Vem aí: Novo Firefox, mais rápido e repaginado

A Mozilla anunciou nesta semana uma nova iniciativa para retomar os seus tempos de glória, o Firefox Quantum. A nova versão do navegador já está em versão de testes e promete ser duas vezes mais rápido do que o Firefox de 2016 além de consumir 30% menos de memória RAM do que o seu principal rival, o Google Chrome.

O grande trunfo do Firefox Quantum é o seu novo motor de renderização. A novidade foi desenvolvida dentro do Project Quantum, anunciado em outubro de 2016 a fim de criar uma nova engine para computadores modernos. Esse esforço rende, agora, o seu primeiro grande fruto, um navegador completamente remodelado.

Para comprovar o bom trabalho em torno da ferramenta, a Mozilla fez uma postagem detalhada sobre o desempenho do Firefox Quantum Beta em comparação com os principais navegadores do gênero. E ele se saiu melhor do que os rivais na questão do consumo de RAM, por exemplo, no Windows e no Ubuntu, perdendo apenas para o Chrome no macOS. Nos testes de velocidade, o Firefox Quantum fez uma média de 66 pontos contra 51 do Chrome 61 e 32 do Firefox 52.

Por que mais rápido?

“Historicamente, o Firefox roda basicamente em um único núcleo do processador, mas o Firefox Quantum tira vantagem de forma muito mais efetiva das CPUs de múltiplos núcleos dos dispositivos mobile e desktops de hoje em dia”, informa a Mozilla. “Essa utilização aprimorada do hardware do seu computador faz o Firefox Quantum significativamente mais rápido.”

Em paralelo a isso, a Mozilla adicionou ao Firefox um esquema de prioridades que privilegia sempre a aba ativa no momento, carregando nela conteúdo antes daquelas que são abertas em segundo plano. Tudo isso graças à linguagem Rust, utilizada pela desenvolvedora na criação do seu novo navegador, e a arquitetura de múltiplos processos empregada no programa.

Para complementar, a cereja do bolo para o Firefox Quantum é a correção (até agora) de 468 bugs identificados em versões anteriores do navegador.

De cara nova

Se você sentia falta de grandes mudanças visuais no Firefox, esse problema vai acabar. Isso porque a Mozilla apresenta no Firefox Quantum uma nova interface chamada de Photon. Mais moderna e minimalista, ela traz novos detalhes gráficos à superfície do navegador, botões com design mais sutil e um contraste de cor muito mais vivo do que antes.Além de abas retangulares e animações mais suaves, o Quantum também conta com um menu chamado Biblioteca, onde você verá todos os conteúdos relacionados à navegação — links do Pocket, favoritos, histórico, downloads, abas e capturas de tela.

Beta disponível

A versão Beta do Firefox Quantum já está disponível para desktop, Android e iOS. A versão final do navegador será lançada em 14 de novembro de 2017.

Fonte: Tecmundo

Vem aí: Chrome muito mais leve e já tem data de estreia

chrome_fastMesmo que o Google já tenha reconhecido algumas vezes que o Chrome pode usar excessivamente os recursos de computadores, até o momento a companhia não conseguiu solucionar totalmente esse problema. No entanto, uma atualização programada para dezembro deste ano promete tornar o navegador mais leve ao diminuir o consumo de memória RAM.

O Chrome 55 deve introduzir uma engine JavaScript aprimorada que vai reduzir significativamente os recursos de memória utilizados. Segundo a empresa, testes internos revelaram que há quedas de até 50% na quantidade de RAM necessária para navegar por sites modernos em relação ao resultado apresentado pelo Chrome 53.

Infelizmente, vamos ter que aguardar até o dia 6 de dezembro deste ano para poder conferir a atualização que afeta a versão do Chrome para desktops. Vale notar, no entanto, que as melhorias de desempenho devem ser notadas principalmente por quem possui uma máquina com RAM limitada ou quando você tem muitas abas abertas.

A atualização não deve marcar o fim dos esforços da Google para tornar seu software mais otimizada e versátil. O time responsável pelo desenvolvimento está trabalhando em incrementos futuros e está particularmente interessado em deixar o programa mais leve para dispositivos de entrada com 1 GB de RAM ou menos.

Fonte: Tecmundo

Chrome e Firefox mais rápidos

brotliTanto o Chrome da Google, como o Firefox da Mozilla, passarão a usar um novo algoritmo de compressão chamado Brotli que, segundo programadores, vai garantir um ganho na velocidade dos navegadores para carregar as páginas. Engenheiros do Chrome afirmam que que o Brotli comprime dados até 26% melhor que o Zopfli, o algoritmo usado atualmente.

O Brotli já estaria pronto para começar a ser usado no Chrome, então é provável que logo no próximo update do navegador os usuários passem a sentir a diferença na performance, que também promete diminuir o uso de dados e gasto de baterias em dispositivos móveis. Já no Firefox, o algoritmo deve passar a ser usado quando a Mozilla liberar a versão 44 de seu navegador, ainda neste mês.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Adrenaline

Versão mais recente do Chrome promete torná-lo mais rápido

ChromeDepois de meses — se não anos — de reclamações sobre lentidão e falta de estabilidade, o Google finalmente anunciou uma série de melhorias para o Chrome que podem melhorar a vida dos usuários. A companhia diz que o navegador oferecerá “uma internet mais rápida e eficiente“. Bem, o Google certamente não tinha como torná-la mais lenta e menos eficiente.

A mais nova versão do Chrome inclui algumas atualizações discretas que vão diminuir o uso do RAM e melhorar a vida útil da bateria. O Google explicou a novidade em mais detalhes no blog do navegador:

“O Chrome pode detectar quando uma página não está em funcionamento com alguma outra tarefa, e usa este tempo livre para limpar memórias velhas e não utilizadas. Na prática, descobrimos que isso reduziu o uso de memória pelo website na média de 10%, mas o efeito é ainda mais drástico em páginas mais complexas. Com o Gmail, por exemplo, podemos limpar cerca de um quarto da memória usada pela aba.”

Além disso, as abas serão restauradas de uma maneira mais rápida e útil. As abas mais recentes serão carregadas primeiro, para que você possa continuar de onde parou de forma mais intuitiva. A função que matará o Flash é padrão nesta nova versão. Isso significa que plugins em Flash não serão carregados a não ser que você clique neles.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Gizmodo

Navegadores ficarão muito mais rápidos

JavascriptBoa parte da web atual depende da linguagem de programação JavaScript. Nos últimos anos, navegadores como Chrome e Firefox se tornaram mais rápidos em processar JavaScript, mas chegaram a um limite. E agora? É hora de outra solução.

Segundo o Ars Technica, engenheiros do Google, Apple, Microsoft e Mozilla se juntaram para criar o WebAssembly (ou wasm), que promete desempenho 20 vezes mais rápido para os navegadores do futuro.

Normalmente, linguagens de programação são feitas para que humanos consigam compreendê-la. No entanto, isso é um problema para os navegadores, que precisam ler e interpretar um código que não foi projetado para máquinas.

Por isso, o novo padrão WebAssembly é um bytecode: ou seja, um conjunto de instruções em formato binário, pensado para ser lido facilmente pelo navegador. Ele consiste em uma série de zeros e uns; também haverá um modo texto, mas apenas para que desenvolvedores possam caçar e eliminar bugs.

Com isso, é possível rodar conteúdo na web com quase a mesma velocidade de um programa nativo. No protótipo atual, o navegador processa o WebAssembly 23 vezes mais rápido que um código JavaScript tradicional.

Isso não significa a morte do onipresente JavaScript: na verdade, os criadores do WebAssembly sabem que será necessária uma transição, e avisam que o código poderá ser convertido para que funcione em qualquer navegador.

A Mozilla e o Google tentam, há anos, injetar mais velocidade à web. O asm.js permite rodar código de aplicativos (como a linguagem C) no navegador a velocidades maiores que o JavaScript. Enquanto isso, o NaCl permite rodar código nativo no Chrome. Agora, as equipes desses dois projetos estão trabalhando juntas no WebAssembly, que pode se tornar um padrão para todos os navegadores.

Não seria a primeira vez que uma ideia restrita a um navegador se espalhou para todos. Este ano, o HTTP ganhou uma nova versão para fazer as páginas carregarem mais rápido; o HTTP2 é baseado em um protocolo criado pelo Google em 2009.

Vale lembrar que o WebAssembly ainda está dando os primeiros passos: os detalhes desse novo padrão ainda serão decididos, então vai demorar um pouco até que ele chegue aos navegadores. No entanto, gigantes como Google e Microsoft estão apoiando o projeto desde o início – por isso ele parece bem promissor.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fontes: Gizmodo e ars technica

Chip fotônico: tecnologia brasileiro para uma Internet mais rápida

chip_fotonicoBR Photonics desenvolveu solução capaz de aumentar a transmissão de dados. Tecnologia é cinco vezes menor do que a usada atualmente

Uma tecnologia brasileira que permitirá acelerar a conexão à internet está chamando a atenção da indústria e de pesquisadores internacionais. Aplicado nas redes de fibra óptica, trata-se de uma espécie de chip com tamanho menor do que os existentes atualmente e utiliza tecnologia fotônica, que recorre a elementos de luz para transmitir informações.

A BR Photonics é a empresa responsável pelo desenvolvimento do mecanismo. Criada em março de 2014 por meio de uma parceria entre o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) e a empresa norte-americana GigOptix, a companhia contou com contribuição do Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel), administrado pelo Ministério das Comunicações. O fundo destinou cerca de R$ 200 milhões ao CPqD para pesquisas na área de comunicações. Esse investimento possibilitou inovações que resultaram no chip fotônico.

Júlio César de Oliveira, pesquisador e presidente da BR Photonics, afirma que a novidade vem em bom momento, já que cresce a demanda por conectividade, especialmente na era da nuvem. Segundo ele, nesse cenário, as taxas de transmissões precisam ser ampliadas, proposta da tecnologia criada.

A nova tecnologia também atende ao anseio das operadoras, que procuram equipamentos cada vez menores, que gastem menos energia elétrica e que possam ser instalados nas plataformas já existentes nas centrais de telecomunicações. O chip ocupa uma área cinco vezes menor que a utilizada atualmente, possibilitando aumentar a densidade de dados com a inclusão de um número maior de componentes na mesma plataforma.

Segundo o pesquisador, empresas da Alemanha e de Israel têm sido os principais interessados na novidade brasileira.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IT Forum

Como acelerar a navegação com o Firefox

firefox_funcaoMuitos sites demoram para carregar por que, além exibir conteúdo, também estão fazendo conexões com outros servidores para coletar dados da navegação do usuário. Felizmente, o Mozilla Firefox conta com uma ferramenta para impedir esta prática. O bloqueio do rastreamento impede que páginas web usem tecnologias como cookies e fingerprinting, melhorando também a privacidade do usuário.

Um estudo da Mozilla, que está disponível online (ieee-security.org), confirmou o método ao analisar 200 sites conceituados, com e sem o recurso. A conclusão foi impressionante: o número de cookies que faziam requisições de HTTP diminuiu em até 67,5% com a proteção. Já o tempo de carregamento das páginas foi reduzido em média de 44% e o tráfego de dados em 39%.

O artigo foi escrito pela engenheira de software Monica Chew e o cientista da computação Georgios Kontaxis. Para chegar nestes resultados, a dupla acessou cada página pelo menos dez vezes.

Como ativar

O recurso pode ser ativado acessando as configurações avançadas do navegador. Para isso, vá até a barra de endereços e digite “about:config”. Caso uma janela de aviso apareça, selecione a opção “Serei cuidadoso, prometo!”. Em seguida, digite o comando “privacy.trackingprotection.enabled” na aba “Localizar”. Clique no resultado com o botão direito e, em seguida, em “Inverter valor”.

firefox_aboutTodos os sites que forem afetados pelo recurso mostrarão a marca de um escudo na barra de endereços. É possível desabilitar a função em domínios específicos clicando no ícone e, em seguida, em “Opção”. Por fim, clique em “Desativar proteção para este site”.

O recurso ainda está em fase experimental e a Mozilla e em processo de feedback dos usuários. A expectativa é que ele possa ser ativado com mais facilidade em futuras versões do Firefox.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.

Fonte: Techtudo