Cibercriminosos roubam senhas de e-mails de 240 da Polícia Federal

pfUm grupo de hackers roubou ontem à noite as senhas de 240 integrantes da Polícia Federal, entre eles delegados, e publicou com os endereços num site da internet.

Em pelo menos um caso, a senha informada corresponde ao endereço da pessoa que foi exposta.

A lista não informa se são apenas delegados.

Um dos que tiveram sua senha exposta é o delegado Luís Flávio Zampronha, que presidiu o inquérito do mensalão.

Fonte: O Globo

PF desarticula cibercriminosos especializados em aplicar golpes on line

OperacaoPFA Polícia Federal deflagrou, na manhã de (18/5), a Operação Chargeback. O objetivo foi desarticular uma organização criminosa especializada em compras fraudulentas pela internet. Os criminosos utilizam cartões clonados, bem como furtam dados dos usuários de internet banking.

50 policiais federais cumpriram 12 mandados de prisão preventiva, 12 de busca e apreensão e 3 de condução coercitiva, nas cidades de Palmas e Porto Nacional (Luzimangues), no Tocantins..

As investigações se iniciaram após a prisão de um dos integrantes da organização criminosa em janeiro deste ano. Ele foi detido no momento em que tentava retirar mercadoria numa agência dos Correios. As mercadorias haviam sido compradas em lojas virtuais com cartão de crédito e dados cadastrais de outras pessoas. Como forneciam endereços falsos ou inexistentes, os produtos voltavam para os Correios e os criminosos apareciam para retirá-los posteriormente. Suspeita-se que alguns funcionários dos Correios facilitavam a retirada dessas mercadorias, especialmente em cidades do interior do Estado.

Ficou constatado que, após receberem o material, eles o colocavam novamente à venda na internet, em sites de relacionamentos, via aplicativos de telefone ou mesmo em suas residências, com preços bem mais baixos do que haviam comprado. Outro serviço oferecido pela organização era a compra de passagens aéreas a preços abaixo dos oferecidos pelas diversas companhias aéreas ou sites especializados. Com os cartões clonados das vítimas, os criminosos emitiam os bilhetes aos interessados, de forma fraudulenta, com até 50% de desconto.

Obtenção de dados das vítimas

Os criminosos conseguiam informações das vítimas através de compra de dados no mercado clandestino de outras organizações criminosas de hackers. Outra maneira era a implantação de informações maliciosas que redirecionavam os códigos de segurança fornecidos em compras virtuais, bem como por meio de dispositivos de gravação conhecidos como chupa-cabra. Muitos cartões também eram clonados fisicamente para serem utilizados no comércio em geral.

Os presos serão indiciados por crimes de falsificação de documentos, invasão de dispositivo informático alheio, furto qualificado mediante fraude, receptação, lavagem de capitais e integrar organização criminosa. As penas mais graves, como no caso de lavagem de dinheiro, podem chegar a 10 anos de reclusão.

O nome da operação CHARGEBACK é uma alusão ao procedimento de estorno e devolução dos valores aos clientes quando a venda é decorrente de fraude ou furto de cartões de créditos no comercio eletrônico, ou e-commerce.

Fonte: Polícia Federal do Brasil

PF desmonta esquema cibercriminoso de R$ 3 milhões

pfOperação Captura barra organizações que se valiam de malwares hospedados nos computadores de clientes da Caixa e de outras instituições para acessar dados das vítimas; agentes cumprem 21 mandados de prisão e 23 de buscas em São Paulo, Mogi das Cruzes, Santana de Parnaíba, Ferraz de Vasconcelos e Praia Grande.

A Polícia Federal deflagrou na manhã da última quinta-feira, 22, a Operação Captura, resultado de investigação sobre fraudes bancárias realizadas pela internet que causaram prejuízo superior a R$ 3 milhões em diversas instituições financeiras, inclusive a Caixa Econômica Federal.

Segundo a PF, por meio de “malwares” (tipo de vírus) hospedados nos computadores de clientes bancários, os fraudadores capturavam os dados das vítimas, especialmente agência, conta e dados cadastrais. O golpe tinha sequência pelo telefone. Muitas vezes se passando por funcionários do atendimento do próprio banco entravam em contato com clientes, para obter as senhas e códigos das vítimas.

Uma vez acessados os dados pessoais das vítimas, os fraudadores imediatamente acessavam a conta do cliente por meio do canal “internet banking”. Eram realizadas transferências bancárias e pagamentos de multas e impostos relacionados a veículos.

A PF informou que até agora foi possível constatar a existência de pelo menos duas organizações criminosas dedicadas às mais variadas modalidades de fraudes bancárias, tais como clonagem de cartões bancários (crédito e débito), subtração de valores de contas bancárias pela internet, desvio de cartões bancários nos Correios com a colaboração de carteiros, uso de empresas e de suas respectivas máquinas (POS) e contas bancárias para pagamentos fraudulentos com os cartões, utilização de contas de terceiros, para destinação dos valores das fraudes falsificação de cheques e fraudes em financiamentos bancários.

A operação desta quinta tem como objetivo a execução de 18 mandados de prisão preventiva, 3 de prisão temporária e 23 mandados de busca e apreensão, realizados nas cidades de: São Paulo, Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos, Santana do Parnaíba e Praia Grande.

A PF apreendeu mídias, smartphones, cartões bancários, cheques, boletos bancários e outros documentos relacionados a dados bancários de clientes da Caixa Econômica Federal e de outras instituições financeiras.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Estadão