Google retira extensão maliciosa da sua loja do Chrome

Webpage-ScreenshotUma extensão do Chrome desenvolvida para capturar imagens de tela e anotações obteve os dados de 1,2 milhões de usuários, segundo a SC Magazine.

A extensão, denominada Web Screenshot e bem classificada com 4.5 estrelas, continha código para obter dados privados e enviá-los,posteriormente, para um servidor central localizado nos Estados Unidos.

Segundo a Softpedia, o Web Screenshot tinha uma função de “adormecimento” de modo a que este código malicioso só fosse executado uma semana após o download. Isto ajudava a que a extensão não fosse detectada pelos mecanismos da Google. Quando ativada, conseguia ler os títulos das páginas acedidas através do Chrome e inclusivamente os nomes de utilizadores e outros detalhes pessoais.

Entretanto a extensão Web Screenshot já foi removida da Web Store.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: ESET

Apple retira de sua loja apps de segurança

integovirusbarrier-800x481A Apple removeu de sua App Store uma série de aplicativos antivírus e anti-malware. Embora a empresa não tenha lançado uma declaração oficial, aplicativos que prometem escanear o iPhone em busca de vírus e consertar eventuais problemas estão sendo removidos da loja de aplicativos da empresa.

A suposta finalidade dessa medida, segundo o site MacRumors, seria evitar dar aos usuários a impressão de que o sistema operacional dos dispositívos é vulnerável a vírus e malwares.

Um dos aplicativos afetados pela medida foi o VirusBarrier iOS, da Intego. De acordo com Jeff Erwin, CEO da Intego, a empresa considerou a descrição do aplicativo na App Store “enganadora”. Após reescrever a descrição do aplicativo na loja e solicitar uma revisão da decisão da Apple, Erwin ficou sabendo que a ação da empresa era de escala maior.

Mesmo levando seu pedido “até o nível executivo” da Apple, o aplicativo da Intego não pôde voltar à loja. segundo a Intego, o VirusBarrier iOS continuará a receber atualizações, mas elas não poderão ser baixadas pela App Store.

Embora não esteja claro quando a remoção de tais aplicativos começou ou quantos já foram afetados, uma busca na loja da Apple por “antivirus” retorna como resultados, majoritariamente, jogos, aplicativos de privacidade e aplicativos que ajudam a encontrar seu telefone caso ele seja perdido.

Opinião do seu micro seguro: não existe sistema inexpugnável! Essa é uma máxima repetida pela quase totalidade dos especialistas em segurança digital. Na minha opinião a decisão tomada pela Apple é equivocada e pode vir a ser interpretada pelos cibercriminosos como um recado de que o iOS é um sistema que baseia sua proteção apenas no controle de aplicativos disponibilizados na Apple Store, deixando a navegação e todas as demais formas de interação com a rede utilizadas pelos seus usuários a mercê das mais variadas modalidades de ataques virtuais.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital

Popcorn Time é tirado do ar por seus desenvolvedores

popcorn-timeTido como o “Nextflix dos pirateiros”, o serviço de streaming de torrents Popcorn Time foi tirado do ar por seus desenvolvedores. O anúncio foi feito na página oficial, em um texto que descreve o fim do programa como o encerramento de um experimento – bem-sucedido, na visão dos idealizadores.

Segundo o relato, o projeto de código-aberto chegou a envolver mais de 50 pessoas, que o traduziram para 32 idiomas, sendo “alguns que nós nem sabíamos que existiam”. O aplicativo ainda foi baixado em “todos os países do mundo”, nas palavras dos desenvolvedores, inclusive – e surpreendentemente – em dois que não têm acesso à internet.

Os programadores se mostraram surpresos com essa adesão do público e também com a capacidade de criação da comunidade open source. Foram também surpreendidos pela aceitação da mídia em relação à proposta do programa: “eles estavam torcendo por nós”, escreveram. “Nós nos tornamos os ‘patinhos-feios’ que lutariam pelo consumidor.”

Com o experimento, os desenvolvedores argentinos também viram quantas pessoas estão contra a “velha indústria do cinema”, que, nas palavras deles, impõe “restrições demais em mercados demais”. “A pirataria não é um problema das pessoas, mas sim de serviço”, afirmaram. “Um problema criado por uma indústria que coloca a inovação como ameaça para sua fórmula antiquada para arrecadar.”

Por fim, a equipe por trás do Popcorn afirma ainda ter mostrado que muitos estão dispostos a arriscar levar multas e processos apenas para “conseguir assistir a um filme recente de chinelos”, em casa – o tipo de experiência “que eles merecem”. Ou seja, uma solução como o Netflix, mas com menos restrições impostas pelos estúdios, talvez seja mesmo a melhor.

Futuro – Vale lembrar que, por ser de código-aberto, não deve demorar muito para que um serviço como o Popcorn Time apareça na web. No entanto, o mesmo deve acontecer com golpes que usam o programa como isca, oferecendo o setup, mas instalando no lugar algum tipo de malware. É bom ficar atento e manter o computador devidamente protegido.

Opinião do seu micro seguro: como a matéria salienta e eu gostaria de reforçar há uma grande probabilidade de que a partir de agora surjam na rede futuros “sucessores” do Popcorn Time oferecendo todas as facilidades de serviços como o Netflix de forma totalmente gratuita. Porém com o altíssimo risco de transformar isso em uma estratégia para distribuição de diferentes tipos de malwares, mais notadamente de trojan bankers.

Fonte: Info