Conheça o Google Cleanup

O Google acaba de elevar o nível de segurança e adicionar novas funcionalidades ao Chrome para Windows que vão alertar o usuário em caso de qualquer comportamento suspeito.

A primeira das novidades é que o Chrome a partir de agora vai detectar se as configurações padrões do navegador foram alteradas sem o consentimento do usuário.

Isso ocorre muito comumente quando você está instalando algum software novo e ele possui algumas outras ferramentas para mudar a página inicial do navegador ou o padrão de busca, o que é extremamente irritante.

Agora com o essa novidade do Chrome, mesmo se você ativar isso sem querer, poderá restaurar o navegador para as configurações anteriores em um simples clique.

Outra novidade muito interessante para os usuários do Chrome no Windows é que o navegador poderá avisar o usuário de um software potencialmente perigoso no seu próprio computador.

Isso mesmo! Não é apenas um site que esteja infectado, mas também um programa instalado no Windows que possa interferir no uso e segurança do Google Chrome.

Chamado de Cleanup, o Google afirma que esse recurso não é uma proposta genérica para um antivírus! “Ele apenas remove softwares que não estão de acordo com a nossa política de softwares indesejados”, afirma o Google em nota oficial.

O Google trabalhou em conjunto com a ESET para realizar esse grande feito no Chrome.

Agradecemos ao Augusto, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: tudocelular

Microsoft corrige falha grave de segurança no WiFi com WPA 2

Na manhã desta segunda-feira (16), a notícia de que a encriptação WPA e WPA 2 utilizada em redes WiFi seria facilmente explorada por cibercriminosos aumentou o nível de preocupação no mundo da cibersegurança. Felizmente, a Microsoft anunciou um pacote de atualização para atacar esse problema nos sistemas Windows.

“Soltamos uma atualização de segurança para resolver este problema. Os consumidores que atualizarem o sistema, ou possuem as atualizações ativadas de maneira automática, estarão protegidos. Nós continuaremos encorajando nossos consumidores para ligarem as atualizações automáticas, isso ajudará a mantê-los seguros”, comentou um porta-voz da Microsoft.

Outros sistemas

Apesar de ter foco maior no Android — 41% dos dispositivos com o sistema da Google estariam vulneráveis a esse ataque, algo considerado “especialmente devastador” pelos especialistas —, a falha está presente nas criptografias WPA e WPA2, ou seja, gadgets com Windows, macOS, iOS e outros sistemas baseados no Linux também estão sujeitos a sofrer as consequências dela.

De acordo com especialistas de segurança, os dispositivos Android e Linux podem ser os mais afetados. A Google prometeu uma atualização que corrige a brecha para as próximas semanas — e os aparelhos Google Pixel serão os primeiros a receberem.

A Apple ainda não comentou sobre o caso, desde a vulnerabilidade no macOS e iOS até uma possível atualização de emergência.

Já a Wi-Fi Alliance, rede responsável pela tecnologia WiFi utilizada nos dispositivos ao redor do mundo, comentou que o problema pode ser resolvido por “atualizações de software disponibilizadas pelas fabricantes, e que a ‘indústria Wi-Fi’ já começou a disponibilizar pacotes de atualização”.

No PC onde tenho instalado uma distribuição Linux (Mint, XFCE), foi liberada hoje mesmo uma atualização de segurança para correção dessa falha de segurança aqui relatada.

Fonte: Tecmundo

Troca de tela quebrada de smartphone pode ameaçar a sua segurança

Se a tela do seu smartphone quebrou, é natural que você procure uma reposição; afinal isso acaba saindo mais em conta do que comprar um aparelho novo. Entretanto, esse reparo aparentemente simples pode trazer alguns problemas bem sérios para você caso o produto utilizado na substituição tenha sido criado para abrir brechas de segurança em seu aparelho.

Isso é o que aponta um estudo conduzido na Universidade Ben-Gurion do Negev, de Israel, no qual pesquisadores conseguiram controlar um aparelho de forma remota ao incluir um chip integrado específico em uma tela de smartphone. Em outras palavras, isso permitia aos cientistas acessar remotamente o dispositivo e realizar uma série de ações com ele.

Os pesquisadores incluíram o chip em uma tela não oficial de dois aparelhos Android, um Huawei Nexus 6P e um LG G Pad 7.0. Com isso, eles conseguiram não apenas monitorar tudo o que era digitado no teclado de ambos os dispositivos, mas também instalar aplicativos, direcionar URLs para sites falsos que roubam dados e até mesmo tirar fotografias e enviá-las por email, tudo sem o consentimento do usuário.

Por meio dessa abertura, os pesquisadores conseguiram inclusive explorar falhas no kernel do sistema com esee método. Eles ainda informaram que os atacantes poderiam desligar a tela do aparelho enquanto realizam todas essas ações, tornando o processo todo ainda mais imperceptível e nocivo.

Problema grave

Uma das situações mais complicadas apontadas pelo estudo envolve a dificuldade de identificar as telas falsas. Algumas delas que podem conter esse tipo de brecha são bastante verossímeis e pode ser difícil até mesmo para os técnicos especializados em reparo detectarem que se trata de um display falsificado.

Além disso, esse tipo de ataque chamado de “chip in the middle” (uma referência ao chip que intercepta dados) pode ser realizado a partir de componentes muito baratos, fáceis de serem produzidos em massa. No vídeo demonstrativo acima, os pesquisadores exibem todo o processo em um dispositivo Android, mas eles alegam que o mesmo também pode acontecer em aparelhos com iOS (iPhone e iPad).

Fonte: Tecmundo

Vem aí: Emojis como senha

Os emojis estão em todos os lugares e, em breve, podem ganhar ainda novos espaços, como as senhas de seus serviços na internet. Talvez isso demore um pouco para acontecer, mas pesquisadores da Universidade Tecnológica de Berlim, da Universidade de Ulm e da Universidade do Michigan se uniram para testar o uso de emojis no lugar de números e letras para bloquear a tela de smartphones.

A motivação para essa ideia é simples: enquanto você conta com 10 caracteres quando usa números, os emojis oferecem nada menos do que 2.500 opções. Assim, os cientistas reuniram 53 participantes usuários de Android e os dividiram em dois grupos. Um deles definiu uma senha com figuras de um teclado de 12 emojis individualmente selecionados para cada um deles. O outro, adotou o método tradicional.

Os pesquisadores relatam que os usuários do grupo dos emojis acabavam usando padrões bem definidos para criar a senha, como criar uma pequena história ou então selecionar os emojis dos quatro cantos do teclado.

Após usar a senha por várias vezes, os participantes da pesquisa eram convidados a retornar uma semana depois e redigitar a sequência. Aqui, o grupo que usou o método convencional, com números, se saiu levemente melhor. O grupo dos emojis, porém, relatou ter se divertido mais tentando se lembrar da senha.

E a segurança?

Uma senha fácil de ser lembrada nem sempre é segura, especialmente se ela segue um padrão lógico. Assim, os pesquisadores alertam que utilizar teclas próximas ou sequenciais e também itens posicionados nos cantos de um teclado facilita a vida de alguém que observa o usuário digitando a senha. Entretanto, uma seleção aleatória de emojis se torna muito mais difícil de ser memorizada dessa forma.

Assim, a conclusão do estudo é: desde que criada da forma mais aleatória (ou pelo menos não seguindo um padrão lógico facilmente identificado), as senhas de emoji podem ser seguras, fáceis de memorizar e também muito divertidas.

Fonte: Tecmundo

Vei aí: Google Play Protect

Android é o sistema operacional mais usado no mundo hoje e, por isso, é também muito visado por cibercriminosos. Assim, não é incomum lermos notícias sobre apps com malwares driblando a segurança da Google e sendo distribuídos pela loja oficial da Google, mas a companhia acaba de lançar uma ferramenta que pode amenizar esse problema.

Chamada de Google Play Protect, essa é uma ferramenta de segurança que vasculha os aplicativos instalados em seu dispositivo via Play Store e assegura se não há de errado com eles. É uma espécie de antivírus da própria loja oficial de apps do Android que “trabalha continuamente para manter seu dispositivo, dados e apps seguros”, afirma a Google.

Isso significa que ele funciona ininterruptamente durante as 24 horas do dia, fazendo todo o trabalho de forma automática — e você só é notificado caso algo de errado seja encontrado. Além de vasculhar tudo automaticamente, a ideia é que haja também um botão exclusivo para realizar uma verificação manual dos aplicativos instalados em seu dispotivo.

A nova ferramenta de proteção do Android está embutida na versão 11 do Google Play Services e estará presente também em versões posteriores. A novidade ainda não chegou a todos os usuários do Android, mas deve acontecer nos próximos dias.

Fonte: Tecmundo

Brasileiros: altamente preocupados com sua segurança na rede

Os brasileiros relataram um alto nível de preocupação com roubo de identidade e fraude bancária, com 72% dos entrevistados indicando séria apreensão, de acordo com o Unisys Security Index, que pesquisou consumidores no mês de abril de 2017 em 13 países ao redor do mundo. O estudo global avalia o comportamento de pessoas em uma ampla gama de questões relacionadas à segurança.

Os níveis mais altos de preocupação relatados pelos brasileiros estão nas áreas de roubo de identidade e fraude bancária, com 72% dos participantes apontando uma séria apreensão (entre “muito” e “extremamente”) sobre as duas questões. A maioria das pessoas (69%) também indicou temer ataques de hackers e vírus cibernéticos.

Grande parte dos entrevistados também estavam muito preocupados com a segurança das transações online (62%), segurança pessoal (61%), capacidade de cumprir com as obrigações financeiras (52%), segurança nacional (52%), além da preocupação com desastres e epidemias (51%).

A pesquisa também identificou uma queda notável na preocupação com a Segurança Nacional, com 52% das pessoas seriamente preocupadas, na comparação com as 80% registradas na última edição do estudo Unisys Security Index, realizado em 2014.

No Brasil, o índice total é 189 pontos em uma escala de 0 a 300, considerado um alto nível de preocupação e apenas dois pontos acima do índice brasileiro de 2014. No mesmo período, os números para México e Colômbia aumentaram 13 e 18 pontos respectivamente. O resultado dos Estados Unidos teve um aumento de 46 pontos; do Reino Unido, 41 pontos; da Austrália, 51 pontos e da Holanda, 59 pontos. Mundialmente, o índice aumentou 30 pontos, saltando de 143 para 173.

O estudo também revela que os níveis de preocupação com a segurança dos brasileiros são maiores entre mulheres e adultos de 25 a 34 anos, este último na comparação com aqueles com mais de 55 anos. Além disso, os que têm menor renda são mais preocupados com segurança do que aqueles com maior poder aquisitivo.

Leonardo Carissimi, diretor de Soluções de Segurança da Unisys na América Latina, explica que atualmente trabalhar apenas não prevenção de segurança não é mais suficiente, uma vez que sempre surgem ataques imprevisíveis.

Por isso ele recomenda às empresas adotarem a tática de detectar e responder e trabalhar com cyber treath intelligence, predição, micro-segmentação e biometria para proteção das informações. “Prevenir é importante, mas não é mais suficiente para garantir a continuidade dos negócios”, diz.

Security Index: 10 anos

A Unisys Corporation lançou o Unisys Security Index em 2007 para oferecer uma estatística robusta e uma análise contínua sobre o tema. O índice abrange a mudança de atitudes, ao longo do tempo, sobre oito áreas de segurança em quatro categorias: segurança nacional e desastres/epidemias, para o índice da Segurança Nacional; fraudes bancárias e obrigações financeiras, para Segurança Financeira; cyber vírus/hackers e transações online, para a Segurança na Internet; e no índice de Segurança Pessoal, o roubo de identidade e segurança pessoal.

A Unisys Security Index 2017 é baseada em entrevistas online realizadas entre 6 e 18 de abril de 2017, com uma amostra representativa de cada nacionalidade de mais de 1.000 participantes adultos dos seguintes países: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Colômbia, Alemanha, Malásia, México, Holanda, Filipinas, Reino Unido e Estados Unidos. Em cada índice nacional, a margem de erro é de 3.1%, para mais ou para menos, em um nível de confiança de 95% no índice geral, esse valor é de 0.9%.

Fonte: ti inside

Descoberta falha grave de segurança no Chrome

Uma falha grave foi encontrada no Google Chrome, especificamente na versão 59. Segundo o pesquisador @lupus_cyber, o navegador possui uma vulnerabilidade de zero dia que permite a execução de um código remoto. Dessa maneira, um invasor poderia executar um código de comando no sistema para, por exemplo, monitorar as atividades do computador — e ainda com a possibilidade de roubar dados sensíveis do usuário, como senhas de email, redes sociais e internet banking.

 

Segundo o pesquisador, o exploit está na versão Google Chrome 59.0.3071.86 e 59.0.3071.115. Além disso, os parâmetros do exploit são: Bypasses ASLR, Bypasses DEP / W ^ X e Bypasses EMET Version 5.52± .
A google ainda não se manifestou sobre essa falha de segurança.
Ficamos na expectativa da liberação de uma correção em caráter emergencial.

Fonte: Tecmundo