Windows 10 cresce e está cada vez mais próximo de superar Windows 7

Caso tendência do último ano seja mantida, PCs Windows 10 devem superar o sistema antigo já no próximo mês de agosto. macOS, da Apple, alcança marca de 10%.

O Windows 10 ganhou mais usuários em janeiro de 2018 do que em qualquer outro mês desde o meio de 2016, segundo a empresa de análises Net Applications revelou na última semana.

Dados publicados pela companhia em 1º de fevereiro mostram que o Windows 10 acumulou 1,4% de participação no mercado em janeiro, fechando o primeiro mês do ano com 34,3% de presença nos PCs do mundo – e 39,1% de participação em todos os sistemas rodando Windows. (O segundo número é maior porque o Windows respondeu por 88,8% de todos os sistemas em janeiro, não 100%.)

Esse foi o maior crescimento do Windows 10 desde agosto de 2016, se deixarmos de lado a queda de 2,7% de novembro do ano passado. Esse declínio foi parte de uma renovação dos dados pela Net Applications, com a intenção de se livrar do tráfego falso com origem em bots criminosos, e que não representava uma prova de uma corrida pelo Windows 10.

Enquanto isso, o Windows 7, ainda o principal sistema usado nas empresas, perdeu 0,7% em janeiro, caindo para uma participação de 42,4% de todos os PCs – e 48,3% nos sistemas rodando Windows.

Esses movimentos são de extrema importância para a Microsoft, uma vez que a empresa planeja encerrar o suporte para o Windows 7 em janeiro de 2020. Durante os próximos dois anos, a companhia de Redmond vai fazer o máximo para que os usuários migrem do antigo Windows 7 para o Windows 10.

Tendências

Ao levantar as médias de quedas e crescimentos do Windows 7 e 10 nos últimos 12 meses, a Computerworld dos EUA revisou a sua previsão anual para as plataformas. Desta forma, a expectativa é que o número de PCs com Windows 10 supere o número de máquinas Windows 7 já em agosto, um mês antes da previsão anterior. Segundo as tendências do último ano, a participação do Windows 10 em agosto deverá alcançar os 41,3%, enquanto que o Windows 7 vai cair para 41,2%.

Ainda seguindo essa projeção linear, o Windows 7 deverá contar com nada menos do que 32% dos usuários de PCs em janeiro de 2020, quando a Microsoft deverá encerrar o suporte para o sistema – o Windows 10 teria 59% de participação então.

No entanto, é improvável que os ritmo reais de expansão do Windows 10 e de queda do Windows 7 sigam esse modelo por tanto tempo: os sistemas não são adotados ou descartados de um modo tão simples. Em vez disso, as taxas de migração costumam acelerar à medida que se aproxima o fim do ciclo de um sistema antigo.

Mesmo assim, os dados da Net Applications ilustram o problema representado por essa “teimosia” do Windows 7. Caso a previsão da empresa esteja pelo menos um pouco próxima do real, isso significa que milhões de máquinas ainda estarão rodando o Windows 7 em janeiro de 2020, quando a Microsoft vai liberar o último update de segurança para o sistema, deixando assim muitos e muitos usuários vulneráveis a possíveis novos exploits criados por hackers que nunca serão corrigidos pela companhia.

Apple sobe

Além desses números todos sobre o Windows, os dados de janeiro da Net Applications também mostram que o macOS, da Apple, cresceu 0,9% em janeiro, um aumento que a empresa de Cupertino não registava desde abril de 2016. Esse impulso colocou a plataforma da Apple para computadores na casa dos 10% de participação de mercado.

Fonte: IDGNow!

Reconhecimento de rosto pelo Windows 10 pode ser burlado com foto

Pesquisadores da empresa de segurança alemã SYSS encontraram uma forma de enganar o sistema de reconhecimento facial do Windows Hello. Esse é o serviço que permite a você desbloquear o acesso a um usuário do Windows 10 apenas se posicionando na frente da webcam.

Em alguns vídeos divulgados, é possível ver a técnica funcionando sem falhas e com desbloqueio imediato da tela. A SYSS fez os testes em um PC Dell Latitude com uma webcam USB instalada e em um Microsoft Surface Pro 4 e em ambos foi bem sucedida.

O primeiro passo é obter uma foto em infra-vermelho de baixa resolução do rosto do usuário, já que a identificação do Windows Hello usa a mesma tecnologia (ela é melhor pois funciona em baixa luminosidade e é mais segura). Em seguida, é só posicioná-la de frente para a câmera. Em alguns casos, é preciso colocar fita adesiva na lente da câmera RGB.

As versões afetadas são a 1607 (Anniversary Update) e anteriores. Porém, é possível aplicar a mesma estratégia até mesmo em atualizações como a Creators Update caso você não tenha refeito a configuração do Windows Hello nem tenha uma máquina mais moderna com a opção ativada de anti-fraude. No caso dos testes, o modelo da Dell não continha essa função.

Porém, você não precisa exatamente entrar em pãnico. O experimento da SYSS foi feito a partir de uma série de condições controladas — e não é muito difícil de se manter seguro nesse caso. A principal dica é manter o Windows 10 sempre atualizado, já que a última versão afetada já tem algum tempo. Porém, o fato de que o esquema de segurança pode ser burlado (assim como aparentemente aconteceu com os sistemas do Galaxy S8 e do iPhone X) deve continuar sendo testado e divulgado.

Fonte: Tecmundo

Como remover o OneDrive do seu Windows 10

O OneDrive acompanha todas as instalações do Windows 10 e oferece espaço na nuvem para os usuários. Mas nem todo mundo pode querer usar – seja por já ter algum outro serviço na nuvem de confiança ou por qualquer outro motivo – então como fazer para removê-lo do Windows?

Abaixo segue um tutorial para desinstalação do OneDrive do Windows 10 e também como fazer para excluir a pasta dele que aparece no Explorador de Arquivos.

 

1. Desinstale o OneDrive

No Windows 10 com a atualização Creators Update, remover o OneDrive é bem simples: é como remover qualquer outro software do seu computador.

Nas Configurações do Windows, entre em “Apps” e, em “Aplicativos e recursos”, busque pelo OneDrive. É só clicar em “Desinstalar” e esperar para que ele seja removido da sua máquina.

Esse é apenas o primeiro passo: a desinstalação do OneDrive não remove a pasta dele da barra lateral do Explorador de Arquivos. Essa parte é um pouco mais complicada.

2. Remova o OneDrive do Explorador de Arquivos

A partir de agora vai ser preciso mexer nos registros do Windows 10. É recomendável fazer um backup dos seus arquivos para não correr risco de perder tudo caso algo saia errado.

No Windows 10, busque por “regedit” para abrir o Editor de Registros. Lá dentro, na barra lateral, procure por “HKEY_CLASSES_ROOT\CLSID\{018D5C66-4533-4307-9B53-224DE2ED1FE6}” (sem aspas). Você também pode digitar isso na barra de endereços do Editor de Registros.

Clique em System.IsPinnedToNameSpaceTree na parte da direita, coloque o valor “0” e clique em “OK”.

Se a sua versão do Windows 10 for de 32 bits, é só isso o que você precisa fazer. Mas se for a versão de 64 bits, você vai precisar mexer mais um pouco nos registros.

3. Desativando no Windows 10 de 64 bits

Ainda no Editor de Registros, procure por “HKEY_CLASSES_ROOT\Wow6432Node\CLSID\{018D5C66-4533-4307-9B53-224DE2ED1FE6}” (ou coloque isso na barra de endereços). Clique novamente em System.IsPinnedToNameSpaceTree, mude o valor para “0” e clique em “OK”.

E pronto! Agora a pasta do OneDrive não deve mais aparecer na sua barra lateral do Explorador de Arquivos, e o OneDrive não está mais instalado na sua máquina.

Fonte: Olhar Digital

Windows 10 Fall Creators Update ao alcance de todos

É hora de atualizar o Windows 10 mais uma vez. Nesta terça-feira (17), a Microsoft lançou o aguardado Fall Creators Update, nova versão do sistema operacional que, como o nome já diz, foca suas novidades nos usuários criativos ou que utilizam a plataforma para criação de conteúdo. O grande destaque da edição é a chegada da “realidade mista”, misturando as categorias virtual e aumentada dessa tecnologia.

O suporte a headsets que fazem uso desse recurso fica disponível para todos os usuários que realizarem a atualização. Com isso, a empresa quer facilitar o uso desse tipo de dispositivo, aumentando a integração entre diferentes computadores e também facilitando o desenvolvimento e implementação. É possível, por exemplo, visualizar a realidade aumentada a partir de webcams comuns até utilizar recursos desse tipo em aparelhos de alta complexidade e valor.

Microsoft fortalece parcerias

Com o Fall Creators Update, a Microsoft também solidifica a parceria com nomes como Acer, Dell e HP, todas com lançamentos de headsets voltados especificamente para essa tecnologia. No Brasil, por exemplo, é lançado nesta semana o Lenovo Explorer, que custa R$ 2.499 e traz sensores embutidos nos próprios óculos, facilitando a instalação e uso sem a necessidade de componentes externos, que precisam ser espalhados pela sala.

A nova atualização do Windows 10 deposita boa parte de suas fichas no potencial gráfico e isso se traduz de diferentes maneiras. Chega a todos os usuários, por exemplo, o Paint 3D, permitindo que qualquer um crie objetos tridimensionais de forma simples, com importação e exportação para e a partir de softwares do pacote Office e capacidades de animação diretamente no aplicativo. Eles também podem ser transportados para o mundo real por meio dos sistemas de “realidade mista”.

Esse potencial de criação também aparece no aplicativo de Fotos, com a criação de colagens, apresentações e outros se tornando mais simples. Com alguns cliques, os usuários poderão transformar as memórias de uma viagem, por exemplo, em uma exibição complexa, com direito a transições, trilha sonora e, novamente, efeitos tridimensionais. Mais uma vez, a promessa é que fazer isso será simples e rápido.

Temos ainda as atualizações de visual, como parte do novo conceito de Fluent Design, da Microsoft. A partir da nova atualização, janelas passam a ter elementos transparentes e transições mais interessantes, de forma a não apenas gerar um resultado mais bonito, mas também facilitar a utilização e localização de itens no sistema operacional.

Nos jogos, também temos novidades. A Microsoft está adicionando novidades ao aplicativo do Mixer voltadas especificamente para quem assiste grandes transmissões de eSports, e realizando mudanças no Modo Jogo, incrementando ainda mais a otimização dos games de acordo com cada hardware e os recursos disponíveis.

Por fim, temos outras pequenas adições, como a possibilidade nativa de fazer anotações sobre qualquer arquivo PDF, melhorias no recurso de localização da caneta stylus vinculada ao computador e incrementos na tecnologia de sincronização de abas, trabalhos e outros entre diferentes dispositivos, por meio do Microsoft Edge e outros apps compatíveis. A Microsoft também melhorou algumas opções de acessibilidade e adicionou outras, como uma que permite a utilização do Windows 10 somente com o olhar.

Além das correções de bugs e melhorias de performance que sempre acompanham atualizações desse tipo, a Microsoft também deu atenção à segurança, incrementando o sistema de permissões. Agora, como nos smartphones, os usuários serão levados a darem, expressamente, a autorização para aplicativos que estiverem tentando acessar recursos como câmeras e microfone. Antes, essa anuência era dada de forma implícita, com a plataforma entendendo o download como tal.

O Fall Creators Update já está disponível, gratuitamente, para todos os usuários. A atualização pode ser feita diretamente pela internet, a partir do próprio assistente do sistema operacional. Opções que utilizam drives USB ou permitem a criação de mídia também estão disponíveis.

Agradecemos ao Augusto, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Canaltech

Atualização do Windows 10 pode resultar em tela azul da morte

Desde o lançamento do Windows 10, a Microsoft decidiu mudar sua postura em relação a versões anteriores do sistema operacional quando o assunto são updates. Cada vez mais a empresa briga para que essas atualizações ocorram de forma automática e sem incomodar o usuário. O lado bom disso é que o cliente está sempre em dia com melhorias e protegido de bugs e brechas. Porém, isso significa que falhas no patch também podem ser fatais. Foi mais ou menos isso que acontece na atualização mais recente do Creators Update.

O download liberado pela MS na última terça-feira (10) tinha como objetivo limar ao menos 62 vulnerabilidades críticas da plataforma, efetivamente impedindo que cibercriminosos se aproveitassem dessas aberturas. Para surpresa de muita gente, no entanto, bastou instalar o pacote de segurança KB4041676 para que o sistema ficasse completamente instável e passasse a apresentar a temida tela azul da morte repetidamente.

De acordo com um internauta que entrou em contato com o suporte online da companhia, o update teve o mesmo efeito em dezenas de seus computadores. Estamos falando desde PCs de marca – produtos da HP, Dell e Lenovo – até máquinas customizadas montadas peça a peça. Para provar que a culpa é do Windows e não do hardware, o rapaz conseguiu reproduzir a BSOD também em máquinas virtuais com o Windows 10.

De acordo com a Microsoft, tudo já foi resolvido

Por um tempo, a comunidade especulou que o erro – que resultava em telas azuis contínuas, sem nunca completar boot – se originava em uma falha do software em relação ao suporte para USB Tipo-C. Posteriormente, no entanto, os resets forçados continuaram a surgir em PC sem a entrada ou com a opção desligada na BIOS. Felizmente, de acordo com a Microsoft, tudo já foi resolvido. Porém, a resposta da empresa pode não agradar todo mundo.

Desencontro de informações

Em comunicado, a empresa de Redmond disse que a falha no patch foi corrigida, mas que em nenhum momento ela afetou usuários comuns – principalmente quem recebeu o pacote via Windows Update. Segundo a MS, o caso envolvendo a entrega dos updates KB4041676 e KB4041691 só ocorreu entre clientes corporativos do sistema. O problema é que, entre as pessoas que reclamaram da tela azul pós-atualização, estavam diversos usuários do Windows 10 Home.

Por enquanto não há uma atualização a respeito desses casos inesperados, mas a companhia já criou uma página para ajudar aqueles que estão tendo problemas após o download. É possível pode conferir uma descrição do problema e as possíveis soluções para isso neste link – totalmente em português.

Fonte: Tecmundo

 

Windows 10 ganha maior segurança na proteção contra ransomwares

A A build 16232 para Windows 10 traz uma função desenvolvida para dificultar o acesso aos arquivos do usuário em ataques de ramsonware (vírus que bloqueia dados com criptografia em computadores e pede resgate em bitcoins), como o WannaCry.

Com isso, é possível restringir o acesso a determinadas pastas para apenas alguns aplicativos. Dessa forma, quando um app que não faz parte da lista de programas autorizados tenta acessar uma pasta, o usuário recebe uma notificação.

Como reverter para compilações anteriores do Windows 10

Além disso, o Windows 10 ganha o Exploit Protection (que impede que vírus explorem falhas do tipo ”zero-day”) e reforços na integração entre Windows Defender e o Microsoft Edge. Participantes do Insider já podem testar as novidades.

Controle ao acesso de pastas com o Windows Defender

Os vírus do tipo ramsonware sequestram os arquivos do usuário e exigem resgate em moedas vituais — bitcoin ou monero, por exemplo — para restaurá-los. As pragas vasculham o disco rígido da vítima e usam criptografia nos arquivos.

Com o Controlled Folder Access é possível definir quais aplicativos têm permissão de acessar determinada pasta. Quando um app que não faz parte da lista de programas autorizados tenta acessar uma pasta, o usuário recebe um alerta. Se o vírus não conseguir ter acesso ao arquivo, não poderá encriptá-lo e exigir resgate.

Application Guard

Além do Controle de Acesso, o usuário vai encontrar reforços na integração entre Windows Defender e o Microsoft Edge: com o Application Guard, o usuário poderá rodar uma sessão ainda mais segura do browser para prevenir ataques via navegador. A ferramenta, no entanto, é destinada a usuários corporativos da versão Enterprise do Windows, voltada ao uso em empresas e redes corporativas.

Exploit Protection

O Exploit Protection é um tipo de proteção imediata do Windows 10 para aplicações que exploram brechas graves de segurança no sistema operacional. A ideia é: quando uma falha severa num app for reportada, o Defender é “avisado” via Internet pela Microsoft e bloqueia a porta de entrada a invasores, até que o problema seja corrigido pelos desenvolvedores do app em questão.

A novidade agora é que os usuários terão mais controle sobre como o Exploit Protection opera, definindo gradações de interferência, além de permitir que o usuário verifique se foi alvo de um ataque por conta de vulnerabilidades do tipo zero-day.

Agradecemos ao Igor, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Techtudo

Microsoft adota política de desativar antivírus de terceiros no W10

Sabe aquele antivírus que você instalou em seu computador para aproveitar o Windows 10 sem ser incomodado por nenhuma ameaça externa? Pois ele pode simplesmente não estar funcionando — e a culpa disso é da própria Microsoft. Por mais surreal que seja tudo isso, a companhia admitiu que realmente desligou antivírus concorrentes de maneira proposital em seu sistema operacional, o que gerou uma polêmica enorme em torno do caso.

Tudo começou no início deste mês, quando a Kaspersky acusou a empresa de deletar seu programa de computadores sem a permissão dos usuários. A questão foi levada à Comissão Europeia, responsável pela regulamentação de normas de competição no Velho Mundo, que acusou a Microsoft de se aproveitar de sua posição no mercado, praticamente dominando o setor de sistemas operacionais, para tirar seus concorrentes do caminho.

E a própria Microsoft respondeu à questão admitindo que realmente adotou essa prática, justificando o porquê disso. Embora não cite exatamente a Kaspersky no processo, a empresa afirma que desativa os antivírus instalados no Windows 10 exatamente para proteger os usuários do sistema operacional. Parece algo sem sentido, mas a alegação é que, ao fazer isso, ela permite que os usuários tenham acesso a funções adicionadas a cada atualização. Em tese, ela considera que os antivírus não são capazes de acompanhar cada update do sistema e, por isso, os desativa até que eles passem a suportar a versão mais recente.

Assim, quando o Windows 10 percebe que o antivírus não é capaz de oferecer proteção suficiente para o sistema, ele automaticamente ativa do Windows Defender para dar conta do recado, desativando o programa que deveria cumprir esse papel originalmente.

Para contornar esse tipo de situação um tanto quanto delicada, a empresa de Redmond diz estar trabalhando em conjunto exatamente para desenvolver soluções de segurança mais eficientes, fazendo com que essas proteções se adaptem às evoluções do Windows 10 para proteger de verdade o usuário.

É claro que isso não responde a todas as questões da briga com a Kaspersky e tampouco põe um ponto final nessa história. É uma explicação plausível, é verdade, mas que ainda apresenta várias brechas que a Microsoft precisa justificar no futuro.

Agradecemos ao Igor, colaborador do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Canaltech