Como remover malware de pendrives

usb_espacoExiste um tipo de praga que vem perturbando a vida de muitos usuários de mídias flash há anos. Trata-se de um vírus que infecta o pendrive e converte documentos e programas em meros atalhos. Tal atividade impede que o utilizador abra qualquer coisa e muitas vezes leva a uma atitude desesperadora: a formatação da unidade removível.

A solução do problema não é tão complicada e pode poupar algumas dores de cabeça. Primeiramente, vale salientar que o vírus não apaga nenhum arquivo do pendrive. Esta praga apenas oculta documentos e cria atalhos falsos, por isso mantenha a calma.

Agora que sabemos que os arquivos, em teoria, estão no pendrive, devemos verificar se o problema em questão está relacionado ao vírus. Para averiguar se seus arquivos continuam na unidade, veja se no ícone do pendrive (disponível em “Meu Computador”) o espaço utilizado continua idêntico ao que era anteriormente.

Caso o Windows informe que a unidade está vazia, então é possível que o vírus que você pegou seja outro. Do contrário, a execução dos passos a seguir deverá resolver seu problema.

dosRecuperando arquivos

1. Abra o Prompt de Comando (basta pressionar a tecla “Windows” e então inserir o comando “cmd.exe”).

2. Já no Prompt, digite o seguinte comando: “attrib -h -r -s /s /d I:\*.*” (Nota: a letra “I” deve ser substituída pela letra atribuída ao seu pendrive).

arquivo_proprMétodo manual

Acesse a pasta que foi afetada pelo vírus e clique com o botão direito sobre o arquivo contaminado (que atualmente é um atalho). Abra as Propriedades do arquivo.
Acesse a aba “Atalho” e remova quaisquer informações que não tenham relação com o caminho do arquivo em questão (realizar o processo no item “Destino” e “Iniciar em”).

Etapas finais

Utilize um bom antivírus e analise o pendrive e o HD.
Instale um anti-malware no seu computador e faça outra varredura no disco local e na unidade removível.
Se nenhum problema for informado pelos programas, então o vírus deve ter sido removido do seu pendrive. Em casos de persistência do problema, tente outros softwares.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

Pendrive corrompido? Saiba como recuperar

Conectou o seu pendrive ao computador, mas o dispositivo apresentou mensagem de erro ou não funcionou corretamente? Há algumas medidas que podem recuperar um dispositivo de armazenamento inacessível. Para te ajudar, o TechTudo preparou este tutorial completo com diversas para reparar um pendrive corrompido.

Atenção: os métodos a seguir apagam os dados do seu dispositivo. No entanto, há ainda a possibilidade de recuperá-lo após o processo. Para isso, você pode lançar mão da ferramenta Recuva para restauração de arquivos.

– Através do Windows
Ao conectar o pendrive em seu computador, se estiver sendo exibida a mensagem “Formate o disco na unidade X para poder usá-lo”, isto significará que o sistema de arquivos do mesmo sofreu algum tipo de dano. Neste caso, siga os passos abaixo para resolver tal problema:

Passo 1. Na janela exibida, clique no botão “Formatar disco”:

Windows_HDPasso 2. Na tela seguinte, em “Sistema de Arquivos”, escolha o tipo desejado. No campo “Rótulo do volume”, forneça um novo nome e, em seguida, certifique-se que a opção “Formatação rápida” está desmarcada. Por fim, clique no botão “Iniciar”. Tal processo, realizará uma formatação completa no dispositivo. Ou seja, além de ser executada a remoção dos dados, uma verificação em busca por setores inválidos também será realizada.

Execute a formatação completa do pendrive:

Formatar

– Programas de terceiros

Outra alternativa para recuperar um pendrive corrompido é utilizar programas tanto para corrigir possíveis erros como para formatar o disco. Caso você esteja consiguindo acessar o pendrive, mas ele apresente algum tipo de instabilidade, siga os passos a seguir:

Passo 1. Baixe a ferramenta Authorsoft USB Disk Storage Format Tool diretamente do site de seu fabricante clicando aqui;
Passo 2. Realize a instalação do software e após o término do processo, execute-o;
Passo 3. Primeiramente, realizaremos uma verificação no disco para encontrar e corrigir possíveis problemas, como setores defeituosos. Na tela principal da aplicação, marque as opções “Correct errors” e “Scan drive”. Em seguida, clique no botão “Check Disk”. O processo de verificação poderá demorar um pouco, mas o disco provavelmente estará livre de erros ao término;

Execute a verificação do disco:

Check_discPasso 4. Você também poderá realizar uma formatação completa do pendrive. Para isso, certifique-se que a opção “Quick Format” está desmarcada. Por fim, clique no botão “Format Disk” e aguarde o término do processo.

Execute a formatação completa do disco:

USB_formatPronto! Verifique se seu pendrive voltou a funcionar. Caso não, confira se o dispositivo sofreu danos físicos. É importante ressaltar que, ao executar os procedimentos deste tutorial, todos os dados contidos no pendrive serão apagados. Portanto, caso você consiga acessar os arquivos, mesmo que o dispositivo esteja instável, salve-os em um local seguro.

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência essa matéria.

Fonte: Techtudo

Como proteger seu pendrive de malwares

usb-dummy-protect

O USB Dummy Protect é um pequeno utilitário capaz de proteger pendrives contra vários tipos de malware. Através dele é possível preencher o espaço vazio do dispositivo evitando que arquivos mal-intencionados possam danificá-lo e/ou se infiltrar nele sem que você perceba.

Para proteger o pendrive, é criado um arquivo chamado “dummy.file” que pode ser removido manualmente a qualquer momento caso o usuário queira utilizar o espaço disponível. Se o programa for executado novamente, o drive também fica desprotegido e livre para receber novos documentos ou dados.

Com ele, a maioria dos vírus não pode infectar o disco porque não há como eles entrarem em um dispositivo que está cheio (seu desenvolvedor alerta que ele não pode garantir uma segurança de 100%, mas auxilia muito na proteção das USBs).
Vale lembrar que USB Dummy Protect não é um antivírus, ele apenas impede que arquivos sejam instalados em seu pendrive sem a sua autorização deixando-o bloqueado/sem espaço.
O aplicativo também só funciona com até 4 GB livre e caso o usuário deseje fazer modificações nos arquivos contidos no dispositivo móvel, ele não pode ser utilizado.

A versão mais recente do software (1.1) pode ser obitda neste endereço.
Depois de descompactado este arquivo gera um executável – USBDummyProtect.exe – que você poderá carregar no seu pendrive.

Para quem tiver algum receio de executar um arquivo executável de um software até agora desconhecido – isto é prudente e natural – eu deixo claro que já analisei o submeti à análise do Virus Total que mostrou ser livre de qualquer ameaça. Segue o relatório da análise.

Eu já o testei e posso lhes assegurar que funciona muito bem e de uma forma muito simples mantém o Pendrive à salvo de ameaças. Considero este software ideal especialmente para pessoas que façam uso do seu dispositivo USB em várias máquinas.

Fonte: Superdownloads

DNA: pendrive do futuro de 2,2 petabytes

DNA

Cientistas conseguiram armazenar diversos arquivos em um DNA sintético, uma recriação em laboratório da molécula que contém instruções genéticas. Em vez de pen drives, CDs ou HDs, a próxima mídia de armazenamento de dados poderá ser o próprio DNA.

A experiência que pode revolucionar a forma como as pessoas armazenam seus dados foi feita pelos cientistas Nick Goldman e Ewan Birney, do Instituto Europeu de Bioinformática. Os resultados da pesquisa foram publicados na revista científica Nature.

Os pesquisadores já sabem faz tempo que o ácido desoxirribonucleico, nome científico do DNA, é uma estrutura que define todas as características do organismo. A novidade é que os cientistas conseguiram usar o código genético para guardar textos, áudios e imagens.

Pelos cálculos dos cientistas, é possível armazenar 2,2 petabytes de dados em um grama de DNA. Depois, os pesquisadores ainda conseguiram recuperar todos os dados armazenados com 100% de precisão.

Para isso, eles codificaram os conteúdos que seriam armazenados por meio das letras das AGCT, que são as quatro bases nitrogenadas que formam a estrututa do DNA: adenina, timina, citosina e guanina identificadas por suas iniciais.

Apesar de sua longevidade e estabilidade, o DNA pode sofrer pequenas mutações ao longo dos séculos. Os cientistas pensaram nisso e fizeram o que chamam de redundância na linguagem de programação para que o método funcionasse.

O único problema é que ainda é caro criar DNA sintético. O custo para escrever e ler a informação no DNA também é alto. Só o experimento custou 10 mil dólares. Portanto, para que a invenção se torne algo massivo, é preciso descobrir como diminuir o preço do desenvolvimento do DNA sintético.

Fontes: Info e Nature