Brasileiros: altamente preocupados com sua segurança na rede

Os brasileiros relataram um alto nível de preocupação com roubo de identidade e fraude bancária, com 72% dos entrevistados indicando séria apreensão, de acordo com o Unisys Security Index, que pesquisou consumidores no mês de abril de 2017 em 13 países ao redor do mundo. O estudo global avalia o comportamento de pessoas em uma ampla gama de questões relacionadas à segurança.

Os níveis mais altos de preocupação relatados pelos brasileiros estão nas áreas de roubo de identidade e fraude bancária, com 72% dos participantes apontando uma séria apreensão (entre “muito” e “extremamente”) sobre as duas questões. A maioria das pessoas (69%) também indicou temer ataques de hackers e vírus cibernéticos.

Grande parte dos entrevistados também estavam muito preocupados com a segurança das transações online (62%), segurança pessoal (61%), capacidade de cumprir com as obrigações financeiras (52%), segurança nacional (52%), além da preocupação com desastres e epidemias (51%).

A pesquisa também identificou uma queda notável na preocupação com a Segurança Nacional, com 52% das pessoas seriamente preocupadas, na comparação com as 80% registradas na última edição do estudo Unisys Security Index, realizado em 2014.

No Brasil, o índice total é 189 pontos em uma escala de 0 a 300, considerado um alto nível de preocupação e apenas dois pontos acima do índice brasileiro de 2014. No mesmo período, os números para México e Colômbia aumentaram 13 e 18 pontos respectivamente. O resultado dos Estados Unidos teve um aumento de 46 pontos; do Reino Unido, 41 pontos; da Austrália, 51 pontos e da Holanda, 59 pontos. Mundialmente, o índice aumentou 30 pontos, saltando de 143 para 173.

O estudo também revela que os níveis de preocupação com a segurança dos brasileiros são maiores entre mulheres e adultos de 25 a 34 anos, este último na comparação com aqueles com mais de 55 anos. Além disso, os que têm menor renda são mais preocupados com segurança do que aqueles com maior poder aquisitivo.

Leonardo Carissimi, diretor de Soluções de Segurança da Unisys na América Latina, explica que atualmente trabalhar apenas não prevenção de segurança não é mais suficiente, uma vez que sempre surgem ataques imprevisíveis.

Por isso ele recomenda às empresas adotarem a tática de detectar e responder e trabalhar com cyber treath intelligence, predição, micro-segmentação e biometria para proteção das informações. “Prevenir é importante, mas não é mais suficiente para garantir a continuidade dos negócios”, diz.

Security Index: 10 anos

A Unisys Corporation lançou o Unisys Security Index em 2007 para oferecer uma estatística robusta e uma análise contínua sobre o tema. O índice abrange a mudança de atitudes, ao longo do tempo, sobre oito áreas de segurança em quatro categorias: segurança nacional e desastres/epidemias, para o índice da Segurança Nacional; fraudes bancárias e obrigações financeiras, para Segurança Financeira; cyber vírus/hackers e transações online, para a Segurança na Internet; e no índice de Segurança Pessoal, o roubo de identidade e segurança pessoal.

A Unisys Security Index 2017 é baseada em entrevistas online realizadas entre 6 e 18 de abril de 2017, com uma amostra representativa de cada nacionalidade de mais de 1.000 participantes adultos dos seguintes países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Colômbia, Alemanha, Malásia, México, Holanda, Filipinas, Reino Unido e Estados Unidos. Em cada índice nacional, a margem de erro é de 3.1%, para mais ou para menos, em um nível de confiança de 95% no índice geral, esse valor é de 0.9%.

Fonte: ti inside

Mais de 50% dos ataques a apps bancários ocorrem no Sudeste

'BadNews' Android MalwareA PSafe realizou um mapeamento para entender em quais locais do Brasil são mais frequentes os ataques a aplicativos que entram na categoria “Bankers”, ou seja, bancários. O resultado? Nos últimos seis meses, o app da PSafe bloqueou mais de 38 mil tentativas de infecções de malwares em smartphones Android.

Em números, o Sudeste é disparado a região com mais ataques, concentrando 46% das ameaças. Logo em seguida está o Nordeste, com 31%, e o Sul fica com 8,3%. De acordo com a PSafe, o malware entra nos aparelhos por meio de emails, SMS, mensagens em redes sociais e download de aplicativos de fontes desconhecidas — como lojas que não sejam a Google Play.

Depois que o malware é instalado, o usuário acaba concedendo direitos de administrador ao aplicativo, então isso vai impedir que ele seja desinstalado — e o app ainda deve ficar rodando em segundo plano para emular uma aplicação bancária. O roubo acontece quando o usuário insere as credenciais de login e os dados sigilosos no app simulado.

Por isso, é sempre interessante ficar ligado no modo como você navega e com a segurança de seu aparelho.

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Fonte: Tecmundo

Em torno de 25% dos pontos Wi-Fi da Rio 2016 é inseguro

news_wifiUma pesquisa realizada pela Kaspersky Lab mostra que um quarto dos pontos Wi-Fi no Rio de Janeiro próximos aos locais onde acontecerão os Jogos Olímpicos são inseguros. O estudo mapeou mais de 4,5 mil pontos de acesso em áreas onde circularão milhares de turistas, como o Comitê Olímpico Brasileiro, o Parque Olímpico e do Maracanã, Maracanãzinho. Em alguns desses locais, os dados enviados e recebidos podem ser comprometidos.

Os pesquisadores descobriram que 18% das redes Wi-Fi estavam abertas – o que significa que as informações não possuiam criptografia. Além disso, 7% delas usam WPA-Personal, um algoritmo atualmente considerado obsoleto, que pode ser facilmente comprometido.

“Isto é especialmente preocupante porque os usuários que se conectam a essas redes podem acreditar suas informações estão protegidas, quando, na realidade, estas redes podem permitir que criminosos realizem diferentes tipos de ataques para manipular os dados de tráfego e de usuário que estão sendo trocadas através delas”, explica Dmitry Bestuzhev, Chefe de Pesquisa e Análise da Kaspersky Lab América Latina.
No total, 25% de todas as redes Wi-Fi em áreas onde as competições olímpicas devem acontecer são inseguras ou configuradas com protocolos de criptografia fracos, que podem facilmente ser comprometidas e manipuladas para roubar informações pessoais e financeiras dos usuários.

Como se proteger

Segundo Bestuzhev, é possível usar redes abertas e manter a segurança. “Nós recomendamos o uso de uma VPN, independentemente da conexão usada ao viajar. Mesmo que alguém consiga comprometer a rede Wi-Fi, o criminoso não será capaz de acessar os dados sem conhecer a chave para descriptografar a mensagem”, declara.

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Fonte: Olhar Digital

Kaspersky alerta: ataques por ransomware tem forte crescimento

ransomwareO ransomware ganhou o noticiário global como uma ameaça crescente de sequestro de máquinas e sistemas das organizações e usuários de smartphones Android neste início de ano. Tal cenário se reflete no relatório de malware do 1º trimestre de 2016 da Kaspersky Lab, realizado pelos especialistas da empresa e que detectaram 2.900 novos ataques de ransomware durante o período, um acréscimo de 14% em relação ao ano anterior. Os registros da Kaspersky Lab totalizam atualmente cerca de 15 mil variantes diferentes de ataques de ransomware e este número continua crescendo.

No primeiro trimestre do ano, as soluções de segurança da Kaspersky Lab evitaram 372.602 tentativas destes ataques a seus usuários, sendo que 17% deles visavam as empresas. O número de usuários atacados cresceu 30% em relação ao último trimestre de 2015.

O Locky foi um dos ransomware mais ativos e disseminados no período. A Kaspersky Lab detectou ataques dessa praga em 114 países e ele ainda está em atividade. Já o Petya é uma variação desta ciberameaça interessante do ponto de vista técnico, pois além de criptografar os dados armazenados no computador, também consegue substituir o Registro Mestre de Inicialização (MBR) do disco rígido, impedindo que os computadores infectados inicializem o sistema operacional.

De acordo com o relatório da Kaspersky Lab, as três famílias mais importantes de ransomware detectadas no início do ano foram: Teslacrypt (58,4%), CTB-Locker (23,5%) e Cryptowall (3,4%). As três se propagam principalmente por mensagens de spam com arquivos anexos maliciosos ou links para páginas web infectadas.

“Um dos motivos da popularização do ransomware é a simplicidade do modelo de negócios usado pelos cibercriminosos. Quando o malware infecta o sistema da vítima, é praticamente impossível removê-lo sem perder os dados pessoais. Além disso, a exigência do resgate por meio de Bitcoins tornou o pagamento uma operação anônima e quase impossível de ser rastreada, o que conferiu uma grande vantagem aos golpistas. Outra tendência perigosa é o modelo de ransomware como serviço (RaaS), onde os cibercriminosos pagam uma taxa ao dono do serviço, que oferece a infraestrutura necessária para fazer os ataques, ou ainda prometem uma porcentagem dos resgates pagos pelos usuários infectados”, explica Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil.

Há uma outra razão para o aumento dos ataques de ransomware: os usuários acreditam ser impossível vencer essa ameaça. As empresas e os usuários comuns não conhece as tecnologias para combater esta ameaça e que pode evitar a infecção e o bloqueio dos arquivos ou sistemas. Por conta da falta de conhecimento em relação aos conceitos básicas de segurança de TI, os cibercriminosos conseguem lucrar.

As maiores ciberameaças do primeiro trimestre de 2016

Além do surto dos ransomware, a Kaspersky Lab listou ainda outras ciberameaças de destaque no 1º trimestre de 2016. Segundo os dados da Kaspersky Security Network, o cenário global contou com:

– 21,2% dos internautas foram alvos de ataques web pelo menos uma vez, o que representou uma redução de 1,5% em comparação do o último trimestre de 2015.

– 44,5% dos usuários da Kaspersky Lab foram alvos de um malware pelo menos uma vez, o que representa um aumento de 0,8% em comparação ao trimestre anterior.

– 459.970 usuários foram protegidos de tentativas fraudulentas para acessar os serviços de Internet Banking e roubar o dinheiro do alvo.

– Adware foi o líder entre as ameaças para dispositivos móveis no período, sendo 42,7% dos ataques registrados. Os trojans móveis registraram 4.146 novos ataques, um aumento de 1,7 vezes em relação ao trimestre anterior. Além disso, o número de SMS-Trojans detectados continua aumentando.

– O número de novos ransomware para dispositivos móveis aumentou 1,4 vezes; de 1.984 no fim de 2015 para 2.895 no início deste ano.

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Fonte: ti inside

Cuidado com a falsa mensagem do McDonalds

mcdonalds_fakeA marca do McDonald’s está sendo usada para propagar pelo WhatsApp uma falsa mensagem voltada a roubar informações dos usuários.

De acordo com a fornecedora de soluções de segurança ESET, a ação dos criminosos consiste em enviar uma mensagem proveniente de um contato conhecido ou de algum grupo existente do WhatsApp, convidando as pessoas a clicar em um cupom de desconto do McDonald’s.

Ao clicar no link, o usuário é direcionado para uma falsa pesquisa, que é exibida em diversas línguas, dependendo da localização da vítima. Após responder às questões, uma mensagem informa que as respostas estão sendo validadas. Para finalizar e obter o voucher, a vítima deve compartilhar o link inicial da campanha em três grupos com dez amigos.

Como em golpes anteriores, dependendo de alguns recursos do dispositivo móvel, tipo de navegador e do idioma, os cupons falsos são modificados de forma dinâmica para enganar os usuários. Dessa forma, dependendo do país e idioma que a vítima está localizada, são observados comportamentos diversos que variam de download de aplicações até envio de torpedos SMS para números Premium.

A ESET também indicou que nesse golpe, quando o criminoso detecta que o navegador não está sendo acessado em um smartphone, redireciona o usuário para o Facebook e o convida a compartilhar com seus contatos da rede social o link falso do voucher. Dessa forma, ao compartilhar o cupom falso em sua timeline, seus contatos passarão a compartilhar a publicação, assim como acontece no WhatsApp.

“Temos visto uma série de campanhas como esta que usam marcas famosas para aplicar golpes, como no caso do Starbucks e Zara. É comum nesse tipo de fraude que usuários desavisados caiam na armadilha e se tornem vítimas, compartilhando informações pessoais de forma não intencional, com o objetivo de ganhar um voucher que nunca receberão”, afirma Camillo Di Jorge, presidente da ESET Brasil.

Para evitar cair no golpe, não clique em links que contenham informações suspeitas e cuidado quando for informar seus dados pessoais, quanto menos informações pessoais forem expostas na Internet mais seus dados estão protegidos. Além disso, não instale aplicativos não oficiais ou baixe arquivos anexados aos e-mails.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital

Brasileiros: entre os mais preocupados com segurança e privacidade online

Internet-SecurityUma pesquisa realizada pela F-Secure apontou que os brasileiros são alguns dos usuários mais preocupados com a segurança e privacidade online.

O levantamento realizado pela empresa finlandesa entrevistou 8.800 pessoas em 11 países – 800 no Brasil – e apontou que estamos acima da média global em alguns quesitos relacionados ao cuidado com a vida online.

Um bom exemplo é que 70,6% dos brasileiros mudaram seus hábitos digitais devido ao aumento da preocupação com a segurança na Internet. A média global da pesquisa ficou aquém disso: 57,3%. Diante da percepção do aumento das tentativas de violações online, 67,3% dos brasileiros afirmaram ter mudado sua rotina online, enquanto apenas 54% do total global de entrevistados disseram o mesmo.

Além disso, 66% do total das pessoas entrevistadas disseram ser ansiosas sobre a possibilidade de que seus dados sejam vigiados e expostos por agências de inteligência; no Brasil essa questão preocupa 71,1% dos pesquisados.

Especialistas acreditam que essa preocupação esteja relacionada ao aumento na adoção de novas tecnologias. “A disseminação da tecnologia digital e de vários dispositivos móveis fez com que o usuário brasileiro se tornasse um dos mais conectados do mundo”, disse Lidiane Rocha, Senior Marketing Manager da F-Secure Brasil.

Para a executiva, a grande oferta de serviços também impulsiona a mudança de atitude positiva dos usuários. “Depois de ser vítima de um ataque ou ficar sabendo de alguém próximo que foi atingido, é comum que o usuário repense suas atitudes e também passe a utilizar soluções de proteção à segurança e à privacidade de sua vida digital, hoje em dia tão importante quanto sua vida real”, completou.

Mas engana-se quem pensa que a preocupação dos internautas fica restrita ao acesso de e-commerce, redes sociais, sites de instituições bancárias, entre outros. Veja outros dados interessantes obtidos pela pesquisa em relação ao comportamento dos internautas:

  • 80,1% dos brasileiros entrevistados têm medo de que dispositivos Internet das Coisas possam ser contaminados por vírus; a média geral dos consultados é de 70,4%
  • 79% dos brasileiros disseram-se preocupados com a possibilidade de cibercriminosos usarem as falhas dos dispositivos Internet das Coisas para invadir sua privacidade, enquanto apenas 69,3% do universo da pesquisa compartilharam esta visão
  • 80% de entrevistados de todo o mundo, incluindo o Brasil, concordaram que evitam instalar aplicativos que pedem permissões desnecessárias para funcionar (como checar lista de contatos, etc.).
  • 60% dos participantes disseram, ainda, que evitam usar Wi-Fi pública em razão de vulnerabilidades de segurança e privacidade deste ambiente. No Brasil a marca foi ligeiramente superior à marca geral: 62,8%.

Neste último caso, é interessante saber o tamanho da preocupação das pessoas com o acesso à internet em redes públicas. No entanto, é sempre bom saber que é possível usar Wi-Fi pública e, ao mesmo tempo, preservar a segurança e a privacidade de seus dados.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Canaltech

Firefox: o navegador em que os usuários mais confiam

confiancaO Firefox foi identificado como o navegador em que os usuários mais confiam por uma pesquisa realizada pela Sophos, empresa de softwares de segurança. Por três anos seguidos, o browser da Mozilla foi o mais mencionado em resposta à pergunta “Qual navegador você confia?”, com 41%, seguido do Chrome, com 21%. Navegadores mais famosos, como Safari e Internet Explorer, cederam a terceira colocação ao modesto Opera, que obteve preferência de 16% dos entrevistados.

Em quarto lugar, o Safari foi mencionado como o navegador mais seguro por 9%, enquanto o browser anterior pela Microsoft, o Internet Explorer, ficou somente com 3% da fatia. Ambos obtiveram menos menções do que a categoria “Outros”, que inclui navegadores menos populares, porém, aparentemente, com melhor reputação entre os usuários.

O Tor, navegador que usa a rede Onion para criar conexões seguras na web, por outro lado, apareceu em somente 6% das respostas. Ainda na frente do IE, porém bem atrás do Chrome, recorrentemente envolvido em questões de privacidade por conta de dados rastreados pelo Google.

A pesquisa mostrou, também, que muitas pessoas não utilizam o navegador que consideram mais seguro. Dos mais de 40% de usuários que responderam o formulário online por meio do Chrome, quase a metade votou em outro browser, por exemplo.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes: Techtudo e TechWorm