resultando na contaminação do seu browser e computador. Algo que ajuda a sua pesquisa é ficar de olho em reviews e número de usuários.

Por fim, tente instalar um número mínimo de extensões, utilizando sempre os recursos nativos do programa que você escolheu ter para navegar na internet. Desse modo, você reduz as chances de abrir a sua máquina para alguém mal intencionado, assim como evita que muitos softwares suspeitos sejam atualizados sem que você saiba.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.

Fonte: IDG Now!

Navegador mais rápido para o iPhone

iPhonePor ser o navegador oficial do iOS, o Safari poderia ser o mais rápido quando usado no iPhone, mas o pessoal da CNET fez um teste e descobriu que a lógica teórica nem sempre se concretiza na prática.

Três repórteres do site usaram Safari, Opera e Chrome em três iPhones de mesmo modelo (o 5s), com a mesma fonte de internet 4G e caches e históricos deletados. Cada um abriu três tipos de páginas: notícias (NYT), imagens (Pinterest) e um mais pesado de mídia (Giant Bomb).

No fim, quem se deu melhor foi o Chrome, que abriu a maioria das páginas mais rapidamente que os concorrentes. O Safari até conseguiu brigar, mas o Opera não abriu nenhuma na frente – no primeiro teste eles quase desistiram de esperar o Opera.

No link das fontes dessa matéria existe um vídeo demonstrando o teste realizado (em Inglês, sem legendas).

Fonte: Olhar Digital e CNET