O ataque recente ao CCleaner tinha um objetivo inesperado

Segundo informações divulgadas pela Cisco e pela Avast, o malware que atingiu o CCleaner tinha um foco específico de ataque cujo alvo eram pelo menos 20 gigantes da tecnologia, entre elas Google, Microsoft, Samsung, HTC, D-Link e outras. A ideia dos responsáveis por essa ação era infectar os computadores internos dessas companhias, sendo que o malware original seria utilizado apenas como uma forma de fazer um segundo malware acessar esses sistemas.

Os pesquisadores da Talos ainda relataram que a ideia dos hackers era observar a sua base de máquinas afetadas para encontrar computadores que estivessem conectados às redes dessas companhias. Um detalhe que vale ser mencionado é que 50% das tentativas de instalar esse segundo malware ocorreram com sucesso, sendo que algumas empresas foram infectadas duas vezes e outras escaparam ilesas. Porém, não se sabe quais se encaixam em cada um dos grupos.

50% das tentativas de instalar esse segundo malware ocorreram com sucesso, sendo que algumas empresas foram infectadas duas vezes e outras escaparam ilesas

A imagem que você confere acima dá uma ideia dos domínios nos quais os atacantes tentaram suas ações. Vale notar que o “ntdev.corp.microsoft.com” é utilizado por desenvolvedores da Microsoft, enquanto “hq.gmail.com” tem relação com uma área interna do Gmail para funcionários da Gigante das Buscas.

Tentativa de espionagem

Ainda no que diz respeito aos relatórios divulgados, foi dito que essa ação foi feita como uma tentativa de espionagem, e não apenas um meio de instalar ransomware e keyloggers nos computadores das pessoas. Além disso, houve a menção de que há estimativas de que apenas 700 mil computadores tenham sido afetados, e não 2,2 milhões como foi mencionado anteriormente.

Por fim, a Avast oferece algumas dicas para os usuários, e ressalta a importância de manter seus antivírus e outros programas atualizados com a última versão para diminuir os riscos de ter uma surpresa desagradável. Outra dica dada pela Cisco é de restaurar o PC usando o backup de uma data anterior à instalação do CCleaner.

Fonte: Tecmundo

Falha expõe dados de 143 milhões de usuários nos EUA

Uma falha de segurança resultou no possível vazamento de dados de mais de 143 milhões de pessoas nos Estados Unidos. O problema ocorreu na Equifax, uma das maiores companhias de serviço de proteção ao crédito do país, espécie de SPC/Serasa de lá. De acordo com a própria empresa, os dados expostos incluem número de seguro social e de carteira de motorista e também a data de nascimento dos consumidores.

O problema foi identificado no dia 29 de julho deste ano e, de acordo com a Equifax, foi explorado por criminosos desde a metade de maio a fim de obter acesso a determinados arquivos. E a falha resultou em uma situação ainda mais grave para uma porção menor de pessoas: 209 mil números de cartões de crédito e dados de identificação pessoal de 182 mil pessoas também foram vazados.

Ainda de acordo com a Equifax, o problema pode ter ultrapassado as fronteiras dos Estados Unidos e possivelmente alguns consumidores do Reino Unido e do Canadá também correm risco de terem seus dados expostos.

Maior vazamento de dados sensíveis da história

Após este que é o maior vazamento de dados sensíveis da história, atingindo quase 50% da população total dos Estados Unidos, a Equifax divulgou um comunicado pedindo desculpas aos consumidores. A companhia, que detém dados de mais de 820 milhões de consumidores de vários países, afirmou ter contratado uma empresa de segurança para investigar o vazamento e também que vai levar o caso para a Justiça.

Fonte: Tecmundo

McAfee em rota de colisão com Kaspersky

Duas das maiores empresas de softwares antivírus do mundo estão caminhando para uma possível desavença. A McAfee, para divulgar seu novo produto, citou que o FBI pediu a remoção da Kaspersky de computadores norte-americanos por causa de possíveis ligações com espiões da Rússia.

“O FBI aconselha a remoção da Kaspersky por laços suspeitos com espiões russos”, diz a McAfee na página de venda do software Total Protection. A resposta da Kaspersky veio das mãos do próprio CEO, Eugene Kaspersky, que escreveu o seguinte no Twitter: “A McAfee junta-se ao Hall of Shame da cibersegurança” — não há uma tradução clara para Hall of Shame, mas seria algo como “Cantinho da Vergonha”.

Eugene Kaspersky disse que a McAfee foi parar no Cantinho da Vergonha

Em recente entrevista, Eugene Kaspersky,abordou a questão do FBI, que havia indicado ligação da companhia com o governo russo. Sobre o caso, Eugene respondeu o seguinte:

“Parece uma guerra fria civil, uma guerra fria política nos Estados Unidos. Eles usam a Rússia como argumento para essa briga. Então, estar no meio desse conflito como uma companhia não é algo prazeroso, não é confortável. E todas essas notícias falsas e mensagens falsas que eles usam, eu me sinto como um boneco no jogo político. Eu não posso mudar [isso], porque é uma criação deles. A única coisa que eu posso fazer é explicar que não é verdade…”, disse Kaspersky.

Para colocar uma pá de cal no assunto, o CEO ainda disse que a empresa “coopera com departamentos policiais, investigadores e a cibersegurança nacional em várias nações, até no Brasil”.

Todas essas notícias são falsas. É uma guerra fria política e talvez não esteja tão fria neste momento

“Nós tratamos o governo russo da mesma maneira que tratamos o brasileiro. Nós compartilhamos dados específicos sobre o cibercrime, essa é a única maneira que cooperamos, seja com a Rússia, com o Brasil ou com os nossos clientes. Os EUA têm uma política de democracia e possuem ‘informações confidenciais’? Eles nos culpam dizendo que espionamos nossos clientes. Isso não é verdade. Na verdade, eles que fazem isso há muitos anos. A mídia americana faz isso há muitos anos. Eles não têm provas, qualquer prova qualquer nome [de que a Kaspersky espiona usuários]. Eles dizem que isso é “informação confidencial”. Vamos lá… Eles têm uma política de democracia e possuem “informações confidenciais”? Eles não têm qualquer prova, todas essas notícias são falsas. É uma guerra fria política e talvez não esteja tão fria neste momento”.

Fonte: Tecmundo

Forças Armadas Brasileiras adotam solução de segurança da Kaspersky

A Kaspersky Lab se tornou a responsável por fornecer soluções de segurança cibernética para as Forças Armadas do Brasil –Exército, Força Aérea e Marinha. Mais especificamente na proteção contra vírus.

O software da Kaspersky será parte da defesa cibernética desses órgãos, que inclui outros serviços ligados à segurança digital, como setores especializados na detecção de intrusos e de atividade maliciosa.

Por meio da distribuidora brasileira EsyWorld, com sede em São Paulo, os russos venceram pregão eletrônico realizado em 2015. Os contratos firmados têm duração de três anos e somam R$ 8,4 milhões. A maior parte, R$ 4,5 milhões, é referente ao serviço prestado ao Exército. O contrato com a Força Aérea tem valor de R$ 2,3 milhões e da Marinha R$ 1,6 milhão.

De acordo com a Kaspersky, a instalação dos sistemas já vem desde dezembro de 2016, mas, por questões de segurança, o anúncio oficial deve ser feito nesta semana. A informação, no entanto, já constava em Diário Oficial.

Segundo a empresa, o antivírus será instalado aproximadamente em 120 mil máquinas. O contrato de manutenção oferece relatórios de ameaças e serviços de monitoramento e resposta a incidentes. Serão também oferecidos treinamentos.

Em nota, o Exército afirma que anteriormente não havia uma solução que atendesse a todas as suas unidades militares. Os estudos para implantar essa infraestrutura começaram em 2014.

“Dessa maneira, o Exército pode realizar o monitoramento em tempo real de incidentes de segurança decorrentes de arquivos e processos maliciosos, proporcionando maiores níveis de segurança da informação”.

A Força Aérea diz que serviço semelhante já foi prestado pelas empresas Trend Micro e McAfee. Por meio de sua assessoria de imprensa, a Marinha apenas confirmou que contratou a solução.

Sistemas antivírus oferecem segurança a usuários finais, considerados um ponto crítico por especialistas por serem a porta de entrada para ataques mais sofisticados.

Espiões Russos

Na última semana, a administração Trump emitiu uma nota oficial em que se dizia “preocupada” com possíveis ligações da Kaspersky à inteligência russa e baniu os softwares da empresa dos computadores do governo dos EUA.

Eugene Kaspersky, fundador e CEO da companhia russa, atribui a decisão a motivações políticas. “Nossa cooperação com a Rússia é a mesma que temos com vários outros países”, diz. A Kaspersky presta serviço a governos de diferentes países e tem, entre seus clientes, entidades como a Interpol (Polícia Internacional).

“Nós não trabalhamos com a parte de ataques. Nosso serviço é todo ligado à proteção”, afirma Eugene.

Em julho deste ano uma equipe de militares brasileiros foi à sede da Kaspersky, em Moscou para inspecionar os códigos dos produtos que serão usados.

O Exército afirmou que, por ter uma rede de computadores complexa, apenas empresas “líderes mundiais no mercado” estariam aptas a fornecer a solução e diz que todas elas são estrangeiras.

Agradecemos ao Igor, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Folha

CCleaner hackeado 

Aplicativo que otimiza o desempenho do computador foi invadido por hackers, que conseguiram controlar dispositivos de usuários; empresa confirma ataque.

Hackers infectaram o aplicativo de otimização de desempenho de computadores e celulares CCleaner, um dos mais usados em todo o mundo, no mês de agosto. O ataque permitiu que os cibercriminosos controlasse os dispositivos de mais de 2 milhões de usuários em todo o mundo, conforme pesquisadores independentes da Cisco revelaram nesta segunda-feira, 18.
O CCleaner, baixado mais de 5 milhões de vezes por semana, é operado pela desenvolvedora britânica Piriform. A empresa foi comprada em julho pela companhia de antivírus Avast, uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. Durante a aquisição, a empresa afirmou que o CCleaner tem 130 milhões de usuários em todo o mundo.
O aplicativo malicioso foi inserido dentro de uma versão do CCleaner para computadores e dispositivos móveis com sistema operacional Android, liberada em agosto. O software incluía ferramentas de administração remota de dispositivos que tentavam se conectar a uma série de páginas de web para baixar aplicativos sem autorização.
Segundo os pesquisadores, o ataque foi sofisticado, porque penetrou um sistema estabelecido. “Não havia nada que os usuários pudessem notar de diferente”, disseram os pesquisadores.

O que a desenvolvedoa  diz

A Piriform confirmou o ataque em seu blog oficial. A empresa disse que duas versões do programa lançadas em agosto estavam comprometidas. A empresa recomenda que os usuários das versões CCleaner v5.33.6162 e CCleaner Cloud v1.07.3191 baixem versões atualizadas do sistema. Como o sistema não é atualizado automaticamente, o usuário precisa desinstalar a última versão e instalar a nova.

Uma porta-voz da empresa revelou que mais de 2,27 milhões de usuários baixaram a versão infectada do CCleaner e 5 mil usaram a versão do CCleaner na nuvem, que também estava comprometida, neste período. O ataque foi descoberto pela empresa em 12 de setembro e uma nova versão “limpa” do sistema foi liberada em 15 de setembro.
A empresa afirma que o ataque foi descoberto ainda na fase inicial, enquanto os cibercriminosos estavam coletando informações dos dispositivos, em vez de instalando outros programas infectados.
Fonte: Estadão

Navegadores – teste recente

A maioria das pessoas tem o seu preferido, mas experimentar uma nova opção é tão fácil, que talvez você possa se surpreender. Ou ainda confirmar sua decisão! No Laboratório Digital deste mês, avaliamos seis opções. Para escolher navegador, o quesito gosto e tipo de uso conta bastante. Mas a gente avaliou e traz detalhes das últimas versões do Google Chrome; Microsoft Edge; Mozilla Firefox; Opera; Vivaldi; e do Safari, da Apple.

Todos os navegadores são gratuitos; os softwares de instalação estão disponíveis em suas páginas oficiais; no final a gente deixa o link direto de todos eles. O Edge, da Microsoft, que substituiu o Internet Explorer no Windows 10, vem instalado de fábrica no novo sistema operacional. Nos computadores da Apple, o Safari também já vem embarcado – aliás, o browser é exclusivo para produtos Apple. Com exceção do Vivaldi, todos trazem uma versão para dispositivos móveis. Fora o Edge e o Safari, os outros quatro estão disponíveis para todos os sistemas operacionais: Windows, MacOS e Linux – inclusive com opções de download para sistemas operacionais de 32 ou 64 bit. Baixar e começar a usar é um passo bastante rápido e simples.

O lançamento do Chrome, em 2008, mudou definitivamente a cara dos navegadores. Todos buscam um design cada vez mais limpo e minimalista – a ideia é ser uma ferramenta quase invisível para que o usuário possa aproveitar ao máximo o conteúdo que acessa online. Ou seja, aparentemente, eles são todos bem parecidos. Em sua página inicial, os navegadores trazem ícones ou pre-visualizações das últimas páginas visitadas, mas cada um tem suas peculiaridades.

Cada navegador tem sua própria loja de aplicativos. O Chrome é o que oferece mais opções, começando pelas ferramentas do próprio Google que já vêm pré-instaladas no browser: Gmail, YouTube, Google Drive, Google Photos e outros. Firefox e Opera também têm seus marketplaces com ofertas de aplicativos, temas e extensões. No Vivaldi, o maior diferencial fica por conta das inúmeras opções de personalização do navegador – sem dúvida, o mais customizável dos seis testados aqui hoje. O Vivaldi tem outros detalhes interessantes: na barra de endereço, no canto direito é possível ver o tamanho da página que está sendo carregada e até o número de itens que faltam ser exibidos. Na parte de baixo, este botão permite capturar uma imagem da tela com apenas um clique.

No Opera, outros destaques chamaram nossa atenção: um botão de economia de bateria, que promete dobrar a eficiência energética do computador e, do lado esquerdo, links de acesso rápido para abrir a versão web do Whatsapp e do Messenger, do Facebook.

O Safari usa a mesma App Store do sistema operacional Mac OS; o que agrada muito no navegador é o modo de leitura, que exibe apenas o texto limpo de uma página, excluindo fotos, gráficos e publicidade – esta função também está disponível no Vivaldi e no Microsoft Edge. No navegador nativo do Windows, o interessante é que além de simplificar o layout para uma leitura mais agradável, é possível também escrever, desenhar e fazer anotações diretamente nas páginas e depois salvar tudo o que foi feito.

Chrome e Firefox ainda tem uma função muito interessante para o modo como a gente usa internet hoje em dia. Depois de criar uma conta e estar logado no navegador, é possível sincronizar preferências como bookmarks e até abas abertas em diferentes dispositivos – inclusive no smartphone. Assim fica fácil continuar sua navegação mesmo que você troque de aparelho…

Performance

A principal comparação dos navegadores é em relação à performance. O desempenho do browser determina a experiência do usuário frente à telinha. Realmente, como usuários comuns, dificilmente alguém vai notar grandes diferenças entre os navegadores; principalmente se você usá-los todos em um mesmo computador. Assim, a única forma de fazer uma comparação justa e minuciosa é através dos tradicionais benchmarks; testes completos criados para avaliar a performance do browser sob diversos aspectos.

Existem muitos benchmarks disponíveis online. Inclusive, se você quiser, é possível testar a performance dos navegadores no seu próprio computador. A gente escolheu os testes mais completos para avaliar cada um dos browsers. Para testar o Chrome, Edge, Firefox, Opera e Vivaldi, a gente usou um notebook Dell rodando Windows 10 com processador i7 de última geração e 8 gigabytes de memória RAM. Cada teste foi realizado individualmente, sem qualquer outro programa ou aba do navegador abertos. O único navegador testado em outro computador, por motivos de compatibilidade, foi o Safari – neste caso, usamos um Macbook Air com processador Core i5 e 8 giga de RAM.

Peacemaker

A primeira avaliação foi feita através do Peacekeeper ((lê-se “piz-kíper”)), uma das ferramentas mais confiáveis de mercado. O serviço realiza uma série de testes simulando inclusive o acesso a redes sociais e vídeos em alta definição; tudo para avaliar a velocidade do navegador. Nesta comparação, quem se saiu melhor foi o Safari, com 4641 pontos; em segundo lugar, o Firefox atingiu 3376 pontos; o Chrome ficou bem perto, com 3067; o Opera marcou 2694 pontos; o Vivaldi um pouco menos, 2340 e, em último lugar, o Edge marcou 2072 pontos.

Basemark

O segundo benchmark foi o Basemark 3.0, um serviço independente que realiza 20 testes para avaliar as habilidades do navegador. Assim como o Peacekeeper, a aplicação faz testes como renderização de páginas, desempenho em HTML5, execução de vídeo em alta definição, processamento de jogos, entre outros. O Safari mais uma vez ficou bem à frente dos seus rivais e anotou 355 pontos; o Opera veio em segundo, com 191 pontos; em terceiro, o Firefox marcou 184 pontos; Chrome e Vivaldi ficaram bastante perto, com 181 e 179 pontos respectivamente; novamente, com pior desempenho, o Edge anotou 125 pontos.

Speedometer

A terceira rodada de testes ficou por conta do Speedometer; uma solução que mede a capacidade de resposta das aplicações da web. A ferramenta usa aplicativos de demonstração para simular ações do usuário, como adicionar itens para fazer em uma lista. Nesta comparação, o Safari saiu na frente mais uma vez com 98.7 interações por minuto; surpreendendo, na segunda colocação, o Vivaldi chegou a 76.4 interações por minuto; o Chrome, em terceiro, atingiu 69.6; o Opera alcançou 55.5; Firefox, 44.5 e, na lanterna, o mais lerdo foi o Edge com apenas 33.7 interações por minuto.

JetStream

Por último, o resultado do teste JetStream é focado nas aplicações online mais avançadas. Em primeiro lugar ficou , em primeiro lugar ficou o Safari, 167 pontos; o Vivaldi surpreendeu mais uma vez e ficou em segundo, com 148 pontos; olha só, desta vez o Edge não decepcionou, marcou 123 pontos e garantiu o terceiro lugar; o Firefox alcançou 110 pontos; o Chrome 98 e, em último, o Opera com 91 pontos.

Privacidade

No quesito privacidade, o Chrome – por ser do Google – é o mais suspeito de coletar informação de navegação dos seus usuários. Mas nada garante que os outros navegadores não façam a mesma coisa. Com atualizações disponibilizadas constantemente, os browsers estão cada vez mais seguros.

Se o Chrome é o “xereta” da turma, por outro lado é o algoritmo do Google que alerta toda vez que o usuário entra em contato com uma página potencialmente nociva ou tenta baixar alguma coisa suspeita. Mais do que isso, o Chrome também tem disponível uma série de extensões de criptografia que podem ser usadas para aumentar a segurança e privacidade do navegador.

Segurança

Para detectar sites potencialmente perigosos, Safari, Vivaldi, Opera e Firefox também dependem da API de navegação segura do Google. Os navegadores ainda oferecem uma opção de sessão privada. Com esta função, é possível impedir o armazenamento de histórico, arquivos temporários e cookies na sua máquina.

Qual o melhor navegador?

Decisão difícil: dizer qual navegador é melhor. Mesmo porque depois de ver todas as estatísticas, benchmarks e testes de velocidade, o melhor navegador será sempre o que funciona pra você e que você gosta! Muita gente não cogita mudar de browser ou sequer experimentar outro. Mas para quem ainda não está certo ou aberto a novas experiências, de repente, vale a pena tentar o diferente.

Apesar de ser um navegador limpo e rápido, o Edge, navegador nativo do Windows, amargou a última posição deste laboratório. É verdade, a Microsoft deu um salto gigantesco ao substituir o Internet Explorer, mas ainda assim, o negócio deles certamente não é navegador. São poucas as opções de extensões disponíveis para o Edge. Além disso, o browser é o que menos permite personalização do usuário. O navegador da Microsoft ficou em último lugar em três dos quatro benchmarks realizados. Mais do que isso, se por acaso você quiser sincronizar sua atividade com um dispositivo Android ou iOS, vai precisar procurar soluções de terceiros já que o Edge nativamente, não oferece essa possibilidade.

Um nível acima ficou o Opera; um navegador leve e rápido. Ele foi intermediários nos benchmarks que fizemos. Além da barra de pesquisa híbrida, que combina endereço e pesquisa, enquanto os outros precisam de extensões para oferecer certas funcionalidades, o Opera possui alguns recursos bem legais já incorporados no navegador. Alguns exemplos são uma área para salvar páginas para ler mais tarde – sem a necessidade de qualquer conta extra ou login – botões exclusivos para o Whatsapp e Messenger, do Facebook; e até uma função de economia de bateria.

Em terceiro lugar, a chance a um novato: o Vivaldi. É o navegador que mais permite personalização do usuário. Logo que você abre o browser pela primeira vez, um processo de configuração bem legal monta o navegador da forma que faz mais sentido para você. Dá para escolher onde ficarão as abas e a barra de endereço, cores, guias…tudo do seu jeito. Nos benchmarks, o Vivaldi também teve resultados satisfatórios. A maior limitação do Vivaldi é que ele só está disponível para desktop, por enquanto. Não é o navegador mais rápido nem o mais completo, mas é o que oferece uma experiência única e diferente ao usuário.

O Firefox conquistou o segundo lugar deste Laboratório. Um navegador rápido e confiável que se mantém atual com suas constantes atualizações. São muitas as opções de extensões e personalização do navegador. Nos testes de benchmark, o Firefox se saiu bem em todos com ótimos resultados. Sinceramente, a única coisa que ainda não dá para entender no Firefox é a barra de endereço separada das buscas. Apesar de todas as qualidades, o browser da Mozilla ainda não é páreo para seu maior rival: o Chrome!

Antes de anunciarmos o grande vencedor desta edição, você deve estar se perguntando: e o Safari? O navegador nativo da Apple surpreendeu e venceu, de longe, todos os benchmarks feitos. A diferença é que ele é um browser exclusiva para usuários de Mac. É um navegador super rápido, responsivo e seguro. As opções de compartilhamento são completas e, usando sua conta iCloud, é possível mudar de um dispositivo para outro – claro, desde que os dois sejam Apple – numa boa. Aliás, pela integração completa, além da excelente performance, o Safari é, sem dúvida, a melhor opção para quem usa um Mac. Entre as outras opções, ele certamente é o primeiro!

E o grande campeão, que mantém seu trono no mundo dos browsers, é o Google Chrome. É o navegador que se saiu bem em todos os benchmarks. As opções de extensões são inúmeras e a integração completa com os serviços do Google são grandes diferenciais. Assim como o Safari para aparelhos Apple, o Chrome oferece a melhor experiência de integração com dispositivos móveis – é muito fácil manter todos seus dados em sincronia. O Chrome é rápido e super leve; os controles de segurança e privacidade são de fácil acesso. Ou seja, se você está em dúvida sobre qual navegador usar, aposte no Chrome!

Agradecemos ao Celso, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Olhar Digital

Vem aí: Windows 10 Fall Creators Update

Agora é oficial: A Microsoft anunciou recentemente que o Windows 10 Fall Creators Update (codinome Redstone 3) será lançado no dia 17 de outubro.

A atualização será disponibilizada gratuitamente através do Windows Update para as versões suportadas do Windows 10.

Novidades no Windows 10 Fall Creators Update

Além de anunciar a data de lançamento da atualização para o Windows 10, a Microsoft também listou algumas novidades que serão introduzidas com ela.

Windows Ink

Com o Windows 10 Fall Creators Update, a plataforma Windows Ink será atualizada e possibilitará a escrita em PDFs, tornando mais fácil e rápido o compartilhamento de documentos neste formato com outras pessoas.

O recurso Windows Find my Pen também ajudará você a encontrar sua caneta caso ela não esteja por perto quando você precisa.

Fotos e Vídeos

O aplicativo Fotos foi redesenhado para oferecer novas experiências para o usuário, com suporte para vídeos, músicas, 3D e para a plataforma Windows Ink.

Arquivos sob Demanda no OneDrive

Com o Windows 10 Fall Creators Update os usuários também terão acesso ao recurso Arquivos sob Demanda no OneDrive. Com ele você pode acessar todos os seus arquivos na nuvem sem precisar fazer o download deles e ocupar espaço em seu dispositivo.

Você não precisará mudar sua forma de trabalhar, porque todos os seus arquivos, incluindo os online, poderão ser acessados no Explorador de Arquivos conforme necessário.

Jogos

O Modo de Jogo (Game Mode na versão em inglês) foi atualizado no Fall Creators Update e agora permitirá que seus jogos utilizem todo poder de processamento do seu PC. Entre os jogos que poderão tirar proveito deste modo estão o Forza Motorsport 7, Super Lucky’s Tale e Middle-earth: Shadow of War.

Segurança

Com o Windows 10 Fall Creators Update, o Windows Defender ficou mais inteligente para oferecer melhor proteção para seu PC. Tecnologias inteligentes baseadas na nuvem também habilitam novas defesas contra ransomware e exploits.

Acessibilidade

O Fall Creators Update tornará o Windows 10 mais acessível para usuários portadores de Esclerose lateral amiotrófica (ou ALS), também conhecida como doença de Lou Gehrig, uma doença neurodegenerativa que afeta as células do sistema nervoso central que controlam os movimentos voluntários dos músculos.

Portadores desta doença poderão utilizar o recurso Eye Control para controlar o sistema operacional com os olhos graças às tecnologias de detecção de movimento ocular mais recentes.

Windows Mixed Reality

Por último, o Windows 10 Fall Creators Update permitirá a imersão em uma nova realidade com a plataforma Windows Mixed Reality. A plataforma combina os mundos físico e digital para oferecer uma experiência de realidade mista.

Os primeiros dispositivos compatíveis desenvolvidos por empresas como Acer, ASUS, Dell, HP, e Lenovo chegarão ao mercado no dia 17 de outubro, mesma data de lançamento do Fall Creators Update, com preços a partir de US$ 299.

 

Novos PCs certificados para Windows Mixed Reality também chegarão ao mercado no final do ano.

Agradecemos ao Augusto, colaborador amigo do seu micro seguro, pela referência a essa notícia.

Fonte: Baboo