Vem aí: Kaspersky FFForget

kaspersky-ffforgetA Kaspersky, empresa conhecida por suas soluções em segurança, está desenvolvendo um aplicativo cuja vocação será dar uma espécie de bengala emocional e digital para aqueles que desejam abandonar as redes sociais, porém temem fazê-lo pois perderiam, neste caso, todas as lembranças publicadas.

A ferramenta é respaldada por um estudo feito pela companhia, que identificou o impacto negativo das mídias sociais nas vidas das pessoas. Segundo a pesquisa, a maioria entrevistada disse se sentir deprimida ou descontente quando não recebe o número de likes esperados em publicações e 42% dizem sentir inveja quando seus amigos ganham mais curtidas que elas.

Soa superficial, certo? Mas o estudo da Kaspersky detalha mais sobre a frustração social na era das vitrines digitais de nossas vidas cotidianas. Feita com 16.750 pessoas do mundo inteiro, a pesquisa conclui que depois de passar algum tempo nas redes sociais, as pessoas vivenciam emoções negativas geradas por diversos fatores que prevalecem sobre seus efeitos positivos.

Apesar do desejo de sentir-se bem com a interação nas mídias sociais, quando as pessoas veem as postagens felizes de seus amigos sobre suas férias, atividades e festas, muitas vezes elas têm a sensação amarga de que as outras pessoas aproveitam a vida melhor que elas.

Dos entrevistados, 59% já se sentiram descontentes ao ver postagens de amigos em uma festa para a qual não foram convidadas, e 45% confessaram que as fotos das férias felizes de seus amigos tiveram uma influência negativa sobre elas.

Além disso, 37% também admitiram que, ao examinar suas próprias postagens antigas e felizes, tiveram a sensação de que seu passado foi melhor que o presente.

Uma pesquisa anterior também demonstrou a frustração das pessoas com as mídias sociais. Nela, 78% dos usuários admitiram já ter pensado na possibilidade de abandoná-las completamente.

E uma das razões que faz usuários permanecerem nas mídias sociais é o medo de perder suas recordações digitais, como suas fotos. Pensando em dar uma ferramenta que possa resolver essa lacuna, a Kaspersky Lab está desenvolvendo o app FFForget. O aplicativo possibilitará o backup de todas as recordações dos usuários nas redes sociais que utilizam e seu armazenamento em um contêiner de memórias criptografado e seguro.

“Nossa relação com as mídias sociais tornou-se um círculo vicioso. Queremos entrar em nossas redes sociais favoritas para contar a todos os nossos contatos sobre as coisas legais que estamos fazendo; isso traz uma sensação boa”, diz Evgeny Chereshnev, chefe de mídias sociais da Kaspersky Lab. “Porém, na realidade, todos estamos fazendo as mesmas coisas. Então, quando acessamos as mídias sociais, somos bombardeados com imagens e postagens de nossos amigos se divertindo. E parece que estão aproveitando a vida melhor que nós. É fácil entender por que isso faz as pessoas se sentirem deprimidas e porque tantas pessoas pensam na possibilidade de abandonar totalmente as redes sociais. A dificuldade é que elas acham que estão presas, pois têm inúmeras recordações preciosas armazenadas nas mídias sociais e não querem perder o acesso a elas.”

O lançamento do FFForget está planejado para este ano de 2017. Os usuários interessados podem se inscrever no link ffforget.kaspersky.com para receber novidades e informações e ter, eventualmente, seu acesso.

Fonte: IDGNow!

Novo algorítimo pode ajudar a prever e evitar ataques terrroristas

isisCientistas norte-americanos criaram um modelo estatístico que identifica padrões de comportamento entre aqueles que apoiam o Estado Islâmico na Internet.
O objetivo é conseguir identificar de forma antecipada potenciais alvos de ataques terroristas.

Uma equipe de físicos da universidade de Miami desenvolveu um algoritmo que analisa as publicações nas redes sociais do Estado Islâmico para tentar prever novos ataques terroristas. A tecnologia foi apresentada na publicação Science, onde Neil Johnson, o líder do projeto, explicou o método utilizado para pesquisar cerca de um ano de postagens pró-ISIS em múltiplas línguas na rede social russa Vkontakte. Os dados obtidos permitiram aos pesquisadores criar um modelo estatístico que identificou padrões de comportamento entre os apoiantes online do ISIS.

Como explica o The New York Times, o algoritmo pode ser particularmente útil para analisar como pequenos grupos organizados começam a se manifestar na Internet antes de tornarem realidade campanhas mundiais, em vez de se limitar a procurar pequenas informações sobre um potencial futuro ataque. Com isto, os cientistas esperam conseguir prever quais as regiões com maior potencial de risco.

A monitorização da atividade online de pequenos grupos pode proporcionar um ganho extra em segurança. No estudo realizado pela equipa de Neil Johnson foram analisados 100 mil membros de 200 pequenos grupos diferentes na Vkontakte, onde os apoiadores do Estado Islâmico compartilham informações variadas, como, por exemplo, técnicas de sobrevivência a ataques de drones.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Exame Informática

Cuidados importantes que os pais precisam ter nas redes sociais

redes-sociaisEnquanto eu crescia, meus pais me envergonhavam com frequência na frente de futuras ex-namoradas e amigos ao mostrar fotos de quando eu era pequeno.

Naqueles tempos, fotos espontâneas, caretas e atos bobos aleatórios eram capturados em toda sua esquisitice. Cuidadosamente guardadas pelos pais, compondo o álbum de fotos para ser compartilhado a qualquer momento.

Atualmente, estamos conectados à web o tempo todo e nossas fotos são instantaneamente compartilhadas. Os grandes álbuns do passado também foram digitalizados.

Como um profissional de social media (e pai) que passa muito tempo nas redes sociais, me surpreendo com o quanto as pessoas se esforçam para parecerem mais legais online e como temos material para atormentar nossos filhos no futuro.

No fim, as mídias sociais tornaram mais fácil o compartilhamento de nossas vidas, momentos e memórias com nossa rede de amigos. O lado negativo é que com esse compartilhamento facilitado, nós não pensamos por um segundo com quem estamos de fato fazendo isso.

1. Não deixe seu perfil público

Levante a mão quem quer aquele cara bizarro do fim da rua vendo as fotos da sua filha. Ninguém, certo?

No entanto, se seu perfil do Facebook ou Instagram está público, você está convidando todo mundo na internet. Deixar seu perfil público não é só uma estupidez, mas também uma irresponsabilidade.

O nível de privacidade em redes sociais é opção pessoal. Ajuste suas opções de modo a oferecer acesso unicamente para aqueles com quem realmente tem uma conexão. Também pode alterar a privacidade de cada publicação de modo a gerenciar o que cada pessoa pode ver e tome cuidado extra com seus filhos.

Enquanto fotos vergonhosas podiam ser usadas contra nós em grupos limitados, fotos atuais podem ser usadas contra nossos filhos no futuro por qualquer um que esteja na nossa rede de amigos.

Claro que aceitamos os termos desse serviço, mas e nossos filhos? Como pais (bem como amigos e parentes), precisamos analisar o que publicamos por uma perspectiva mais ampla, parando de publicar conteúdos que podem voltar para assombrar nossos filhos no futuro. Por isso, destacamos especialmente estas seis coisas.

2. Não compartilhe fotos do filho de alguém

Uma das minhas maiores cismas é quando pessoas tiram fotos em grupo e as compartilham nas redes sociais. Os pais tem o direito de saber quem pode ver e comentar as fotos de seus filhos. Se preferem manter os filhos fora das redes sociais (como muitos colegas), é o direito deles como pais, não seu.

Pessoalmente, me incomoda bastante quando um familiar publica fotos dos meus filhos e alguém que não conheço comenta. Sinceramente – não conheço você, por que está comentando na foto dos meus filhos? Inclusive já conversei com alguns familiares e até postei comentários bruscos direcionados a pessoas que disseram algo que julguei fora da linha.

Vivemos em um mundo estranho; nunca pode-se ter certeza das intenções de uma pessoa ou de suas situações pessoais. Você realmente quer ser a pessoa que dá a dica da localização de uma família que está se escondendo de um familiar abusivo?

3. Não crie um perfil para o seu filho

Tive de excluir uma mulher do Facebook. A razão foi que ela criou um perfil para seu filho e o marcava constantemente em seus posts. Existe uma razão pela qual você precisa ter uma idade mínima para criar um perfil na maior rede social do mundo.

Fora toda a questão da segurança, as crianças deviam decidir se elas querem ou não fornecer suas informações para um aglomerado publicitário.

4. Mantenha privados os banhos de seus filhos

Por mais que seus filhos façam coisas bonitinhas enquanto tomam banho na banheirinha, é algo que deve ser mantido no espaço privado.

Você não quer pessoas vendo suas partes íntimas. Seus filhos também não. Não é porque eles tem mini-partes que você deve expô-las ao mundo.

Existe gente realmente doentia pelo mundo que paga para ver esse tipo de foto. Como adultos responsáveis, devemos cuidar da privacidade de nossos filhos.

5. Não castigue nas redes sociais

Na Internet, já foi popular dar bronca em cachorros. As pessoas achavam engraçado e as publicações conseguiram tantas curtidas, compartilhamentos e comentários que alguns decidiram fazer o mesmo com seus filhos. Como forma de envergonhá-los publicamente por terem feito algo de errado, os pais postavam fotos das crianças segurando um cartaz ou sendo publicamente disciplinadas.

Algumas pessoas riam. Outras comentavam. Quem postou atingia o objetivo. Já a criança tinha sua travessura compartilhada com pessoas que talvez nunca conheça, o que implica incerteza na ocorrência ou não da vergonha do castigo.

Nenhuma lição foi ensinada. Esse vídeo se tornou viral nesse tópico, mas não pela razão que você imagina. Resume tudo muito bem.

6. Ciberbulllying

Enquanto eu crescia nos anos 80 e 90, havia valentões. Todo mundo sabia quem eram e que deviam ser evitados. Como a maioria das nossas atividades foram movidas para a internet, perdemos a humanidade que nos concedia um filtro antes de dizer certas coisas horríveis. Parece que não passamos uma semana sem ouvir sobre como ciberbullying levou alguém ao suicídio.

Assim como os valentões de antigamente, os de hoje se alimentam de medo e manipulação, aliado a mentalidade de grupo podem transformar em algo “legal” zoar o gordinho da rua.

Um colega de trabalho contou-me de uma situação na qual um executivo estava apresentando na escola do filho. Quando a tela do computador foi projetada, havia uma foto embaraçosa do filho como papel de parede, que fez com que os colegas de classe rissem.

Nesse ponto, dá para imaginar que essa apresentação se tornou algo diferente pra criança. Mesmo numa classe de no máximo 30 crianças, ainda machuca.

Como seres humanos em desenvolvimento, as crianças nem sempre tomam as melhores decisões. Se aquela foto estivesse online, o tormento e a vergonha seriam bem piores.

A lição aprendida pelo executivo é que devemos ter cuidado em oferecer munição para pessoas machucarem nossos filhos ou envergonhá-los no futuro, a não ser que você possa controlar a plateia -mas sendo sincero, não conseguimos controlar a internet.

Todo mundo tem o direito de escolher como criar seus filhos. Nosso pedido é que você pense sobre o futuro e a falta de segurança nas redes sociais.

Fonte: Kaspersky blog

Redes sociais: cuidado e prudência são fundamentais

redes_sociaisPara quê as mídias sociais normalmente são usadas? Na maior parte do tempo, para manter contato com amigos, assistir vídeos engraçados ou ficar por dentro das últimas notícias.

Pode parecer que o Facebook e outras redes são seguras, um mundo virtual aconchegante onde podemos ver e ser vistos. Talvez a melhor coisa sobre elas é que podemos acessá-las de literalmente qualquer lugar, até de debaixo dos nossos cobertores quentinhos.

As pessoas se acostumaram a compartilhar grande parte de suas vidas. A maioria publica coisas que variam de dicas de viagem a presentes caros no Facebook ou Instagram. Para alguns, compartilhar selfies e check-ins de todos os lugares que vão já se tornou algo essencial, pois permite o crescimento de sua base de seguidores, gerando um efeito “uau!”. Fora os usuários normais que seguem outras pessoas, as redes sociais são terreno fértil para espiões, ex-namorados loucos ciumentos e cibercriminosos.

Enquanto, aprendemos bem cedo que não devemos falar com estranhos, muitas pessoas esquecem disso quando se trata do Facebook, Instagram e outras mídias sociais. De acordo com pesquisas recentes da Kaspersky Lab, 28% usuários de mídias sociais negligenciam as configurações de privacidade e deixam TODAS as suas fotos públicas.

Muitos também não têm muito cuidado com os “amigos” virtuais. Um em cada dez entrevistados aceitam todas as solicitações de amizade que recebem – até de total desconhecidos. Um terço dos participantes aceitam solicitações caso o solicitante possua alguns amigos em comum. Mas, ei, quem disse que seus amigos realmente conhecem essas pessoas? Eles podem simplesmente tê-lo adicionado porque receberam a solicitação.

Os “estranhos amigáveis” podem facilmente se tornarem vendedores, promovendo produtos desnecessários de uma loja online a qual são afiliados, como métodos incríveis de treinamento físico e perda de peso, ou bots de algum vídeo chat ilícito. Na melhor das hipóteses, eles mandarão spam, mas na pior, podem se revelar verdadeiros cibercriminosos.

Acreditamos que isso seja razão suficiente para não confiar nesse falso sentimento de segurança, que só aumenta quando estamos dentro de casa, protegidos por diversas paredes explorando a Internet. O mundo virtual é longe de casa e seus dados são mantidos em terras internacionais. Se os dados não são protegidos, qualquer um pode vir e pegá-los. O que frequentemente acontece.

E é por isso que você deve ser extremamente cuidadoso sobre quais dados pessoais publica online ou compartilha com desenvolvedores de software, lojas online e organizações de terceiros.

Se você ainda possui mídias sociais desprotegidas, é melhor você resolver isso agora mesmo. Para fazer isso:
• Defina suas configurações de privacidade corretamente. Clique nos links para aprender como ajustar o Facebook, Instagram e Google+;
• Rejeite todas as solicitações de amizade de estranhos.
• Instale uma solução de segurança que o proteja de phishing, baixar malware e o pare antes que você compartilhe seus dados pessoais desnecessariamente com algum serviço da web. Por exemplo, o Kaspersky Internet Security pode fazer tudo isso tranquilamente.

E lembre-se: links enviados por estranhos podem redirecionar sua navegação para sites maliciosos, não clique neles.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.

Fonte: Kaspersky blog

Os riscos inerentes às redes sociais

redes-sociaisQuanto tempo você perde nas páginas de seus amigos no Facebook? Tenho certeza que você pode falar sobre os estilos de vida, os check-ins, as selfies e as atualizações de status que cada um deles publica diariamente. Se você procurar com cuidado, você facilmente vai encontrar os membros da família, amigos distantes e amores da adolescência.

Qualquer pessoa pode fazer exatamente isso que você faz, mas com objetivos maliciosos: hackear as informações da sua conta, infectar seu PC com vírus ou até roubar os dados das suas contas de jogos, fotos, ou vídeos e exigir resgate para devolver seus arquivos. Por isso, segue a dica: seja misterioso, pelo menos para os desconhecidos. Mantenha segredos.

Não dê detalhes da sua vida para estranhos, mesmo que você ache que nunca mais vai encontrá-lo. A internet deixa rastros e qualquer coisa que você já disse ou fez pode ser usado contra você.

Não envie informações confidenciais em salas de bate papo ou sites de fóruns, a menos que você tenha certeza que está em um ambiente seguro. Hackers ou causadores de problemas podem facilmente interceptar qualquer informação que você mande em um canal inseguro.

Não deixe suas publicações visíveis para todos. Você não sabe que tipo de pessoa estranha pode estar monitorando seu perfil. E de qualquer maneira, você não precisa deixar todas as suas informações acessíveis para qualquer um. Vá até as configurações de segurança e garanta que suas publicações só estão “visíveis para amigos”.

Não aceite solicitações de desconhecidos sem verificar. É melhor ter um grupo menor de amigos verdadeiros que você tenha certeza com quem você está se relacionando, do que ter um número gigantesco de contatos desconhecidos– alguns podem ser realmente perigosos.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.

Fonte: Kaspersky blog

Ao usar WiFi grátis você pode estar “pagando” com suas senhas de redes sociais

facebook_phishing.1Na teoria, é do conhecimento popular que “nada é de graça” mas na prática ninguém leva isso em consideração. Na história de hoje sobre WiFi gratuito, você vai ver que na busca por uma “carona” em um provedor, você pode estar compartilhando seus dados privados sem saber, tais como as credenciais das suas redes sociais.

Vários exemplos na vida real podem provar que você não deve ficar tentado com as ofertas de WiFi gratuito. Um dos mais recentes casos envolve os pontos de WiFi grátis em cafés a cargo da Smart WiFi, empresa russa com base em São Petersburgo. Usuários mais conscientes gravaram vários vídeos e publicaram no YouTube, mostrando como essa abordagem funciona quando um cliente faz o login em uma rede Smart WiFi.

Toda a história está disponível em um artigo do Siliconrus.com, mas explicaremos como funciona toda a tecnologia. Quando conectado a uma rede Smart WiFi, o usuário autoriza a navegação via seu perfil de rede social. Nesse caso particular, o perfil seria no Vkontakte, a rede social mais popular na Rússia.

No entanto, o login e senha não são inseridos no site do VK, mas no do Smart WiFi, através de uma conexão não-criptografada – que é a maneira mais insegura de entrar em qualquer site.

Então quando os usuários se conectam com seus perfis do VK, sua senha é fornecida ao provedor do Smart WiFi e, coincidentemente, a qualquer criminoso com um computador por perto.

Essa situação da Smart WiFi é preocupante, há um artigo interessante – e os vídeos já citados – que prova que o serviço armazena e usa as credenciais do usuário de tal maneira que publica uma publicidade na página do usuário e, em outra instância, instala um aplicativo no vk.com com muitas permissões, incluindo amplo acesso à dados pessoais e direito de publicar atualizações em nome do usuário.

Enquanto que no primeiro caso o usuário é alertado sobre a publicidade a ser publicada no seu mural, a segunda ação passa despercebida. Para saber do aplicativo, o usuário teria que revisar sua lista de apps no VK – e nem precisa dizer que quase ninguém faz isso.

Sites que imitam a página de login de uma rede social ou de um site de internet banking são muito comuns. De fato, esta ação é um dos pilares de uma farsa amplamente utilizada e conhecida como “phishing“. Esta técnica cria páginas falsa, que se disfarçam de sites legítimos, para induzir os usuários a inserir suas credenciais que são posteriormente utilizada por cibercriminosos – por exemplo, para permitir o acesso não autorizado a dados privados.

A verdadeira notícia aqui é que o uso desta prática por um provedor, que é uma abordagem bastante questionável. Nós duvidamos que o provedor projetou este plano ação com malícia deliberada, mas apesar disso os usuários ainda estão sob a ameaça de ter seus dados roubados.

Similar aos casos de phishing, existe uma solução eficiente: precaução e vigilância. Aconselhamos que você sempre preste atenção à URL dos sites visitados e nunca insira dados pessoais em URLs diferentes do esperado. Fique atento também ao fato de que as redes sociais e serviços bancários online têm um protocolo ainda mais seguro de comunicação criptografada. Então recomendamos que nunca insira senhas em páginas que não tenham um pequeno cadeado no cabeçalho.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Kaspersky blog

Cuidado com promoções falsas que circulam pelo Facebook

Golpe

Nas últimas semanas vem circulando pelo Facebook um novo esquema de golpe. Trata-se do envio aos usuários da rede social de um convite, procedente de um amigo, para aderir a uma campanha especial da Ray-Ban. Muitos internautas tem desconfiado desta oferta especial de óculos da conhecida marca, mas existem outros que já caíram na armadilha. De fato, trata-se de um esquema de fraude e o melhor a fazer é ignorar o convite, mesmo que tenha partido do melhor dos amigos.

São muitos os formatos utilizados para enganar os mais incautos nas redes sociais, como os já famosos vales de desconto da Zara, pelo que os usuários já não deviam ser pegos de surpresa.
A mecânica do golpe permanece a mesma:

São criadas páginas que simulam aquelas de empresas e marcas legítimas e fazem uso de uma isca para atrair interessados. Neste caso específico, óculos Ray-Ban por um preço bem barato.
Convidam o usuário a compartilhar dessa novidade, porque sabem que essa estratégia de promoção é a melhor de todas. Afinal, quem é que irá desconfiar da recomendação de um amigo?
Conduzem os internautas para uma página de phishing que se parece com a verdadeira da marca em questão ou de algum revendedor autorizado.
Ali, solicitam ao usuário os seus dados pessoais e, neste caso específico, como simulam ser uma loja online, solicitam também dados necessários para a efetivação do pagamento.

Desta forma, além dos dados pessoais do usuário, também obtém acesso ao dados do cartão bancário do internauta. A quem foi vítima desse tipo de golpe se recomenda que faça um contato urgente com o seu banco e o gerente de sua conta para cancelar o pagamento e verificar se o cartão chegou a ser utilizado de forma indevida, para o processo de cancelamento aconteça o mais rápido possível.
Se o pagamento se deu através do Paypal, utilize os mecanismos de proteção ao cliente disponibilizados aos usuários desse serviço.

Além disso, denuncie a situação à policia e avise os seus amigos para que eles também não caiam no esquema fraudulento.

Recomendações da Kaspersky Lab para não cair nestas armadilhas:

Seja cauteloso. Desconfie sempre de promoções e concursos.
Se você viu uma promoção numa rede social e tem a intenção de participar, pergunte na página oficial da empresa ou marca no Facebook ou Twitter se a promoção é legítima.
Preste atenção às urls dos sites para os quais a promoção o direciona.
Muita atenção também aos e-mails. Verifique remetentes e erros de ortografia. Se contiverem um arquivo anexo, pense bem antes de o abrir ou fazer o download do mesmo – é bem provável que seja algum malware.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Wintech