Somente 2% dos dispositivos Android são encriptados, contra 95% dos iPhones

ios_androidSe você acha que todo sistema operacional com o qual temos contato está perfeitamente protegido, é melhor pensar novamente. Isso porque, enquanto 95% dos iPhones já possuem seus dados devidamente encriptados – uma das proteções mais importantes que você pode ter atualmente –, o mesmo é verdade para apenas 2% dos dispositivos Android.

De acordo com as informações trazidas pelo The Wall Street Journal, o motivo para essa enorme diferença é resultado da fragmentação do sistema operacional da Google. Embora venha prometendo resolver os problemas resultantes disso, pouco foi feito até agora, levando a problemas para implementar a encriptação no SO principalmente devido às versões modificadas da plataforma desenvolvidas pelas empresas.

Para você ter uma ideia da diferença entre eles, a encriptação de dados está presente nos aparelhos da Apple desde o iOS. Já no Android, essa tecnologia só veio com a versão 6.0 Marshmallow, que ainda está limitada para poucos dispositivos.

Um problema prestes a acabar?
Não há como negar que o quadro é preocupante para os donos de aparelhos Android, mas, ao que tudo indica, isso não deve continuar sendo um problema por tanto tempo. Se as informações descobertas na versão de desenvolvedor do Android N forem verdadeiras, a Google pode começar a separar seu sistema operacional em dois – um contendo a base do sistema e outro contendo a interface e suas ferramentas.

E o que isso significa para a plataforma? Em resumo, o núcleo do sistema operacional passaria a ser um só em todos os aparelhos, independente das mudanças trazidas pelas OEMs das empresas. Isso não só permitiria às companhias criar ferramentas com maior liberdade e sem medo de afetar a funcionalidade do Android, como também daria à Google a possibilidade de lançar atualizações importantes para os aparelhos sem entrar em conflito com a interface.

Mesmo que isso ocorra, no entanto, a situação não é boa para a Google, visto que muitos anos ainda devem ser necessários até que o público passe a utilizar dispositivos com suporte para versões tão recentes do Android.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.

Fonte: Tecmundo

25% das pessoas que recebem e-mails com phishing tendem a abri-los

Phishing-ScamEstudo diz que 25% das pessoas que recebem e-mails com vírus tendem a abri-los.

Ladrões cibernéticos levam apenas 82 segundos para enganar a primeira vítima com novas mensagens fraudulentas pela internet, segundo um relatório.

Elaborado pela empresa de telecomunicações americana Verizon, o documento analisa cerca de 80 mil incidentes que atingiram milhares de companhias em 2014.

A pesquisa descobriu que cerca de 25% das pessoas que recebem um e-mail fraudulento – num golpe também conhecido como phishing – tendem a abri-lo.

“Treinar seus empregados é um elemento crítico para combater essa ameaça”, disse Bob Rudis, que liderou o relatório.

Identificando ameaças

Induzir as pessoas a abrir e-mails com mensagens falsas permite aos hackers roubar senhas que dão a eles acesso a redes e dados que podem ser roubados, segundo o relatório.

“Eles não precisam usar softwares exploradores complexos, porque frequentemente conseguem ter acesso a senhas legítimas”, disse Rudis.

Análises de brechas em redes de dados descobriram que, em muitos casos, novos e-mails com armadilhas levaram menos de dois minutos para fazer suas primeiras vítimas. Segundo Rudis, metade das vítimas abriu as mensagens cerca de uma hora após recebê-las.

Enquanto os hackers conseguem atacar suas vítimas rapidamente, as empresas levam muito mais tempo para perceber que sua segurança foi comprometida.

A pesquisa descobriu ainda que as companhias poderiam adotar medidas práticas para se proteger de e-mails elaborados para convencer os destinatários a abrir documentos anexados.

Ensinar os funcionários a identificar mensagens falsas poderia reduzir a proporção de pessoas que abrem e-mails com vírus de uma em cada quatro para uma em cada 20, de acordo com Rudis.

Hackers levaram 82 segundos para encanar primeira vítima ao disparar e-mails com armadilhas virtuais

Mostrar aos empregados os sinais de um e-mail malicioso pode ser encarado como uma forma de defesa adicional – que poderia bloquear as mensagens falsas que conseguem passar pelos sistemas de detecção automática.

“Os funcionários deveriam ser tratados como ferramentas na luta (contra os hackers) e não como cordeiros a caminho do abatedouro”, disse Rudis.

Além dos e-mails falsos, os criminosos cibernéticos exploram uma outra fraqueza nas redes das empresas: o uso de softwares desatualizados.

De acordo com Rudis, em 99% dos casos de ataques, as falhas de segurança em redes de dados eram conhecidas havia mais de um ano. Algumas delas existiam há quase uma década.

“Há algumas vulnerabilidades que persistem”, disse ele.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Terra Tecnologia

Malwares atingiram 35% dos PCs brasileiros no 1º semestre

malwareUma pesquisa divulgada pela Kaspersky Lab mostrou 35,6% dos usuários brasileiros foram afetados por malware no primeiro semestre de 2013. O estudo contabiliza os casos envolvendo todas as máquinas que tinham instaladas alguma solução de segurança da empresa de antivírus.

A pesquisa ainda contabilizou os ataques, e chegou ao impressionante número de 24.445.039 de incidentes – bem-sucedidos ou não – só no Brasil. O malware mais comum, que atacou 15% das máquinas, foi o Worm.Win32.Debris.a, que é relativamente novo e foi descoberto em abril deste ano. Ele se propaga por meio de sites e dispositivos USB e torna o computador mais lento, além de esconder pastas e arquivos e seervir de porta de entrada para outras ameaças.

Na lista dos dez malware mais comuns nos computadores brasileiros, ainda se nota a presença de quatro adware, ameaças que vêm como “brinde” em instaladores de alguns programas. O mais detectado, empatado com o Debris.a, foi o Adware.Win32.MegaSearch.am, de origem desconhecida.

Ameaças como ele são responsáveis por trocar o navegador padrão, adicionar barras de tarefas a ele e programas indesejados ao Windows. Os programas do tipo são, nas palavras dos responsáveis pelo Kaspersky Lab, “potencialmente perigosos”, já que não roubam dinheiro diretamente, mas afetam diretamente o desempenho da máquina e ainda podem adicionar publicidades em diversos pontos.

Outro dado curioso é a força que o Net-Worm.Win32.Kido.ih, de 2009. Só no Brasil, ele é responsável por infectar 10% das máquinas afetadas por malware, mas também se espalha por toda a América Latina. O velho worm se espalha por drives USB e vulnerabilidades do Windows em redes, o que pode indicar que muitas brechas de segurança ainda precisam de correção.

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Info