Microsoft e Baidu viram parceiros

A Microsoft e a Baidu anunciaram na terça-feira, 18/7, uma parceria para o desenvolvimento técnico de carros autônomos pelo mundo.

Pelo acordo, a Baidu utilizará alguns dos serviços da nuvem Microsoft Azure em sua plataforma aberta Apollo fora da China, sua terra natal.

Em seu comunicado para a imprensa sobre o assunto, a Microsoft diz que irá aplicar a sua Inteligência Artificial, aprendizado de máquinas e recursos de rede neural profunda nos dados da nuvem global.

“Os veículos atuais já possuem um nível impressionante de sofisticação quando se trata de sua capacidade de capturar dados. Ao aplicar na nuvem global nossa Inteligência Artificial (IA), aprendizado de máquina e recursos de rede neural profunda para esses dados, podemos acelerar o trabalho já feito para tornar os veículos autônomos mais seguros”, explica o vice-presidente corporativo da Microsoft, Kevin Dallas.

Vale notar que a Microsoft já fechou parcerias anteriores com fabricantes automobilísticas, como BMW, Ford, Toyota e Volvo.

Agradecemos ao Celso, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IDG Now!

Crackers de Brasil e Rússia “trabalham” juntos

O cibercrime na América Latina – e principalmente no Brasil – está em crescimento. Quem garante é Dmitry Bestuzhev, chefe de pesquisa e análise da Kaspersky Lab para a região. Ponderando mais os riscos, os criminosos locais que praticam golpes financeiros também fizeram dois movimentos nos últimos anos: tiraram o foco do correntista para atacar diretamente os bancos e passaram a contar com a ajuda de estrangeiros para invadir os sistemas.

“Os criminosos brasileiros estão trabalhando mano a mano [de mãos dadas, em potuguês] com criminosos de outros países. Não somente latino-americanos, estamos falando de bandidos da Europa Oriental, de países como Rússia, Ucrânia e outros”, afirma. Durante o evento, foram mostrados casos envolvendo equipes anônimas que atacaram em várias regiões simultaneamente ou com código semelhante, dando indícios de que há colaboração.

Mas nem tudo é tão elaborado. O importante desta conexão é compartilhar os códigos e trabalhar de forma associada para dividir os ganhos. “Para isso estão utilizando tradutor on-line como Google Tradutor e [o concorrente russo] Yandex Translator”, explica.

Bestuzhev sinaliza que muitos hackers russos não falam inglês. E também são poucos os golpistas brasileiros que falam russo. “Para não perder oportunidades, usam tradutores para se comunicar. Temos encontrado várias evidências disso”, acrescenta.

Ainda de acordo com as análises, os grupos estão mais fortificados e, neste momento acreditam que atacar os bancos — e não os clientes dos bancos — é mais efetivo. Os criminosos querem correr cada vez menos riscos para ganhar cada vez mais dinheiro. Logo, não vale a pena atacar o usuário comum que vai pagar pouco ou ter valores menores em suas contas bancárias. Já os cofres dos bancos estão sempre cheios.

Golpe de roteador “é coisa nossa”

Temos muitos aparelhos eletrônicos em casa como Smart TV, celular, outro celular, e todos se conectam no mesmo dispositivo: o roteador. Se o criminoso obtém o controle do roteador, obtém o controle sobre todos os aparelhos conectados. “O Brasil é um dos países em que os criminosos vêm obtendo muito êxito explorando vulnerabilidades em roteadores e causando muitos danos”, alerta Bestuzhev. O golpe já tem ‘a cara do país’.

“Nesta escala não vemos em outros países além do Brasil. Falamos de centenas de milhares de roteadores comprometidos”, pontuou. Usuários que não trocam senhas, não fazem manutenção e aparelhos vendidos por fabricantes irresponsáveis causam o caos.

A responsabilidade por proteger o roteador, segundo Bestuzhev, é uma bola dividida. Há fabricantes que não se preocupam em oferecer correções de software para o consumidor, enquanto outros preferem disponibilizar patches com correções. Ainda é preciso envolver o usuário no processo de atualização, o que na maioria das vezes não é tão simples.

Fonte: Techtudo

Crime físico e virtual andam de mãos dadas

A empresa de segurança Trend Micro descobriu no último que o crime físico e o crime virtual já estão andando de mãos dadas.

O levantamento realizado pela empresa aponta que um tutorial para roubo de Apple ID pode ser encontrado no submundo do crime brasileiro por R$135, enquanto quadrilhas se profissionalizam cada vez mais.

Uma investigação conduzida pela Trend Micro comprovou que uma vítima foi abordada por bandidos nas ruas brasileiras e teve seu iPhone roubado. Crime bastante comum salvo por um detalhe: os ladrões “reais” engatilharam um modus operandi que mistura o real e o virtual.

Por meio de uma página de phishing e um SMS projetado socialmente fingindo ser a Apple os criminosos eletrônicos tentam conseguir as credenciais do Apple ID da vítima. “Enquanto o aparelho está em funcionamento, é possível descobrir o número do aparelho e tentar mudar a senha dos aplicativos de redes sociais (e possivelmente do e-mail) instalados – provavelmente para extorquir a vítima no futuro.

Os cibercriminosos tentam agir o mais rápido possível antes do alvo desligar o aparelho”, alertam os especialistas de segurança. Um dia após o furto, a vítima recebe uma mensagem de SMS em seu novo telefone, contendo um phishing solicitando as credenciais do Apple ID. “A indefinição do limite entre o roubo físico/tradicional e o cibercrime – e, em particular, o trabalho aparentemente em equipe entre os ladrões e os cibercriminosos pode resultar em possíveis ataques ainda maiores e mais complicados” avisa a Trend Micro.

Uma página de phishing da Apple foi encontrada na web sendo negociada sob o valor de R$ 135. O endereço era oferecido para aluguel com um vídeo tutorial explicando como o serviço funciona. De acordo com a empresa, “os crimes físicos e virtuais podem, de fato, trabalhar lado a lado com a finalidade de criarem esquemas maliciosos e ataques de maiores proporções.

Por isso, a segurança física aliada à cibersegurança é ainda mais válida. Não só os usuários finais devem redobrar a proteção, mas as empresas se conscientizarem que os riscos de ataques online/virtuais podem ser igualmente prejudiciais.

Com ajuda da PhishLabs, a Trend Micro conseguiu derrubar as páginas de phishing que ainda estavam online. Também foram comunicadas à Apple as descobertas relacionadas à ameaça.

Agradecemos ao Paulo Sollo, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Código Fonte UOL

Kaspersky e SynerScope juntam forças no combate ao cibercrime

acordoA Kaspersky Lab e a SynerScope anunciaram um acordo de colaboração para o desenvolvimento de um serviço único e inovador para fazer frente à fraude e ao cibercrime financeiros. Este serviço combina as potentes soluções de prevenção de fraude da Kaspersky Lab com as tecnologias ultrarrápidas de análise de big bata da SynerScope.

Jan-Kees Buenen, CEO da SynerScope, conta que “desta colaboração irão surgir novas soluções tecnológicas de cibersegurança, de resposta a crises e antifraude para bancos, organizações financeiras, governos e organismos de segurança, capazes de reagir a uma velocidade e escala nunca vistas anteriormente”. Além disso, afirma que “a Kaspersky Lab e a SynerScope proporcionarão uma interface única e partilhável baseada em ciberdados de enorme potencial”.

“Com esta tecnologia, podemos obter dados estruturados e não estruturados de malware, phishing, spam, mensagens de texto, redes sociais ou de imagens digitais. Será, ainda, possível ter uma imagem mais clara das ciberameaças que afetam as organizações hoje em dia. Isto se consegue executando os dados através de dispositivos ultrarrápidos, utilizando dispositivos da Dell, IBM e Nvidia, que aumentam drasticamente o volume de dados a avaliar, permitindo aos especialistas em cibersegurança compreender melhor e tomar melhores decisões sobre como evitar possíveis ataques iminentes”.

“O futuro da compreensão do malware, das ameaças, da intrusão e dos comportamentos anômalos se transforma em tecnologias baseadas na ciência dos dados, na análise previsibilidade ultrarrápida e na aprendizagem automática. Em conjunto com a Kaspersky Lab, podemos elevar a cibersegurança a um novo patamar ”, sublinha Buenen.

Por sua parte, Alex Moiseev, diretor geral da Kaspersky Lab na Europa, afirma que vê um grande potencial nesta colaboração. “Além de ser uma oportunidade de combinar as nossas tecnologias e criar uma oferta de valor real que ajude a lutar contra a fraude e o cibercrime, também trabalharemos em futuras novas soluções de vanguarda para reforçar a cibersegurança e manter a indústria financeira a salvo”.

Assegura, ainda, que “isto é só o princípio da relação com a SynerScope. Estamos seguros de que, combinando as nossas forças, a inteligência e a capacidade de análise, poderemos desenvolver projetos muito interessantes nos próximos anos”.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Wintech

Asus integrará AdBlock Plus em todos os seus novos dispositivos

adblock_asusA Asus anunciou que a partir de 2016 irá vender seus novos smartphones e tablets com o AdBlock Plus pré-instalado no navegador padrão encontrado nesses dispositivos. Essa medida é uma parceria da companhia taiwanesa com o AdBlock Plus e tem como objetivo impedir que anúncios indevidos não atrapalhem a experiência de navegação do usuário. Entretanto ao mesmo tempo esses softwares bloqueadores de anúncio acabam por influenciar negativamente os criadores de contéudo devido as quedas de receita.

Confira o anúncio oficial liberado pelo AdBlock Plus em relação a parceria com a Asus:

Estamos extretamente felizes por nos juntarmos ao time da Asus, o primeiro grande fabricante de hardware a integrar o nosso bloqueador de anúncio em dispositivos móveis”, disse Till Faida, CEO da Adblock Plus.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: R7

Adobe colabora com a Microsoft no navegador Spartan

adobe_microsoftA Microsoft liberou alguns detalhes da parceria que fez com a Adobe para o Projeto Spartan. Assim, o novo navegador do Windows 10 vai incorporar melhorias a nível gráfico que não estavam presentes no Internet Explorer.

Cabe lembrar que a Adobe já era uma das maiores colaboradoras no desenvolvimento dos browsers Safari, Chrome, Opera e Firefox, mas não com o Internet Explorer, uma vez que a Microsoft tinha uma política relativamente fechada para esta área.
Ou seja, na prática, a Adobe já tinha ajudado a melhorar a plataforma web de outros navegadores, mas não podia levar a experiência acumulada para o ambiente do Internet Explorer.

De acordo com a ZDNet, a colaboração da Adobe para o Projeto Spartan irá se refletir a nível de design gráfico, layout, movimento e tipografia.
A primeira grande contribuição está ligada ao suporte para uma maior gradação de cores no CSS.

Espera-se que o Projeto Spartan venha a ser disponibilizado já na próxima atualização do Windows 10 Technical Preview.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Exame Informática

McAfee e Europol fazem parceria no combate ao cibercrime

intel_europolA empresa integrante da Intel Security e o Centro Europeu de Cibercrimes da Europol (EC3) assinam acordo de colaboração e compartilhamento de dados não operacionais sobre ciberataques.

A McAfee fechou uma parceria com o Centro Europeu de Cibercrimes da Europol (EC3) com foco no combate ao cibercrime. Anunciado na quinta-feira (8), o acordo foi firmado por meio de uma carta de intenções que busca reunir o conhecimento da Intel Security, da qual a companhia faz parte, com a qualificação policial do EC3.

A carta também permite à Intel Security fornecer informações técnicas específicas sobre ciberataques ao Serviço Europeu de Polícia (Europol). Por meio da parceria, as duas organizações realizarão ações conjuntas para erradicar enfrentar campanhas lideradas por hackers, além de compartilhar dados não operacionais sobre o cibercrime. A McAffe e o EC3 também atuarão na disseminação de práticas recomendadas.

Para Raj Samani, diretor de tecnologia da Intel Security EMEA e assessor especial do Centro de Cibercrimes da EUROPOL para Segurança da Internet, o avanço do cibercrime acontece em um nível que as entidades não são capazes de combatê-lo sozinhas, enfatizando a importância da colaboração entre as duas organizações.

O EC3 utiliza recursos da Intel Security em seus mecanismos de proteção digital que já suportaram operações de combate a crimes cibernéticos. Na visão de Troels Oerting, chefe do EC3, essa missão não pode ser realizada apenas pela polícia, e exige uma abordagem mais ampla.

Agradecemos ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: ITFORUM365