App Google Drive: suporte termina hoje – veja o que fazer

Hoje, dia 12 de março, a Google encerra o suporte aos aplicativos de Windows e macOS do Google Drive e do Google Fotos. A mudança foi anunciada em setembro do ano passado e usuários de ambos os serviços já devem estar recebendo notificações sobre o que fazer após o dia de hoje.

O objetivo da Google é separar quem usa os serviços pessoais de quem precisa da sincronização em um ambiente corporativo. Na prática, só o que está mudando é o nome dos aplicativos que devem ser instalados, já que as funções continuam praticamente as mesmas, possibilitando que você veja os arquivos que estão na nuvem em uma pasta do computador.

O que devo fazer para continuar sincronizando meus arquivos?

Se você usa os aplicativos do Google Drive e Google Fotos para Windows e macOS em casa, eles vão parar de funcionar neste 12 de março. Para continuar sincronizando fotos e documentos com a nuvem da Google, será preciso baixar e instalar um novo programa, chamado “Backup e sincronização”. O processo é bem parecido com o de instalação do antigo Drive e está disponível no mesmo endereço do programa antigo.

Já os usuários profissionais, que tem uma conta corporativa da G Suite para acessar arquivos do trabalho, devem usar o Drive File Stream. Ele tem algumas diferenças em relação à outra versão, como o fato de possibilitar o streaming de fotos e vídeos, além de aparecer no computador como um disco rígido e não como uma pasta.

Com o fim do suporte, os aplicativos antigos irão parar de realizar a sincronização com a nuvem da Google. Por isso, o recomendado é que todos os usuários façam a mudança assim que possível e mantenham seus backups atualizados.

Fonte: Tecmundo

Final da Bios já tem data

Em uma conferência de hardware realizada neste mês, Intel anunciou seus planos para acabar com os últimos remanescentes do BIOS no mundo dos PCs até 2020. O jurássico sistema de entrada e saída — desenvolvido pela IBM nos primórdios da computação pessoal — será então completamente substituído pelo UEFI.

O BIOS (Basic Input/Output System) é um pequeno sistema que opera diretamente a partir da placa-mãe de computadores e foi criado para lidar com funções básicas dessas máquinas, tais como checar a integridade do hardware interno e dos periféricos e, em seguida, inicializar o sistema operacional.

O BIOS também era responsável por fazer a ponte de comunicação entre o SO e alguns periféricos como o teclado, mas essa função foi tirada das mãos desse sistema tão logo o computador pessoal começou a se popularizar, na década de 1990. O BIOS na verdade era muito lento para lidar com coisas mais avançadas que um teclado ou mouse moderno, e os SOs começaram a fazer essa ponte diretamente com o hardware através de drivers específicos.

Nascimento do UEFI

No começo dos anos 2000, enquanto a Intel desenvolvia seus chips Itanium IA64, a empresa percebeu que a BIOS não era mais adequada nem mesmo para fazer a inicialização do sistema operacional ou a checagem do hardware. Em vez de a companhia usar outros firmwares mais modernos que já existiam na época, resolveu desenvolver o EFI (Extensible Firmware Interface) para os novos chips. Essa família de processadores foi um verdadeiro fracasso, mas o EFI sobreviveu.

Possam continuar incrementando seu hardware e permanecer rodando o Windows XP

Isso porque ele era retrocompatível com software e hardware desenvolvidos para interagirem com o BIOS e, dessa forma, até hoje, alguns resquícios desse firmware jurássicos estão em processadores, placas-mãe e todo tipo de hardware e periférico desenvolvido para PCs. Nenhum desses produtos precisa mais do BIOS para qualquer coisa, mas eles mantêm essa “porta aberta” para que usuários de sistemas operacionais antiquados (anteriores ao Windows Vista SP1) possam continuar incrementando seu hardware e permanecerem rodando o Windows XP, por exemplo.

Atualmente, o firmware EFI se chama UEFI e consegue lidar — com muito mais rapidez e segurança — com as antigas funções do BIOS. Contudo, novos computadores ainda chegam ao consumidor com o sistema de retrocompatibilidade, o Compatibility Support Module (CSM), mas ele vem desativado. Isso acaba impedindo que você use hardware antigo em novas máquinas ou instale sistemas muito velhos sem antes fazer a ativação do recurso durante a inicialização do UEFI.

O CSM pode ser explorado por vírus que atacam a inicialização do sistema

Essa função vem desativada em notebooks e PCs de mesa comprados prontos por requerimento da Microsoft, já que o CSM pode ser explorado por vírus que atacam a inicialização do sistema ou mesmo hackers que sabem como driblar esse processo manualmente. O que a Intel quer fazer é eliminar completamente o suporte ao CSM em seus processadores até 2020 e, dessa forma, as fabricantes de placas-mãe e de PCs também terão que acabar com esse resquício do BIOS em seus produtos.

Isso vai facilitar o trabalho da Intel com novos chips, que não precisarão contar com complicados sistemas de retrocompatibilidade embutidos de fábrica. Contudo, isso vai essencialmente impedir que você use sistemas operacionais mais antigos que o Windows Vista SP1 64-bit em um futuro computador. Novas placas-mãe desenvolvidos para os próximos chips da Intel também impedirão esse tipo de uso, bem como futuras placas de vídeo e outros equipamentos.

Transição

Mas isso não quer dizer que o hardware dos últimos anos vai deixar de funcionar em novas máquinas. Todo tipo de equipamento produzido recentemente é compatível com o firmware UEFI e também com a BIOS. Por isso, eles ainda farão parte dos dois mundos por um bom tempo. Só os mais novos, feitos depois de 2020 é que terão limitações.

Por conta disso, até que o hardware UEFI sem compatibilidade com a BIOS domine o mercado, é possível que se passem anos, e os usuários do Windows XP podem desaparecer quase que completamente até lá, eliminando assim o problema gerado nessa época de transição. Depois de algum tempo, computadores novos só poderão rodar essa clássica versão do SO em máquinas virtuais.

Fonte: Tecmundo

Firefox não dará mais suporte aos Windows XP e Vista

Firefox-03A Fundação Mozilla anunciou que o seu navegador de internet Firefox vai deixar de ter suporte para os sistemas Windows XP e Vista a partir de março deste ano.

O browser é o último entre os mais populares a ainda funcionar nesses sistemas operacionais antigos, que já foram abandonados até mesmo pela Microsoft. O Google Chrome não oferece novas versões desde o início de 2016 e o Internet Explorer está na versão 9 no Vista e 8 no XP.

Segundo o comunicado oficial da Mozilla, a fundação informa que a versão 52 do Firefox será a última a funcionar nos computadores com Windows velhos. Como motivo para o abandono dos sistemas, é apontada a falta de atualizações de segurança por parte da Microsoft.

“Sistemas operacionais sem suporte não recebem atualizações de segurança, tem exploits conhecidos [hacks feitos a partir de falhas de segurança] e podem ser perigosos de se usar, o que torna difícil para nós mantermos o suporte do Firefox nessas versões”, de acordo com a Mozilla.

A Mozilla diz ainda que vai continuar a oferecer atualizações de segurança do navegador para quem ainda usa PCs com os Windows descontinuados, mas novas funções não serão acrescentadas ao software.

Para o mercado corporativo, o fim do suporte para XP e Vista será em setembro de 2017.

A consultoria NetMarketShare informa que 9,07% dos computadores ainda usam o Windows Xp, enquanto o Vista aparece junto com a aba referente a “Outros”, com 4,98%. Os dados são referentes a dezembro de 2016. Atualmente, o Windows 7 é o líder em termos de presença em desktops, com 48,34%. O Windows 10 tem pouco mais do que a metade dessa porcentagem (24,36%).

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Exame

Acaba hoje: prazo para impedir compartilhamento de dados do WhatsApp com Facebook

whatsappSe você não quer que o WhatsApp compartilhe com o Facebook seus dados cadastrais – como número de celular, número de identificação do aparelho, sistema operacional e resolução de tela –, é preciso desligar essa função até hoje, 25 de setembro. A partir dessa data, o compartilhamento das informações será compulsório para os novos usuários do serviço e para aqueles que mantiveram a opção de compartilhamento de dados marcada.

A mudança consta na nova versão dos termos de uso do WhatsApp, anunciada no final de agosto. Para continuar a usar o WhatsApp, os usuários precisam ler e aceitar as condições descritas no documento. Quem não aceitar os termos de uso, não poderá usar o aplicativo a partir deste domingo.

Passo a passo

Há duas formas de desligar o compartilhamento de dados do WhatsApp com o Facebook. O mais simples é entrar no aplicativo, acessar a aba de configurações ou ajustes, escolher a opção Conta e depois, desmarcar o item “compartilhar os dados da conta”.

O outro jeito depende da versão do aplicativo: se ele for atualizado, o usuário receberá um aviso na tela do smartphone sobre as novas condições de uso assim que a nova versão for instalada no aparelho. Assim como na primeira opção, é possível desmarcar o item de “compartilhar os dados da conta”.

Impacto

O compartilhamento de dados do WhatsApp com o Facebook afeta os mais de 1 bilhão de usuários do serviço. No Brasil, mais de 100 milhões de pessoas utilizam o aplicativo. Comprado pelo Facebook por US$ 22 bilhões em 2014, o Facebook pretende usar a integração com o app de mensagens para “melhorar as experiências com anúncios e produtos”.

Fonte: Estadão

Microsoft dá fim ao app de upgrade para o Windows 10

windows10upgradeO upgrade gratuito do Windows 10 acabou no último dia 29 de julho, mas milhões de usuários dos Windows 7 e 8.1 ainda possuem o app Get Windows 10 e o software relacionado instalado em seus PCs. Isso finalmente começou a mudar nesta terça-feira, 20/09. A Microsoft começou a liberar uma atualização – via Windows Update – que vai se livrar para sempre do app Get Windows 10.

O aplicativo Get Windows 10, e seu comportamento que ficou cada vez mais agressivo com o tempo, é uma das mudanças mais polêmicas feitas pela Microsoft nos últimos anos. No início, o app era apenas um pouco irritante com os seus pop-ups na barra de ferramentas encorajando os usuários a atualizarem para o Windows 10 de graça.

Mas a Microsoft mudou a tática no final de 2015, quando começou a usar uma abordagem “no estilo de malware”. As coisas apenas pioraram no último mês de maio, quando a empresa mudou o comportamento do botão “X” no canto superior direito da janela que tomava quase a tela toda do usuário. Em vez de usar o “X” para fechar a janela, como já é padrão no mercado, a Microsoft interpretava o “X” como consentimento, e iniciava o upgrade. No entanto, esse comportamento criticado durou pouco e tudo voltou ao normal no mês seguinte.

Fonte: IDGNow!

Google pretende acabar com apps do Chrome

google_playO Google anunciou nos últimos dias que está encerrando o suporte para os aplicativos que funcionam utilizando o navegador Chrome como plataforma. A medida afetará todos os sistemas operacionais, exceto os presentes em Chromebooks.

Isso significa que os apps não estarão disponíveis para download no Windows, Mac e Linux a partir do segundo semestre de 2017. Para piorar, os programas não irão nem sequer funcionar em nenhuma dessas plataformas a partir de 2018.

Mas por qual motivo a empresa iria matar o recurso? Simples, porque as pessoas não o usam. De acordo com o Google, aproximadamente apenas 1% dos usuários de Linux, Mac e Windows fazem uso de aplicativos regulares. Já no sistema operacional do Chrome, esses aplicativos desempenham uma “função crítica” e, por essa razão, serão mantidos.

Para suprir uma possível falta que o recurso possa fazer na vida dos usuários, a empresa norte-americana está investindo na produção de extensões e temas que estarão disponíveis na Chrome Web Store.

Fontes: Olhar Digital e Chromium Blog

Autenticação de dois fatores pode acabar

cadeadoEm novo documento, governo dos EUA alerta sobre vulnerabilidade do método usado por empresas como Facebook, Twitter e Google.

A autenticação de dois fatores com mensagens SMS logo poderá ser uma coisa do passado. Isso porque uma agência federal dos EUA está desencorajando o uso desse método.

O Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos EUA publicou nesta semana a mais recente versão do seu Digital Authentication Guideline alertando que as mensagens SMS podem ser interceptadas ou redirecionadas, o que as torna vulneráveis a ataques.

Muitas empresas, como Facebook, Google e Twitter, assim como bancos, utilizam a autenticação de dois fatores com a mensagem de texto no celular para adicionar uma camada extra de segurança para as contas dos usuários.

Funciona assim: para acessar a sua conta, o usuário não precisa apenas da senha, mas também de um código secreto enviado via SMS pela empresa. Idealmente, esses códigos que só funcionam uma vez são enviados para um determinado celular para assegurar que ninguém mais o veja.

Mas, mesmo assim, os hackers encontram maneiras de enganar o sistema. No passado, os criminosos já usaram malware para infectar smartphones e redirecionar secretamente as mensagens SMS para outro aparelho.

Outros escolhem se passar por suas vítimas, pedindo para a operadora que reenvie as mensagens SMS para outro número.

O órgão americano sugere que esses números telefônicos conectados com serviços baseados em software, incluindo VoIP, possam ser vulneráveis a hacks, deixando em risco a segurança das mensagens SMS.

Em busca de melhores alternativas

Em vez disso, a agência federal recomenda que as empresas de tecnologia encontrem alternativas melhores. Isso pode incluir ainda enviar códigos parecidos, mas por meio de um aplicativo seguro para smartphone.

O Google, por exemplo, já oferece isso por meio do seu aplicativo Autenticador, que permite escapar das redes telefônicas e gerar um código diretamente no smartphone do usuário.

Ainda não está claro como o mercado vai reagir à proposta do governo dos EUA. Mas empresas de cibersegurança já vem trabalhando em maneiras de proteger mais as contas dos usuários e seus aparelhos por meio de reconhecimento de impressão digital, tokens via hardware, entre outros métodos.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: IDG Now!