Android: 8.400 novos malwares surgem a cada dia

Os especialistas em segurança da G Data esperam cerca de 3,5 milhões de novos arquivos de malware para Android em 2017

Segundo informou a empresa de segurança G Data, cerca de 8,4 mil novos malwares para o sistema operacional Android são descobertos diariamente, o equivalente a um a cada 10 segundos. Porém, após um novo recorde negativo global de mais de 3,2 milhões de novos arquivos de malware para Android em 2016, o ano de 2017 teve um início bem mais lento em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

Ainda assim, até agora, são 750 mil novos malwares contados pela G Data no primeiro trimestre do ano, fazendo com que o risco de infecção em dispositivos com sistema Android seja bastante alto. O crescimento desse número deve acelerar e, ao todo, os especialistas em segurança da G Data esperam cerca de 3,5 milhões de novos arquivos de malware para Android em 2017.

Versão mais afetada

De todas as edições do Android, a Lollipop é a que mais possui malwares que a afetam, sendo alvo de 32% de todos os arquivos maliciosos. Em segundo lugar vem a Marshmallow, com 31,2% e em terceiro a KitKat, com 20%. Apesar de já bem difundida, a versão Nougat do sistema operacional é afetada por apenas 4,9% dos malwares, uma quantidade que deve crescer bastante durante o ano de 2017.

As falhas de segurança são não somente um problema constante com PCs que usam Windows

No setor mobile, a necessidade de atualizações em momentos certos está aumentando. As falhas de segurança são não somente um problema constante com PCs que usam Windows, mas também entre smartphones e tablets.

Como se proteger?

Evite clicar em links cuja procedência você não conhece, não abra arquivos recebidos de pessoas estranhas e não acesse conteúdos que parecem estranhos

A melhor maneira para evitar que o seu smartphone seja contaminado por algum malware é mantendo o seu sistema operacional sempre atualizado e, claro, dar preferência para versões mais novas do Android. Você também pode baixar um aplicativo de segurança. Esse app deve possui um sistema de varredura antivírus que busque cavalos de Troia e arquivos maliciosos, além de proteção contra phishing.

Mais importante do que tudo isso é tomar cuidado e ficar atento com o que pode ser uma ameaça disfarçada. Evite clicar em links cuja procedência você não conhece, não abra arquivos recebidos de pessoas estranhas e, mesmo entre quem você conhece, não acesse conteúdos que parecem estranhos por terem sido enviados por usuários específicos.

Fonte: Tecmundo

Quanto tempo leva para um novo malware ser criado?

malware_novoJohn McAfee, o ex-CEO da companhia conhecida pelo antivírus que leva seu nome, disse há um tempo que não usava mais softwares de proteção porque “eles não são mais relevantes” – e que kits de hackers são lançados de forma bem mais rápida que as atualizações de segurança. Mas você sabe quão mais rápida é a criação das pragas virtuais?

Segundo dados da G Data, uma empresa que fornece soluções em segurança digital, um novo malware é criado a cada impressionantes cinco segundos. O levantamento mostrou também que, apenas no primeiro semestre de 2015, mais de 3 milhões de novos softwares maliciosos foram identificados. É esperado que o número total de registros inéditos supere o do ano passado, quando quase 6 milhões de novos malwares surgiram na web.

A maior parte das pragas está relacionada aos adwares e programas potencialmente não desejados (os PUPs). Os primeiros funcionam através do bombardeio com publicidade intrusiva, enquanto o outro vem geralmente acompanhando um programa gratuito – como é o caso das famigeradas barras de busca que surgem nos navegadores. Em ambos os casos, o princípio é o mesmo: os códigos executam funções maliciosas, como o redirecionamento de tráfego.

A dificuldade em solucionar o problema

Além de o funcionamento fugir do controle do usuário, outro problema relacionado aos malwares é a dificuldade em conseguir se livrar deles: a desinstalação de PUPs e adwares é extremamente difícil pela quantidade de coisas que os acompanham – quem já tentou tirar uma barra de busca tem uma ideia do sofrimento.

Além disso, os programas alteram as configurações dos navegadores da forma que os seus desenvolvedores desejam. Muitas pessoas não fazem nem ideia de que tudo isso está acontecendo e, pior ainda, não sabem como resolver. A recomendação é buscar por um bom programa antivírus e manter a navegação em sites confiáveis.

Os focos das pragas

Os sites que mais sofrem com a infecção por malwares são variados: 27% tratam de assuntos relacionados à saúde, seguidos por 11,6% de sites que falam sobre tecnologia da informação. As páginas de pornografia respondem por 9,6%, e as que oferecem serviços de relacionamento representam 4% do total.

Alguns sites que contém softwares maliciosos são desenvolvidos pelos hackers e criminosos para se parecerem com sites oficiais, principalmente aqueles que são abertos através de emails de procedência duvidosa.

A G Data mostrou que os países mais atraentes para a atividade de proliferação de malwares são os Estados Unidos, China, França e Ucrânia, por concentrarem uma grande quantidade de
servidores que hospedam sites do mundo todo.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

Um novo tipo de malware surge a cada 5 segundos

security

Os ataques cibernéticos contra os usuários domésticos e corporativos seguem em alta e somente no primeiro semestre de 2015 mais de 3 milhões de novos tipos de códigos maliciosos foram criados globalmente com diversos objetivos, sendo o principal deles roubar dados confidenciais das pessoas e das empresas, com destaque aos dados bancários e de cartões de crédito.

O número foi apurado pela G Data, fornecedora de soluções de segurança digital, representada no Brasil pela FirstSecurity. A expectativa é que até o final do ano, o número supere a marca de 2014, quando foram registrados mais de 5.998.685 novos códigos maliciosos. Os ataques mais frequentes são protagonizados por adwares (escondidos em propagandas) e PUPs (programas potencialmente não desejados, em inglês), mantendo-se a tendência do último semestre do ano passado.

Os adwares bombardeiam os usuários de computador com publicidade intrusiva enquanto que os PUPs são programas que acompanham os programas gratuitos (freeware) voluntariamente instalados pelos usuários. Em ambos os casos, estes códigos executam funções maliciosas. Muitas barras de navegação são instaladas a partir dos instaladores destes programas e são capazes de alterar a configuração dos navegadores web ao gosto dos criminosos com a finalidade de redirecionar o trafego web além de terem a desinstalação dificultada. Na maioria dos casos o usuário não sabe como se livrar destas pragas.

Muitos dos programas PUPs bombardeiam os usuários com publicidade dos mais diversos tipos, em sua maioria para atrair as pessoas para sites falsos, contaminados com diversos tipos de vírus de computador. Se for analisado o conteúdo das páginas web infectadas, é possível comprovar que quase 27% dos websites trataram de assuntos relacionados à Saúde, seguido por assuntos de Tecnologia da Informação (11,6%).

Depois aparecem as páginas que oferecem pornografia, com 9,6%. Pela primeira vez aparece na lista as páginas e serviços de Namoro/Relacionamento, com 4%. Estes sites oferecem encontros amorosos e convidam os usuários a subscreverem a serviços “premium” ou para chamadas de tarifação especial. Em muitas ocasiões os criminosos cibernéticos são capazes de manipular um website legítimo para depois atacar seus visitantes. Eles também criam páginas maliciosas que são conectadas a páginas legítimas e que podem confundir o usuário.

Com isso, os usuários acabam contratando serviços que podem levar a estes sites contaminados. Alguns países são atrativos para esta modalidade de atividade dos criminosos pela infraestrutura oferecida e pelos baixos custos. A maioria dos websites verificados pelos especialistas da G Data possuem seus servidores nos Estados Unidos (9,5%), China (também 9,5%), França (8,2%) e Ucrânia (5%).

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Convergência Digital

Intel lança novos processadores – linha Broadwell

intel-broadwellA Intel revelou, nos últimos dias e antes da CES, novos chips da linha Broadwell, quinta geração de processadores. De arquitetura menor, os modelos são da série U e contam com dois núcleos e baixa latência, o que reduz o consumo de energia. Eles deverão substituir, entre outros chips, os Core i3, i5 e i7 equivalentes da linha Haswell em desktops e notebooks lançados a partir deste mês nos EUA.

O anúncio vem poucos meses após o lançamento dos Core M, que são voltados para notebooks (híbridos ultra-finos, em especial) e carregam a mesma arquitetura de 14 nanômetros – uma boa evolução se compararmos com os 22 nm da geração anterior. Essa redução, em teoria, significa uma redução ainda maior no uso de bateria, algo que já avançou bem com os chips da linha anterior.

No entanto, mesmo que estejam menores, os novos processadores trazem ainda mais transistores. Um Core i7 5600-U (com 2,6 GHz de clock base), por exemplo, tem um número 35% maior deles do que seu antecessor direto, o Core i7-4600U, segundo a comparação da Intel. E isso tudo concentrado em um espaço 37% menor, como ressalta a empresa.

Com a diminuição da área e a maior concentração de transistores, a companhia espera que, além de fazer a bateria de um notebook durar consideravelmente mais, os novos processadores ainda garantam bom desempenho. Na comparação entre os dois chips mencionados, a melhoria no uso da carga garantiria até uma hora e meia a mais de uso, com performance até 22% melhor em termos de gráficos 3D e 50% melhor na conversão de vídeos.

Os avanços não vão muito além desses, visto que a renovação não será tão acentuada quanto foi a da linha Haswell. Mas ainda vale mencionar a nova geração dos processadores gráficos “embutidos” nos chips: o já citado i7 5600U, por exemplo, está no “meio termo” e vem acompanhado de um HD 5500 Graphics. Já modelos acima dele (e mais caros, portanto) virão com um HD 6000 Graphics ou até com um Iris 6100 – que deverá fazer com que esse chips consumam um pouco mais de energia. Aliás, todos esses “gráficos integrados” terão suporte a DirectX 11.2, OpenGL 4.3 e reprodução de vídeo em 4K, inclusive em monitores de resolução 3840 x 2160.

Os lançamentos chegam a novos computadores dos EUA já neste mês. Vendidos separadamente, os preços deles começam nos 275 dólares, valor de um i3 5005U de 2 GHz com um HD 5500 Graphics, de entrada. Eles vão até os 426 dólares, que pagam um Core i7 5550 U (de 2 GHz e acompanhado de um HD 6000 Graphics), um Core i7 5650U (de 2,2 GHz com um HD 6000 Graphics) ou um Core i7 5557U (3,1 GHz com uma Iris 6100). Estas cifras devem subir quando modelos mais avançados, como os de quatro núcleos, forem anunciados – algo que deve acontecer mais para o meio do ano.

Fonte: Info

Intel anuncia lançamento de novos processadores

intelA Intel lançou os novos processadores Xeon das famílias E5-2600 v3 e E5-1600 v3, nesta segunda-feira (8/09). As CPUs são baseadas na nova arquitetura Haswell-EP, assim como os chips de uso doméstico Core i7 lançados recentemente. A promessa é triplicar a performance em condições ideais, além de melhorar a eficiência energética se comparada à v2, lançada em 2013.

Assim como a família Core, os processadores “E” também se dividem em três categorias conforme a demanda do usuário, neste caso o mercado corporativo, sendo E3 e E7 os menos e mais potentes, respectivamente. O recém-lançado E5 é um conjunto de chips intermediários, mas que suporta entre 12 e 18 núcleos simultâneos rodando a 3,6 GHz.

A nova interface facilita a compatibilidade de memória DDR4, proporcionando menor consumo de energia, mais densidade, e taxas de dados mais elevadas do que as gerações anteriores. Os novos chips são destinados a servidores de data centers, além de estações de trabalho, ou seja, não devem chegar a computadores para uso doméstico.

Os preços não foram divulgados, mas esse tipo de tecnologia costuma equipar computadores potentes que valem milhares de dólares, dependendo da configuração da placa-mãe – afinal, os novos Xeon E5 não são compatíveis com circuitos feitos para as arquiteturas anteriores, como Sandy Bridge-EP ou Ivy Bridge-EP.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Techtudo

Dicas para novos usuários do Android

androidEntenda como o “robozinho” da Google lida com apps, atualizações e o compartilhamento de informações para tirar o máximo do sistema.

Um tablet Android não é um computador. E um smartphone Android também não. OK, tecnicamente eles são computadores, mas por este lado seu microondas também é. O que quero dizer é que estes dispositivos móveis tem seu próprio jeito de fazer as coisas, que pode parecer estranho para quem está acostumado com um PC. Mas se você entender os sete pontos abaixo rapidamente irá se familiarizar com seu novo aparelho.

1) Você não controla as atualizações do sistema

Ao contrário de um computador, você não tem controle sobre as atualizações de sistema de seu aparelho Android. Isso fica a cargo do fabricante e da operadora de telefonia celular, que decidem se o aparelho será atualizado, como e quando. Aplicativos são atualizados a todo momento, e quando isso acontece você é informado por um ícone na barra de notificações no topo da tela. Mas as atualizações do sistema são infrequentes.

Nossa dica: nunca compre o aparelho com expectativa de uma atualização futura. Avalie se ele o atende como é, hoje. Dessa forma, se uma atualização demorar ou nunca acontecer você não ficará frustrado.

2) Os apps fecham sozinhos

Uma coisa que surpreende a maioria dos novos usuários do Android é a falta de um comando para fechar um app. Em vez disso, para sair de um app basta tocar no ícone Home no rodapé da tela ou escolher outro app na lista Recentes.

Você não precisa se preocupar em fechar um app porque o Android faz isso por você. Se o sistema precisar de mais recursos (como memória), os apps inativos há mais tempo são automaticamente encerrados. Ou seja, você não precisa se preocupar em “abrir apps demais” ou ficar sem memória por isso.

O botão Recentes (abaixo), no rodapé da tela, mostra uma lista com os últimos apps usados:

recentesMas se você realmente quer fechar um app, toque no botão Recentes (que se parece com dois retângulos sobrepostos, à direita do Home) ou dê dois toques rápidos no botão Home para abrir a lista de apps recentes. Encontre o app que quer fechar e deslize sua miniatura para a direita.

3) Andróides adoram compartilhar

Num PC você abre um programa e aí escolher o arquivo com o qual deseja trabalhar. No Android é o contrário: você abre o item que deseja editar, salvar, modificar ou enviar, e então toca no ícone Compartilhar para escolher o programa que irá ajudá-lo a completar a tarefa.

Use o botão Compartilhar (abaixo) para enviar arquivos e informações de um app para outro:

compartilharPor exemplo, para enviar uma foto por e-mail primeiro abra a imagem no app Galeria. Toque no ícone Compartilhar (normalmente no canto superior direito da tela) e escolha um app com o qual enviar a imagem, como o GMail, Outlook.com, etc. Você será levado ao app escolhido, com uma nova mensagem e a imagem em anexo, e aí basta completar detalhes como destinatário, e assunto e enviar. A impressão funciona da mesma forma: primeiro abra a foto (ou documento), depois clique em Compartilhar e escolha que app usar para a impressão.

Tenha em mente que “Compartilhar” nem sempre significa “Compartilhar numa rede social ou enviar para outras pessoas”. Você pode compartilhar um vídeo da galeria com o app do Dropbox para armazená-lo no seu espaço online, ou uma página da web com um app como o Pocket ou Instapaper para guardá-la para ler depois.

4) Baixe apps no Google Play

Apps (e filmes, livros e revistas) para seu smartphone Android estão disponíveis na loja Google Play, usando o app Play Store. Há lojas de apps alternativas como a Amazon Appstore mas para os iniciantes o melhor é se ater à loja da Google.

O catálogo é dividido em categorias (Apps, Jogos, Filmes, Livros) listadas no topo da página principal da loja, e você pode usar o ícone da lupa para fazer buscas por um termo específico. Clique no botão Instalar na página de um app para baixá-lo e instalá-lo em seu aparelho.

A loja contém tanto apps gratuitos quanto pagos, e nesse último caso o botão Instalar é substituído por um com o preço do app. Para comprar um app é necessário um cartão de crédito internacional. Não se preocupe se você baixar/comprar um app e apagá-lo de seu aparelho: você poderá baixá-lo novamente mais tarde, sem custo algum, já que os apps são atrelados à sua conta.

Isso é ótimo na hora de mudar de smartphone: basta acessar a Play Store, clicar no ícone Play Store no canto superior esquerdo da tela e escolher Meus Aplicativos no painel. Toque em Todos para ver uma lista com todos os apps que você já baixou ou comprou, e toque em um app da lista e no botão Instalar para reinstalá-lo.

O melhor é que você pode comprar e instalar apps remotamente, a partir de qualquer computador conectado à internet. Basta acessar play.google.com e fazer o login com a mesma conta associada ao seu smartphone ou tablet. Clique no botão Instalar na página do app, escolha o aparelho onde o app será instalado e veja a mágica acontecer.

5) Esqueça o Flash

A internet está cheia de páginas que tem animações, jogos e vídeos em Flash, mas você só poderá acessá-las em seu PC. A Adobe descontinuou o desenvolvimento do Flash para Android há pouco menos de dois anos, e como consequência aparelhos com o Android 4.0 ou mais recente não conseguem reproduzir este tipo de conteúdo.

Mas nem tudo está perdido: em alguns casos conteúdo disponível em Flash pode ser obtido em formato compatível com aparelhos Android usando um app específico, especialmente no caso de serviços de vídeo como o YouTube ou Hulu.

6) Você pode personalizar a tela inicial

A tela inicial de um aparelho Android pode ser personalizada à vontade. Ícones podem ser excluídos, movidos ou agrupados em pastas, e widgets com informações úteis (como seu calendário ou a previsão do tempo) podem ser colocados onde você quiser. Se não gostar de algum item, toque e segure o dedo sobre ele e arraste-o até a palavra Remover no topo da tela. Para criar um item, toque e segure o dedo sobre um espaço vazio na tela.

Você também pode tocar e segurar o dedo sobre um app na lista de apps e arrastar o ícone para a posição que quiser na tela Inicial. E para criar uma “pasta” com vários apps, arraste o ícone de um app sobre o de outro. Você pode colocar um app em múltiplas pastas, ou até mesmo em múltiplas telas.

7) Você pode esconder os apps pré-instalados

Muitos aparelhos vem com apps pré-instalados pelo fabricante ou operadora, e nem sempre eles são úteis. E na maioria das vezes é impossível desinstalar estes apps, já que eles são considerados “parte do sistema”.

Há uma seção na tela de configurações de todo Android onde você pode desativar os apps pré-instalados:

desativarMas pelo menos você pode ocultá-los. Tecnicamente um app oculto continua instalado (e ocupando espaço) em seu aparelho, mas não irá aparecer na lista de apps.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.

Fonte: PCWorld