Correção do Windows 10 gerando problemas

De acordo com uma publicação recente nos fóruns de suporte do Windows, uma série de computadores que receberam o pacote KB4103721 — que deveria consertar problemas causados pela grande atualização do Windows 10 que chegou no final de abril deste ano — não conseguem mais iniciar o Windows 10.

Ao que parece, a atualização que deveria corrigir alguns problemas acabou provocando outros ainda mais sérios. De acordo com o usuário que reportou a falha inicialmente, alguns arquivos do sistema foram corrompidos nessa nova atualização, o que acarretou no comprometimento da sequência de inicialização do SO.

Até o momento, a Microsoft ainda não reconheceu o problema, tampouco disponibilizou uma solução oficial para a falha. Ainda assim, os próprios usuários encontraram duas formas de reverter a situação. Uma delas é simplesmente reinstalar o Windows 10 a partir de sua versão mais recente ou entrar no modo de segurança do sistema a partir de um pendrive bootável do Windows.

Fonte: Tecmundo

Coisas que podem deixar seu Wi-Fi lento

O Wi-Fi é bastante instável. A disputa entre os aparelhos Wi-Fi e os meios de comunicação das ondas de rádio dinâmicas a transformam em uma tecnologia sensível com muitas configurações e situações que podem deixá-la lenta.

E mesmo que você não esteja usando aparelhos e aplicações com grande largura de banda, ter um Wi-Fi mais rápido é sempre melhor.

Veja abaixo algumas coisas que podem desacelerar o seu Wi-Fi e que devem ser evitadas.

Protocolos wireless e de segurança antigos

Usar os protocolos de segurança antigos na sua rede Wi-Fi reduz significativamente a performance dela. Isso é independente do padrão mais alto suportado pelo ponto de acesso e das suas promessas. Por exemplo, o 802.11ac pode suportar taxas de dados acima de 1.000Mbps. Mas se você tem uma segurança WEP ou WPA configurada, as taxas de dados serão limitadas a 54Mbps. Essa limitação é em razão dos tipos de segurança que usam o método de criptografia TKIP (Temporal Key Integrity Protocol).

Então, para garantir que os métodos de segurança antigos não estejam deixando seu Wi-Fi mais lento, habilite apenas a segurança WPA2 usando o padrão Advanced Encryption Standard (AES) – e não escolha o modo WPA2-TKIP ou WPA/WPA2-mixed.

Se houver aparelhos clientes Wi-Fi mais antigos que não suportem segurança WPA2-AES, veja se há atualizações de firmware para adicionar essa capacidade. Em seguida, considere adicionar um adaptador de WI-FI baseado em USB ou PCI ao computador ou aparelho para que tenha uma conectividade Wi-Fi moderna. Caso esses adaptadores não sejam suportados, considere usar um aparelho bridge wireless (dispositivo que captura o sinal por antena e distribui via cabo) para aparelhos que também possuem uma conexão ethernet. Considere criar um SSID separado com protocolos mais antigos habilitados para aparelhos legado ou substituir de uma vez os aparelhos mais antigos usados como clientes de WI-Fi.

Subutilizar a faixa de 5GHz

A faixa de frequência 2.4GHz possui 11 canais (na América do Norte), mas fornece apenas três canais sem sobreposição ao usar os canais padrão de 20MHz ou apenas um canal se estiver usando canais de 40Mhz. Como os pontos de acesso (APs) vizinhos deverão estar em canais diferentes sem sobreposição, a frequência de 2.4GHz pode ficar pequena demais muito rapidamente.

A faixa de 5GHz, no entanto, fornece até 24 canais. Nem todos os APs suportam todos os canais, mas todos os canais estarão livres de sobreposição se estiverem usando canais de 20MHz. Mesmo ao usar canais de 40MHz, você poderia ter até 12 canais sem sobreposição. Assim, nesta faixa você tem menos chances de sofrer com interferência entre canais entre os seus APs e com qualquer outra rede vizinha.

Você deveria tentar conseguir o máximo de aparelhos clientes Wi-Fi que puder para usar a faixa 5GHz na sua rede para aumentar as velocidades e o desempenho. Considere fazer um upgrade de qualquer cliente Wi-Fi apenas com 2.4GHz para clientes dual-band. Além disso, utilize qualquer funcionalidade de direcionamento de faixa nos APs para ampliar as chances de os clientes dual-band se conectarem ao acesso 5GHz em vez do acesso 2.4GHz. Se você tiver controle total sobre os aparelhos clientes WI-Fi, e estiver confiante sobre a boa cobertura da sua rede 5GHz, então talvez até possa tentar desabilitar o 2.4GHz nos clientes.

Configurar de maneira incorreta os canais de Ponto de Acesso

Uma vez que a faixa 2.4GHz é tão povoada, os canais usados pelos seus APs são cruciais. É fácil ter interferência entre canais a partir de redes vizinhas ou mesmo a partir dos seus APs. Para essa faixa, tente se manter com os canais sem sobreposição 1, 6 e 11 a 20MHz. Apesar de a maioria dos APs e controladores wireless contarem com um recurso de canais automáticos, eles nem sempre funcionam muito bem. Verifique as designações automáticas de canais para ver se elas fazem sentido. Caso não, tente configurar os canais por conta própria.

Ao verificar essa atribuição automática de canais ou ao configurá-los manualmente, é uma boa ideia descobrir os mapas das plantas que possuem as localizações dos APs identificadas. Assim, você pode visualizar as localizações dos APs e registrar as designações de canais.

Se você tem mais de três APs, então terá de reutilizar os canais 1, 6 e 11. Mas tente fazer isso para que os APs configurados no mesmo canal fiquem o mais longe possível um do outro. Por exemplo, se você tem seis APs espalhados de maneira igual por uma longa entrada, você configura os canais de AP em ordem: 1, 6, 11, 1, 6, 11. Não esqueça sobre nenhum outro andar do prédio. E também tente minimizar a configuração de APs com um canal sobre o outro.

Utilizar taxas baixas de dados

Os pontos de acesso possuem controle sobre quais taxas de dados são suportadas para as conexões com os aparelhos clientes Wi-Fi. Quando esses APs estão suportando as taxas de dados mais baixas, isso significa que eles aceitarão conexões lentas/fracas. Apesar de os APs que não suportam as taxas mais baixas derrubarem os aparelhos clientes Wi-Fi mais rapidamente, isso é o que você vai querer. Você não quer que os clientes Wi-Fi fiquem conectados com os APs quando a conexão ficar muito lenta, porque isso vai desacelerar o desempenho geral da rede. Se uma rede Wi-Fi foi configurada corretamente com boa cobertura, você quer que os clientes WI-Fi cheguem até os melhores APs o mais rápido possível, não que fiquem presos em um AP forneça uma conexão mais lenta.

A maioria dos APs de grau empresarial fornecem controle sobre as taxas de dados exatas que são habilitadas. Se possível, considere desabilitar as taxas de dados mais baixas: 1 – 12Mbps. Se você possui uma rede de alta densidade com ótima cobertura, considere até desabilitar taxas acima disso, talvez de até 54Mbps.

Problemas de configuração

Uma configuração geral ruim pode causar problemas de performance no Wi-Fi. Um “site survey” (levantamento de dados e informações no local) profissional deve ser realizado para descobrir os locais corretos dos pontos de acesso – e um procedimento pós-instalação para verificar se a cobertura está correta. Também pode ser interessante fazer um outro “site survey” se houver alguma mudança significativa física ou no layout do local.

Sem realizar site surveys baseados em mapas com ferramentas como Airmagnet ou Ekahau, é difícil visualizar a cobertura para descobrir possíveis “buracos”. Essas ferramentas também ajudam a identificar interferências entre canais e fornecem auxílio para realizar a designação correta de canais. E não configure uma rede apenas com base na cobertura. Também leve em conta as taxas de transferência e a densidade de usuários.

Fonte: IDGNow!

O que pode tornar lenta a sua conexão Wireless

O Wi-Fi é bastante instável. A disputa entre os aparelhos Wi-Fi e os meios de comunicação das ondas de rádio dinâmicas a transformam em uma tecnologia sensível com muitas configurações e situações que podem deixá-la lenta.

E mesmo que você não esteja usando aparelhos e aplicações com grande largura de banda, ter um Wi-Fi mais rápido é sempre melhor.

Veja abaixo algumas coisas que podem desacelerar o seu Wi-Fi e que devem ser evitadas.

Protocolos wireless e de segurança antigos

Usar os protocolos de segurança antigos na sua rede Wi-Fi reduz significativamente a performance dela. Isso é independente do padrão mais alto suportado pelo ponto de acesso e das suas promessas. Por exemplo, o 802.11ac pode suportar taxas de dados acima de 1.000Mbps. Mas se você tem uma segurança WEP ou WPA configurada, as taxas de dados serão limitadas a 54Mbps. Essa limitação é em razão dos tipos de segurança que usam o método de criptografia TKIP (Temporal Key Integrity Protocol).

Então, para garantir que os métodos de segurança antigos não estejam deixando seu Wi-Fi mais lento, habilite apenas a segurança WPA2 usando o padrão Advanced Encryption Standard (AES) – e não escolha o modo WPA2-TKIP ou WPA/WPA2-mixed.

Se houver aparelhos clientes Wi-Fi mais antigos que não suportem segurança WPA2-AES, veja se há atualizações de firmware para adicionar essa capacidade. Em seguida, considere adicionar um adaptador de WI-FI baseado em USB ou PCI ao computador ou aparelho para que tenha uma conectividade Wi-Fi moderna. Caso esses adaptadores não sejam suportados, considere usar um aparelho bridge wireless (dispositivo que captura o sinal por antena e distribui via cabo) para aparelhos que também possuem uma conexão ethernet. Considere criar um SSID separado com protocolos mais antigos habilitados para aparelhos legado ou substituir de uma vez os aparelhos mais antigos usados como clientes de WI-Fi.

Subutilizar a faixa de 5GHz

A faixa de frequência 2.4GHz possui 11 canais (na América do Norte), mas fornece apenas três canais sem sobreposição ao usar os canais padrão de 20MHz ou apenas um canal se estiver usando canais de 40Mhz. Como os pontos de acesso (APs) vizinhos deverão estar em canais diferentes sem sobreposição, a frequência de 2.4GHz pode ficar pequena demais muito rapidamente.

A faixa de 5GHz, no entanto, fornece até 24 canais. Nem todos os APs suportam todos os canais, mas todos os canais estarão livres de sobreposição se estiverem usando canais de 20MHz. Mesmo ao usar canais de 40MHz, você poderia ter até 12 canais sem sobreposição. Assim, nesta faixa você tem menos chances de sofrer com interferência entre canais entre os seus APs e com qualquer outra rede vizinha.

Você deveria tentar conseguir o máximo de aparelhos clientes Wi-Fi que puder para usar a faixa 5GHz na sua rede para aumentar as velocidades e o desempenho. Considere fazer um upgrade de qualquer cliente Wi-Fi apenas com 2.4GHz para clientes dual-band. Além disso, utilize qualquer funcionalidade de direcionamento de faixa nos APs para ampliar as chances de os clientes dual-band se conectarem ao acesso 5GHz em vez do acesso 2.4GHz. Se você tiver controle total sobre os aparelhos clientes WI-Fi, e estiver confiante sobre a boa cobertura da sua rede 5GHz, então talvez até possa tentar desabilitar o 2.4GHz nos clientes.

Configurar de maneira incorreta os canais de Ponto de Acesso

Uma vez que a faixa 2.4GHz é tão povoada, os canais usados pelos seus APs são cruciais. É fácil ter interferência entre canais a partir de redes vizinhas ou mesmo a partir dos seus APs. Para essa faixa, tente se manter com os canais sem sobreposição 1, 6 e 11 a 20MHz. Apesar de a maioria dos APs e controladores wireless contarem com um recurso de canais automáticos, eles nem sempre funcionam muito bem. Verifique as designações automáticas de canais para ver se elas fazem sentido. Caso não, tente configurar os canais por conta própria.

Ao verificar essa atribuição automática de canais ou ao configurá-los manualmente, é uma boa ideia descobrir os mapas das plantas que possuem as localizações dos APs identificadas. Assim, você pode visualizar as localizações dos APs e registrar as designações de canais.

Se você tem mais de três APs, então terá de reutilizar os canais 1, 6 e 11. Mas tente fazer isso para que os APs configurados no mesmo canal fiquem o mais longe possível um do outro. Por exemplo, se você tem seis APs espalhados de maneira igual por uma longa entrada, você configura os canais de AP em ordem: 1, 6, 11, 1, 6, 11. Não esqueça sobre nenhum outro andar do prédio. E também tente minimizar a configuração de APs com um canal sobre o outro.

Utilizar taxas baixas de dados

Os pontos de acesso possuem controle sobre quais taxas de dados são suportadas para as conexões com os aparelhos clientes Wi-Fi. Quando esses APs estão suportando as taxas de dados mais baixas, isso significa que eles aceitarão conexões lentas/fracas. Apesar de os APs que não suportam as taxas mais baixas derrubarem os aparelhos clientes Wi-Fi mais rapidamente, isso é o que você vai querer. Você não quer que os clientes Wi-Fi fiquem conectados com os APs quando a conexão ficar muito lenta, porque isso vai desacelerar o desempenho geral da rede. Se uma rede Wi-Fi foi configurada corretamente com boa cobertura, você quer que os clientes WI-Fi cheguem até os melhores APs o mais rápido possível, não que fiquem presos em um AP forneça uma conexão mais lenta.

A maioria dos APs de grau empresarial fornecem controle sobre as taxas de dados exatas que são habilitadas. Se possível, considere desabilitar as taxas de dados mais baixas: 1 – 12Mbps. Se você possui uma rede de alta densidade com ótima cobertura, considere até desabilitar taxas acima disso, talvez de até 54Mbps.

Problemas de configuração

Uma configuração geral ruim pode causar problemas de performance no Wi-Fi. Um “site survey” (levantamento de dados e informações no local) profissional deve ser realizado para descobrir os locais corretos dos pontos de acesso – e um procedimento pós-instalação para verificar se a cobertura está correta. Também pode ser interessante fazer um outro “site survey” se houver alguma mudança significativa física ou no layout do local.

Sem realizar site surveys baseados em mapas com ferramentas como Airmagnet ou Ekahau, é difícil visualizar a cobertura para descobrir possíveis “buracos”. Essas ferramentas também ajudam a identificar interferências entre canais e fornecem auxílio para realizar a designação correta de canais. E não configure uma rede apenas com base na cobertura. Também leve em conta as taxas de transferência e a densidade de usuários.

Fonte: IDGNow!

Windows 10 pode baixar driver obsoletos e causar problemas

windows 10Um dos principais atributos do Windows 10 é o fato de ele trabalhar sozinho, baixando as atualizações de sistema automaticamente para que você não precise lidar com isso. Tal função vale não apenas para os updates da própria plataforma, mas também para os de hardware. E é justamente esse segundo aspecto que vem causando problemas, já que em testes, deu para ver que o novo OS pode acabar fazendo o download de componentes não mais em uso na máquina.

O problema parece acontecer com mais frequência em placas de vídeo, principalmente quando o usuário decide trocar de fabricante, retirando uma GPU da NVIDIA e instalando uma da AMD, ou vice-versa. Nesse caso, muitas vezes, o Windows 10 pode acabar baixando e instalando os drivers tanto da placa antiga quanto da nova, gerando possíveis problemas de performance e funcionamento, uma vez que tais arquivos trabalham de maneira bastante ligada ao coração do sistema operacional e dos outros componentes.

Mesmo com a utilização dos métodos padrões para remoção de drivers, como a reinicialização do sistema em modo de segurança e o uso de softwares específicos para esse fim, além da ausência física da placa, o Windows 10 ainda estaria tentando baixar os drivers. Os testes foram realizados pelo site ExtremeTech, cujos especialistas constataram que a atualização não apenas foi baixada, mas também instalada com sucesso, por mais que o hardware não estivesse mais presente.

A ideia, mais do que isso, reforça a noção de que a atualização automática do sistema operacional pode não ser uma boa. Por mais que a Microsoft consiga garantir, com certeza, que seus updates não vão causar problemas de funcionamento, o mesmo não pode ser dito por empresas terceiras, que, assim como a própria fabricante da plataforma, pode acabar entregando softwares problemáticos, causando problemas de funcionamento que acabam suplantando a comodidade de ter tudo instalado de maneira automática.

O método de atualização escolhido pela Microsoft para o Windows 10 vem sendo alvo de polêmica desde que foi revelado, antes mesmo do lançamento do sistema operacional. A ideia de que é impossível desligar o processo automático ou escolher exatamente quais arquivos serão baixados pode acabar causando diversos problemas de incompatibilidade, além de tornar os usuários reféns de novos updates caso o anterior cause problemas, uma situação para a qual já existem precedentes.

Apesar de a instalação ter sido dada como concluída, porém, os especialistas do ExtremeTech disseram não ter encontrado qualquer indício de que os drivers efetivamente estão no sistema. Além disso, chamaram a atenção para o fato de que o Windows não deu mais detalhes sobre a atualização, de forma a facilitar uma procura. Problemas de performance podem ser sentidos por alguns, mas não por outros, contribuindo para uma situação de confusão que, no final das contas, poderia ser evitada por uma política mais inteligente.

Opinião do seu micro seguro: atualizei no último final de semana meu notebook para o Windows 10. Acabei tendo problemas com os drivers de áudio e de rede de meu dispositivo. Acabei retornando para o Windows 7. A Microsoft busca com o Windows 10 tornar o seu sistema mais amigável dispensando o usuário de ter de buscar drivers de terceiros para os componentes de hardware. Isso a Apple já faz há anos. No entanto a Apple exerce controle também sobre o hardware, o que não acontece com a Microsoft. Existe uma diversidade enorme de componentes no mercado e será uma tarefa dificílima para a Microsoft conseguir administrar esse universo todo concentrando a distribuição via Windows Update de softwares de todos esses drivers.

Agradecemos ao Paulo Sollo, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Canaltech

Adobe Flash Player está com os dias contados

adobe_flash_killA Adobe soltou hoje uma atualização para o Flash Player que corrige diversas falhas de segurança do programa. A atualização vem em resposta a um “enquadro” que a Adobe levou da Mozilla: a empresa criadora do Firefox bloqueou o plugin do Flash de seu navegador.

E isso apenas um dia depois de Alex Stamos, diretor de segurança do Facebook, ter exigido da Adobe que definisse a “data de morte” do Flash. Mas você pode se perguntar: “por que todo esse ódio contra a plataforma da Adobe?”. Se você tem essa dúvida, continue a ler abaixo.

O que é o Flash

O Adobe Flash, que já se chamou Macromedia Flash e Shockwave Flash, é uma plataforma de gráficos. Ela é utilizada principalmente para produzir animações, banners interativos, streaming de conteúdo multimídia, joguinhos interativos e diversos recursos mais elaborados de sites.

Com a ascensão do HTML5 (novo padrão de linguagem de codificação da internet), muitas das funções antes desempenhadas pelo Flash agora podem ser executadas pelos próprios navegadores, sem a necessidade de um plugin externo.

Para usuários comuns, isso é bastante benéfico. Primeiramente, porque o funcionamento do seu navegador não depende de um plugin externo. E, em segundo lugar, porque ele não depende de um pedaço de código fechado.

No entanto, diante da infinidade de máquinas com configurações diferentes que acessam diversos sites diariamente, o Flash ainda continua sendo relativamente importante para que a internet possa ser utilizada de maneira igual por todos.

Problemas recentes

Pode-se considerar, portanto, que o Flash já estava em um processo natural de decadência. O próprio Chrome já consegue “traduzir” os recursos em Flash de determinados sites para HTML5, o que torna o uso do plugin desnecessário.

Essa decadência, no entanto, se acelerou rapidamente quando, na semana passada, a empresa Hacking Team foi (ironicamente) hackeada. O vazamento de mais de 400GB de dados da empresa revelou, entre outras coisas, falhas de segurança gravíssimas no Flash.

A falha afetava os computadores que rodavam Windows e Linux, e os navegadores Internet Explorer, Chrome, Firefox e Safari – quase tudo, portando – e permitia que hackers executassem códigos maliciosos em outras máquinas. Apesar de ser a mais grave, ela não foi a primeira falha de segurança encontrada no Flash nesse ano.

Essa foi a gota d’água que levou a Mozilla a bloquear o plugin do Firefox, e que fez Alex Stamos exigir que a Adobe declarasse a data de morte do Flash. Até porque, como lembrou Mark Schmidt, funcionário da Mozilla, desde 2010 Steve Jobs já dizia que o Flash não era mais necessário.

E agora?

A situação atual do Flash não é nada boa. Além de ele estar com quase 20 anos de idade e se tornando cada vez menos necessário para a navegação na internet, ele continua sendo um enorme foco de vulnerabilidades para computadores conectados.

Para a Adobe, que é responsável pelo software, isso é um problema. Para os usuários comuns, por outro lado, nem tanto: a internet em geral já está “superando” o Flash, e a transição para um mundo sem Flash (como pediu o chefe de segurança do Facebook) deve ser relativamente tranquila.

Caso isso te preocupe, no entanto, você pode testar viver na internet sem Flash por um tempo para ver se a ausência dele faz muita diferença. A Adobe oferece um desinstalador próprio que pode ser acessado nesta página da empresa. Esse desinstalador possibilita a remoção do Adobe presente nos navegadores Internet Explorer e Firefox. No caso do Chrome, é necessário desabilitá-lo dentro do próprio navegador.

Agradecemos ao Cobit e ao Davi, colaboradores amigos do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital

Atualização defeituosa do avast! causa problemas a seus usuários

avast_updateUma atualização defeituosa do antivírus avast! para Windows faz com que diversos arquivos do sistema operacional sejam detectados como o malware Win32:Kryptik-PFA.

De acordo com relatos de diversos usuários no fórum oficial da avast! Software, a atualização defeituosa do antivírus avast! faz com que ele coloque diversos arquivos do Windows na quarentena.

A avast! Software afirma que o problema é mesmo causado por uma atualização de definição defeituosa e que os usuários afetados estavam rodando a versão 8 (ou anteriores) do antivírus.

A empresa recomenda que os usuários atualizem novamente as definições antivírus do avast! para que a atualização defeituosa seja substituída.

Outra solução envolve desativar o recurso File System Shield temporariamente.

Agradecemos ao Lucas Cunha e ao Paulo Sollo, colaboradores amigos do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Baboo

Atualização KB3033929 causa problemas no Windows 7

w7-bugDe acordo com relatos de diversos usuários na Web, a atualização KB3033929, uma das 14 disponibilizadas para o Windows na última terça-feira pela Microsoft, vem causando alguns problemas no Windows 7.

A atualização KB3033929, que também se aplica ao Windows Server 2008 R2, adiciona o suporte para assinatura e verificação de SHA-2 e substitui a atualização KB2949927 disponibilizada em outubro de 2014.

O problema é que a nova atualização não é validada corretamente no Windows 7 e isto faz com que o computador fique reinicializando sem parar.

Quem ainda não instalou a atualização deve ocultá-la no Windows Update até que a Microsoft resolva o problema.

A Microsoft ainda não se manifestou sobre o problema e até o momento nenhuma solução está disponível.

Agradecemos ao Davi e ao Paulo Sollo, colaboradores amigos do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Baboo