Mozilla irá alertar usuário sobre vazamento de seus dados

Parceria entre Mozilla e base de dados “Have I Been Pwned” leva funcionalidade para todas versões futuras do navegador.

A Mozilla anunciou nos últimos dias que está incorporarando um recurso de segurança baseado na base de dados “Have I Been Pwned” em versões futuras do seu navegador Firefox.

Para quem não sabe, o serviço HIBP, de Troy Hunt, permite que os usuários insiram os seus e-mails para saber se seus dados já foram vazados na Internet.

A parceria entre a Mozilla e o “Have I Been Pwned” permitirá que os usuários do navegador digitem seu endereço de e-mail em uma nova ferramenta chamada Firefox Monitor para saber se já foram vítimas de vazamentos on-line.

A funcionalidade do Firefox informará aos internautas em qual(is) vazamento(s) seus dados foram comprometidos, além de fornecer recomendações de segurança.

“Estou realmente feliz em ver o Firefox se integrando com o HIBP desta maneira, não apenas para chegar ao maior número de pessoas, mas porque tenho muito respeito pelas contribuições deles para a comunidade de tecnologia”, afirmou o criador do “Have I Been Pwned”, Troy Hunt, em um post sobre a parceria.

Disponibilidade

Segundo a Mozilla, a funcionalidade começará a ser disponibilizada por meio de convites a partir de agora. A expectativa da empresa é convidar cerca de 250 mil usuários (principalmente nos EUA) neste primeiro momento.

Opinião do seumicroseguro: já verifiquei a presença desse novo recurso na versão mais recente do Mozilla Firefox 61.

Fonte: IDGNow!

Windows 7 ainda com 41% de usuários mundo afora

Parece que a normalidade voltou ao Windows em maio. Segundo a Net Applications, o Windows 7 viu sua base de usuários cair 1,8 ponto percentual no mês passado, o que deixou a plataforma com uma presença em 41,8% de todos os computadores do mundo – e em 47,3% nos PCs Windows.

Essa queda em maio foi a maior do Windows 7 em quase dois anos, com exceção de um número no final de 2017 quando a empresa de pesquisas retirou tráfego de bots criminosos dos seus dados.

A mudança de maio em relação aos meses anteriores foi dramática: em março e e abril, o Windows 7 ganhou terreno, exatamente o oposto do que a Microsoft quer ver à medida que tenta fazer com que mais e mais gente troque o Windows 7 pelo Windows 10.

Enquanto isso, o Windows 10 aumentou sua participação no mercado, com um crescimento de 0,9 ponto percentual em maio, fechando o mês com uma presença em 34,7% de todos os computadores – e em 39,3% de todos os PCs Windows. Isso também foi em contraste com os resultados dos meses anteriores, quando o sistema lançado em 2015 viu sua base de usuários cair em 0,8 ponto percentual.

As notícias podem ter sido boas para a Microsoft em maio, mas o quadro geral ainda é instável a longo prazo. Com uma previsão feita com base nos últimos 12 meses do Windows, a Computerworld dos EUA estima que o Windows 7 responderá por quase 35% de todas as versões do Windows em janeiro de 2020, quando o sistema lançado em 2009 será oficialmente aposentado. Nesta época, o Windows 10 deverá estar em 57% dos PCs Windows.

A mais recente tendência também mostra onde os sistemas estarão no final de 2018, apenas 12 meses antes da aposentadoria do Windows 7. Neste momento, o Windows 10 deverá estar em 45,6% de todas as máquinas Windows contra 43,2% do Windows 7.

Além disso, os dados da Net Applications mostram que o Windows 8 e Windows 8.1 combinados permaneceram estáveis em maio, com presença em 6,5% dos PCs – e em 7,3% dos PCs rodando Windows.

Fonte: IDGNow!

Windows 7: saindo de cena

Segundo a Net Applications, Windows 7 adicionou 0,1 ponto percentual em sua base em abril, enquanto que o Windows 10 permaneceu estável no último mês.

As situações do Windows 7 e do Windows 10 permaneceram confusas em abril, de acordo com a empresa de pesquisas Net Applications. Isso porque os progressos esperados – crescimento do Windows 10 e queda do Windows 7 – ficaram mais uma vez invertidos.

Segundo dados da companhia, o Windows 7 adicionou pouco mais de 0,1 ponto percentual em sua base de usuários em abril, encerrando o mês com 43,6% de todos os PCs do mundo e 49,3% de todas as máquinas Windows – o segundo número é maior do que o primeiro porque o Windows responde por 88,4% de todos os sistemas no mercado, não 100%.)

Enquanto isso, o Windows 10 ficou estável no mês passado, respondendo por 33,8% de todos os computadores do mundo e 38,2% dos PCs rodando alguma versão do Windows.

Os dados mais recentes da Net Applications mantêm a tendência registrada em março, quando a empresa de pesquisas disse que o Windows 10 tinha registrado a sua maior queda na história e o já antigo Windows 7 registrou o seu maior crescimento desde o meio de 2015.

O que está acontecendo?

Apesar de ser possível que esses números reflitam uma nova onda de adoção do Windows 7 no mundo real e uma ligeira aposentadoria de máquinas Windows 10, isso é um tanto improvável.

Em vez disso, os números provavelmente refletem uma outra “limpeza” feita recentemente pela Net Applications, que excluiu tráfego de bots dos seus dados em novembro do ano passado e repetiu a dose em fevereiro passado.

Nas duas oportunidades, a companhia se livrou do tráfego gerado por bots que pode distorcer os resultados. Essas ferramentas baseadas em softwares costumam ser implementadas por criminosos e golpistas, que programam os scripts automatizados dos bots para imitar o comportamento humano on-line, geralmente com objetivos de fraudes relacionadas a cliques em anúncios.

“Os bots podem causar uma distorção significativa dos dados”, afirmou a Nert Applications no ano passado. “Já vimos situações em que o tráfego de determinados países grandes é quase que completamente tráfego de bots. Em outros países, os fraudadores de anúncios geram tráfego que engana determinadas tecnologias para gerar cliques de alto valor. Ou favorecem de forma significativa uma plataforma ou navegador em particular.”

A Net Applications aponta que dados livres de bots são mais precisos porque são uma medida do que os usuários reais estão fazendo e não do que os golpistas fingindo ser usuários estão fazendo.

Mas, ao contrário da limpeza feita pela Net Applications em novembro, essa nova exclusão de bots não foi muito boa para a Microsoft. O esforço no fim do ano passado excluiu uma boa fatia de usuários do Windows 7 e adicionou pontos ao Windows 10, uma notícia que se encaixa na mensagem da Microsoft de que os consumidores estão rapidamente trocando o sistema antigo em troca do mais recente. No entanto, essa limpeza em fevereiro não seguiu o script.

Adiamento

As alterações nos números acabaram adiando o ponto em que o Windows 10 deverá superar o Windows 7 em usuários – de dezembro de 2018 para fevereiro de 2019 – o que pode ser perigoso, já que provavelmente teremos muitas pessoas usando uma plataforma sem patches quando o Windows 7 for oficialmente aposentado em janeiro de 2020.

A linha mais recente de tendência aponta que no final deste ano, apenas 12 meses antes da aposentadoria do Windows 7, o Windows 10 estará em 45% de todos os sistemas Windows, enquanto que o Windows 7 estará em 47% das máquinas com o sistema da Microsoft.

Macs

O levantamento da Net Applications também aponta que o macOS, da Apple, registrou um aumento de 0,2 ponto percentual em abril, fechando o último mês com 9,2% de participação no mercado – uma boa notícia para a empresa de Cupertino, cujo sistema tinha recuado 1 ponto percentual em março.

Fonte: IDGNow!

Uber avisa usuários sobre vazamento de dados

Usuários do Uber no Brasil que tiveram seus dados vazados em uma brecha de segurança ocorrida em 2016 estão começando a receber e-mails que avisam se foram vítimas e tiveram suas informações expostas. De acordo com UOL Tecnologia, que teve acesso aos e-mails, a mensagem de aviso às vítimas faz parte de um acordo do Uber com a Comissão de Proteção dos Dados Pessoais do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). No Brasil há lei que obrigue empresas a avisar usuários em caso de violação de dados, como ocorre nos Estados Unidos. Mas a Uber diz colaborar com as investigações.

No comunicado enviado a usuários, a companhia que oferece corridas em carros de aluguel pede desculpas e afirma que dados como nome, e-mail e telefone celular foram comprometidos. A empresa ainda alega, porém, que não foi identificada nenhuma fraude ou isso indevido dessas informações relacionado ao incidente, “especialistas externos não identificaram nenhum indício de download de históricos de locais de viagens, números de cartões de crédito e contas bancárias ou datas de nascimento”, completa a companhia.

Uber escondeu o vazamento

A falha foi global, e expôs dados de 57 milhões de pessoas, entre usuários e motoristas do Uber. No Brasil, foram afetados 196 mil. A companhia teria pago um valor de US$ 100 mil (cerca de R$ 330 mil) para que os hackers que executaram o ataque não fizessem uso nem divulgação desses dados, como um resgate e escondeu a informação. O roubo de dados foi ocultado pelo próprio Uber por mais de um ano até vir à tona em novembro do ano passado.

Fonte: IDGNow!

Windows 10 cresce e está cada vez mais próximo de superar Windows 7

Caso tendência do último ano seja mantida, PCs Windows 10 devem superar o sistema antigo já no próximo mês de agosto. macOS, da Apple, alcança marca de 10%.

O Windows 10 ganhou mais usuários em janeiro de 2018 do que em qualquer outro mês desde o meio de 2016, segundo a empresa de análises Net Applications revelou na última semana.

Dados publicados pela companhia em 1º de fevereiro mostram que o Windows 10 acumulou 1,4% de participação no mercado em janeiro, fechando o primeiro mês do ano com 34,3% de presença nos PCs do mundo – e 39,1% de participação em todos os sistemas rodando Windows. (O segundo número é maior porque o Windows respondeu por 88,8% de todos os sistemas em janeiro, não 100%.)

Esse foi o maior crescimento do Windows 10 desde agosto de 2016, se deixarmos de lado a queda de 2,7% de novembro do ano passado. Esse declínio foi parte de uma renovação dos dados pela Net Applications, com a intenção de se livrar do tráfego falso com origem em bots criminosos, e que não representava uma prova de uma corrida pelo Windows 10.

Enquanto isso, o Windows 7, ainda o principal sistema usado nas empresas, perdeu 0,7% em janeiro, caindo para uma participação de 42,4% de todos os PCs – e 48,3% nos sistemas rodando Windows.

Esses movimentos são de extrema importância para a Microsoft, uma vez que a empresa planeja encerrar o suporte para o Windows 7 em janeiro de 2020. Durante os próximos dois anos, a companhia de Redmond vai fazer o máximo para que os usuários migrem do antigo Windows 7 para o Windows 10.

Tendências

Ao levantar as médias de quedas e crescimentos do Windows 7 e 10 nos últimos 12 meses, a Computerworld dos EUA revisou a sua previsão anual para as plataformas. Desta forma, a expectativa é que o número de PCs com Windows 10 supere o número de máquinas Windows 7 já em agosto, um mês antes da previsão anterior. Segundo as tendências do último ano, a participação do Windows 10 em agosto deverá alcançar os 41,3%, enquanto que o Windows 7 vai cair para 41,2%.

Ainda seguindo essa projeção linear, o Windows 7 deverá contar com nada menos do que 32% dos usuários de PCs em janeiro de 2020, quando a Microsoft deverá encerrar o suporte para o sistema – o Windows 10 teria 59% de participação então.

No entanto, é improvável que os ritmo reais de expansão do Windows 10 e de queda do Windows 7 sigam esse modelo por tanto tempo: os sistemas não são adotados ou descartados de um modo tão simples. Em vez disso, as taxas de migração costumam acelerar à medida que se aproxima o fim do ciclo de um sistema antigo.

Mesmo assim, os dados da Net Applications ilustram o problema representado por essa “teimosia” do Windows 7. Caso a previsão da empresa esteja pelo menos um pouco próxima do real, isso significa que milhões de máquinas ainda estarão rodando o Windows 7 em janeiro de 2020, quando a Microsoft vai liberar o último update de segurança para o sistema, deixando assim muitos e muitos usuários vulneráveis a possíveis novos exploits criados por hackers que nunca serão corrigidos pela companhia.

Apple sobe

Além desses números todos sobre o Windows, os dados de janeiro da Net Applications também mostram que o macOS, da Apple, cresceu 0,9% em janeiro, um aumento que a empresa de Cupertino não registava desde abril de 2016. Esse impulso colocou a plataforma da Apple para computadores na casa dos 10% de participação de mercado.

Fonte: IDGNow!

App para Android rouba informações de motoristas e usuários do Uber

A Symantec descobriu um aplicativo malicioso que tem como alvo usuários e motoristas da Uber. No caso, o malware abre janelas de login em pop-ups, exigindo o email/nome de usuário e a senha da conta Uber — caso a vítima seja ludibriada, as informações são enviadas ao agente malicioso.

Segundo os pesquisadores que encontraram o malware, quando instalado no smartphone, ele utiliza links — deep links, como um acesso direto para páginas internas — com o próprio app original da Uber e exibe a localização exata do usuário/motorista no momento da ação. Dessa maneira, é mais fácil enganar a vítima.

Com uma conta Uber roubada em mãos, cibercriminosos podem realizar corridas e até vender o login na internet

“Para não alertar o usuário, o malware exibe a tela legítima do app que mostra a localização atual do usuário, o que não levantaria suspeitas normalmente”, comentou Dinesh Venkatesa, engenheiro da Symantec. “É um caso que, novamente, demonstra como os autores de malwares têm uma missão que nunca se acaba em encontrar novas técnicas de engenharia social, tudo para enganar e roubar os usuários”.

Felizmente, a Symantec deixa claro que o malware não encontrou caminho dentro da Google Play Store, então poucos usuários acabam sendo afetados. Em primeiro lugar, o usuário precisa ser ludibriado a baixar o app via phishing, por exemplo, para depois instalar o programa no celular de uma fonte desconhecida — e a maioria dos aparelhos tem essa capacidade travada por padrão.

Um porta-voz da Uber comentou sobre o caso e disse que, por isso, “é importante que os usuários baixem conteúdo apenas da Play Store”. “Contudo, queremos proteger nossos usuáruos e, caso aconteça um erro, é por isso que temos vários sistemas e controles de segurança para detectar e bloquear logins não autorizados”, finalizou.

Fonte: Tecmundo

Falha expõe dados de 143 milhões de usuários nos EUA

Uma falha de segurança resultou no possível vazamento de dados de mais de 143 milhões de pessoas nos Estados Unidos. O problema ocorreu na Equifax, uma das maiores companhias de serviço de proteção ao crédito do país, espécie de SPC/Serasa de lá. De acordo com a própria empresa, os dados expostos incluem número de seguro social e de carteira de motorista e também a data de nascimento dos consumidores.

O problema foi identificado no dia 29 de julho deste ano e, de acordo com a Equifax, foi explorado por criminosos desde a metade de maio a fim de obter acesso a determinados arquivos. E a falha resultou em uma situação ainda mais grave para uma porção menor de pessoas: 209 mil números de cartões de crédito e dados de identificação pessoal de 182 mil pessoas também foram vazados.

Ainda de acordo com a Equifax, o problema pode ter ultrapassado as fronteiras dos Estados Unidos e possivelmente alguns consumidores do Reino Unido e do Canadá também correm risco de terem seus dados expostos.

Maior vazamento de dados sensíveis da história

Após este que é o maior vazamento de dados sensíveis da história, atingindo quase 50% da população total dos Estados Unidos, a Equifax divulgou um comunicado pedindo desculpas aos consumidores. A companhia, que detém dados de mais de 820 milhões de consumidores de vários países, afirmou ter contratado uma empresa de segurança para investigar o vazamento e também que vai levar o caso para a Justiça.

Fonte: Tecmundo