Qihoo compra navegador Opera

opera_qihooA Opera Software aprovou a venda do navegador Opera para desktops e dispositivos móveis para o grupo chinês Golden Brick. Este grupo inclui as empresas Kunlun Tech e Qihoo, conhecida pelo seu antivírus.

Por US$ 600 milhões, o grupo chinês Golden Brick comprou, além do navegador Opera para desktops e dispositivos móveis, a divisão de apps de privacidade e performance.

Meses atrás, o grupo chinês ofereceu US$ 1.24 bilhão pela Opera Software como um todo. Embora a aquisição tenha sido aprovada por mais de 90% dos acionistas da empresa, a aquisição foi barrada por órgãos reguladores*.

A Opera Software continuará com suas operações nas áreas de propaganda, marketing, games e TV.

O novo acordo já foi aprovado pela Opera Software e se a aquisições e confirmar, a empresa terá 18 meses para registrar um novo nome. Isto ocorre porque a marca Opera também foi comprada pelos chineses.

Agradecemos ao Igor, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Baboo

Navegador Opera pode ser comprado pela Qihoo

opera_qihooTalvez muitos não se lembrem, mas o navegador Opera ainda está na ativa e funciona como uma boa opção para muitos usuários. E não é apenas dessa parcela dos que utilizam a rede de informações mundiais que ele chama a atenção, pois recentemente foi anunciado que um grupo de empresas chinesas fez uma oferta de US$ 1,2 bilhão para comprar toda a companhia.

De acordo com informações que estão circulando pela rede, o valor em questão corresponde a aproximadamente 56% do valor da companhia, e os responsáveis pelo Opera disseram aos acionistas que o montante em questão é aceitável para a negociação. Entre os que estariam interessados no negócio estão a Kunlun Tech e a Qihoo 360, além de um grupo de investimento.

“A transação daria ao Opera acesso à extensiva base de usuários de internet da Kunlun e da Qihoo na China, bem como o suporte financeiro que seria necessário para que a empresa atingisse o seu potencial. Ao mesmo tempo, a Kunlun e a Qihoo poderiam fazer uma venda cruzada de seus produtos e serviços aos usuários do Opera, bem como se beneficiar das propagandas na plataforma mobile do navegador”, explicou a empresa.

“Há uma forte estratégia e lógica industrial na compra do Opera pelo consórcio. Acreditamos que o consórcio, com a sua larga experiência e forte posição nos mercados emergentes, será um forte proprietário do Opera”, disse Lars Boilesen, diretor-executivo do Opera.

Resumo da ópera

Fundado em 1995, o navegador Opera era originalmente focado no mercado de browsers, mas encontrou dificuldades em superar concorrentes como o Netscape e o próprio Internet Explorer. Posteriormente, o lançamento do Firefox e do Google Chrome dificultaram um pouco mais a situação do software.

Na tentativa de se reerguer, a companhia mudou um pouco o seu foco e passou a atuar no mercado emergente para celulares, o que prolongou o tempo de vida da empresa até chegarmos ao ano de 2013, quando foi lançado o Opera Mediaworks, voltado para a divulgação de produtos em dispositivos móveis e que também trazia vídeos como parte do pacote.

Agora, resta saber se a possível compra por parte do consórcio chinês vai ajudar a melhorar a situação da empresa – que aparentemente não era das piores, já que no quarto trimestre de 2015 a empresa divulgou uma receita de US$ 193,5 milhões, um aumento de 25% numa comparação com o mesmo período do ano anterior.

Agradecemos ao Roberto, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

Qihoo trapaceia e perderá certificados

qihoo-fraude.1As agências independentes de testes de antivírus AV-Comparatives, AV-TEST e Virus Bulletin revelaram nesta sexta-feira que a empresa de segurança Qihoo 360 trapaceou em suas avaliações. Segundo comunicado emitido pelas três instituições (PDF disponível aqui), as soluções submetidas pela companhia para avaliação até agora se comportavam de forma diferente das que eram fornecidas aos usuários finais.

O anúncio ainda culminará na retirada de todos os certificados concedidos à marca neste ano. Em 2014, a Qihoo chegou a ganhar um selo Advanced++ e a ocupar o segundo lugar no teste semestral de uso real da AV-Comparatives divulgado no final do ano passado.

De acordo com o comunicado, “investigações feitas pelos três laboratórios descobriram que todos os produtos da Qihoo submetidos a avaliação tinham uma de suas quatro engines (motores), fornecidas pela Bitdefender, ativadas por padrão”. Por sua vez, o motor QVM, desenvolvido pela empresa chinesa, não era ativado em nenhuma circunstância.

No “mundo real”, por sua vez, o cenário era o contrário. O quarteto de engines da Bitdefender era desabilitado por padrão, e só podiam ser ativadas nas configurações. “Mas como a maioria dos usuários não mexe nessas opções, as organizações que realizam testes fazem questão de avaliar os produtos em suas configurações padrão para melhor assim representar o uso real”, diz o texto.

A empresa chinesa confirmou que algumas das configurações foram ajustadas para as avaliações. A lista de modificações incluía ativar a detecção de keygens e programas pirateados e direcionar o antivírus em nuvem a servidores “mais próximos aos laboratórios de teste”. Por fim, as mudanças de engine fechavam o pacote.

Agradecemos ao Paulo Sollo, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes: Virus BulletinInfo e Baboo