Como remover o OneDrive do seu Windows 10

O OneDrive acompanha todas as instalações do Windows 10 e oferece espaço na nuvem para os usuários. Mas nem todo mundo pode querer usar – seja por já ter algum outro serviço na nuvem de confiança ou por qualquer outro motivo – então como fazer para removê-lo do Windows?

Abaixo segue um tutorial para desinstalação do OneDrive do Windows 10 e também como fazer para excluir a pasta dele que aparece no Explorador de Arquivos.

 

1. Desinstale o OneDrive

No Windows 10 com a atualização Creators Update, remover o OneDrive é bem simples: é como remover qualquer outro software do seu computador.

Nas Configurações do Windows, entre em “Apps” e, em “Aplicativos e recursos”, busque pelo OneDrive. É só clicar em “Desinstalar” e esperar para que ele seja removido da sua máquina.

Esse é apenas o primeiro passo: a desinstalação do OneDrive não remove a pasta dele da barra lateral do Explorador de Arquivos. Essa parte é um pouco mais complicada.

2. Remova o OneDrive do Explorador de Arquivos

A partir de agora vai ser preciso mexer nos registros do Windows 10. É recomendável fazer um backup dos seus arquivos para não correr risco de perder tudo caso algo saia errado.

No Windows 10, busque por “regedit” para abrir o Editor de Registros. Lá dentro, na barra lateral, procure por “HKEY_CLASSES_ROOT\CLSID\{018D5C66-4533-4307-9B53-224DE2ED1FE6}” (sem aspas). Você também pode digitar isso na barra de endereços do Editor de Registros.

Clique em System.IsPinnedToNameSpaceTree na parte da direita, coloque o valor “0” e clique em “OK”.

Se a sua versão do Windows 10 for de 32 bits, é só isso o que você precisa fazer. Mas se for a versão de 64 bits, você vai precisar mexer mais um pouco nos registros.

3. Desativando no Windows 10 de 64 bits

Ainda no Editor de Registros, procure por “HKEY_CLASSES_ROOT\Wow6432Node\CLSID\{018D5C66-4533-4307-9B53-224DE2ED1FE6}” (ou coloque isso na barra de endereços). Clique novamente em System.IsPinnedToNameSpaceTree, mude o valor para “0” e clique em “OK”.

E pronto! Agora a pasta do OneDrive não deve mais aparecer na sua barra lateral do Explorador de Arquivos, e o OneDrive não está mais instalado na sua máquina.

Fonte: Olhar Digital

Como remover malware de pen drive

pendrive_malwareExiste um tipo de praga que vem perturbando a vida de muitos usuários de mídias flash há anos. Trata-se de um malware que infecta o pen drive e converte documentos e programas em meros atalhos. Tal atividade impede que o usuário abra qualquer coisa e muitas vezes leva a uma atitude desesperadora: a formatação da unidade removível.

A solução do problema não é tão complicada e pode poupar algumas dores de cabeça. Primeiramente, vale salientar que o malware não apaga nenhum arquivo do pen drive. Esta praga apenas oculta documentos e cria atalhos falsos, por isso mantenha a calma.

Agora que sabemos que os arquivos, em teoria, estão no pen drive, devemos verificar se o problema em questão está relacionado ao malware. Para averiguar se seus arquivos continuam na unidade, veja se no ícone do pen drive (disponível em “Meu Computador”) o espaço utilizado continua idêntico ao que era anteriormente à contaminação.

Caso o Windows informe que a unidade está vazia, então é possível que o malware que você pegou seja outro. Do contrário, a execução dos passos a seguir deverá resolver seu problema.

Recuperando arquivos

1. Abra o Prompt de Comando (basta pressionar a tecla “Windows” e então inserir o comando “cmd.exe”).

2. Já no Prompt, digite o seguinte comando: “attrib -h -r -s /s /d I:\*.*” (Nota: a letra “I” deve ser substituída pela letra atribuída ao seu pen drive).

Método manual

Acesse a pasta que foi afetada pelo malware e clique com o botão direito sobre o arquivo contaminado (que atualmente é um atalho). Abra as Propriedades do arquivo.

Acesse a aba “Atalho” e remova quaisquer informações que não tenham relação com o caminho do arquivo em questão (realizar o processo no item “Destino” e “Iniciar em”). Veja o exemplo abaixo:remover_atalhoFinalmente é altamente recomendável escanear o dispositivo USB bem como o computador com uma boa solução de segurança e ferramentas gratuitas como Malwarebytes, Hitman Pro, Zemana Antimalware e Emsisoft Emergency Kit.

Fonte: Tecmundo

Como remover malware de pendrives

usb_espacoExiste um tipo de praga que vem perturbando a vida de muitos usuários de mídias flash há anos. Trata-se de um vírus que infecta o pendrive e converte documentos e programas em meros atalhos. Tal atividade impede que o utilizador abra qualquer coisa e muitas vezes leva a uma atitude desesperadora: a formatação da unidade removível.

A solução do problema não é tão complicada e pode poupar algumas dores de cabeça. Primeiramente, vale salientar que o vírus não apaga nenhum arquivo do pendrive. Esta praga apenas oculta documentos e cria atalhos falsos, por isso mantenha a calma.

Agora que sabemos que os arquivos, em teoria, estão no pendrive, devemos verificar se o problema em questão está relacionado ao vírus. Para averiguar se seus arquivos continuam na unidade, veja se no ícone do pendrive (disponível em “Meu Computador”) o espaço utilizado continua idêntico ao que era anteriormente.

Caso o Windows informe que a unidade está vazia, então é possível que o vírus que você pegou seja outro. Do contrário, a execução dos passos a seguir deverá resolver seu problema.

dosRecuperando arquivos

1. Abra o Prompt de Comando (basta pressionar a tecla “Windows” e então inserir o comando “cmd.exe”).

2. Já no Prompt, digite o seguinte comando: “attrib -h -r -s /s /d I:\*.*” (Nota: a letra “I” deve ser substituída pela letra atribuída ao seu pendrive).

arquivo_proprMétodo manual

Acesse a pasta que foi afetada pelo vírus e clique com o botão direito sobre o arquivo contaminado (que atualmente é um atalho). Abra as Propriedades do arquivo.
Acesse a aba “Atalho” e remova quaisquer informações que não tenham relação com o caminho do arquivo em questão (realizar o processo no item “Destino” e “Iniciar em”).

Etapas finais

Utilize um bom antivírus e analise o pendrive e o HD.
Instale um anti-malware no seu computador e faça outra varredura no disco local e na unidade removível.
Se nenhum problema for informado pelos programas, então o vírus deve ter sido removido do seu pendrive. Em casos de persistência do problema, tente outros softwares.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Tecmundo

Microsoft remove adware Vonteera

microsoft_removalA nova versão da ferramenta Malicious Software Removal Tool (MSRT) disponibilizada nesta semana pela Microsoft removeu automaticamente o adware Vonteera de milhões de PCs.

A ferramenta foi disponibilizada junto com as atualizações de segurança de março de 2016 via Windows Update.

O adware Vonteera foi detectado pela primeira vez em agosto de 2013, mas o rápido aumento no número de infecções nos últimos meses chamou a atenção da Microsoft.

De acordo com a empresa, o adware foi detectado 8 milhões de vezes nos últimos seis meses. Cerca de 60% das detecções foram na Arábia Saudita e nos Emirados Árabes Unidos.

O gráfico abaixo mostra os locais com as maiores taxas de detecção entre setembro de 2015 e março de 2016:vonteera_graficoO adware Vonteera é geralmente distribuído por softwares oferecidos com jogos gratuitos, codecs e players de vídeo. Depois de instalado, o adware modifica as configurações do navegador da Web.

Ele pode impedir que o usuário altere itens como página inicial, provedor de pesquisa e impede até mesmo que o usuário remova extensões instaladas pelo adware.

Outro detalhe é que o adware também faz algumas modificações que impedem que o usuário utilize certas soluções de segurança.

As versões mais recentes do adware Vonteera agora podem adicionar certificados digitais que pertencem a softwares de segurança legítimos à lista de certificados não confiáveis do Windows. Isto basicamente significa que se o adware estiver presente no PC, pode ser impossível instalar e executar certas soluções de segurança.

O adware também executa um serviço no PC infectado. Com isso, mesmo se você tentar remover os certificados legítimos da lista de certificados não confiáveis, o serviço do Vonteera os adiciona novamente.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Baboo

Windows 10 pode remover programas sem o seu consentimento

windows_10Quando o Windows 10 foi lançado, ano passado, um dos pontos mais controversos foi a questão das atualizações – que são enviadas e instaladas, automaticamente, pela Microsoft. Havia o temor de que uma atualização defeituosa pudesse causar danos aos PCs (o que de fato ocorreu). Mas, agora, o sistema de updates automáticos está gerando polêmica por outro motivo: ele pode apagar alguns dos seus programas, sem pedir permissão a você. De um dia para o outro, você pode ligar o seu PC com Windows 10 e descobrir que ele deletou alguns dos seus apps – sem avisar nem pedir.

Quando a prática veio à tona pela primeira vez, a Microsoft preferiu não se manifestar a respeito, mas acredita-se que o W10 faça isso para tentar eliminar programas incompatíveis, melhorando a estabilidade do sistema. A remoção automática tem espantado e irritado usuários do W10 – que alegam, com razão, que o sistema operacional poderia pedir permissão antes de deletar programas (ele parece ter predileção por apagar softwares de diagnóstico e manutenção, como CCleaner e CPU-Z).

Na maioria dos casos, é possível reinstalar manualmente os softwares e voltar a usá-los normalmente. Também é possível configurar o W10 para que ele deixe de fazer atualizações automáticas – o que, ao contrário do que acontecia nas versões anteriores do Windows, requer um procedimento meio complicado.

Agradecemos ao Paulo Sollo, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa matéria.

Fonte: Super

Não quer fazer o upgrade para o Windows 10? Existe um jeito simples para isso…

I-Don-t-Want-Windows-10Pode parecer estranho recusar a “oferta” da Microsoft relativamente ao Windows 10, mas a verdade é que a atualização para o novo sistema operacional pode trazer alguns problemas a alguns usuários, especialmente na compatibilidade com certos aplicativos e problemas no reconhecimento de drivers. Eu, por exemplo, tive o desprazer de ver os meus driver de áudio e rede reconhecidos de forma incorreta pelo Windows 10, o que me fez ter de retornar para o Windows 7.

Se você está decidido e de fato não quer mesmo atualizar o seu sistema para o Windows 10, então saiba que existe uma aplicativo que facilita e simplifica esse processo.

O aplicativo se chama “I Don’t Want Windows 10” e bastam dois cliques para que o processo de instalação do Windows 10 seja cancelado.

Na prática este app elimina o update KB3035583, que é responsável por desencadear todo o processo de atualização para o WIndows 10. Além disso este app dá permissões ao usuário de acesso à pasta GWX que está em System32, possibilitando assim a remoção de todos os arquivos já presentes nessa pasta.
Este aplicativo está disponível para download no site da Softpedia.
Análise do instalador feita por mim no site do Virus Total não revelou a presença de nenhuma ameaça. Isso pode ser conferido clicando aqui.

Agradecemos ao Paulo Sollo, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: pplware

Por segurança Apple remove apps de sua loja online

Apple-App-StoreA Apple informou na quinta-feira que removeu “alguns” aplicativos de sua App Store, expressando preocupação de que a segurança dos dados pessoais de alguns usuários possa ser comprometida sob certas circunstâncias.

A companhia disse que os aplicativos ameaçam a segurança dos usuários ao instalar certificados que podem expor dados à monitoramento de terceiros. A empresa não especificou o número preciso de aplicativos em questão.

“A Apple está profundamente comprometida em proteger a privacidade e segurança de consumidores”, disse uma porta-voz da Apple em comunicado.

“Estamos trabalhando proximamente com esses desenvolvedores para rapidamente trazer seus aplicativos de volta à Apple Store, enquanto garantimos que a privacidade e segurança de clientes não estão em risco.”

Aplicativos com os chamados certificados raiz direcionam dados de usuários para servidores onde possam ser analisados. Isso abre as portas para que provedores de dados vejam tráfego encriptado, deixando usuários vulneráveis a brechas.

Entre os aplicativos removidos está o Been Choice, que atraiu atenção por sua capacidade de bloquear publicidade em aplicativos.

Fonte: Info