Microsoft declara guerra aos scarewares

A partir de março, Windows Defender vai remover os aplicativos de otimização e limpeza que enviarem mensagens alarmantes ou coercitivas para consumidores.

O aplicativo Windows Defender, que vem embutido em todo PC Windows 10, é considerado o mínimo para proteger o seu computador contra vírus e malwares. A Microsoft anunciou nos últimos dias que o o serviço de segurança expandiu a sua atuação para barrar os apps de otimização conhecidos como “scareware” a partir do próximo dia 1º de março.

A empresa de Redmond sempre teve uma relação um tanto difícil com esses programas de otimização, que prometem limpar o seu computador de dados indesejados, potenciais spyware e outros problemas. “Apesar de a Microsoft não endossar o uso dessas ferramentas com o Windows, não as vemos como indesejadas ou maliciosas”, afirmou a companhia em 2016.

Na época, a Microsoft começou a bloquear esses apps de otimização e limpeza que não especificavam o que faziam, em parte para evitar que os usuários acabassem pagando por algo que não entendessem direito. (Normalmente esses apps de limpeza vão escanear o seu PC, revelar o que consideram erros, e então oferecer uma versão paga para solucionar o suposto problema. Mas arquivos temporários “inocentes” do Windows algumas vezes também eram apagados na limpeza, para irritação da Microsoft.)

Agora, a Microsoft está fechando ainda mais o cerco contra esses serviços. Apps de limpeza ou otimização podem rodar nos PCs Windows, desde que expliquem o que estão fazendo. Mas se esses apps por acaso usarem “mensagens alarmantes ou coercitivas ou conteúdo enganoso para pressionar você a pagar por serviços adicionais ou realizar ações supérfluas”, então eles serão bloqueados, afirma a empresa.

Vale lembrar que é possível rodar o Windows Defender e um app de antivírus de terceiros de forma simultânea no PC, então ambos podem cumprir os seus papeis.

Outros fatores que também podem causar a remoção desses programas incluem avisos de que o usuário precisa agir dentro de um determinado período de tempo ou alertas de que nenhuma outra ação poderá corrigir os supostos erros/problemas do computador.

“A proteção do consumidor é a nossa prioridade. Ajustamos, expandimos e atualizamos os nossos critérios de avaliação com base no feedback dos usuários e para poder capturar os desenvolvimentos mais recentes dos softwares indesejados e outras ameaças”, afirmou o membro da equipe Windows Defender Security Research, Barak Shein, em um post sobre o assunto.

Fonte: IDG Now!

Proteção do Windows Defender: dá pra confiar?

O Windows Defender é uma solução antivírus gratuita e integrada ao Windows que a Microsoft oferece de maneira completa há alguns anos. O que muitas pessoas não sabem, infelizmente, é que o Windows Defender não é um “cão de guarda” tão potente assim.

De acordo com uma análise recente da PC Magazin, o Windows Defender tem uma proteção “satisfatória” — obviamente, o veículo nota que as soluções pagas são bem mais robustas e oferecem mais segurança aos computadores. Entre os pontos positivos analisados, o Defender tem sucesso ao proteger o PC de falsos positivos e também possui um bom recurso de pastas protegidas.

Segundo a análise, o antivírus com maior pontuação é o Kaspersky Total Security

Por outro lado, o antivírus da Microsoft não consegue detectar malwares com a mesma capacidade de outros 11 antivírus analisados. Ainda, o programa consome muitos recursos do computador enquanto trabalha. Por isso, ficou em último lugar no ranking de softwares antivírus.

Segundo a análise, o antivírus com maior pontuação é o Kaspersky Total Security, empatado com o Bitdefender Total Security Multi Device, seguidos pelo Avast Premier.

A revista PC Magazin comparou o Windows Defender, gratuito, com 11 soluções antivírus pagas. É praticamente óbvio que a solução da Microsoft ficaria em último lugar.

Fontes: Tecmundo e Techbook

Microsoft corrige falha crítica do Windows Defender

A Microsoft liberou no início da terça-feira (9/05) uma correção para o que foi descrito como “o pior código executável remoto do Windows na memória recente”. Afetando o Windows Defender, o problema foi descoberto pelos pesquisadores Tavis Ormandy e Natalie Silvanovich, que participam da iniciativa Google Project Zero.

Segundo Ormandy, o problema afetava instalações-padrão do sistema operacional e tinham o potencial de se replicar automaticamente entre diferentes computadores. Graças a um defeito do software de scan do Defender, o software podia ser enganado para rodar um código remoto presente em mensagens de email ou de comunicadores instantâneos mesmo que elas não tivessem sido abertas.

A Microsoft afirma que uma correção para o bug já está disponível através do Windows Update para as versões 7, 8 RT e 10 do Windows. A empresa afirma que, no caso de seus sistemas mais recentes, o sistema Control Flow Guard ajuda a minimizar a possibilidade de que a brecha seja explorada.

Para garantir a segurança de sua máquina, é recomendado iniciar manualmente a execução do Windows Update e verificar se pelo menos a versão 1.1.13704 ou superior do Windows Defender está instalada. Caso você prefira esperar para que o processo ocorra automaticamente, isso deve acontecer em um prazo máximo de três dias.

Fonte: Tecmundo

Windows 10 poderá usar Windows Defender como segunda linha de defesa

windows_defenderO uso de dois programas antivírus se tornará uma opção para usuários do Windows 10 com a atualização de aniversário planejada para o sistema operacional. A Microsoft anunciou que o antivírus embutido no sistema, o Windows Defender, poderá ser ativado em um modo “limitado” mesmo quando houver outro antivírus instalado no computador.

Atualmente, o Windows Defender desativa a si mesmo quando um antivírus diferente é instalado no computador. Manter dois antivírus em funcionamento ao mesmo tempo tende a causar um grande impacto no desempenho (e na duração da bateria, no caso de notebooks) e, ocasionalmente, também podem ocorrer conflitos. Na maioria dos casos, a proteção extra não compensa os problemas causados.

A Microsoft vai minimizar esses problemas desativando a proteção em tempo real do Windows Defender. Dessa maneira, o usuário fica apenas com a proteção constante do programa escolhido, enquanto o Windows Defender realiza um exame do computador junto das tarefas de “manutenção periódica”. Essas tarefas são realizadas pelo Windows somente quando o computador tem recursos ociosos. Com isso, o impacto no desempenho deve ser reduzido.

Quanto a possíveis conflitos, ao tornar o recurso uma opção do próprio Windows, a Microsoft está indiretamente afirmando que vai garantir o funcionamento do Windows Defender nesse modo junto de outros programas no mercado.

Apesar disso, a função não estará disponível para empresas que usam o Windows em modo gerenciado, pelo menos ainda. Segundo o anúncio da Microsoft, o recurso ainda está sendo “avaliado” para uso nesses ambientes.

Múltiplas defesas

Com o recurso ativado, usuários terão três ferramentas contra vírus em uso: o antivírus escolhido, o exame periódico do Windows Defender e a ferramenta de remoção de software mal-intencionado que é baixada e executada pelo Windows como uma atualização automática.

O lançamento da atualização de aniversário do Windows ainda não tem data certa, mas deve ocorrer entre julho e setembro.

Agradecemos ao Paulo Sollo, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: G1

Windows Defender na lanterna

Windows_defenderO Windows Defender, que já figurou entre as opções de software de segurança gratuito mais interessante, obteve um resultado bastante abaixo da média dos demais programas em um estudo realizado pelo instituto independente AV-Test, recentemente (média dos resultados de 6 meses).

O software da Microsoft penou principalmente no teste de detecção, onde conseguiu apenas 79%, bem abaixo de programas como o McAfee, AVG, Avast, Comodo, Kaspersky, F-Security e Bitdefender, todos com taxas a partir de de 95%. Na nota final, alcançada através da média em critérios como proteção e usabilidade, o Windows Defender volta a ficar no final da lista, com 10.8 pontos (de um máximo de 18).

A pesquisa só alerta que ficar com a solução do próprio sistema Windows não é a melhor das opções.

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Adrenaline

Windows 8 com Windows Defender bloqueia 85% de ameaças recentes

Poucos dos malwares detectados recentemente afetam o Windows 8, afirma a companhia de segurança BitDefender, que testou 385 ameaças que surgiram nos últimos seis meses na nova plataforma da Microsoft.

De acordo com o estudo, o novo Windows só foi afetado por 61 dos malwares – o que representa cerca de 15%. Isso significa que das ameaças recentes, 85% não causam danos ao Windows 8, de acordo com o The Next Web.

Os testes foram feitos com o Windows 8 com configuração padrão e o Windows Defender ativado. Mesmo com um número relativamente baixo de ameaças que prejudicaram a plataforma, a BitDefender alerta que o uso de antivírus ainda é indispensável.

“Para proteger o computador de vírus, roubo de dados e outros tipos de malwares, o Windows Defender é melhor do que nada. Mas não é muito melhor. Muitos dos antivírus populares podem fazer melhor. A conclusão é clara: usar o PC sem uma solução de segurança é extremamente perigoso”, afirma a companhia.

Apesar de não ser a melhor possível, a solução de segurança da Microsoft se mostrou bastante eficaz no combate a vírus. Com o Windows defender desativado, 234 das ameaças rodaram sem problema (60,78%), 138 delas não puderam ser acionadas (35,84%), seis foram executadas mas travaram (1,56%) e sete outras abriram mas foram bloqueadas (1,82%).

Agradeço ao Davi e ao Lucas, amigos e colaboradores do Seu micro seguro, pela referência a esta notícia.

Fontes: Olhar Digital e TNW