99 e Easy Taxi podem vir a ser uma só empresa

taxiO sucesso do aplicativo de contratação de motoristas particulares Uber pode fazer com que duas empresas que atuam no ramo de táxis anunciem uma fusão para ganharem força na hora de competir com o app norte-americano. Segundo a revista Época Negócios, a 99 e a Easy Táxi podem anunciar uma fusão em breve.

De acordo com a publicação, as duas empresas estariam em período de negociações desde 2015, mas as conversas se intensificaram nos últimos meses. As informações foram reveladas por duas fontes que acompanham o processo, sendo que uma delas é um alto executivo que afirma que “as chances de uma fusão estão hoje em 50%”. No ano passado, elas eram de 25%.

Outra informação que a revista trouxe é que as empresas estariam negociando com fundos interessados em financiar a união. Para isso, os investidores iram investir a quantia de US$ 100 milhões em um fundo de investimentos.

Apesar de parecer uma quantia absurda, ambas as empresas já provaram que o valor não é assim tão assustador. Vale lembrar que a Easy Táxi já arrecadou US$ 170 milhões em investimentos desde que entrou no mercado, ainda em 2011. A 99, por sua vez, recebeu de aportes que, apenas no ano passado, somaram mais de R$ 130 milhões.

A fusão deve ser anunciada nos próximos dois meses e a previsão é de que elas dominem o mercado de táxis, uma vez que a Easy conta com 400 mil carros cadastrados em 420 cidades (350 no Brasil), contra 140 mil profissionais em 350 cidades brasileiras da 99.

Fontes: Olhar Digital e Época Negócios

Falha presente no Windows há 20 anos possibilita ataque via impressora

falha_20_anosUma falha presente em várias versões do Windows nos últimos 20 anos permite que invasores instalem os malwares que desejarem nos computadores afetados utilizando o sistema de conexão com impressoras por meio de uma rede local. Embora a Microsoft tenha liberado uma medida preventiva contra a brecha em uma atualização recente, muitos dos computadores afetados podem continuar em risco.

A vulnerabilidade propriamente dita é causada pelo chamado “Spooler de Impressão” do Windows, software responsável pelo gerenciamento do processo de conexão com impressoras e documentos disponíveis. Por meio de um protocolo conhecido como Point-and-Print, os aparelhos que estão se conectando pela primeira vez a uma impressora ligada a uma rede fazem automaticamente o download do driver necessário antes de usar a máquina.

Em teoria, a função simplesmente eliminaria a necessidade de termos que baixar e instalar manualmente o driver de cada nova impressora que tentamos usar. Na prática, porém, a empresa de segurança Vectra Networks descobriu que o Spooler de Impressão do Windows não autentica os drivers como deveria ao instalá-los a partir de locais remotos, abrindo espaço para que invasores usem várias técnicas diferentes para colocar malwares no seu computador.

Dessa forma, a brecha efetivamente consegue fazer com que impressoras, servidores de impressão e até mesmo qualquer dispositivo na rede que se passe por uma impressora se transformem em um vetor de infecção para qualquer PC que se conectar. “Essas unidades não somente conseguiriam infectar várias máquinas em uma rede, mas também seriam capazes de reinfectá-las várias e várias vezes”, ressalta Nick Beauchesne, pesquisador da Vectra.

Quem está em risco?

Como a impressora ou aparelho infeccioso só funcionam se estiverem ligados fisicamente a um computador ou a uma rede, as maiores fontes de risco estão em locais de acesso público. Caso os invasores se passem por funcionários de empresas de manutenção, companhias inteiras também podem se tornar alvo – e como a origem do problema é de difícil detecção, a situação pode se tornar bastante grave e se arrastar por longos períodos.

Nesse último caso, porém, vale ressaltar que ataques de execução de códigos não funcionam em configurações empresariais que façam uso do Diretório Ativo da Microsoft – a menos que os administradores tenham alterado as definições-padrão.

Dessa forma, é provável que somente redes domésticas e de pequenos e médios negócios estejam vulneráveis, especialmente se permitirem que outras pessoas conectem seus próprios aparelhos a elas.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo