Google e Facebook são vítimas de golpe

As grandes companhias ainda possuem equipes de segurança que caem em golpes rasos na internet? Ao que parece, sim. No caso, um cibercriminoso da Lituânia, um homem chamado Evaldas Rimasauskas, conseguiu roubar US$ 100 milhões (mais de R$ 310 milhões) de duas das maiores companhias de tecnologia norte-americanas: Google e Apple.

Google e Apple, mesmo com equipes robustas de segurança, caíram em phishing. E você? É bom abrir o olho

Segundo o FBI, Evaldas enviava faturas falsas em nome de uma fabricante taiwanesa chamada Quanta Computer. O lituano simulava, desde 2013, o CEO da empresa de fachada e enviava diversos emails phishing para companhias de tecnologia que têm negócios com fabricantes. Assim que algum pagamento era pescado, Evaldas repassava o dinheiro para contas em Hong Kong, Hungria e Eslováquia.

A Fortune, que teve acesso inicial ao caso, comentou o seguinte: “o impostor ‘corporativo’ convenceu os departamentos de contabilidades das duas empresas a realizar transferências de dezenas de milhões de dólares. Até descobrirem o que estava acontecendo, Rimasauskas já havia roubado US$ 100 milhões em pagamentos, valor que ele rapidamente escondia em contas bancárias pela Europa Oriental”.

A Google comentou que todo o dinheiro roubado pelo cibercriminoso já foi recuperado, enquanto o Facebook apenas confirmou o caso. Vale notar que, para ambas as gigantes, US$ 100 milhões é “troco de bala” — um valor extremamente baixo que praticamente não afeta as contas das empresas.

Evaldas Rimasauskas pode pegar um mínimo de 2 anos de prisão e um máximo de 20 anos com multas

Sobre o caso, Mary Jo White, ex-chefe da Securities & Exchange Commission, disse para a Fortune o seguinte: “Eu acho que essas empresas precisam olhar para isso de forma mais ampla — não apenas na perda operacional direta. Existe a possibilidade de danos à reputação. O que isso diz sobre os controles internos sobre ativos?”.

O FBI comentou que Evaldas Rimasauskas pode pegar um mínimo de 2 anos de prisão. Caso ele seja culpado por lavagem de dinheiro, fraude telefônica e roubo de identidade, essa conta pode subir para 20 anos atrás das grades.

Fonte: Tecmundo

Idosos: as maiores vítimas dos cibercriminosos

idosos_riscosA humanidade está envelhecendo, consequentemente, o número de idosos online está aumentando. Hoje, quase 18% dos usuários do Facebook tem mais de 55 anos.

Decidimos tentar aprender um pouco sobre o que os idosos fazem na internet, se estão conscientes de ciberameaças, quais seus medos e o que os deixam alerta. Usamos uma pesquisa conduzida em agosto de 2016 com 12546 usuários de 21 países, com idades de 16 ou mais. Dos entrevistados, 13% eram mais velhos do que 55 anos: 7% tinham de 55 a 64 anos e 6% mais velhos que 65.

O que os idosos fazem online?

Bem, usuários mais velhos da internet fazem basicamente o mesmo que os jovens. Escrevem e-mails, por exemplo: 94% dos acima de 55 anos utilizam e-mail com frequência.

Um quarto usa apps de mensagens instantâneas e fazem chamadas de vídeo (o que inclui Skype e Hangouts). Mais de 60% com idade acima de 55 anos estão presentes nas mídias sociais, nas quais conversam com amigos, filhos e netos.

Pessoas idosas tendem a fazer compras online e usar ferramentas financeiras. Quase 65% visitam lojas online regularmente e realizam pagamentos com cartões de seus bancos. Quase 70% usam ferramentas de internet banking (relativamente alto, já que para todos os grupos essa porcentagem é de 59%). Mais de um terço dos idosos entrevistados reservam viagens, passagens e hotéis online.

Ao mesmo tempo, idosos caem com frequência em golpes de cibercriminosos e perdem dados, dinheiro ou os dois.

O que eles sabem sobre cibersegurança?

Infelizmente, pessoas acima de 55 anos em geral não são informadas a respeito de cibersegurança. Apenas um terço dos entrevistados já ouviu falar que é possível alguém espiar por sua webcam. Ao mesmo tempo, idosos utilizam dispositivos intensamente: um quarto dos pesquisados usa tablets e um terço smartphones, sendo dispositivos da Apple um sucesso nessa faixa etária.

Essas pessoas mais velhas sabem que computadores precisam de proteção -93% alegam utilizar antivírus em seus PCs Windows. Ao mesmo tempo, existe grande negligência no que diz respeito a proteção de outros dispositivos conectados. Mais da metade dos usuários idosos estão erroneamente confiantes de que computadores Apple não precisam de proteção.

O cenário não é melhor com smartphones. Apenas 52% das pessoas mais velhas do que 55 anos disse usar soluções antivírus para proteger seus dispositivos mobile. Infelizmente, para todas as faixas etárias, apenas 57% disse proteger seus dispositivos mobile.

E apesar do fato de que 75% dos idosos protegem seus dispositivos primários para o uso de internet com senhas, o mesmo não se estende para outros dispositivos conectados. Apenas três em dez usuários acima de 55 anos optam por configurações de privacidade rigorosas em mídias sociais e navegadores. Menos ainda (18%) desabilita aplicativos de geolocalização.

Achamos curioso que um quarto dos usuários mais velhos da Internet tendem a evitar sites populares como o Google e o Facebook, motivados pelo medo de compartilhar dados privados. Nesse aspecto, eles são duas vezes mais cuidadosos do que pessoas com idades entre 16 e 24 anos (desses, só 12% compartilham desse medo).

Apenas metade das pessoas mais velhas entrevistadas avalia o risco de transações online. A maioria dos idosos já ouviu falar dos vazamentos, de malwares que buscam dados e senhas, ou golpes online levando a perdas de dinheiro em potencial. Contudo, apenas 14% acredita que algo assim poderia acontecer com ele – a faixa etária é bem mais descuidada nesse aspecto do que os mais novos.

Ligue para seus pais

Muitos idosos sabem que não são exatamente os mais informados no que diz respeito a tecnologia e estão prontos para pedir por ajuda.

Membros mais novos da família também reconhecem que seus parentes mais velhos correm grande perigo. Mais da metade dos usuários mais jovens se preocupam com as vidas virtuais de seus pais, e quase dois terços estão preocupados com a de seus avós.

Os representantes de gerações mais velhas estão menos cientes de ciberameaças, e em geral tendem a ceder mais confiança, o que os tornam mais vulneráveis. Em muitos casos, não conseguem aproveitar todo o potencial de seus dispositivos, instalar softwares que precisam ou aplicar as configurações de segurança necessárias.

Tenha certeza de explicar o essencial no que diz respeito a navegar na internet para seus pais e avós. E claro, tome conta dos dispositivos deles e proteja-os com uma solução antivírus robusta.

Fonte: Kaspersky blog

Usuários de Macs viram alvo de ransomware

ransomwareNo ultimo final de semana, usuários da Apple foram os novos alvos de hackers. Esta foi a primeira vez que criminosos enviaram um tipo de software conhecido como ransomware para computadores Mac, avaliaram os pesquisadores da Palo Alto Networks.

O ransomware cresceu muito nos últimos tempos. O golpe se dá através da criptografia de arquivos nos computadores infectados e após, um pedido de resgate através de moedas digitais, que são difíceis de serem detectadas.

Especialistas em segurança estimam que essa modalidade de crime consegue arrecadar milhões de dólares todos os anos. Os principais alvos são os usuários do sistema operacional Windows, da Microsoft. Ryan Olson, diretor de inteligência de ameaças virtuais de Palo Alto, disse que o malware chamado KeRanger surgiu na última sexta-feira, e este foi o primeiro ransomware ativo que atacou computadores Mac.

“É o primeiro que é definitivamente efetivo, criptografa os arquivos e pede uma quantia para resgate”, disse Olson. “O Transmission é um projeto open source.

É possível que o site oficial tenha sido comprometido e que os arquivos tenham sido substituídos por versões maliciosas, mas não conseguimos confirmar a forma como esta infeção ocorreu”, diz o especialista. A Apple, segundo um representante da companhia, já tomou iniciativas sobre o problema.

O malware é programa próprio para criptografar os arquivos em um computador que havia sido infectado três dias antes, disse Olson.

Agradecemos ao Davi, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Oficina da Net

A cada 15 segundos um brasileiro sofre tentativa de fraude

telefone

As fraudes mais comuns ocorrem no setor de telefonia: foram 330.920 casos de janeiro a maio de 2013

A cada 15,6 segundos um consumidor brasileiro é vítima de tentativa de furto de documentos pessoais, destinado a permitir que banidos possam usar as informações, obtidas ilegalmente, para obter crédito ou para fechar negócios, transferindo a dívida para o titular dos documentos. O levantamento, divulgado hoje (25), é do Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes.

Segundo a Serasa, de janeiro a maio de 2013, foram registradas 837.641 tentativas de fraude, número 2,3% superior em relação ao do mesmo período do ano passado (818.629 registros). As fraudes mais comuns ocorrem no setor de telefonia: foram 330.920 casos de janeiro a maio de 2013, 40% do total. O setor de serviços, que compreende seguradoras, construtoras, imobiliárias e serviços em geral, vem em segundo lugar, com 268.628 registros, 32% do total ocorrido no período

“É comum as pessoas fornecerem seus dados pessoais em cadastros na internet sem verificar a idoneidade e a segurança dos sites. Os golpistas costumam, por exemplo, comprar telefone [com dados falsos] para ter um endereço e comprovar residência, por meio de correspondência e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas”, destaca em nota a Serasa.

De acordo com o levantamento, a principal tentativa de golpe se dá na emissão de cartões de crédito, quando o golpista solicita um cartão usando identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão.

A Serasa aconselha o consumidor a adotar cuidados em seu dia a dia para se proteger das fraudes, como não fornecer dados pessoais para pessoas estranhas, não confirmar informações pessoais ou número de documentos pelo telefone; não perder de vista documentos de identificação e não informar os números dos documentos, quando do preenchimento de cupons para participar de sorteios ou promoções de lojas.

É indicado também evitar fazer cadastros em sites que não sejam de confiança, ter cuidado ao publicar dados pessoais nas redes sociais e manter atualizado o antivírus do computador. Deve-se fazer boletim de ocorrência policial logo após a perda ou o furto de documentos.

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a esta notícia.

Fonte: Info

76% dos internautas brasileiros já foram vítimas do cibercrime

Pesquisa conduzida pelo Instituto Ponemon identificou que o Brasil é o segundo país com mais vítimas do cibercrime, ao lado da Índia: 76% das pessoas já sofreram algum tipo de ataque. A China é a líder, com 83%, e os EUA vêm em terceiro, com 73%.

O estudo foi realizado com 583 companhias norte-americanas, das quais 90% informaram ter tido seus sitemas hackeados ao menos uma vez nos últimos 12 meses. A maioria delas, 59%, informou que as brechas aconteceram com mais frequência neste período. As informações são do Mashable.

O prejuízo causado pelas fraudes digitais em nível global foi avaliado em mais de US$ 1 trilhão, segundo a empresa. A pesquisa avaliou que, em média, 65% dos usuários de internet já sofreram algum tipo de ataque, seja na forma de vírus, clonagem de cartão de crédito ou roubo de identidade.

Agradeço ao Lucas, amigo e colaborador do Seu micro seguro, pela referência a esta notícia.

Fonte: Olhar Digital