App Google Drive: suporte termina hoje – veja o que fazer

Hoje, dia 12 de março, a Google encerra o suporte aos aplicativos de Windows e macOS do Google Drive e do Google Fotos. A mudança foi anunciada em setembro do ano passado e usuários de ambos os serviços já devem estar recebendo notificações sobre o que fazer após o dia de hoje.

O objetivo da Google é separar quem usa os serviços pessoais de quem precisa da sincronização em um ambiente corporativo. Na prática, só o que está mudando é o nome dos aplicativos que devem ser instalados, já que as funções continuam praticamente as mesmas, possibilitando que você veja os arquivos que estão na nuvem em uma pasta do computador.

O que devo fazer para continuar sincronizando meus arquivos?

Se você usa os aplicativos do Google Drive e Google Fotos para Windows e macOS em casa, eles vão parar de funcionar neste 12 de março. Para continuar sincronizando fotos e documentos com a nuvem da Google, será preciso baixar e instalar um novo programa, chamado “Backup e sincronização”. O processo é bem parecido com o de instalação do antigo Drive e está disponível no mesmo endereço do programa antigo.

Já os usuários profissionais, que tem uma conta corporativa da G Suite para acessar arquivos do trabalho, devem usar o Drive File Stream. Ele tem algumas diferenças em relação à outra versão, como o fato de possibilitar o streaming de fotos e vídeos, além de aparecer no computador como um disco rígido e não como uma pasta.

Com o fim do suporte, os aplicativos antigos irão parar de realizar a sincronização com a nuvem da Google. Por isso, o recomendado é que todos os usuários façam a mudança assim que possível e mantenham seus backups atualizados.

Fonte: Tecmundo

Firefox não dará mais suporte aos Windows XP e Vista

Firefox-03A Fundação Mozilla anunciou que o seu navegador de internet Firefox vai deixar de ter suporte para os sistemas Windows XP e Vista a partir de março deste ano.

O browser é o último entre os mais populares a ainda funcionar nesses sistemas operacionais antigos, que já foram abandonados até mesmo pela Microsoft. O Google Chrome não oferece novas versões desde o início de 2016 e o Internet Explorer está na versão 9 no Vista e 8 no XP.

Segundo o comunicado oficial da Mozilla, a fundação informa que a versão 52 do Firefox será a última a funcionar nos computadores com Windows velhos. Como motivo para o abandono dos sistemas, é apontada a falta de atualizações de segurança por parte da Microsoft.

“Sistemas operacionais sem suporte não recebem atualizações de segurança, tem exploits conhecidos [hacks feitos a partir de falhas de segurança] e podem ser perigosos de se usar, o que torna difícil para nós mantermos o suporte do Firefox nessas versões”, de acordo com a Mozilla.

A Mozilla diz ainda que vai continuar a oferecer atualizações de segurança do navegador para quem ainda usa PCs com os Windows descontinuados, mas novas funções não serão acrescentadas ao software.

Para o mercado corporativo, o fim do suporte para XP e Vista será em setembro de 2017.

A consultoria NetMarketShare informa que 9,07% dos computadores ainda usam o Windows Xp, enquanto o Vista aparece junto com a aba referente a “Outros”, com 4,98%. Os dados são referentes a dezembro de 2016. Atualmente, o Windows 7 é o líder em termos de presença em desktops, com 48,34%. O Windows 10 tem pouco mais do que a metade dessa porcentagem (24,36%).

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Exame

Google pretende acabar com apps do Chrome

google_playO Google anunciou nos últimos dias que está encerrando o suporte para os aplicativos que funcionam utilizando o navegador Chrome como plataforma. A medida afetará todos os sistemas operacionais, exceto os presentes em Chromebooks.

Isso significa que os apps não estarão disponíveis para download no Windows, Mac e Linux a partir do segundo semestre de 2017. Para piorar, os programas não irão nem sequer funcionar em nenhuma dessas plataformas a partir de 2018.

Mas por qual motivo a empresa iria matar o recurso? Simples, porque as pessoas não o usam. De acordo com o Google, aproximadamente apenas 1% dos usuários de Linux, Mac e Windows fazem uso de aplicativos regulares. Já no sistema operacional do Chrome, esses aplicativos desempenham uma “função crítica” e, por essa razão, serão mantidos.

Para suprir uma possível falta que o recurso possa fazer na vida dos usuários, a empresa norte-americana está investindo na produção de extensões e temas que estarão disponíveis na Chrome Web Store.

Fontes: Olhar Digital e Chromium Blog

Cibercriminosos passam a oferecer “suporte” de atendimento

cibercriminososOs ataques que sequestram computadores e pedem resgate, os ramsomware, estão cada vez mais sofisticados, chegando até a se tornarem uma operação profissional. De acordo com especialistas em segurança, diversas quadrilhas estão adotando táticas comuns de serviços de atendimento ao consumidor e telemarketing.

Os criminosos estariam contratando artistas gráficos, call centers e até suporte técnico para facilitar os processos de pagamento e recuperação de informações. “É um modelo de negócio perfeito, desde que você ignore o fato de que eles estão fazendo algo terrível”, explica James Trombly, presidente da Delphi Technology Solutions, empresa de serviços de informática nos Estados Unidos.

Os call centers trabalham para responder e-mails e fazer com que as vítimas paguem o resgate solicitado, enquanto artistas gráficos e tradutores garantem que as instruções de como proceder sejam compreendidas em várias línguas. Para que cada pessoa receba as informações em seu próprio idioma, as quadrilhas usam a geolocalização.

Esse tipo de ataque vem crescendo nos últimos anos e causando problemas para empresas e usuários comuns.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital

Usuários Windows: hora de desembarcar do QuickTime

quicktimeA Trend Micro, empresa especializada no desenvolvimento de soluções de segurança, anunciou no seu blog que a Apple terminou o suporte ao software QuickTime na versão Windows e que, como tal, vai suspender a sua atualização incluindo as correções de segurança.

Com esta suspensão, os usuários deste software de visualização de conteúdos multimídia, ficam com os seus sistemas vulneráveis a partir do momento que os hackers comecem a explorar as falhas de segurança existentes no QuickTime.

Recentemente foram descobertas pela Trend Micro duas falhas de segurança que permitem a execução de forma remota de códigos maliciosos quando o usuário acessa um site ou arquivo especificamente alterado de forma maliciosa.

Diante da gravidade que representa o fim do suporte do software por parte da Apple, recomenda-se que todos os usuários do QuickTime removam o software do seu computador sob pena tornarem os seus sistemas vulneráveis a ataques.

Agradecemos ao Davi e ao Paulo Sollo, colaboradores amigos do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Wintech

Windows 8: termina hoje o suporte a atualizações de segurança

Windows8A partir desta hoje, 12/1, a Microsoft vai parar de oferecer patches de segurança para o sistema lançado há cerca de três anos.

Para continuar em dia com a segurança do seu sistema operacional, os usuários terão de fazer o upgrade para o Windows 8.1 ou para o Windows 10, lançado em julho de 2015.

Como o ZDNet destaca, o Windows 8 é uma exceção na típica política de suporte da Microsoft, que fornece 10 anos de soluções de segurança a partir da data de lançamento do software.

Isso porque a Microsoft considera o Windows 8.1 (um update significativo lançado um ano depois do Windows 8) como um service pack, em vez de um sistema operacional completamente novo. A empresa de Redmond garante apenas dois anos de patches de segurança para quem não atualiza para o service pack mais recente.

Realmente, o Windows 8.1 é uma grande melhoria sobre o Windows 8, resolvendo muitos dos problemas da versão inicial. Parece mais substancial do que um service pack, mas não deve trazer nenhum problema de compatibilidade a partir do Windows 8, por isso fica difícil pensar em alguma boa razão para os usuários finais não atualizarem. Além disso, também é possível fazer o upgrade gratuito para o Windows 10 até o meio do ano.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IDG Now!

Vem aí: rede 5G. Saiba porque iremos precisar muito dela

rede_5gEnquanto as redes LTE parecem apenas terem começado a decolar, as empresas de telecomunicações estão completamente discutindo sobre as perspectivas da tecnologia 5G. Algumas empresas, como Megafon e Huawei, começaram a investir ativamente seus esforços de relações públicas para lançar uma prova do 5G para a Copa do Mundo 2018, que será realizada na Rússia.

O certo é que a padronização do 5G atualmente está em fase de planejamento, a implantação final estará disponível somente em 2020 (que também é a razão pela qual a norma é conhecida como IMT-2020 nos documentos). No entanto, ninguém pode proibir o uso de “5G”para a comercialização, contato que não use o nome da rede real. Atualmente, o nome 5G faz referência à quinta geração das redes móveis.

O tipo de geração e de normas de etiqueta é uma pergunnta aberta que envolve um monte de filosofia da própria tecnologua. Em algum sentido da palavra, a rede 5G era funcional, inclusive tão cedo quanto há 10 anos na região de Moscou. Nesse caso, o 5G era um serviço oferecido pela ArtCommunications, um prestador de serviços local.

Aqueles que lutam para permanecer à frente da corrida, são bastante indecisos ao descrever os benefícios da rede 5G: “O acesso a Internet móvel de largura de banda e um número crescente de dispositivos acessíveis impulsionam o crescimento massivo de volumes de dados. A conectividade 5G oferecerá redes de maior capacidade que aliviará a carga e reduzirá a latência durante a transmissão do sinal. Os assinantes serão capazes de experimentar velocidades móveis mais altas que estarão disponíveis com a nova norma, por exemplo, apreciando streaming de vídeos sem ter que esperar que o arquivo carregue”, comenta Huawei.

Bom, o texto é exatamente o mesmo de quando o LTE-Advanced, LTE, 3G e até mesmo EDGE foram promovidos ativamente. Lembro com clareza dos vídeos de demonstração em streaming cada vez que cada uma destas redes foi lançada.5g_comparaHoje em dia, não há nenhuma tecnologia comercial capaz de suportar a rede 5G. Hoje, o mercado só faz um monte de conjeturas sobre as freqüências em que operarão as redes 5G, assim como os tipode modulação e de codificação necessárias. Até agora, o plano é utilizer operadoras diferentes no espectro de 1-100 GHz. Com este debate em curso, a única conclusão que parece viável é que o novo padrão de conectividade alavancará largura de banda máxima (o que até faz sentido, já que não há outra maneira). Também resulta lógico elaborar a seguinte conclusão: o uso frequências de microondas significará o surgimento de femtocells e picocells com intervalo mínimo de operação.

Uma das principais razões pelas quais a rede 5G eventualmente surgirá, é a necessidade de maior para suportar todos os dispositivos da IoT (Internet das Coisas). Quando cada casa ter cerca de uma centena de dispositivos conectados “inteligentes”, alguns deles, como geladeiras e televisores, poderão servir como “estações de base” para conectar outros aparelhos. Esta abordagem é chamada MIMO (entrada múltipla, saída múltipla): um dispositivo cliente se conecta a vários transceptores simultaneamente.

Esta enorme quantidade de dispositivos é a razão pela qual a largura de banda necessária acumulativa não deve ser menor do que as dezenas de Gbps, especialmente nos ambientes interiores. Essa alta capacidade não será necessária para lidar com o crescimento do volume de dados 1000x esperado para o ano de 2020.

Nos ambientes exteriores, as velocidades de um par de centenas de Mbps serão suficientes. É claro, essas velocidade já são assim tão elevadas nas redes existentes de LTE Advanced. Neste caso, o novo 5G trará à indústria será uma menor latência (ou seja, ping), abaixo de 1 milissegundo.

Hoje em dia, há apenas um caso de uso associado a estes parâmetros: as soluções de realidade aumentada e virtual. É pouco provável que em breve vamos estar andando por aí com capacetes como os de Robocop, mas esta tecnologia é uma grande vantagem para aplicações de telemedicina, que permitirá realizar cirurgias por forma remota. Assim como também servirão para projetos de carros sem motoristas.

Além disso, a latência mínima será necessária para abastecer o chamado “Internet tátil”: neste paradigma, todos os aplicativos são movidos para a nuvem e o usuário utiliza um cliente fino equipado com uma tela sensível ao toque e não processa nenhum dado localmente.

Esta abordagem é de grande interesse para a indústria, também por causa dos problemas de segurança de dados: quando os dados são armazenados apenas em um datacenter e a única coisa transmitida através da conexão de rede é o conteúdo do vídeo, já não é possível sequestrar ou roubar os dados.

A segurança, aliás, é um dos pontos chaves da 5G. No entanto, quase não há conceitos prontos desenvolvidos, para além de declarações visionárias sobre a necessidade da segurança dos dados acelerados por hardware. Ao mesmo tempo, a discussão gira em torno da variedade de ameaças com as quais teremos que lidar com a era 5G.

Tomemos o ransomware, por exemplo. Atualmente, os hackers são capazes de bloquear o acesso a arquivos armazenados localmente em um PC ou um dispositivo móvel. No mundo da Internet das coisas, o mesmo truque pode ser facilmente utilizado, mas desta vez no nível físico?: como você se sentiria de não pudesse entrar na sua casa, ou no escritório, ou entrar em um carro devido a um ataque ransomware?

Além disso, um maior número de dispositivos conectados também será mais fácil para criar botnets para ataques DDoS, que passariam a se tornar ainda mais massivo e impactante. Não se esqueça que estamos falando de bilhões de novos dispositivos conectados, presumivelmente dispositivos domésticos geridos não por administradores experientes, mas sim por pessoas comuns.

Além disso, quanto mais elevadas as velocidades de transmissão, maior será a probabilidade de que o culpado transfira com sucesso um pequeno código malicioso ou que possa eliminar seus depois de interceptar o tráfego.

Como regra geral, os conceitos de segurança oferecidos atualmente para a rede 5G (com o Nokia Mobile Guard sendo um dos mais famosos) estão baseados na abordagem na nuvem. Faz sentido, considerando o fato de que a maioria dos dispositivos 5G de clientes conectados terão um nível medíocre em termos de potência: é claro que não é prático criar antivírus diferentes para cada aspirador de pó, lâmpada ou ferro de passar.

É por isso que as soluções de segurança será baseadas na análise de dados e SMS móvel realizada no nível da empresa. Esta análise ajudará a detectar atividades maliciosas geralmente realizadas por malwares, ou irregularidades no comportamento dos dispositivos conectados.

A vantagem da 5G, em termos de segurança, é que teremos a oportunidade de nos livrar do Wi-Fi: a Internet de banda larga móvel superará as soluções existentes e inclusive funcionará melhor nos interiores do que nos exteriores.

As principais desvantagens de Wi-Fi são bastante conhecidas. Em primeiro lugar, é o espectro limitado e não gerenciados que causa sérios problemas com interferência e, como consequência, com a largura de banda. Os dispositivos de interiores que só suportam uma faixa de frequência de apenas 2,4 GHz são pouco úteis em edifícios de múltiplos compartimentos – e falamos de hoje em dia, quando nós não conseguimos conectar todas as nossas TVs, sem mencionar frigoríficos.

Em segundo lugar, o processo de reconexão de uma rede de celular a uma rede Wi-Fi interrompe todas as sessões atuais no dispositivo. Este problema já está sendo resolvido (nas ligações via Wi-Fi), mas o progresso é bastante lento e tem todas as chances de não chegar a lugar nenhum.

Em terceiro lugar, os cibercriminosos dão uma imensa oportunidade: as chaves de criptografia são fáceis de comprometer; o tráfego pode ser interceptado via criação de hotspots falsos com os mesmos SSIDs (Identificador de rede).

E, finalmente, o Wi-Fi oferece a liberdade de discutível das redes Wi-Fi públicas abertas, que só resultam beneficiosas para os cibercriminosos, mas não para os usuários. Vamos esperar 5G nos afaste desta ideia.

Fonte: Kaspersky blog