Mais de 50% dos ataques a apps bancários ocorrem no Sudeste

'BadNews' Android MalwareA PSafe realizou um mapeamento para entender em quais locais do Brasil são mais frequentes os ataques a aplicativos que entram na categoria “Bankers”, ou seja, bancários. O resultado? Nos últimos seis meses, o app da PSafe bloqueou mais de 38 mil tentativas de infecções de malwares em smartphones Android.

Em números, o Sudeste é disparado a região com mais ataques, concentrando 46% das ameaças. Logo em seguida está o Nordeste, com 31%, e o Sul fica com 8,3%. De acordo com a PSafe, o malware entra nos aparelhos por meio de emails, SMS, mensagens em redes sociais e download de aplicativos de fontes desconhecidas — como lojas que não sejam a Google Play.

Depois que o malware é instalado, o usuário acaba concedendo direitos de administrador ao aplicativo, então isso vai impedir que ele seja desinstalado — e o app ainda deve ficar rodando em segundo plano para emular uma aplicação bancária. O roubo acontece quando o usuário insere as credenciais de login e os dados sigilosos no app simulado.

Por isso, é sempre interessante ficar ligado no modo como você navega e com a segurança de seu aparelho.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

95% dos malwares visam o roubo de dados bancários

malwareUma pesquisa da Kaspersky Lab e da B2B International em 26 países, inclusive o Brasil, mostrou que 48% dos consumidores já foram alvo de golpes, que resultaram na divulgação de informações sigilosas com fins lucrativos, no período de 12 meses.

Segundo a pesquisam, o alto percentual reflete o aumento da diversidade e do número de ciberameaças financeiras, como e-mails suspeitos parecendo ser de um banco (22%), e-commerce falso (15%) e páginas de phishing para roubar informações financeiras (11%) das vítimas.

Nos casos bem-sucedidos, as vítimas tiveram prejuízos estimados em US$ 283 em média e, um quinto delas (22%), perdeu mais de US$ 1 mil. Apenas metade (54%) das vítimas desses ciberataques recuperou todo o valor perdido e um quarto (23%) não conseguiu reaver nada.

“Cerca de 95% dos programas maliciosos desenvolvidos no Brasil visam o roubo de credenciais de Internet Banking e números/senhas de cartões de crédito. É essencial a prevenção para realizar transações financeiras online ou interagir com comunicados enviados pelos bancos.”, afirma Fabio Assolini, analista sênior da Kaspersky Lab no país.

De acordo com o dado mais recente da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), os prejuízos causados por golpes em canais eletrônicos somaram R$ 1,8 bilhão em 2015. “Os usuários esperam que as empresas de serviços financeiros monitorem diariamente o surgimento de novas ameaças e garantam a segurança das transações online”, acrescenta Assolini.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Convergência Digital 

Ataques bancários são o foco dos cibercrimes no Brasil

Se você é sempre cuidadoso quando o assunto é segurança digital, as mais recentes pesquisas podem confirmar que a sua atenção não está sendo desperdiçada. Segundo a análise feita pela ESET sobre a tendência do comportamento dos cibercriminosos brasileiros, a maioria dos ataques em território nacional centram-se no envio de trojans bancários – uma incidência que ultrapassa a média mundial desse tipo de crime virtual.

Dentre os dados retirados pela empresa, a família Win32/TrojanDownloader.Banload é a que se espalha mais rapidamente entre os usuários brasileiros. Ela tem o propósito de minar os dados do sistema, burlando qualquer tipo de mecanismo de segurança. Com o sistema operacional infectado, o vírus descarrega outros malwares para roubar informações bancárias registradas no computador.

O gráfico abaixo mostra quais são os malwares mais comuns nesses tipos de ataques:

malwaresA família mais comum entre os códigos maliciosos age por meio de e-mails falsos de órgãos governamentais e grandes instituições financeiras. Por meio de mensagens com recibos de transferências bancárias, passagens de avião ou mesmo comunicações urgentes, os cibercriminosos distribuem os malwares dentro dos computadores das vítimas com apenas um clique duplo nas imagens distribuídas.

O Country Manager da ESET Brasil, Camillo Di Jorge, recomenda que ter um antivírus instalado na máquina é uma boa forma de evitar qualquer tipo de ataque. “Além disso, o usuário precisa ficar atentos aos indícios de fraude. Se a página do internet banking, por exemplo, estiver diferente do habitual, não se deve utilizá-la sem certificar-se de que se trata da página original”, complementa.

Agradeço ao Davi, amigo e colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes: Tecmundo e Eset